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  • Demissão sem justa causa: entenda como reduzir essa situação

    Demissão sem justa causa: entenda como reduzir essa situação

    A demissão sem justa causa é uma prática comum nas relações trabalhistas no Brasil, ocorrendo quando o empregador encerra o contrato de trabalho sem que o empregado tenha cometido falta grave.

    Essa modalidade de desligamento é regida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e exige o cumprimento de direitos específicos previstos na legislação trabalhista, tanto para o trabalhador quanto para a empresa.

    A demissão sem justa causa geram custos significativos para as empresas, como o pagamento das verbas rescisórias, a multa de 40% sobre o FGTS e a necessidade de cumprir o aviso prévio. Além disso, o turnover elevado pode comprometer a produtividade e o clima organizacional.

    Para os empregadores, evitar demissões desnecessárias e reduzir o turnover é um desafio constante. Uma estratégia eficaz para minimizar esses impactos é investir em processos seletivos mais assertivos.

    Neste artigo, você vai entender o que caracteriza a demissão sem justa causa, quais são os direitos e deveres de empregadores e empregados, e como aplicar práticas que podem reduzir essa situação no seu negócio. 

    mulher carrrregando sua caixa de pertences após a sua demissão.
    Demissão sem justa causa: entenda como reduzir essa situação.

    O que é demissão sem justa causa?

    A demissão sem justa causa ocorre quando o empregador decide encerrar o contrato de trabalho sem que o empregado tenha cometido uma falta grave. Essa modalidade de desligamento é prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e garante ao trabalhador uma série de direitos rescisórios.

    Diferença entre demissão sem justa causa e com justa causa

    • Demissão sem justa causa: ocorre por iniciativa do empregador, sem necessidade de justificativa específica. O trabalhador tem direito a verbas rescisórias completas, incluindo aviso prévio, saldo de salário, férias proporcionais acrescidas de um terço, 13º salário proporcional, saque do FGTS com multa de 40% e habilitação ao seguro-desemprego;
    • Demissão com justa causa: resulta de uma falta grave cometida pelo empregado, como ato de improbidade, incontinência de conduta ou mau procedimento. Nesses casos, o trabalhador perde direitos como aviso prévio, 13º salário proporcional, férias proporcionais e saque do FGTS, além de não ter direito ao seguro-desemprego.

    Obrigações legais na demissão sem justa causa

    Para cumprir a legislação trabalhista, o empregador deve:

    1. Conceder aviso prévio: comunicar o empregado com antecedência mínima de 30 dias ou indenizar o período correspondente;
    2. Pagar verbas rescisórias: quitar saldo de salário, férias vencidas e proporcionais com adicional de um terço, e 13º salário proporcional;
    3. Depositar multa do FGTS: efetuar o pagamento de 40% sobre o saldo do fundo de garantia por tempo de serviço acumulado;
    4. Fornecer documentação para seguro-desemprego: entregar as guias necessárias para que o trabalhador possa solicitar o benefício, caso atenda aos requisitos legais.

    Dados do Ministério do Trabalho e Emprego indicam que, em 2023, aproximadamente 47% dos desligamentos no Brasil foram por demissão sem justa causa, refletindo uma redução em relação aos 56% registrados em 2020.

    Essa tendência pode estar associada a estratégias empresariais focadas na retenção de talentos e na melhoria do clima organizacional.

    A demissão sem justa causa é um direito do empregador, desde que sejam respeitadas as obrigações legais e garantidos os direitos do trabalhador. Adotar práticas preventivas e manter uma comunicação transparente são passos essenciais para promover um ambiente de trabalho saudável e produtivo.

    Direitos do trabalhador na demissão sem justa causa

    A legislação trabalhista brasileira assegura ao trabalhador uma série de direitos que visam proporcionar suporte financeiro durante a transição para uma nova oportunidade profissional.

    Principais direitos do trabalhador na demissão sem justa causa:

    1. Aviso prévio: o empregado tem direito a um aviso prévio de, no mínimo, 30 dias. caso o empregador opte pela dispensa imediata, deverá pagar o valor correspondente a esse período;
    2. Saldo de salário: corresponde aos dias trabalhados no mês da demissão que ainda não foram pagos;
    3. Férias vencidas e proporcionais: inclui o pagamento das férias não gozadas referentes a períodos aquisitivos completos, acrescidas de um terço, além das férias proporcionais ao período trabalhado no último ano;
    4. 13º salário proporcional: pagamento referente aos meses trabalhados no ano da demissão, calculado proporcionalmente;
    5. Fundo de garantia do tempo de serviço (FGTS): o trabalhador tem direito ao saque do saldo total do FGTS acumulado durante o contrato de trabalho. Além disso, o empregador deve pagar uma multa rescisória de 40% sobre o valor total dos depósitos realizados no fundo;
    6. Seguro-desemprego: o empregado dispensado sem justa causa pode ter direito ao seguro-desemprego, desde que atenda aos requisitos estabelecidos, como tempo mínimo de trabalho e número de solicitações anteriores.

    Atualizações recentes e informações complementares:

    Em outubro de 2024, circularam informações sobre mudanças na multa do FGTS e no seguro-desemprego, porém o Governo Federal esclareceu que não haverá alterações nesses direitos, mantendo a multa de 40% sobre o FGTS e as regras atuais do seguro-desemprego. 

    Além disso, em agosto de 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou um decreto presidencial que desobriga o Brasil de cumprir uma norma internacional que proibia a demissão sem justa causa.

    Com essa decisão, mantém-se a possibilidade de desligamento por iniciativa do empregador, desde que sejam respeitados os direitos trabalhistas previstos na legislação brasileira. 

    É fundamental que os trabalhadores estejam atentos aos seus direitos em casos de demissão sem justa causa. Em caso de dúvidas ou se perceberem irregularidades no processo de desligamento, recomenda-se buscar orientação junto a órgãos de defesa do trabalhador ou profissionais especializados em direito trabalhista. 

    Como evitar e reduzir turnover em sua empresa

    O turnover, também conhecido como índice de rotatividade, é uma métrica que mede a taxa de entrada e saída de colaboradores em uma empresa durante um determinado período. Esse indicador reflete a estabilidade ou a fluidez da equipe e é calculado com base no número de demissões e contratações realizadas.

    Reduzir o turnover, ou a rotatividade de funcionários, é um desafio significativo para empresas brasileiras.

    Um estudo apresentado pela CRS São Paulo mostra que o Brasil tem a maior taxa global de rotatividade de colaboradores, atingindo 56%. Esse alto índice pode gerar custos elevados, reduzir a produtividade e prejudicar o clima organizacional.

    Então, como reduzir o Turnover?

    1. Background Check

    A chave para reduzir o turnover está na contratação assertiva e no alinhamento cultural. Para isso, o background check surge como uma ferramenta valiosa, permitindo uma análise detalhada do histórico do candidato e verificando se ele compartilha os valores e a visão da empresa.

    A implementação do background check é fundamental nesse processo, pois auxilia na tomada de decisões mais assertivas durante processos de contratação, visando a redução do turnover. 

    1. Fit cultural e benefícios:

    Além disso, um processo seletivo eficiente deve avaliar tanto as competências técnicas quanto o fit cultural.

    Essa abordagem contribui para aumentar a retenção de talentos e reduzir a necessidade de demissões sem justa causa.

    Além de salários atrativos, benefícios como flexibilidade de horário, trabalho remoto ou híbrido, reskilling e upskilling e programas de bem-estar podem elevar a satisfação e o engajamento dos colaboradores.

    Implementar essas práticas integradas ajuda a criar um ambiente de trabalho mais atrativo, reter profissionais qualificados e promover uma cultura organizacional sólida e engajada.

    Passo a passo do processo de rescisão 

    Para garantir uma transição tranquila tanto para a empresa quanto para o colaborador, é essencial seguir um processo estruturado e transparente. Além de assegurar o cumprimento das obrigações legais, um procedimento claro contribui para manter a boa reputação da empresa e reforça uma cultura organizacional baseada no respeito e na transparência. 

    Vamos explorar o passo a passo ideal para realizar uma rescisão sem justa causa de forma ética e eficaz.

    1. Comunicação ao empregado:

    A comunicação da demissão deve ser clara e direta, preferencialmente realizada pessoalmente pelo gestor direto ou pelo setor de recursos humanos. Manter uma abordagem respeitosa e objetiva minimiza o impacto negativo da notícia e reforça o compromisso da empresa com a transparência.

    2. Cálculo das verbas rescisórias:

    É fundamental calcular corretamente todas as verbas rescisórias, incluindo saldo de salário, férias proporcionais, 13º salário proporcional, aviso prévio e a multa de 40% sobre o FGTS. O pagamento deve ser feito dentro do prazo legal para evitar multas e ações trabalhistas.

    3. Documentação necessária:

    A empresa deve fornecer ao empregado todos os documentos exigidos por lei, como o Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT), guias para saque do FGTS e solicitação do seguro-desemprego, além do comprovante de pagamento das verbas rescisórias.

    4. Homologação (quando aplicável):

    Para contratos com mais de um ano de duração, a homologação da rescisão deve ser realizada no sindicato da categoria ou no Ministério do Trabalho, garantindo que todos os direitos do trabalhador sejam respeitados.

    5. Apoio ao empregado:

    Oferecer orientação sobre como acessar o seguro-desemprego, realizar o saque do FGTS e fornecer cartas de recomendação (quando aplicável) ajuda o colaborador a se recolocar no mercado de trabalho mais rapidamente, reforçando a imagem positiva da empresa.

    Seguir esses passos garante que o processo de rescisão seja conduzido de forma profissional, respeitando os direitos do trabalhador e evitando possíveis complicações jurídicas para a empresa.

    Dicas para Empregadores e Trabalhadores 

    Tanto para empregadores quanto para trabalhadores, lidar com uma demissão sem justa causa exige cuidados específicos para garantir que o processo ocorra de forma justa e transparente. 

    Adotar boas práticas ajuda a evitar conflitos e a promover um ambiente profissional mais saudável e equilibrado. Confira:

    Para empregadores: conduza o processo com transparência

    Empresas que seguem um processo de rescisão estruturado e claro reduzem o risco de problemas trabalhistas. Manter uma comunicação aberta e direta com o colaborador durante o processo de demissão é essencial. 

    Explique os motivos da decisão, esclareça os direitos do trabalhador e forneça todo o suporte necessário, desde o cálculo correto das verbas rescisórias até a orientação sobre o seguro-desemprego.

    Além disso, realizar um background check na fase de contratação ajuda a selecionar colaboradores mais alinhados à cultura da empresa, o que contribui para reduzir o turnover e evitar demissões desnecessárias. 

    Implementar políticas de feedback contínuo e promover treinamentos também são práticas que auxiliam na retenção de talentos.

    Para trabalhadores: conheça seus direitos e deveres

    Ao ser comunicado sobre uma demissão sem justa causa, o trabalhador deve solicitar todas as informações relacionadas às suas verbas rescisórias, prazo de pagamento e acesso ao seguro-desemprego. 

    Estar bem informado evita que direitos sejam negligenciados. Caso haja dúvidas ou desconfianças, buscar orientação junto ao sindicato ou a um advogado trabalhista pode ser uma medida importante.

    Manter uma postura profissional até o último dia de trabalho também é fundamental. Isso não apenas preserva as boas relações, mas pode garantir referências positivas para oportunidades futuras no mercado de trabalho.

    Conclusão 

    A demissão sem justa causa, embora seja uma prerrogativa do empregador, exige atenção redobrada para garantir que os direitos do trabalhador sejam integralmente respeitados. 

    Seguir os processos legais e adotar práticas de comunicação transparente são fundamentais para evitar complicações jurídicas e preservar a imagem da empresa.

    Para os trabalhadores, conhecer os direitos garantidos pela legislação é essencial para assegurar o recebimento adequado das verbas rescisórias e o acesso aos benefícios previstos, como o seguro-desemprego. 

    Já para as empresas, minimizar o turnover e evitar demissões desnecessárias exige uma abordagem estratégica, que inclua processos seletivos mais assertivos, o uso do background check e um forte foco no alinhamento cultural durante a contratação.

    A utilização do background check, destaca-se como uma ferramenta estratégica para identificar candidatos mais alinhados à cultura da organização, reduzindo o risco de contratações equivocadas e promovendo um ambiente de trabalho mais harmonioso.

  • Educação corporativa: dicas para desenvolver seus colaboradores

    Educação corporativa: dicas para desenvolver seus colaboradores

    A educação corporativa é uma estratégia essencial que transcende treinamentos tradicionais, transformando o aprendizado contínuo em um pilar para o sucesso organizacional.

    Empresas como Google e IBM já implementaram programas de educação corporativa com sucesso, levando a uma cultura de inovação e engajamento que resulta em ótimos resultados.

    O Google, por exemplo, investe em cursos de desenvolvimento pessoal e profissional, permitindo que seus colaboradores escolham quais habilidades desejam aprimorar, resultando em uma equipe mais motivada e produtiva. 

    A IBM também é um exemplo, com seu programa “IBM Learning Lab”, ela oferece oportunidades de aprendizado remoto, permitindo que os colaboradores acessem uma variedade de cursos em novas tecnologias, o que resultou em um aumento de 30% na satisfação dos empregados.

    Segundo a Deloitte, empresas que investem em educação corporativa têm 37% mais chances de aumentar a retenção de funcionários.

    Exploraremos neste artigo os conceitos fundamentais, os principais benefícios da educação corporativa, incluindo o impacto na produtividade e retenção de talentos, além de orientações práticas para implementá-la com eficácia.

    O que é Educação Corporativa?

    A educação corporativa é uma abordagem estruturada que visa integrar o aprendizado contínuo às estratégias organizacionais, promovendo o desenvolvimento dos colaboradores de forma alinhada aos objetivos da empresa.

    Diferente dos treinamentos pontuais, essa metodologia estabelece um modelo de aprendizado contínuo, fortalecendo a cultura organizacional e impulsionando a competitividade no mercado.

    Educação corporativa
    Educação corporativa

    Principais Características da Educação Corporativa

    A educação corporativa se distingue por várias características que a tornam uma ferramenta essencial para o desenvolvimento organizacional. Entre as principais, destacam-se:

    • Aprendizado estratégico: a educação corporativa vincula o desenvolvimento dos colaboradores às necessidades do negócio, garantindo que as habilidades adquiridas estejam diretamente relacionadas aos objetivos estratégicos da organização;
    • Cultura de inovação: essa abordagem estimula a busca constante por conhecimento e a melhoria contínua, criando um ambiente onde a inovação é valorizada e incentivada;
    • Integração de tecnologias: a educação corporativa utiliza plataformas digitais para facilitar o acesso ao aprendizado, permitindo que os colaboradores tenham acesso a conteúdos relevantes de forma flexível e em qualquer lugar;
    • Resultados mensuráveis: uma das vantagens da educação corporativa é a capacidade de mensurar o impacto no desempenho individual e organizacional, permitindo ajustes e melhorias constantes nos programas de capacitação;

    Confira também: Reskilling e Upskilling: Como capacitar seus colaboradores 

    Como Funciona a Educação Corporativa?

    Empresas que adotam a educação corporativa utilizam diversas estratégias para capacitar seus colaboradores. Algumas das abordagens mais comuns incluem:

    • Plataformas de e-learning: ferramentas como Coursera for Business e Udemy Business permitem o acesso remoto a conteúdos relevantes, possibilitando que os colaboradores aprendam no seu próprio ritmo;
    • Trilhas de aprendizagem: programas personalizados com módulos progressivos, como os desenvolvidos pela Amazon para seus engenheiros, garantem que o aprendizado seja direcionado e eficaz, promovendo o desenvolvimento de competências específicas;
    • Microlearning: Conteúdos curtos e diretos, como faz a IBM com seus treinamentos em inteligência artificial e computação em nuvem, ajudam a manter a atenção dos colaboradores e facilitam a absorção de informações;
    • Gamificação: Empresas como a Deloitte utilizam jogos e desafios para tornar o aprendizado mais interativo e motivador, aumentando o engajamento dos colaboradores e a retenção do conhecimento.

    Por que implementar a educação corporativa na sua organização? 

    A educação corporativa permite que as empresas se adaptem às mudanças e inovem constantemente, capacitando seus colaboradores de acordo com as demandas do mercado. Além de fortalecer a motivação e o engajamento, contribui para a retenção de talentos e a redução da rotatividade. 

    A PwC relatou que organizações que priorizam treinamento têm 86% de seus trabalhadores mais propensos a permanecer na empresa.

    Empresas que investem em aprendizado contínuo tornam-se mais competitivas, preparadas para desafios e oportunidades. Assim, a educação corporativa vai além do desenvolvimento profissional, sendo um pilar estratégico para o crescimento sustentável e a diferenciação no mercado.

    Benefícios da Educação Corporativa

    A educação corporativa tem se tornado um tema central nas discussões sobre a gestão de talentos e o desenvolvimento organizacional. Organizações que investem na educação de seus funcionários observam resultados significativos que impactam tanto a performance individual quanto a competitividade no mercado, e os principais benefícios da educação corporativa são: 

    1. Melhora do desempenho dos colaboradores

    Um estudo realizado pela Association for Talent Development revela que organizações que implementam programas estruturados de apren­dizagem registram um aumento de até 24% na eficiência de seus colaboradores

    Essa melhoria é frequentemente atribuída a uma combinação de fatores, como o investimento em upskilling e reskilling

    O upskilling refere-se ao processo de aprimoramento das habilidades existentes dos funcionários, enquanto o reskilling envolve a formação para novas competências, essenciais em um ambiente de constantes mudanças tecnológicas e de mercado. 

    Dessa forma, a educação corporativa pode ser vista como uma estratégia crucial para a otimização de contratação, capacitando colaboradores a se adaptarem e evoluírem em suas funções.

    2. Atração e retenção de talentos

    A redução da rotatividade é outro benefício substancial da educação corporativa. Segundo dados da PwC, 86% dos trabalhadores manifestam uma propensão maior em permanecer em empresas que investem em seu desenvolvimento profissional

    A relação entre a formação contínua e o engajamento dos colaboradores é clara: profissionais capacitados tendem a se sentir mais valorizados e motivados, o que, por sua vez, fortalece a retenção de talentos. 

    Um exemplo real desta prática pode ser observado na Deloitte a Deloitte University (DU), que implementou um programa robusto de desenvolvimento de talentos e, como resultado, reportou uma redução significativa no seu turnover, criando um ciclo positivo onde colaboradores bem treinados se tornam embaixadores da cultura organizacional.

    3. Cultura organizacional fortalecida

    Além disso, a educação corporativa fortalece a cultura organizacional. Ao estimular o aprendizado contínuo, as empresas fomentam um ambiente onde o crescimento é considerado uma prioridade, promovendo maior engajamento e colaboração entre as equipes.

    Isso resulta em uma cultura empresarial mais coesa, onde os valores da organização são internalizados pelos colaboradores. Essa conexão entre colaboradores e a missão empresarial é fundamental para a construção de um ambiente harmonioso e produtivo.

    4. Inovação e competitividade

    A inovação, impulsionada pela educação corporativa, se transforma em um diferencial competitivo. Empresas que capacitam seus funcionários para se manterem atualizados com as últimas tendências e tecnologias do mercado não apenas conseguem inovar mais rapidamente, como se adaptam de maneira mais eficaz às mudanças do setor. 

    A Netflix, por exemplo, torna evidente a importância da educação contínua ao encorajar seus funcionários a explorarem novas habilidades e tecnologias, o que contribui para sua posição de liderança no mercado de streaming. 

    Ao promover uma mentalidade de aprendizado, essas empresas estão melhor posicionadas para oferecer soluções inovadoras e eficientes aos seus clientes.

    5. Redução de custos operacionais

    Outro benefício importante da educação corporativa é a redução de custos operacionais

    Ao se investir em capacitações adequadas, as empresas observam uma diminuição nos erros, retrabalho e desperdícios. Colaboradores treinados tomam decisões mais assertivas e eficientes, otimizando processos internos e, consequentemente, melhorando a rentabilidade do negócio. 

    Você também pode conferir: Como calcular e reduzir o custo de uma contratação

    Um estudo conduzido pela Harvard Business Review mostrou que organizações que adotaram programas de treinamento bem estruturados reduziram significativamente os custos operacionais relacionados a retrabalho e erros administrativos, ilustrando a relação direta entre educação corporativa e eficiência financeira.

    Como implementar a Educação Corporativa na sua empresa?

    A educação corporativa se configura como um dos elementos mais cruciais para o desenvolvimento organizacional contemporâneo.

    Para adotar um programa de educação corporativa eficiente, é fundamental seguir algumas etapas:

    1. Diagnóstico das necessidades

    O primeiro passo para implementar um programa eficaz de educação corporativa é realizar um diagnóstico das necessidades da organização. Esse diagnóstico deve considerar as lacunas de conhecimento técnico e as habilidades interpessoais que são essenciais para o fortalecimento da cultura organizacional. 

    Ao promover programas de treinamento direcionados, essas organizações criam um ambiente que valoriza a aprendizagem e estabelece um ciclo virtuoso de desenvolvimento. 

    Além disso, esse foco no aprendizado contínuo contribui para a formação de líderes mais preparados, capazes de guiar suas equipes em tempos de mudança e incerteza.

    2. Definição de objetivos e formatos

    Após o diagnóstico das necessidades, é crucial estabelecer metas claras para o programa de educação corporativa. A definição de objetivos deve ser alinhada à cultura organizacional da empresa e ao perfil dos colaboradores. 

    A escolha dos formatos de treinamento, que podem incluir opções presenciais, online, híbridas, microlearning e trilhas de aprendizagem, deve ser feita com base nas preferências e necessidades dos colaboradores. Essa abordagem personalizada garante maior adesão e eficiência no aprendizado.

    A diversidade de formatos também permite que a educação corporativa se adapte a diferentes estilos de aprendizagem, promovendo um ambiente inclusivo e acessível.

    3. Escolha das ferramentas certas

    A tecnologia desempenha um papel crucial na educação corporativa moderna. O uso de plataformas de e-learning, Learning Management Systems (LMS) e cursos personalizados facilita o acesso ao conteúdo, permitindo um aprendizado mais dinâmico e flexível. Ferramentas interativas, como vídeos, podcasts e simulações, tornam a experiência de aprendizado mais envolvente e eficaz.

    Além disso, a integração de tecnologias emergentes, como inteligência artificial e realidade aumentada, pode enriquecer ainda mais a experiência educacional.

    Leia também: Novas tecnologias para RH

    3.1 Background Check como ferramenta de desenvolvimento

    Um aspecto frequentemente negligenciado, mas crucial na implementação da educação corporativa, é o background check.

    A relação entre background check e educação corporativa reside na capacidade de formar equipes altamente competentes e coesas. Quando as contratações são realizadas de maneira criteriosa, as empresas criam um alicerce que torna seus programas de desenvolvimento ainda mais eficazes. 

    4. Engajamento dos colaboradores

    O engajamento dos colaboradores é um fator determinante para o sucesso de qualquer programa de educação corporativa. 

    Para garantir a participação ativa, é essencial implementar estratégias que incentivem o envolvimento, como gamificação, bonificações e reconhecimento profissional

    Criar desafios, recompensas e promover um ambiente de aprendizado colaborativo são práticas que tornam o processo mais atrativo e eficaz.

    Além disso, a liderança desempenha um papel fundamental nesse processo. Líderes que valorizam a educação e o desenvolvimento contínuo de suas equipes podem inspirar um maior comprometimento e motivação entre os colaboradores. 

    5. Avaliação e ajustes contínuos

    A implementação da educação corporativa não se encerra com a oferta de treinamentos. É fundamental monitorar e avaliar constantemente os resultados, utilizando métricas como taxa de conclusão dos cursos, feedbacks dos participantes e impacto no desempenho profissional. 

    A avaliação contínua permite que as organizações identifiquem áreas de melhoria e ajustem suas estratégias conforme necessário.

    A educação corporativa é um recurso para as organizações que buscam crescimento sustentável, retenção de talentos e uma cultura de inovação.

    Como explorado ao longo deste texto, ela transcende modelos tradicionais de treinamento, proporcionando um impacto positivo em múltiplos níveis, desde o desempenho individual até a competitividade no mercado.

    Podemos concluir que a educação corporativa deve ser vista como um investimento estratégico, não um simples gasto.

    Para sua implementação eficiente, é crucial realizar um diagnóstico atento das necessidades organizacionais, definir metas claras e utilizar ferramentas tecnológicas que maximizem a eficácia do aprendizado. 

    Além disso, engajar os colaboradores e realizar avaliações contínuas tornam-se passos indispensáveis para ajustar e melhorar constantemente os programas oferecidos, e, portanto, investir em educação corporativa é uma forma direta de construir um futuro mais promissor tanto para as empresas quanto para os seus colaboradores.

  • Como calcular e reduzir o custo de uma contratação

    Como calcular e reduzir o custo de uma contratação

    Contratar um novo colaborador parece simples, mas você já calculou o impacto real do custo de uma contratação no orçamento da empresa? 

    O custo de contratação inclui despesas como anúncios de vagas, horas dedicadas pelo RH e gestores no processo seletivo, testes e dinâmicas, além de possíveis honorários de consultorias de recrutamento. Esses gastos, somados aos custos de integração e treinamento, tornam a contratação um investimento considerável para qualquer empresa.

    Cada etapa, desde a divulgação da vaga até a integração do profissional, representa um investimento significativo. Além disso, uma contratação errada pode custar até 15 vezes o salário do colaborador!

    Quantas contratações equivocadas sua empresa já fez? E quanto isso já custou em:

    • Repetição de processos seletivos?
    • Turnover nas alturas?
    • Treinamentos desperdiçados?
    • Produtividade em queda?
    • Rescisões inesperadas?

    Agora, pare e reflita: quanto dessas perdas poderiam ser evitadas se você tivesse informações mais precisas antes de contratar?

    Aqui entra o KYE (Know Your Employee), um método essencial para avaliar o histórico, as competências e a idoneidade dos candidatos, reduzindo contratações erradas. 

    E se sua empresa trabalha com fornecedores terceirizados ou consultorias de recrutamento, o KYP (Know Your Partner) também é fundamental para garantir parcerias confiáveis e alinhadas às suas políticas.

    Leia também: Due Diligence: Entenda o que é e como implementar

    O custo de contratação pode ser um grande vilão ou um investimento inteligente. A diferença está na forma como você conduz esse processo. 

    Este artigo funciona como um guia prático para calcular e reduzir o custo de uma contratação

    Se você quer recrutar melhor e gastar menos, continue lendo.

    Por que calcular o custo do funcionário é essencial?

    Quando você entende os custos reais de um funcionário, ganha clareza para tomar decisões mais inteligentes e eficientes. Esse cálculo é a base para otimizar o orçamento do RH, evitar desperdícios e direcionar recursos para onde realmente importa.

    Mulher calculando custos de um funcionário.
    Como calcular e reduzir custos de uma contratação.

    Um dos principais benefícios de calcular o custo do funcionário é a evidenciação de que uma contratação certa é valiosa porque gera impactos positivos em toda a organização. Um profissional bem escolhido não apenas entrega resultados, mas também contribui para o clima organizacional, reduz conflitos e inspira outros colaboradores. 

    Ao investir em uma avaliação de candidatos mais precisa, utilizando o KYE (Know Your Employee), você aumenta as chances de acertar na escolha, retendo talentos que se alinham à cultura e aos objetivos da empresa.

    Em conjunto com isso, a capacidade de reduzir o turnover é evidenciada. 

    Turnover é uma métrica utilizada para medir a taxa de entrada e saída de colaboradores em uma empresa em um determinado período. Ele é calculado com base no número de demissões e contratações, refletindo a estabilidade ou a fluidez da equipe.

    Outro benefício é a melhoria no planejamento estratégico. Saber exatamente quanto um colaborador custa permite que a empresa avalie se tem condições de expandir seu quadro de forma sustentável. 

    Além do mais, facilita a definição de um orçamento realista para benefícios e treinamentos, garantindo que esses investimentos resultem em equipes mais engajadas e produtivas.

    Calcular o custo do funcionário é uma ferramenta essencial para transformar o RH em um setor estratégico, capaz de gerar economia, eficiência e valor para a empresa.

    Elementos do Cálculo do Custo do Funcionário

    Para entender o custo de contratação de um funcionário, é essencial detalhar todos os elementos que compõem esse valor. Cada um desses componentes impacta diretamente o orçamento do RH e a saúde financeira da empresa. 

    Vamos explorar cada item de forma específica:

    1. Salário Bruto:

    É o valor base pago ao colaborador, incluindo:  

    • Salário mensal;  
    • Horas extras;  
    • Bônus ou comissões (se aplicável).  

    Esse é o ponto de partida para calcular os demais custos.

    2. Encargos Sociais e Impostos:

    Esses custos são obrigatórios e podem representar até 40% do salário bruto. Incluem:  

    • INSS: Contribuição previdenciária (20% a 22,5% sobre a folha de pagamento);  
    • FGTS: 8% do salário mensal, depositado em uma conta vinculada ao funcionário;  
    • 13º Salário: Equivalente a um salário adicional por ano;  
    • Férias + 1/3 de férias: Valor correspondente a um mês de salário mais um terço desse valor;  
    • Multas rescisórias: Em caso de demissão sem justa causa, a empresa pode pagar até 40% do FGTS acumulado.  

    3. Benefícios:  

    Os benefícios são parte fundamental do pacote oferecido ao colaborador e variam conforme a política da empresa. Entre os mais comuns estão:  

    • Plano de saúde: Custo mensal por colaborador;  
    • Vale-alimentação ou refeição: Valor diário ou mensal;  
    • Vale-transporte: Custeio de até 6% do salário bruto;  
    • Seguro de vida: Prêmio anual ou mensal;  
    • Auxílio-creche: Para funcionários com filhos;  
    • Gympass ou academias: Benefícios de bem-estar;  
    • Outros benefícios: Como previdência privada, auxílio-educação, entre outros.  

    4. Custos com Treinamento e Desenvolvimento:  

    Investir em treinamento corporativo é essencial para o crescimento da equipe, mas também representa um custo significativo. Inclui:  

    • Cursos e capacitações;  
    • Programas de desenvolvimento de liderança;  
    • Certificações profissionais;  
    • Treinamentos técnicos ou de soft skills;  
    • Custos com materiais e instrutores.  

    5. Custos com Processo de Contratação: 

    Antes mesmo de o colaborador começar, a empresa tem alguns gastos com:  

    • Divulgação da vaga (anúncios em plataformas de recrutamento);  
    • Horas dedicadas pelo RH e gestores no processo seletivo;  
    • Testes, dinâmicas e entrevistas;  
    • Honorários de consultorias de recrutamento (se aplicável).  

    6. Custos Indiretos:  

    Esses são os gastos que muitas vezes passam despercebidos, mas somam ao custo total. Alguns dos mais conhecidos são:

    • Equipamentos: Computador, telefone, ferramentas de trabalho;  
    • Infraestrutura: Espaço físico, energia, internet, água;  
    • Uniforme ou EPIs: Quando necessário;  
    • Softwares e licenças: Ferramentas utilizadas no dia a dia;  
    • Custos administrativos: Despesas com folha de pagamento, gestão de benefícios, etc.  

    7. Custos com Turnover:

    Uma contratação errada pode gerar custos adicionais, como:  

    • Repetição do processo seletivo;  
    • Treinamentos desperdiçados;  
    • Perda de produtividade durante a transição;  
    • Custos com rescisão e novas contratações.  

    Por que Tudo Isso Importa?  

    Dominar esses elementos permite que o RH faça um cálculo preciso do custo de contratação, evitando surpresas no orçamento.

    O KYE (Know Your Employee) e o KYP (Know Your Partner) ajudam a avaliar candidatos e fornecedores de forma mais assertiva, reduzindo o risco de contratações erradas e otimizando os investimentos.  

    Ao entender e controlar esses elementos, você transforma o custo do funcionário em um investimento estratégico, garantindo mais eficiência e resultados para sua empresa.

    Como Calcular o Custo do Funcionário?

    Calcular o custo de um funcionário é essencial para uma gestão financeira eficiente. Veja um passo a passo detalhado para chegar ao valor total, incluindo benefícios, impostos e outros custos:

    1. Calcule o Salário Bruto:

    Some o salário mensal, horas extras e bônus (se aplicável).  

    Exemplo: Salário de R$5.000 + R$500 (horas extras) = R$5.500.

    2. Adicione os Encargos Sociais e Impostos: 

    Exemplo: 

    • INSS: 20% a 22,5% sobre a folha de pagamento (R$ 5.500 x 20% = R$ 1.100);  
    • FGTS: 8% do salário bruto (R$ 5.500 x 8% = R$ 440);  
    • 13º Salário: 1/12 do salário bruto por mês (R$ 5.500 ÷ 12 = R$ 458);  
    • Férias + 1/3 de férias: 1/12 do salário bruto + 1/3 desse valor (R$458 + R$153 = R$611).  

    Total de encargos: R$1.100 + R$440 + R$458 + R$611 = R$2.609.

    3. Inclua os Benefícios:  

    Some os valores mensais dos benefícios oferecidos.  

    Exemplo:  

    • Plano de saúde: R$300;  
    • Vale-alimentação: R$600;  
    • Vale-transporte: R$200.  

    Total de benefícios: R$1.100.

    4. Adicione Custos com Treinamento e Desenvolvimento:  

    Calcule o valor mensal investido em treinamento corporativo.  

    Exemplo: R$200 por mês.

    5. Some Custos Indiretos:   

    Inclua despesas como equipamentos, infraestrutura e softwares.  

    Exemplo: R$300 por mês.

    6. Calcule o Custo Total Mensal: 

    Some todos os valores:  

    • Salário bruto: R$ 5.500;  
    • Encargos: R$2.609;  
    • Benefícios: R$1.100;  
    • Treinamento: R$200;  
    • Custos indiretos: R$300.  

    Custo total: R$5.500 + R$2.609 + R$1.100 + R$200 + R$300 = R$9.709 por mês.

    Como reduzir esse custo?

    Reduzir o custo do funcionário desde a contratação é essencial para otimizar o orçamento do RH e garantir a sustentabilidade financeira da empresa. 

    Uma das formas mais eficientes de alcançar isso é por meio de uma avaliação de candidatos mais assertiva.

    Veja estratégias práticas para diminuir esses gastos:

    1. Invista em um Bom Processo de Seleção: 

    Um processo seletivo bem estruturado evita contratações equivocadas, que podem custar até 15 vezes o salário do funcionário. Utilize ferramentas como:  

    • Background Check: Verificação de antecedentes e histórico profissional;  
    • Testes de habilidades: Avaliações técnicas e comportamentais;  
    • Entrevistas estruturadas: Perguntas alinhadas ao perfil da vaga.  

    Essas práticas aumentam as chances de acertar na escolha, reduzindo custos com turnover e retrabalho.

    2. Use Tecnologia para Otimizar o Recrutamento:   

    Ferramentas como plataformas de recrutamento digital e People Analytics ajudam a prever se um candidato se encaixa no perfil desejado.

    3. Reduza o Turnover com Retenção de Talentos:

    Manter os colaboradores engajados é mais barato do que contratar novos. Para isso:  

    • Ofereça um ambiente de trabalho positivo;  
    • Crie planos de carreira claros;  
    • Invista em treinamento corporativo e desenvolvimento contínuo.  

    Essas ações aumentam a satisfação dos funcionários, reduzindo a rotatividade e os custos associados.

    4. Considere a Terceirização de Funções:  

    Para funções específicas ou projetos temporários, a terceirização pode ser mais vantajosa do que uma contratação fixa. Isso reduz custos com encargos trabalhistas, benefícios e treinamentos.

    Ao adotar essas estratégias, você não apenas reduz o custo de contratação, mas também transforma o processo em um investimento inteligente.

    Reduzir custos não significa cortar qualidade: significa contratar de forma mais eficiente e estratégica.

    A Importância de Avaliar Candidatos para Reduzir Custos: 

    Contratar um novo funcionário envolve diversos custos, mas é possível reduzi-los com estratégias inteligentes de seleção e retenção.

    Investir em uma avaliação de candidatos eficiente, utilizando ferramentas como: KYE (Know Your Employee) e KYP (Know Your Partner), ajuda a evitar turnover e garante contratações mais assertivas e práticas como Background Check e People Analytics minimizam riscos e otimizam o processo de recrutamento.  

    Essas abordagens não só reduzem o custo de contratação, mas também fortalecem a retenção de talentos e o planejamento de benefícios, tornando o RH um setor estratégico para o crescimento da empresa.  

    Quer otimizar os custos da sua equipe e melhorar o planejamento financeiro da sua empresa?

    Fale com nossos especialistas em gestão de riscos e descubra como podemos ajudar a transformar sua abordagem no RH!  

  • Reskiling e Upskilling: Como capacitar seus colaboradores

    Reskiling e Upskilling: Como capacitar seus colaboradores

    No contexto do dinâmico mercado de trabalho, os conceitos de Reskilling e Upskilling têm ganhado destaque como estratégias essenciais para o desenvolvimento de colaboradores. Embora frequentemente confundidos, upskilling e reskilling têm significados distintos.

    Reskilling refere-se à requalificação dos funcionários, permitindo que adquiram novas habilidades para desempenhar funções diferentes dentro da organização. Upskilling, por sua vez, foca no aprimoramento das competências já existentes dos profissionais, preparando-os para os desafios futuros em suas funções atuais. 

    Por exemplo, um engenheiro de software que faz upskilling pode aprender uma nova linguagem de programação. Em contraste, o mesmo engenheiro que busca reskilling pode aprender copywriting caso deseje migrar para uma função na área de marketing.

    Segundo estudos da Gartner, essas práticas não apenas ajudam as organizações a preencher lacunas de habilidades, mas também promovem um ambiente de aprendizado contínuo, aumentando o engajamento e a satisfação dos colaboradores. 

    Neste artigo, vamos explorar os principais benefícios do Reskilling e Upskilling, bem como oferecer um guia prático de implementação e exemplos reais de sucesso. 

    Descubra como essas estratégias podem transformar seu RH em uma ferramenta poderosa para atrair, desenvolver e reter talentos.

    Homem Lendo com notebook na frente e caneca.
    Reskilling e Upskilling: como aplicar na sua equipe.

    Benefícios do Reskilling e Upskilling para sua empresa

    A implementação de estratégias de Reskilling e Upskilling é uma solução importante para enfrentar os desafios do futuro do trabalho e alavancar a competitividade organizacional

    Com base nas tendências apontadas pelo nosso estudo de 7 tendências globais que você deveria adotar o quanto antes, essas práticas não apenas preenchem lacunas de habilidades, mas também impulsionam a transformação cultural e tecnológica dentro das empresas. 

    As iniciativas de Reskilling e Upskilling proporcionam uma série de vantagens estratégicas, tanto para as empresas quanto para os colaboradores. Veja abaixo os principais benefícios:

    1. Redução da lacuna de conhecimentos:

    Em um cenário onde avanços tecnológicos e aposentadorias criam novos desafios, a redução da lacuna de conhecimentos é um dos principais benefícios do Upskilling e Reskilling

    De acordo com a Gartner, organizações que priorizam o desenvolvimento de competências garantem maior agilidade para lidar com disrupções tecnológicas, promovendo inovação e eficiência. 

    Além disso, essas práticas otimizam o aproveitamento de talentos internos, reduzindo custos associados à contratação externa.

    2. Engajamento e a retenção de talentos:

    Colaboradores que percebem investimentos em seu desenvolvimento tendem a se sentir mais valorizados, o que fortalece a fidelização e melhora a produtividade

    Os programas de Reskilling e Upskilling também contribuem para criar uma cultura de aprendizado contínuo, onde profissionais se sentem capacitados para enfrentar mudanças e contribuir ativamente com a empresa. 

    Você pode melhorar suas contratações significativamente investindo em Reskilling e Upskilling que se alinhadas a outras práticas podem tornar o seu RH cada vez melhor. 

    3. Preparação para a Inovação tecnológica:

    Empresas que investem em treinamento corporativo conseguem integrar novas ferramentas, como inteligência artificial e automação, com maior fluidez. 

    Essas estratégias criam equipes adaptáveis, prontas para explorar o potencial de tecnologias emergentes e sustentar a competitividade no mercado global.

    Ao integrar processos como o background check para selecionar perfis confiáveis, as empresas promovem uma mentalidade de inovação que é crucial para se destacar no mercado. Confira também: Novas tecnologias para RH

    4. Desenvolvimento de colaboradores:

    Por fim, o desenvolvimento de colaboradores fortalece a marca empregadora, tornando a organização mais atrativa para talentos de alto desempenho. 

    Empresas que adotam uma abordagem proativa, alinhada às tendências de diversidade, inclusão e bem-estar, posicionam-se como líderes em transformação organizacional. 

    Como Implementar Programas de Reskilling e Upskilling

    A implementação de programas eficazes de Reskilling e Upskilling exige planejamento estratégico e o uso de ferramentas adequadas. Entenda os passos práticos para começar:

    1. Identificação das lacunas de habilidades

    Realize uma análise detalhada para identificar as competências necessárias à organização no curto e longo prazo. Envolva lideranças de diferentes áreas para mapear funções críticas e as habilidades que precisam ser desenvolvidas.

    1.1 O que são lacunas de habilidades

    De acordo com a Cranfield, uma lacuna de habilidades é a diferença entre as habilidades e o conhecimento que uma organização deseja ou precisa no curto e longo prazo, e o que seus funcionários podem oferecer atualmente. 

    A análise de lacunas de habilidades é um método utilizado para identificar as diferenças entre as competências atuais e as necessárias no futuro. A partir dessa avaliação, é possível criar planos para preencher essas lacunas, seja por meio de upskilling, reskilling, reestruturação de cargos ou recrutamento.

    2. Personalização dos treinamentos

    Crie planos de aprendizado adaptados às necessidades e aos objetivos de cada colaborador. Além de aumentar a eficiência dos treinamentos, isso demonstra o compromisso da empresa com o crescimento individual.

    2.1 Impactos do treinamento personalizado nas soft skills

    Programas de treinamento personalizados atendem às necessidades, preferências de métodos e desejos de aprendizado de cada indivíduo. 

    O foco está no que realmente importa para os membros da sua equipe. Quando os mentorados se conectam emocionalmente com o conteúdo, eles se tornam mais engajados e compreendem melhor o material apresentado.

    3. Uso de tecnologias de aprendizado digital

    3.1 Aproveite plataformas de e-learning:

    O termo e-learning é derivado da expressão em inglês electronic learning, que significa aprendizado eletrônico. Essa modalidade de ensino se caracteriza pelo uso intensivo de tecnologia e dispositivos eletrônicos, com destaque para ambientes virtuais de aprendizado, plataformas digitais e uma gama de recursos computacionais e audiovisuais que enriquecem a experiência educacional.

    Para o desenvolvimento do aprendizado digital dos seus colaboradores, visando o upskilling e reskilling, use plataformas como

    • Coursera: Focada em cursos acadêmicos e especializados, possui parcerias com universidades renomadas (Stanford, Yale) e empresas líderes. Oferece cursos gratuitos e pagos, certificações, programas de graduação e MBA, em áreas como tecnologia, negócios, ciência de dados, saúde e humanidades;
    • Udemy: Voltada para cursos práticos e mercado de trabalho, com conteúdo criado por especialistas independentes. Oferece preços acessíveis, flexibilidade e opções em programação, marketing, design, idiomas e mais, sem prazos fixos;
    • Alura: Especializada em tecnologia e inovação, utiliza um modelo de assinatura com acesso a uma ampla biblioteca de cursos. Abrange desenvolvimento de software, design, marketing digital, gestão de projetos e dados, com recursos como comunidades, desafios práticos e trilhas guiadas.

    3.2 Utilize Tecnologias de People Analytics

    People Analytics é um processo que consiste em utilizar dados dos colaboradores de uma organização para tomar decisões mais informadas e estratégicas.

    Algumas plataformas interessantes para investir em People Analytics são: 

    • Gupy: é uma plataforma de recrutamento com inteligência artificial que otimiza contratações, gerando entendimento sobre candidatos e o funil de seleção de forma mais ágil.
    • GetDesk: foca na experiência do colaborador, centralizando dados de engajamento e feedback para reduzir turnover e aumentar a satisfação.
    • Tableau: transforma dados de RH em gráficos, facilitando análises como desempenho, absenteísmo e rotatividade para decisões estratégicas.

    4. Criação de uma cultura de aprendizado contínuo

    O lifelong learning ou aprendizado contínuo tem como principal objetivo manter os colaboradores atualizados e preparados para se adaptar a um mundo em constante transformação

    Para fomentar a curiosidade e o aprendizado dentro da organização, é importante promover workshops, hackathons e programas de mentoria que incentivem o desenvolvimento contínuo.  

    Empresas que adotam essa abordagem formam equipes mais capacitadas para enfrentar os desafios do mercado, impulsionando o crescimento e garantindo o desenvolvimento sustentável do negócio. 

    5. Medição de resultados

    3 organizações que transformaram suas empresas através de programas de Reskilling e Upskilling:

    Empresas que adotaram Reskilling e Upskilling como estratégias centrais em seus modelos de negócios colheram resultados impressionantes. Veja alguns exemplos:

    1. Amazon

    A gigante do e-commerce investiu mais de US$700 milhões em programas de Reskilling para capacitar 100 mil funcionários em áreas como computação em nuvem, aprendizado de máquina e desenvolvimento de software. 

    O programa não apenas aumentou a retenção de talentos, mas também posicionou a empresa como um líder no futuro do trabalho.

    2. Unilever

    A Unilever criou um programa de aprendizado contínuo baseado em People Analytics para identificar as áreas de maior necessidade de treinamento

    O projeto resultou em aumento de produtividade e redução de lacunas de habilidades em setores críticos.

    3. MasterCard

    A MasterCard implementou um mercado de talentos interno para apoiar os 24.000 colaboradores a se adaptarem às mudanças. 

    Com mais de 90% da força de trabalho engajada na plataforma, a empresa gerou mais de US$21 milhões em valor por meio do aumento de produtividade e adquiriu 100.000 horas de capacidade adicional

    A iniciativa também fomentou a criação de um grupo dedicado a tecnologias emergentes, como criptomoedas e NFTs.

    Comece a investir em reskilling e upskilling

    O Reskilling e o Upskilling deixaram de ser apenas tendências e se tornaram componentes essenciais para empresas que desejam prosperar em um mercado competitivo

    Ao investir no desenvolvimento de seus colaboradores, as organizações não apenas melhoram a produtividade e a retenção de talentos, mas também criam uma cultura de aprendizado que impulsiona a inovação.

    Os melhores programas de qualificação começam com o conhecimento fundamental de onde as habilidades da sua empresa estão atualmente, para onde seu setor está indo e quais pessoas dentro da sua organização são capazes de dar o salto

    Encontrar maneiras de levar sua força de trabalho adiante com as necessidades em mudança do futuro do trabalho é uma inevitabilidade, e uma das formas mais eficazes de criar engajamento dentro da sua equipe.

    Comece agora a planejar e implementar essas estratégias em sua empresa. Prepare sua equipe para o futuro do trabalho e colha os frutos de uma força de trabalho mais engajada, qualificada e preparada para enfrentar qualquer desafio.

  • Novas tecnologias para RH

    Novas tecnologias para RH

    As novas tecnologias para o RH em 2025

    O setor de Recursos Humanos está no centro de uma revolução impulsionada pela tecnologia. Dados da McKinsey & Company, reforçam que 2025 será marcado por mudanças profundas na forma como líderes tecnológicos alinham seus investimentos em tecnologia à criação de valor para os negócios, transformando o RH em um agente estratégico e indispensável.

    As novas tecnologias para RH se relacionam com tecnologias emergentes, como inteligência artificial generativa (IA) e plataformas de análise de dados, que estão sendo adotadas para enfrentar desafios como a escassez de talentos, mudanças demográficas e a necessidade de resiliência organizaciona

    Além disso, o relatório Global Talent Trends do LinkedIn destaca que a adoção de IA no local de trabalho está redefinindo as expectativas sobre habilidades humanas e automação. Cerca de 80% dos executivos globais acreditam que a IA pode liberar tempo dos colaboradores para tarefas estratégicas e criativas, aumentando a produtividade e a agilidade organizacional.

    Ferramentas de automação permitem otimizar processos operacionais, como triagem de currículos e agendamento de entrevistas. Plataformas de análise de dados, como o People Analytics, ajudam a prever comportamentos e tomar decisões embasadas, enquanto a inteligência artificial melhora a experiência do candidato e aumenta a assertividade nas contratações.

    Talvez você ainda tenha dúvidas sobre o motivo de investir em tecnologias no RH, mas a resposta é simples: as tecnologias não apenas tornam os processos mais ágeis e precisos, mas também posicionam o RH como um agente estratégico, alinhado aos objetivos da empresa e às demandas do mercado.

    Nos tópicos seguintes, exploraremos como as inovações em IA, People Analytics e automação estão transformando o RH, permitindo que as empresas superem os desafios do futuro e otimizem suas operações para obter vantagem competitiva.

    Novas tecnologias para RH

    Inteligência Artificial (IA): O futuro do recrutamento e seleção

    A Inteligência Artificial (IA) tem se tornado uma das maiores aliadas do setor de Recursos Humanos, trazendo eficiência, precisão e personalização para processos que antes demandavam grande esforço manual. Essa nova tecnologia, além de otimizar tarefas operacionais, auxilia na tomada de decisões estratégicas.

    O papel da IA no RH

    Anexado as novas tecnologias para RH, a principal função da IA é automatizar processos repetitivos e fornecer boas análises em um curto período de tempo, permitindo que os profissionais da área dediquem mais tempo às atividades estratégicas.

    Ela atua desde a triagem inicial de currículos até o onboarding, aprimorando cada etapa do ciclo de vida do colaborador. Além disso, a IA auxilia na personalização da experiência do candidato, aumentando as chances de sucesso na contratação.

    Aplicações práticas da IA no RH

    A IA pode ser empregada em diversas funções no RH, incluindo:

    • Triagem de candidatos: Analisando currículos e pré-qualificando candidatos com base em habilidades e experiências específicas;
    • Gestão de desempenho: Monitorando métricas e padrões de produtividade para fornecer feedback em tempo real;
    • Engajamento e retenção: Analisando dados para identificar fatores que impactam a satisfação e retenção de colaboradores;
    • Treinamento personalizado: Desenvolvendo planos de capacitação adaptados às necessidades e habilidades individuais.

    IA e avaliação de colaboradores

    Um dos aspectos mais transformadores da IA é a sua capacidade de reduzir vieses inconscientes em processos de seleção. Ferramentas inteligentes são projetadas para focar em habilidades e qualificações, ignorando fatores como idade, gênero ou etnia.

    Isso promove um ambiente de trabalho mais diverso e inclusivo, uma prioridade para muitas empresas modernas.

    Outra área de destaque é o uso da IA para personalização de treinamentos. Nesse sentido, plataformas inteligentes analisam as habilidades individuais de cada colaborador e criam programas de capacitação adaptados às suas necessidades.

    Isso não só melhora o desempenho, mas também aumenta o engajamento, já que os colaboradores sentem que estão recebendo um desenvolvimento alinhado às suas ambições de carreira.

    Impacto estratégico da IA

    A IA está redefinindo o papel do RH, permitindo que os profissionais da área se concentrem em decisões estratégicas, enquanto tarefas operacionais são delegadas às máquinas.

    Empresas que adotam a IA em seus processos de RH não apenas ganham em eficiência, mas também conseguem se posicionar como empregadoras de escolha, atraindo os melhores talentos.

    Plataformas de Automação de Processos: Simplificando o dia a dia do RH

    No cenário das novas tecnologias para RH, uso de plataformas de automação no setor de Recursos Humanos está transformando a maneira como as empresas gerenciam tarefas administrativas. 

    Com a crescente necessidade de eficiência, as ferramentas de automação se tornaram indispensáveis para reduzir erros manuais, economizar tempo e permitir que o RH se concentre em estratégias de retenção e desenvolvimento de talentos.

    Plataformas de automação são projetadas para lidar com tarefas repetitivas, como: 

    • Triagem de currículos;
    • Agendamento de entrevistas;
    • Envio de comunicações; 
    • Gestão de folhas de pagamento. 

    Essas ferramentas otimizam processos e garantem mais precisão, reduzindo inconsistências comuns no gerenciamento manual de informações.

    Além disso, a automação melhora a experiência tanto para os candidatos quanto para os colaboradores. Um exemplo prático é o uso de sistemas que permitem o envio automático de atualizações sobre o status do processo seletivo, garantindo mais transparência e engajamento.

    Funcionários habilidosos no uso de IA generativa têm 5 vezes mais chances de desenvolver habilidades humanas essenciais, como pensamento criativo e inteligência emocional. Isso fortalece o papel estratégico do RH, que passa a liderar a transformação digital na organização.

    Principais plataformas e suas funcionalidades

    • ATS (Applicant Tracking System): Softwares como Greenhouse e Lever simplificam a triagem de currículos, integrando inteligência artificial para identificar os melhores talentos com base em palavras-chave e critérios personalizados;
    • Agendamento automático: Ferramentas como Calendly e Google Agenda agilizam o processo de entrevistas ao sincronizar a disponibilidade dos recrutadores e candidatos, reduzindo trocas de mensagens e atrasos;
    • Gestão de folha de pagamento: Soluções como Sistema Domínio e ADP automatizam cálculos salariais, benefícios e geração de relatórios financeiros, assegurando conformidade e evitando atrasos em pagamentos;
    • Gestão de benefícios: Plataformas como Caju e Flash permitem personalizar pacotes de benefícios, aumentando o engajamento e a satisfação dos colaboradores.

    Benefícios estratégicos da automação no RH

    Ao adotar plataformas de automação, as empresas conseguem:

    • Reduzir o tempo de contratação;
    • Melhorar a experiência dos candidatos;
    • Garantir mais precisão nas operações financeiras.

    Transformar o RH em um departamento estratégico é possível com as ferramentas certas.

    People Analytics: Transformando dados em decisões estratégicas no RH

    No atual cenário corporativo, os dados se tornaram um recurso essencial para tomada de decisões. No setor de Recursos Humanos, o uso de People Analytics está revolucionando a forma como as empresas gerenciam talentos, avaliam desempenhos e planejam estratégias. Essa abordagem baseada em dados permite que o RH seja mais assertivo e contribua diretamente para o sucesso do negócio.

    O que é People Analytics?

    People Analytics é a prática de coletar, analisar e interpretar dados sobre os colaboradores para embasar decisões estratégicas. Essa ferramenta propicia análises relevantes sobre o comportamento, engajamento e desempenho dos talentos da empresa.

    Principais aplicações do People Analytics no RH

    1. Retenção de Talentos: Ao cruzar dados sobre engajamento e desempenho, é possível identificar colaboradores em risco de desligamento e criar planos de retenção personalizados.
    2. Planejamento de Contratações: A análise de dados históricos ajuda a prever demandas futuras, permitindo contratações mais assertivas e alinhadas às necessidades da empresa.
    3. Gestão de Desempenho: Métricas sobre produtividade e satisfação dos colaboradores ajudam a criar estratégias para melhorar o desempenho individual e coletivo.

    Benefícios para a empresa e para o colaborador

    As ferramentas de People Analytics tornam o RH mais estratégico, conectando os objetivos da organização às necessidades dos colaboradores.

    Para as empresas, os benefícios incluem:

    • Tomada de decisão mais ágil e assertiva: dados confiáveis permitem antecipar demandas e mitigar riscos.
    • Redução de custos: a análise detalhada de turnover e contratações evita erros dispendiosos.

    Já para os colaboradores, People Analytics promove uma experiência mais personalizada. Com base em dados, é possível oferecer treinamentos direcionados, criar planos de carreira estruturados e até mesmo melhorar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

    People Analytics e Gestão de Riscos

    Os benefícios de um RH orientado por dados

    Empresas que utilizam People Analytics se destacam por:

    • Melhorar a experiência do colaborador.
    • Reduzir custos com turnover e contratações mal planejadas.
    • Tornar o RH um parceiro estratégico no crescimento organizacional.

    Em um mercado cada vez mais competitivo, o uso de dados no RH deixou de ser um diferencial e se tornou uma necessidade. 

    Com isso, apostar em People Analytics é o caminho para transformar o RH em um setor mais eficiente e inovador.

    Transforme sua empresa com Novas Tecnologias para RH

    A adoção das tecnologias de inteligência artificial (IA), plataformas de automação de processos e People Analytics oferecem benefícios inegáveis para empresas e colaboradores. 

    Para as organizações, essas ferramentas permitem decisões mais assertivas, redução de custos operacionais e aumento da eficiência nos processos de contratação e gestão. Para os colaboradores, elas proporcionam experiências mais personalizadas, promovem o desenvolvimento de habilidades e criam um ambiente de trabalho mais engajador e estratégico.

    Em um mercado altamente competitivo, apostar nas novas tecnologias para RH é uma necessidade, não mais um diferencial. Ferramentas avançadas otimizam tarefas administrativas, reduzem erros e tornam o RH um parceiro essencial para o crescimento organizacional. Além disso, integrar tecnologias como o Background Check, garante processos mais seguros e alinhados às exigências de compliance e gestão de riscos.

    Se você busca tornar seu RH mais eficiente, estratégico e preparado para os desafios de 2025, explore as soluções tecnológicas que a BGC Brasil oferece. Através do Background Check, é possível contratar com segurança, reduzir riscos e construir equipes de alto desempenho.

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