O turnover, ou rotatividade de funcionários, representa um desafio significativo para as empresas que estão presentes no atual campeão mundial em rotatividade de funcionários, o Brasil.
Uma pesquisa global da Robert Half realizada com 1.775 diretores de RH de 13 nacionalidades, sendo 100 brasileiros, indica que, no País, o turnover de colaboradores aumentou em 82% das empresas desde 2010, mais que o dobro da média mundial, que foi de 38%.
Além de impactar a moral e a produtividade das equipes, a alta rotatividade acarreta custos expressivos que muitas vezes são subestimados.
Compreender e quantificar esses custos é essencial para que os profissionais de Recursos Humanos desenvolvam estratégias eficazes de retenção de talentos. Então, continue a leitura e veja mais sobre essa métrica!
Alta rotatividade na empresa
Quanto custa o turnover?
Os custos diretos do turnover são:
Recrutamento e seleção: Investimentos em anúncios de vagas, honorários de consultorias e tempo despendido por gestores em entrevistas.
Integração e treinamento: Despesas com programas de onboarding e capacitação dos novos colaboradores.
Desligamento: Pagamento de verbas rescisórias e custos administrativos associados ao processo de demissão.
Enquanto isso, os custos indiretos incluem:
Perda de produtividade: Tempo necessário para que o novo colaborador atinja plena eficiência.
Impacto na equipe: A saída de um membro pode afetar a motivação e a dinâmica do time.
Satisfação do Cliente: A rotatividade pode comprometer a consistência no atendimento, afetando a satisfação dos clientes.
Mas na prática, qual o prejuízo da alta rotatividade?
Estudos indicam que o custo de substituição de um funcionário pode variar entre 50% a 200% do seu salário anual. Segundo a Society for Human Resource Management (SHRM), para posições altamente qualificadas, esse número pode chegar a 213%.
Exemplo de Cálculo
Considere a saída de um Gerente de Projetos com um salário de R$ 10.000 por mês (R$ 120.000 ao ano):
Desligamento: R$ 20.000 (rescisão, burocracia e custos administrativos);
Recrutamento e Seleção: R$ 15.000 (consultorias, anúncios de vaga);
Integração e Treinamento: R$ 10.000;
Perda de Produtividade: R$ 30.000 (tempo de adaptação do novo funcionário);
Impacto na Equipe: R$ 5.000.
Total estimado do custo do turnover para essa posição: R$ 81.500, equivalente a 68% do salário anual do funcionário que saiu.
Então, como reduzir o Turnover e os custos associados?
Melhoria no processo de R&S: contratar candidatos alinhados à cultura da empresa reduz saídas prematuras.
Plano de carreira: oportunidades de crescimento motivam os funcionários a permanecerem na organização.
Salário e benefícios competitivos: oferecer pacotes atrativos ajuda na retenção.
Due diligence e avaliação de candidatos: Identificar previamente riscos associados à contratação
Cultura organizacional positiva: um ambiente saudável e inclusivo reduz a insatisfação.
Acompanhamento de Indicadores: monitorar métricas de satisfação e turnover permite ajustes estratégicos.
O turnover não é apenas um problema de RH, mas um desafio estratégico que impacta diretamente a saúde financeira das empresas. Reduzir a rotatividade e investir na retenção de talentos pode gerar economia significativa e melhorar a produtividade organizacional.
Com ações bem planejadas, é possível minimizar os custos e criar um ambiente de trabalho mais estável e engajador.
No contexto do dinâmico mercado de trabalho, os conceitos de Reskilling e Upskilling têm ganhado destaque como estratégias essenciais para o desenvolvimento de colaboradores. Embora frequentemente confundidos, upskilling e reskilling têm significados distintos.
Reskilling refere-se à requalificação dos funcionários, permitindo que adquiram novas habilidades para desempenhar funções diferentes dentro da organização. Upskilling, por sua vez, foca no aprimoramento das competências já existentes dos profissionais, preparando-os para os desafios futuros em suas funções atuais.
Por exemplo, um engenheiro de software que faz upskilling pode aprender uma nova linguagem de programação. Em contraste, o mesmo engenheiro que busca reskilling pode aprender copywriting caso deseje migrar para uma função na área de marketing.
Segundo estudos da Gartner, essas práticas não apenas ajudam as organizações a preencher lacunas de habilidades, mas também promovem um ambiente de aprendizado contínuo, aumentando o engajamento e a satisfação dos colaboradores.
Neste artigo, vamos explorar os principais benefícios do Reskilling e Upskilling, bem como oferecer um guia prático de implementação e exemplos reais de sucesso.
Descubra como essas estratégias podem transformar seu RH em uma ferramenta poderosa para atrair, desenvolver e reter talentos.
Reskilling e Upskilling: como aplicar na sua equipe.
Benefícios do Reskilling e Upskilling para sua empresa
A implementação de estratégias de Reskilling e Upskilling é uma solução importante para enfrentar os desafios do futuro do trabalho e alavancar a competitividade organizacional.
Com base nas tendências apontadas pelo nosso estudo de 7 tendências globais que você deveria adotar o quanto antes, essas práticas não apenas preenchem lacunas de habilidades, mas também impulsionam a transformação cultural e tecnológica dentro das empresas.
As iniciativas de Reskilling e Upskilling proporcionam uma série de vantagens estratégicas, tanto para as empresas quanto para os colaboradores. Veja abaixo os principais benefícios:
1. Redução da lacuna de conhecimentos:
Em um cenário onde avanços tecnológicos e aposentadorias criam novos desafios, a redução da lacuna de conhecimentos é um dos principais benefícios do Upskilling e Reskilling.
De acordo com a Gartner, organizações que priorizam o desenvolvimento de competências garantem maior agilidade para lidar com disrupções tecnológicas, promovendo inovação e eficiência.
Além disso, essas práticas otimizam o aproveitamento de talentos internos, reduzindo custos associados à contratação externa.
2. Engajamento e a retenção de talentos:
Colaboradores que percebem investimentos em seu desenvolvimento tendem a se sentir mais valorizados, o que fortalece a fidelização e melhora a produtividade.
Os programas de Reskilling e Upskilling também contribuem para criar uma cultura de aprendizado contínuo, onde profissionais se sentem capacitados para enfrentar mudanças e contribuir ativamente com a empresa.
Você pode melhorar suas contrataçõessignificativamente investindo em Reskilling e Upskilling que se alinhadas a outras práticas podem tornar o seu RH cada vez melhor.
Empresas que investem em treinamento corporativo conseguem integrar novas ferramentas, como inteligência artificial e automação, com maior fluidez.
Essas estratégias criam equipes adaptáveis, prontas para explorar o potencial de tecnologias emergentes e sustentar a competitividade no mercado global.
Ao integrar processos como o background check para selecionar perfis confiáveis, as empresas promovem uma mentalidade de inovação que é crucial para se destacar no mercado. Confira também: Novas tecnologias para RH
4. Desenvolvimento de colaboradores:
Por fim, o desenvolvimento de colaboradores fortalece a marca empregadora, tornando a organização mais atrativa para talentos de alto desempenho.
Empresas que adotam uma abordagem proativa, alinhada às tendências de diversidade, inclusão e bem-estar, posicionam-se como líderes em transformação organizacional.
Como Implementar Programas de Reskilling e Upskilling
A implementação de programas eficazes de Reskilling e Upskilling exige planejamento estratégico e o uso de ferramentas adequadas. Entenda os passos práticos para começar:
1. Identificação das lacunas de habilidades
Realize uma análise detalhada para identificar as competências necessárias à organização no curto e longo prazo. Envolva lideranças de diferentes áreas para mapear funções críticas e as habilidades que precisam ser desenvolvidas.
1.1 O que são lacunas de habilidades
De acordo com a Cranfield, uma lacuna de habilidades é a diferença entre as habilidades e o conhecimento que uma organização deseja ou precisa no curto e longo prazo, e o que seus funcionários podem oferecer atualmente.
A análise de lacunas de habilidades é um método utilizado para identificar as diferenças entre as competências atuais e as necessárias no futuro. A partir dessa avaliação, é possível criar planos para preencher essas lacunas, seja por meio de upskilling, reskilling, reestruturação de cargos ou recrutamento.
2. Personalização dos treinamentos
Crie planos de aprendizado adaptados às necessidades e aos objetivos de cada colaborador. Além de aumentar a eficiência dos treinamentos, isso demonstra o compromisso da empresa com o crescimento individual.
2.1 Impactos do treinamento personalizado nas soft skills
Programas de treinamento personalizados atendem às necessidades, preferências de métodos e desejos de aprendizado de cada indivíduo.
O foco está no que realmente importa para os membros da sua equipe.Quando os mentorados se conectam emocionalmente com o conteúdo, eles se tornam mais engajados e compreendem melhor o material apresentado.
3. Uso de tecnologias de aprendizado digital
3.1 Aproveite plataformas de e-learning:
O termo e-learning é derivado da expressão em inglês electronic learning, que significa aprendizado eletrônico. Essa modalidade de ensino se caracteriza pelo uso intensivo de tecnologia e dispositivos eletrônicos, com destaque para ambientes virtuais de aprendizado, plataformas digitais e uma gama de recursos computacionais e audiovisuais que enriquecem a experiência educacional.
Para o desenvolvimento do aprendizado digital dos seus colaboradores, visando o upskilling e reskilling, use plataformas como:
Coursera: Focada em cursos acadêmicos e especializados, possui parcerias com universidades renomadas (Stanford, Yale) e empresas líderes. Oferece cursos gratuitos e pagos, certificações, programas de graduação e MBA, em áreas como tecnologia, negócios, ciência de dados, saúde e humanidades;
Udemy: Voltada para cursos práticos e mercado de trabalho, com conteúdo criado por especialistas independentes. Oferece preços acessíveis, flexibilidade e opções em programação, marketing, design, idiomas e mais, sem prazos fixos;
Alura: Especializada em tecnologia e inovação, utiliza um modelo de assinatura com acesso a uma ampla biblioteca de cursos. Abrange desenvolvimento de software, design, marketing digital, gestão de projetos e dados, com recursos como comunidades, desafios práticos e trilhas guiadas.
3.2 Utilize Tecnologias de People Analytics
People Analytics é um processo que consiste em utilizar dados dos colaboradores de uma organização para tomar decisões mais informadas e estratégicas.
Algumas plataformas interessantes para investir em People Analytics são:
Gupy: é uma plataforma de recrutamento com inteligência artificial que otimiza contratações, gerando entendimento sobre candidatos e o funil de seleção de forma mais ágil.
GetDesk: foca na experiência do colaborador, centralizando dados de engajamento e feedback para reduzir turnover e aumentar a satisfação.
Tableau: transforma dados de RH em gráficos, facilitando análises como desempenho, absenteísmo e rotatividade para decisões estratégicas.
4. Criação de uma cultura de aprendizado contínuo
O lifelong learning ou aprendizado contínuo tem como principal objetivo manter os colaboradores atualizados e preparados para se adaptar a um mundo em constante transformação.
Para fomentar a curiosidade e o aprendizado dentro da organização, é importante promover workshops, hackathons e programas de mentoria que incentivem o desenvolvimento contínuo.
Empresas que adotam essa abordagem formam equipes mais capacitadas para enfrentar os desafios do mercado, impulsionando o crescimento e garantindo o desenvolvimento sustentável do negócio.
5. Medição de resultados
Estabeleça indicadores-chave de desempenho (KPIs) para medir o impacto dos programas de treinamento. Isso ajuda a ajustar estratégias e demonstrar o retorno sobre o investimento (ROI) para as partes interessadas.
3 organizações que transformaram suas empresas através de programas de Reskilling e Upskilling:
Empresas que adotaram Reskilling e Upskilling como estratégias centrais em seus modelos de negócios colheram resultados impressionantes. Veja alguns exemplos:
1. Amazon
A gigante do e-commerce investiu mais de US$700 milhões em programas de Reskilling para capacitar 100 mil funcionários em áreas como computação em nuvem, aprendizado de máquina e desenvolvimento de software.
O programa não apenas aumentou a retenção de talentos, mas também posicionou a empresa como um líder no futuro do trabalho.
2. Unilever
A Unilever criou um programa de aprendizado contínuo baseado em People Analytics para identificar as áreas de maior necessidade de treinamento.
O projeto resultou em aumento de produtividade e redução de lacunas de habilidades em setores críticos.
3. MasterCard
A MasterCard implementou um mercado de talentos interno para apoiar os 24.000 colaboradores a se adaptarem às mudanças.
Com mais de 90% da força de trabalho engajada na plataforma, a empresa gerou mais de US$21 milhões em valor por meio do aumento de produtividade e adquiriu 100.000 horas de capacidade adicional.
A iniciativa também fomentou a criação de um grupo dedicado a tecnologias emergentes, como criptomoedas e NFTs.
Comece a investir em reskilling e upskilling
O Reskilling e o Upskilling deixaram de ser apenas tendências e se tornaram componentes essenciais para empresas que desejam prosperar em um mercado competitivo.
Ao investir no desenvolvimento de seus colaboradores, as organizações não apenas melhoram a produtividade e a retenção de talentos, mas também criam uma cultura de aprendizado que impulsiona a inovação.
Os melhores programas de qualificação começam com oconhecimento fundamental de onde as habilidades da sua empresa estão atualmente, para onde seu setor está indo e quais pessoas dentro da sua organização são capazes de dar o salto.
Encontrar maneiras de levar sua força de trabalho adiante com as necessidades em mudança do futuro do trabalho é uma inevitabilidade, e uma das formas mais eficazes de criar engajamento dentro da sua equipe.
Além disso, para garantir que sua equipe esteja composta por pessoas alinhadas aos valores e culturas da sua organização, um background check completo pode ser essencial para garantir a confiança e a segurança em suas contratações. Saiba mais sobre o Background Check da BGC Brasil aqui!
Comece agora a planejar e implementar essas estratégias em sua empresa. Prepare sua equipe para o futuro do trabalho e colha os frutos de uma força de trabalho mais engajada, qualificada e preparada para enfrentar qualquer desafio.
O processo de contratação vem passando por transformações significativas nos últimos anos. Segundo o portal Mundo RH, a alta taxa de demissões voluntárias entre os profissionais da Geração Z tem gerado grande preocupação nas empresas, destacando a necessidade de processos mais eficazes e atrativos para conquistar e reter talentos qualificados.
Além disso, a digitalização e a globalização aumentaram a concorrência por profissionais, ao mesmo tempo em que elevaram as exigências por segurança, conformidade e uma gestão de riscos eficiente. Esses fatores tornam o processo de recrutamento ainda mais desafiador, exigindo das organizações soluções que combinem inovação, agilidade e precisão.
Pensando nesses desafios, é indispensável adotar abordagens estratégicas e ferramentas que ajudem a superar as barreiras do mercado atual.
Uma dessas estratégias é oKYE (Know Your Employee), uma prática que fortalece a segurança nas contratações ao validar dados, referências e antecedentes dos candidatos.
Embora essencial, o KYE é apenas parte da equação para melhorar os processos seletivos e atender às demandas do mercado moderno.
Por isso, com base nos principais desafios para o RH em 2025, de acordo com a coluna VOCÊ RH, reunimos neste artigo 5 dicas práticas para otimizar suas contratações. Descubra como a tecnologia, o aprimoramento das habilidades dos colaboradores e estratégias baseadas em dados podem transformar seus resultados e preparar sua empresa para o futuro.
Continue lendo e veja como transformar seus processos seletivos!
Dicas de contratação
Dica 1: Invista em KYE para conhecer melhor seus candidatos
O Know Your Employee (KYE) é uma estratégia essencial para tornar os processos de contratação mais seguros e eficazes. Inspirado nos conceitos de Know Your Customer (KYC), amplamente utilizado no setor financeiro, o KYE adapta essas práticas para o ambiente corporativo, com foco na validação minuciosa de informações fornecidas pelos candidatos.
No contexto do RH, o KYE envolve a documentoscopia, antecedentes criminais e referências profissionais. Essas etapas permitem identificar inconsistências, prevenir fraudes e reduzir significativamente os riscos associados a contratações equivocadas.
Mas como funciona o KYE na prática? Na prática, ele ajuda você a conhecer melhor seu candidato. Por exemplo, ao verificar antecedentes criminais, é possível acessar o histórico de possíveis processos do candidato, evitando que você contrate alguém sem fit cultural e valores alinhados a sua empresa.
Empresas que implementam o KYE se destacam por garantir que seus colaboradores atendam aos padrões éticos e legais exigidos no mercado atual.
Ou seja, adotar o KYE no seu processo de recrutamento é uma medida de segurança, que assegura a qualidade e eficiência da sua equipe. Em um cenário onde a conformidade e a confiança são essenciais, o KYE se torna um diferencial no contexto empresarial.
Entenda a Verificação de Antecedentes
A verificação de antecedentes ajuda sua empresa a identificar possíveis riscos e assegurar que o candidato esteja alinhado aos valores organizacionais.
Com esse tipo de verificação, você pode realiza um background check completo e consultar informações como:
Antecedentes criminais
Processos trabalhistas
Histórico financeiro
Listas restritivas
Histórico educacional
Além disso, referências profissionais complementam esse processo, oferecendo uma visão mais ampla sobre a experiência e o comportamento do candidato em ambientes anteriores de trabalho.
Plataformas como a da BGC Brasil, automatizam esses tipos de verificação, economizando tempo e também aumentando a precisão das análises.
Dica 2: Invista em novas tecnologias
A revolução tecnológica transformou o cenário de recrutamento, trazendo soluções que tornam os processos seletivos mais rápidos, precisos e eficazes.
Uma das principais inovações são as ferramentas de automação, que otimizam etapas como triagem de currículos, verificação de dados e realização de testes de habilidades. Essas tecnologias são essenciais para lidar com o alto volume de candidaturas e garantir que apenas os melhores perfis avancem no processo.
Plataformas que integram todas as etapas do recrutamento oferecem benefícios significativos. Por meio dessas soluções, é possível consolidar informações em um único sistema, realizar análises detalhadas e aplicar inteligência artificial para identificar padrões e prever o desempenho dos candidatos.
Além disso, essas ferramentas permitem a personalização de testes e entrevistas, garantindo que as habilidades e competências mais relevantes sejam avaliadas com precisão.
Ferramentas de automação para o RH
De acordo com a Gartner, até 2027, 72% das funções de aquisição de talentos serão totalmente automatizadas.
Esse dado reforça a importância de investir em tecnologia para se manter competitivo no mercado de trabalho. Além de economizar tempo e recursos, essas soluções proporcionam uma experiência mais fluida para os candidatos, contribuindo para a imagem positiva da empresa.
Em 2025, o setor de Recursos Humanos será moldado por tecnologias que ampliam sua atuação estratégica e tornam os processos mais eficientes. Entre as principais tendências destacadas estão:
People Analytics como diferencial estratégico: A análise de dados será essencial para o RH. Nesse sentido, ferramentas de People Analytics ajudarão a compreender padrões de comportamento, produtividade e engajamento dos colaboradores, permitindo decisões mais estratégicas e alinhadas aos objetivos organizacionais. Essa abordagem fortalece iniciativas de retenção de talentos e desenvolvimento de líderes.
Automação de processos e IA: A pesquisa ressalta que a automação e a Inteligência Artificial transformarão o RH ao simplificar tarefas como triagem de currículos, atendimento a colaboradores via chatbots e gestão de documentos, reduzindo gasto com recursos desnecessários.
Dica 3: Trabalhe requalificação e o aprimoramento das habilidades por meio do Reskilling e Upskilling
No cenário corporativo atual, marcado por mudanças constantes, o sucesso das organizações depende diretamente da capacidade de seus colaboradores em se adaptarem às novas demandas.
É nesse contexto que entram o reskilling e o upskilling, estratégias que visam a requalificação e aprimoramento de habilidades, garantindo a evolução contínua da equipe e o fortalecimento das lideranças.
O que são Reskilling e Upskilling?
Como indicado pela Iseazy, reskilling e upskilling são estratégias de desenvolvimento profissional que visam adaptar os colaboradores às constantes mudanças do mercado de trabalho, especialmente em um cenário de rápida evolução tecnológica.
Enquanto reskilling refere-se à requalificação dos funcionários, permitindo que adquiram novas habilidades para desempenhar funções diferentes dentro da organização, upskilling, por sua vez, foca no aprimoramento das competências já existentes dos profissionais, preparando-os para os desafios futuros em suas funções atuais.
Por que avaliar competências comportamentais é essencial?
Competências como adaptabilidade, comunicação e trabalho em equipe são diferenciais no ambiente de trabalho. Durante entrevistas e dinâmicas, é possível identificar essas soft skills ao observar como os candidatos lidam com desafios, interagem com outros participantes e respondem a situações inesperadas. Empresas que priorizam essas habilidades têm maior chance de construir equipes colaborativas e resilientes, preparadas para enfrentar os desafios do mercado.
Como promover reskilling e upskilling dentro da organização?
Mapeie lacunas de habilidades: Identifique quais competências são essenciais para as funções atuais e futuras. Realize avaliações periódicas para alinhar as necessidades da empresa com os talentos disponíveis.
Invista em treinamentos personalizados: Ofereça programas de treinamento focados no desenvolvimento de novas habilidades. Soluções como cursos online, workshops e mentorias ajudam os colaboradores a adquirirem conhecimentos técnicos e comportamentais.
Capacite as lideranças: Líderes desempenham um papel crucial na disseminação da cultura organizacional. Programas de liderança, com foco em habilidades como tomada de decisão e gestão de pessoas, fortalecem a base da organização.
Os benefícios do reskilling e upskilling para o RH:
Empresas que adotam essas práticas reduzem custos com turnover, aumentam a retenção de talentos e fortalecem sua marca empregadora. Além disso, promovem um ambiente de aprendizado contínuo, essencial para acompanhar as mudanças do mercado.
Para uma gestão eficiente, considere integrar ferramentas de people analytics, que ajudam a medir o impacto dos treinamentos e identificar pontos de melhoria.
Quer levar sua equipe ao próximo nível? Descubra como as soluções da BGC Brasil podem transformar o desenvolvimento dos seus colaboradores!
Dica 4: Analise e invista em ações de bem-estar
No mercado de trabalho atual, o bem-estar no ambiente corporativo tornou-se um fator indispensável para atrair e reter talentos. Um estudo recente da Gartner destaca que colaboradores estão cada vez mais conscientes sobre suas prioridades. Mais do que salários competitivos, eles buscam empresas que invistam em seu bem-estar físico, mental e financeiro.
Por que investir em bem-estar é crucial?
Funcionários satisfeitos são mais produtivos, engajados e têm menor probabilidade de deixarem a organização. Além disso, iniciativas voltadas para o bem-estar reduzem o turnover e fortalecem a marca empregadora da empresa.
Com a crescente demanda por um equilíbrio saudável entre vida pessoal e profissional, empresas que ignoram essas necessidades podem enfrentar desafios para reter talentos e manter um ambiente de trabalho positivo.
Ações práticas para promover o bem-estar:
Flexibilidade no trabalho: Adote modelos híbridos ou horários flexíveis para proporcionar maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional;
Apoio psicológico: Ofereça programas de saúde mental, como acesso a psicólogos ou treinamentos sobre resiliência emocional;
Bem-estar financeiro: Inclua benefícios como consultoria financeira ou programas de educação financeira, ajudando colaboradores a gerirem melhor suas finanças pessoais;
Plataformas especializadas: Invista em ferramentas que monitoram a saúde dos colaboradores e oferecem serviços personalizados. Soluções inovadoras garantem resultados mensuráveis e aumentam a satisfação da equipe.
Investir em bem-estar corporativo é um diferencial estratégico que traz benefícios tanto para os colaboradores quanto para a empresa. Ao priorizar a saúde e o equilíbrio, sua organização se posiciona como um local desejado para trabalhar.
Dica 5: Utilize dados para direcionar suas ações
Em um mundo cada vez mais orientado por dados, empresas de diferentes setores têm usado informações estratégicas para otimizar suas decisões. No RH, isso não é diferente. A capacidade de coletar, analisar e interpretar dados pode transformar a gestão de pessoas, tornando-a mais eficiente e alinhada aos objetivos organizacionais.
Por que os dados são importantes no RH?
O uso de ferramentas de people analytics permite que os profissionais de RH tomem decisões baseadas em fatos, e não em suposições. Essas tecnologias analisam padrões de comportamento, desempenho e engajamento, ajudando as empresas a identificar desafios e oportunidades.
Entre os benefícios, destacam-se:
Identificação de tendências que afetam a retenção de talentos;
Mapeamento de necessidades de treinamento e desenvolvimento;
Análise de perfis de candidatos para contratações mais assertivas;
Monitoramento do clima organizacional e da satisfação dos colaboradores.
O people analytics não apenas melhora a tomada de decisão, mas também contribui para uma gestão mais estratégica, promovendo a retenção de talentos e reduzindo custos relacionados a altos índices de turnover.
Como implementar uma cultura orientada por dados no RH?
Escolha as ferramentas certas: Adote soluções tecnológicas que integram informações de diferentes fontes e forneçam percepções relevantes e acionáveis;
Capacite sua equipe: Promova treinamentos para que os profissionais de RH saibam interpretar os dados e aplicá-los no dia a dia;
Estabeleça metas claras: Utilize os dados para medir a eficácia de iniciativas, como programas de desenvolvimento ou ações de bem-estar.
Adotar o uso de dados no RH é um passo essencial para empresas que desejam ser mais estratégicas e competitivas. O people analytics torna as decisões mais precisas e ajuda a construir uma força de trabalho alinhada às necessidades da organização.
Otimize suas contratações em 2025
Em 2025, otimizar o processo de contratação significa ir além das práticas tradicionais e adotar abordagens inovadoras que combinam segurança, tecnologia e foco no bem-estar dos colaboradores.
Estratégias como o KYE, o uso de novas tecnologias nos processos, o investimento em reskilling e upskilling, bem-estar e o uso de dados são essenciais para enfrentar os desafios do mercado competitivo atual.
Ao implementar essas dicas, sua empresa não apenas atrairá os melhores talentos, mas também construirá um ambiente organizacional mais eficiente, seguro e humano.
Para começar, explore ferramentas especializadas como o Background Check da BGC Brasil, que pode transformar seus processos de RH, promovendo contratações mais assertivas e alinhadas aos valores da sua organização. Invista no futuro do seu time e garanta o sucesso da sua empresa no cenário dinâmico de 2025.
Acesse BGC Brasil e conheça nossas soluções automatizadas para RH e esteja alinhado com as tendências de RH para 2025.