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  • 5 Indicadores de Compliance para Avaliar a Efetividade do seu Programa

    5 Indicadores de Compliance para Avaliar a Efetividade do seu Programa

    Os indicadores de compliance são métricas essenciais para analisar e utilizar como parâmetros para seus processos dentro da área. Assim, é possível garantir que as atividades estão ocorrendo de maneira eficiente. 

    O compliance torna-se um tema cada vez mais relevante nas organizações, uma vez que a conformidade com leis, regulamentos e padrões éticos são assuntos fundamentais para garantir a integridade e a sustentabilidade dos negócios. Nesse contexto, é muito importante conhecer ferramentas que aprimorem os processos desta área e te ajudem a alcançar resultados.

    O uso de indicadores de compliance tem se mostrado uma prática essencial para avaliar a efetividade dos programas de conformidade e identificar possíveis áreas de melhoria. Neste artigo, vamos explorar alguns dos principais indicadores de compliance que devem ser utilizados em sua empresa! 

    Como os indicadores de compliance podem te ajudar

    Pessoa vendo os indicadores de compliance
    Pessoa vendo os indicadores de compliance

    Os indicadores de compliance são extremamente úteis para ajudar na gestão e avaliação da conformidade das atividades de uma organização em relação a leis, regulamentos, políticas internas e padrões éticos. Isso porque eles te ajudam a mensurar os resultados de suas atividades, assim como entender quais processos estão ajudando sua empresa a melhorar ou não. 

    Por esse motivo, os indicadores de compliance devem ser escolhidos cuidadosamente, levando em consideração as características específicas da sua empresa e os requisitos regulatórios aplicáveis. Além disso, os indicadores devem ser atualizados regularmente para assegurar bons resultados.

    Veja os 5 principais indicadores de compliance 

    Existem diversos indicadores de compliance que podem ser utilizados para avaliar a efetividade de um programa de conformidade em uma organização. Esses indicadores podem variar de acordo com o setor de atuação da empresa, sua estrutura e seus objetivos específicos. No entanto, veja alguns dos principais indicadores para sua instituição. 

    1. Taxa de conformidade

    Indicador responsável por medir a proporção de conformidade em relação às políticas, regulamentos e leis relevantes. Este indicador pode ser calculado, por exemplo, pela divisão do número de casos de conformidade pelo total de casos avaliados.

    2. Número de incidentes de não conformidade

    O indicador de incidentes de não conformidade é a principal métrica para registrar o número de violações ou incidentes de não conformidade que ocorreram em um determinado período, na organização. Isso pode incluir violações de políticas internas, regulamentos externos ou leis aplicáveis.

    3. Avaliações de risco

    Este indicador é indispensável para sua compliance. Ele consegue indicar e avaliar a eficiência das avaliações de risco realizadas pela organização. Assim, você consegue identificar áreas de maior vulnerabilidade e solucioná-las, por meio da análise de resultados de avaliações de risco e, também colocando em ação práticas e medidas corretivas.

    4. Monitoramento e auditoria

    Essa métrica verifica se as atividades de monitoramento e auditoria, um dos 10 Pilares de um Programa de Compliance, estão sendo realizadas adequadamente. Tal indicador pode ser medido pela frequência e qualidade das auditorias internas, revisões de conformidade e monitoramento contínuo das operações.

    5. Investigação e tempo de resposta

    O indicador de investigação e tempo de resposta analisa a eficiência e qualidade das investigações internas sobre possíveis riscos, violações ou casos de não conformidade com a legislação vigente. Além disso, ele regula e mede qual é o tempo necessário para concluir uma investigação e tomar as medidas adequadas, ajudando a entender como anda a performance de sua equipe. 

    Importância dos indicadores de compliance

    Os indicadores desempenham um papel fundamental para a área de Compliance ou outras áreas de proteção. Isso porque eles ajudam a fornecer informações valiosas para avaliar o desempenho dos processos, tomar decisões mais embasadas e assertivas e, ainda, monitorar o progresso em direção a metas e objetivos. 

    Ademais, no caso do compliance, esses indicadores são cruciais na garantia de conformidade com as leis, regulamentos, políticas e padrões éticos aplicáveis a sua instituição. Dessa maneira, evitando que sua empresa seja prejudicada e sofra multas, sanções e bloqueios.   

    Veja também: 5 cursos de compliance gratuitos e online para você fazer

    Como utilizar os indicadores de compliance

    Para utilizar indicadores de compliance de forma eficaz é preciso, em primeiro momento, analisar o cenário de sua empresa. Assim, é possível entender suas metas, objetivos e condições.

    Em seguida, é importante definir quais são os resultados e metas esperadas em relação à conformidade que sua instituição deseja alcançar. Isso pode incluir o cumprimento de leis específicas, regulamentos do setor, políticas internas ou padrões éticos.

    Uma vez feito isso, é preciso identificar os indicadores relevantes para medir o nível de eficiência do Programa. Esses indicadores precisam ser específicos, mensuráveis, realistas e alinhados aos objetivos estabelecidos. Um exemplo disso é acompanhar a taxa de conformidade com treinamentos obrigatórios, a quantidade de incidentes de não conformidade relatados ou a eficácia dos controles internos.

    Com isso, é preciso coletar as informações e dados, realizando uma análise detalhada sobre eles. Isso pode ser feito por meio de ferramentas de monitoramento, relatórios periódicos ou outras fontes de informação. Por fim, com os dados analisados, é necessário investir em estratégias de melhoria ou soluções que ajudem a reduzir ou prevenir que os problemas continuem.

    Nesse sentido, ferramentas como verificação de histórico de antecedentes de pessoas ou empresas são fundamentais, pois detectam de forma ágil possíveis riscos à conformidade de sua empresa. Dessa forma, aprimorando seus processos, resultados e promovendo proteção. 

    Quer saber mais sobre isso? Acesse o site e conheça nossas soluções!

  • Due Diligence Imobiliária: o que analisar ao negociar Imóveis

    Due Diligence Imobiliária: o que analisar ao negociar Imóveis

    Due diligence Imobiliário é um processo de investigação e análise que é realizado antes de uma transação comercial ou investimento acerca de um imóvel. Ele tem como objetivo assegurar que o processo de negociação seja seguro e não apresente riscos.

    Atualmente, diversas adversidades e possíveis riscos são enfrentados, ao agenciar compras, vendas e realizar investimentos. No setor imobiliário, por exemplo, é preciso estar alerta aos riscos envolvidos ao negociar um imóvel, analisando detalhes cruciais para uma tomada de decisão mais transparente e segura. 

    Por essa razão, realizar o processo de Due Diligence é tão importante. Afinal, por meio dele, é possível evitar qualquer tipo de ameaça e problemas como golpes, fraudes e entre outros. 

    Entenda Due Diligence Imobiliário 

    O Due DIligence Imobiliário consiste em uma avaliação minuciosa e cuidadosa das informações detalhadas de um imóvel ou projeto imobiliário, antes de realizar uma transação imobiliária, como compra, venda ou locação. Isto é, o objetivo desse tipo de processo é obter e analisar informações precisas e abrangentes sobre o imóvel.

    Tais informações te ajudam a identificar e entender melhor os riscos desse processo de negociação. Desse modo, você reduz a probabilidade de se envolver em algum tipo de fraude, golpe ou de sofrer prejuízos irreversíveis. 

    O que analisar ao negociar imóveis

    Para que o processo de Due Diligence Imobiliário seja feito de forma eficiente, é necessário analisar determinados aspectos. Esses aspectos são diversos e realizados em diversas etapas de investigação, que podem variar dependendo do tipo de propriedade e do propósito da transação. 

    Entre as características mais importantes para serem analisadas por Due Diligence, podemos apontar alguns que precisam ser verificados sempre. Veja os principais abaixo!

    Aspectos Legais

    Por meio dessa avaliação, é feita uma revisão dos documentos legais relacionados ao imóvel, como escrituras, contratos de compra e venda, registros de propriedade, ônus e gravames, entre outros. Dessa maneira é possível garantir que o vendedor seja o proprietário legal e que não há pendências legais que possam, de algum modo, afetar a transação.

    Aspectos Físicos

    Ao mesmo tempo, é preciso fazer uma análise cuidadosa a respeito dos aspectos físicos. Isto é inspeções no imóvel a fim de verificar suas condições físicas, como estrutura, instalações elétricas, hidráulicas, sistemas de ar condicionado, entre outros. Além disso, nessa etapa, critérios como acessibilidade, o uso do solo e a conformidade com as normas de construção e segurança devem ser considerados e verificados.

    Condições Financeiras e Análise de Crédito 

    Por meio da análise, é possível verificar de maneira detalhada as informações financeiras relacionadas ao imóvel. Tais informações  como o histórico de receitas e despesas, contratos de locação existentes, fluxo de caixa, impostos e encargos associados à propriedade que ajudam a determinar a viabilidade econômica do investimento.

    Além disso, é imprescindível realizar a análise de crédito do comprador ou inquilino envolvido no processo de negociação. Isto porque, por meio dessa análise, é possível se certificar de que o responsável tem as condições necessárias para efetuar pagamentos dentro dos prazos estabelecidos. 

    Licenças e autorizações

    Ainda, é necessário verificar as licenças e autorizações necessárias para a utilização correta do imóvel. Alguns exemplos de licenças e autorizações, nesse caso, são alvarás de construção, licenças de funcionamento, entre outros. Essa verificar é crucial para evitar problema jurídicos e prejuízos.

    Veja também: Análise de riscos: o que é e em quais momentos utilizar

    Histórico de propriedade

    Por fim, a análise do histórico de propriedade, por meio do Due Diligence, te ajuda a entender e identificar eventos e problemas anteriores, como disputas legais, embargos ou ações judiciais. Dessa maneira, você consegue tomar uma decisão sobre a negociação de maneira mais embasada e precisa

    Além dessas áreas principais, outros aspectos específicos podem ser investigados, dependendo do caso, como aspectos urbanísticos, reguladores, de seguro, entre outros.

    Veja a importância da Due Diligence Imobiliária 

    A due diligence imobiliária é um processo fundamental na área de investimentos e transações imobiliárias. Isso já que, por meio dessa investigação e análise minuciosa, podemos verificar informações jurídicas, financeiras, operacionais e técnicas de um imóvel, antes de fechar um negócio, reduzindo os riscos envolvidos na transação.

    Com isso, podemos afirmar que tal processo é essencial para a identificação de riscos. Isso porque ele permite a avaliação de  potenciais problemas, falhas ou riscos associados ao imóvel, como pendências judiciais, obrigações fiscais, restrições de uso, entre outros. 

    Sob esta visão, a Due Diligence Imobiliário é imprescindível para evitar problemas jurídicos futuros e  também financeiros. Isso ocorre pois, durante o processo, são analisados os documentos legais relacionados ao imóvel que permitem identificar e sinalizar irregularidades, divergências ou conflitos que geram prejuízos financeiros.

    Como realizar a Due Diligence Imobiliária

    Todo o processo de negociação sobre um imóvel é longo e detalhado. Por essa razão, é necessário e muito mais eficiente, investir em tecnologias que te ajudem a otimizar a parte de Due Diligence Imobiliário. Assim, você consegue identificar de maneira ágil e com muito mais precisão todos os aspectos necessários. 

    Nesse sentido, um exemplo de tecnologia que pode te ajudar, é o Background Check. Essa ferramenta automatizada tem a capacidade de verificar em poucos minutos informações como histórico de pessoas, análise de crédito e outras informações cruciais para sua decisão. 

    Quer saber mais sobre? Acesse nosso artigo Background Check: o que é e qual a sua importância e saiba mais. 

  • Parametrização de riscos: Por que classificar ocorrências em seu KYP

    Parametrização de riscos: Por que classificar ocorrências em seu KYP

    Já percebeu como um semáforo funciona? Quando ele está verde, você pode seguir e quando está vermelho, você precisa parar por alguns instantes e, além disso, quando está amarelo talvez você possa seguir mas com cuidado.

    Assim como no trânsito, a parametrização dos riscos permite que sua empresa identifique, avalie e classifique os riscos de maneira eficaz, garantindo uma gestão mais segura e eficiente.

    Continue a leitura e descubra como classificar riscos relacionados a colaboradores, fornecedores, parceiros e clientes, assegurando a integridade e o sucesso do seu negócio.

    Entenda a parametrização dos riscos

    A parametrização de riscos é uma etapa fundamental na gestão de riscos corporativos, permitindo que as organizações identifiquem, avaliem e classifiquem ameaças potenciais de maneira estruturada.

    Nesse sentido, podemos dizer que ela envolve a definição de critérios e parâmetros específicos para avaliar e categorizar os riscos que sua empresa pode enfrentar.

    É aí que entra a parametrização, que permite tomar decisões informadas, alinhadas aos critérios de risco estabelecidos pela organização.

    Parametrização de riscos

    Mas como implementar esses parâmetros?

    Veja o passo a passo para criar uma classificação eficiente.

    • Identificação dos riscos: Mapeie todas as possíveis ameaças que podem afetar a organização, considerando fatores internos e externos.
    • Definição de parâmetros: Estabeleça critérios claros para avaliar a probabilidade e o impacto de cada risco identificado.
    • Avaliação dos riscos: Aplique os parâmetros definidos para classificar os riscos, determinando quais requerem atenção prioritária.
    • Desenvolvimento de planos de mitigação: Crie estratégias para reduzir ou eliminar os riscos mais significativos, implementando controles adequados.
    • Monitoramento e revisão: Estabeleça um processo contínuo de monitoramento dos riscos e revise os parâmetros periodicamente para refletir mudanças no ambiente de negócios.

    Veja também: Avaliação de fornecedores: 5 critérios para analisar

    Qual a importância dessa classificação?

    Implementar uma parametrização de riscos eficaz oferece diversos benefícios para as organizações.

    Primeiramente, ela proporciona uma base sólida para a tomada de decisões informadas, garantindo que os riscos sejam considerados de forma consistente nas estratégias empresariais.

    Além disso, permite a alocação eficiente de recursos, direcionando-os para áreas com maior exposição ao risco e otimizando investimentos em controles e medidas de mitigação.

    Por fim, auxilia no cumprimento de requisitos legais e normativos, demonstrando uma abordagem proativa na gestão de riscos e assegurando a conformidade regulatória da empresa.

    Tecnologias que podem te ajudar nesse processo

    Para auxiliar nesse processo, existem diversas soluções especializadas que oferecem ferramentas e metodologias eficazes.

    Uma dessas soluções é uma plataforma de background check.

    A da BGC Brasil, por exemplo, realiza verificações abrangentes de antecedentes de pessoas e empresas, fornecendo informações detalhadas que permitem uma avaliação precisa dos riscos associados a colaboradores, fornecedores, parceiros e clientes.

    A solução automatizadas agilizam o processo de background check e classifica de modo automatizado as ocorrências encontradas, de acordo com sua regra de negócio, garantindo rapidez e precisão nas análises.

    Quer testar a plataforma? Fale com nosso time!

  • Veja como funciona a LGPD no mercado financeiro

    Veja como funciona a LGPD no mercado financeiro

    A Lei Geral de Proteção de Dados, conhecida como LGPD tem como objetivo proteger os dados pessoais dos cidadãos brasileiros, garantindo que empresas e organizações tratem as informações coletadas de forma segura e transparente.

    Com o crescimento da tecnologia, é necessário ter cautela e segurança com o uso dos dados pessoais. Por essa razão, a LGPD foi criada e exige às empresas que antes de utilizar e coletar dados, as empresas devem solicitar ao titular deles um consentimento prévio e tem direito também a solicitar a exclusão de suas informações.

    Nesse sentido, podemos dizer que a LGPD orienta as empresas a adotarem medidas de segurança adequadas para proteção dos dados. Tal medida é essencial, principalmente, para empresas do setor financeiro que lidam constantemente com dados pessoais e precisam garantir a segurança para seus usuários. 

    Entenda o que é a LGPD

    A LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados, é a Lei n° 13.709/2018 e consiste em uma lei brasileira que entrou em vigor em setembro de 2020 com o principal objetivo de garantir a proteção e a privacidade dos dados pessoais dos cidadãos. Assim, ela se aplica a todas as empresas que realizam o tratamento de dados pessoais no Brasil, incluindo empresas estrangeiras que oferecem bens ou serviços no país. 

    A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)  estabelece normas e regras claras acerca da coleta, uso, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais. Além disso, ela confere sobre como deve ou não ocorrer a transferência de dados para outros países.

    Assim, para que os dados sejam protegidos da maneira correta, a lei também estabelece e prevê sanções para as empresas que não cumprirem suas disposições, incluindo multas, suspensão de suas atividades e bloqueio de bens. Sob esta perspectiva, a LGPD é importante para proteger a privacidade dos indivíduos, garantindo a segurança dos seus dados pessoais. 

    LGPD no mercado financeiro

    Entenda o mercado financeiro 

    O mercado financeiro é um ambiente complexo e dinâmico, onde informações e dados são essenciais para tomar decisões estratégicas. Com a evolução da tecnologia e o acesso cada vez mais fácil às informações, a análise de dados e usos de dados tornou- se uma ferramenta fundamental nesse setor, não apenas para a realização de operações e serviços, mas também para garantir experiências seguras para o usuário 

    Nesse sentido, a coleta e análise de dados é uma prática comum em diversas áreas do mercado financeiro, desde análises até o uso de dados como balanços financeiros, relatórios de analistas, indicadores econômicos e dados pessoais dos usuários. Por essa razão, é indispensável para o mercado financeiro conhecer formas de tratar essas informações de maneira segura e correta. 

    Veja também: Due diligence e compliance: entenda qual é a relação 

    A LGPD no mercado financeiro 

    No mercado financeiro, a LGPD tem um papel indispensável no que diz respeito à proteção dos dados sensíveis dos clientes. Isso porque nesse setor as informações pessoais como dados bancários, dados de investimentos e informações pessoais são necessários para a realização de operações e processos. Além disso, a lei também afeta empresas de fintechs e startups financeiras, que precisam se adequar às novas regulamentações para proteger seus usuários e garantir uma experiência segura. 

    Entre as principais transformações causadas pela implementação da LGPD no mercado financeiro estão a necessidade de consentimento de forma prévia para a coleta e uso de dados, a possibilidade do titular dos dados solicitar a exclusão de suas informações e a obrigação dessas empresas em adotar medidas de segurança adequadas para proteção dos dados dos usuários. 

    Sob esta visão, a lei exige que as empresas criem políticas claras de privacidade e proteção de dados que visem manter as informações de seus clientes e públicos em segurança e confiança. Assim, para garantir a conformidade em relação a essa lei, por exemplo, as empresas devem adotar uma política de boas práticas de segurança, como criptografia de dados e sistemas de autenticação de usuários. 

    Além disso, para as empresas do mercado financeiro que decidem não cumprir com as leis vigentes, as penalidades são altas. Entre elas podemos citar os prejuízos, bloqueios financeiros significativos e até mesmo o fechamento da empresa.

    A autenticação do usuário como forma de proteger os dados no mercado financeiro 

    Para garantir que a empresa continue operando de maneira eficiente, existem várias tecnologias de autenticação de usuário que as empresas do mercado financeiro podem utilizar para garantir a segurança e a proteção dos dados dos clientes. Desse modo, além da conformidade perante a legislação vigente, a empresa promove uma experiência segura e transparente para o usuário que contribui. Veja algumas dessas tecnologias:

    Autenticação de dois fatores 

    Essa tecnologia exige que o usuário compartilhe duas formas de identificação para acessar sua conta. Esses métodos podem ser uma senha e um código enviado por mensagem de texto ou um código gerado por um aplicativo de autenticação.

    Tokens de segurança

    Os tokens de segurança são dispositivos que geram códigos temporários. Por meio desses códigos, o usuário valida suas informações pessoais e pode acessar sua conta com segurança. 

    Biometria Facial 

    Por meio da tecnologia de biometria facial,as características físicas ou comportamentais exclusivas do usuário são identificadas e validadas. Isso acontece porque a biometria facial utiliza características únicas de cada indivíduo, considerando os traços faciais, distância entre os olhos, movimento do rosto, entre outros aspectos que fazem parte da autenticação por reconhecimento facial. 

    Dessa maneira, a tecnologia identifica o usuário com uma taxa de precisão muito alta e superior às demais ferramentas. Além disso, a biometria facial ajuda a combater fraudes e golpes com muito mais facilidade, já que a identificação pelas características faciais impede a utilização de imagens, fotografias e vídeos adotados para a aplicação de golpes e fraudes de identidade.

    Assim, essa tecnologia apresenta diversas vantagens para garantir que os dados do usuário fiquem em segurança, respeitando os padrões de ética e a Lei Geral de Proteção de Dados. Ou seja, assegurando que a empresa do mercado financeiro esteja adequada e livre de sanções. 

    Para saber mais sobre essa tecnologia, acesse nosso site e confira nossa solução de validação Biométrica Contínua, responsável por validar usuários de forma contínua, utilizando a ferramenta de reconhecimento facial, com tecnologia anti-spoofing.

    Resultados da LGPD no mercado financeiro

    As instituições financeiras foram obrigadas a adotar medidas mais rigorosas para proteger as informações pessoais dos seus clientes, implementando técnicas para prevenir acessos não autorizados, vazamentos e uso indevido de dados. Com isso, é possível afirmar que a LGPD no mercado financeiro gera diversos resultados, um dos principais foi o reforço da segurança e da privacidade dos dados dos clientes e até mesmo da empresa que consegue minimizar os riscos de fraudes e golpes. 

    Além disso, a LGPD trouxe a necessidade de as empresas obterem o consentimento explícito dos clientes para a coleta, armazenamento e processamento de seus dados pessoais. Tal ação significa que as instituições financeiras precisaram rever suas políticas de privacidade, ou seja, torná-las mais transparentes e acessíveis.

    Sob esta ótica, a LGPD no mercado financeiro também tem como resultado importante o fortalecimento dos direitos dos titulares dos dados no mercado financeiro. Isso já que, agora, os clientes têm o direito de acessar suas informações pessoais, corrigi-las, solicitar a exclusão dos dados e obter informações claras sobre o uso e compartilhamento dessas informações pelas instituições financeiras. Esses direitos aumentam a transparência nas relações entre as empresas financeiras e os clientes, melhorando a reputação da instituição. 

    Em resumo podemos dizer que os resultados da LGPD no mercado financeiro foram positivos, porque  fortaleceram a segurança e a privacidade dos dados dos clientes, aumentaram a transparência nas relações comerciais e estimularam o desenvolvimento de tecnologias que ajudam a tornar seus processos mais seguros e confiáveis. Por isso, a conformidade com a lei LGPD precisa ser levada a sério por sua empresa que precisa se adaptar às novas exigências legais e investir em tecnologias de autenticação do usuário e proteção de dados. 

  • Compliance empresarial: o que é e como implementá-lo

    Compliance empresarial: o que é e como implementá-lo

    O Compliance empresarial é a área responsável por estabelecer e cultivar medidas e boas práticas dentro de uma empresa. Isso com o objetivo de garantir que todas as atividades realizadas pela organização estejam de acordo com as leis e regulamentações aplicáveis ao seu negócio. 

    Para o funcionamento de uma empresa, vários processos devem ser adotados, assim como diversas normas e regulamentações devem ser respeitadas. Sob esta perspectiva, podemos dizer que a gestão dos processos em sua empresa é uma responsabilidade com muitos desafios. Já imaginou ter construído e superado todas as adversidades e ter as atividades suspensas por algum tipo de descuido com as normas e leis vigentes?  

    Por essa razão é interessante e necessário adotar estratégias e medidas que auxiliem no monitoramento dos processos empresariais e de atividades internas. Assim, é possível assegurar que a empresa não se envolva em problemas e atos ilícitos que possam resultar em sanções, multas, mídias negativas, entre outros. 

    Entenda o que é compliance empresarial

    Como uma maneira de assegurar que todas as atividades de uma empresa estejam em conformidade com as leis vigentes, as corporações têm adotado e investido cada vez mais na área de Compliance empresarial. Essa área é a responsável por criar uma política e instalar no ambiente corporativo um programa de compliance, segmento da empresa que garante que todas as atividades funcionem de modo adequado.

    Sob esta visão, podemos afirmar que a principal visão do compliance empresarial é garantir que nenhuma das operações e processos, que envolvem a empresa de algum modo,  coloquem em risco seu comportamento em relação à legislação vigente. Isto é, cabe a essa área identificar possíveis riscos e implementar processos de segurança como a proteção de dados pessoais, segurança da informação, prevenção à lavagem de dinheiro e corrupção, entre outros.

    Veja como funciona o compliance empresarial 

    O Compliance empresarial funciona por meio de estratégias e processos que auxiliam a identificar e solucionar possíveis vulnerabilidades da organização que coloquem em risco sua situação perante às regulamentações. Nesse sentido, o compliance empresarial deve construir uma Política de Compliance que estabeleça quais são as principais normas, medidas e regulamentações que os colaboradores, parceiros e clientes devem compreender e cumprir.  

    Desse modo, após construir uma política de compliance eficiente, o compliance empresarial também é responsável por enraizar essa política por meio de treinamentos e capacitações. Essas atividades garantem que os colaboradores entendam a importância das normas de compliance e saibam como identificar possíveis atividades e situações ilícitas que desrespeitem tais práticas. 

    Com isso, o compliance empresarial consegue transformar essa política em uma cultura de segurança e compliance, dentro da organização. Isto é, colocar todas as orientações e normas em prática, garantindo que as operações e atividades realizadas pela e dentro da empresa estejam em conformidade com as leis, regulamentos e padrões éticos relevantes para a instituição. 

    Compliance empresarial

    As vantagens do compliance empresarial 

    A importância do compliance empresarial está relacionada a diversos aspectos fundamentais para o sucesso e a sustentabilidade de uma empresa. Veja as principais vantagens: 

    Conformidade com a legislação

    O compliance empresarial estabelece mecanismos para garantir que todas as atividades estejam em conformidade com a legislação aplicável, minimizando o risco de infrações legais. Afinal, o cumprimento das leis e regulamentos é essencial para evitar problemas legais e jurídicos que podem resultar em multas, processos judiciais, danos à reputação e até mesmo ao fechamento da empresa. 

    Ética e transparência

    As práticas de compliance empresarial promovem uma cultura organizacional baseada em valores como integridade e transparência. Isto envolve a criação de políticas de compliance, políticas anticorrupção, mecanismos de denúncia de irregularidades e treinamentos para conscientizar os colaboradores sobre comportamentos éticos. Além disso, uma empresa que demonstra compromisso com a ética empresarial constrói uma reputação positiva e conquista a confiança dos seus clientes.

    Auxílio no trabalho da gestão de riscos

    O compliance empresarial auxilia a área de gestão de riscos na identificação, avaliação e gerenciamento de riscos. Isso porque ao implementar controles internos e procedimentos de conformidade, o compliance auxilia na função do time de gestão de riscos de reduzir a probabilidade de ocorrência de eventos adversos e mitigar seu impacto caso ocorram.

    Reputação positiva

    A reputação de uma empresa é muito importante e, caso não receba atenção, pode ser facilmente prejudicada por escândalos, violações de regulamentos ou envolvimento em atividades ilegais. Nesse sentido, o compliance empresarial ajuda a preservar a imagem da empresa, demonstrando seu compromisso com a legalidade e segurança de seus públicos. 

    Veja também: Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los 

    Vantagem competitiva 

    Ainda sob a mesma visão da reputação organizacional, o compliance empresarial permite que sua empresa desfrute de uma vantagem competitiva no mercado. Isto visto que o cuidado em manter a conformidade com as regulamentações atrai investidores, clientes e talentos qualificados.

    Como implementar o compliance empresarial em sua empresa

    Para aplicar o compliance empresarial de maneira eficiente e qualitativa, é interessante informar seus públicos internos e externos acerca da existência da política e programa de compliance empresarial. Isso porque por meio do conhecimento é possível que todos, alta administração, governança corporativa, colaboradores e até mesmo parceiros e clientes, estejam cientes sobre as regulamentações e saibam que atividades podem ser realizadas ou não. 

    Além disso, com a colaboração de tais pessoas, é muito mais prático identificar possíveis atos ilícitos e ações que ameacem sua posição de conformidade com as leis. Ou seja, é importante que toda a empresa esteja envolvida com o compliance empresarial, promovendo integridade, transparência e a ética em suas atividades.

    Uma maneira de garantir que tal situação ocorra, é que a instituição desenvolva políticas claras e que tenham sentido em relação ao cenário da empresa. 

    Veja também: 5 cursos de compliance gratuitos e online para você fazer

    Sob esta visão,  a empresa também deve realizar de modo constante uma análise de risco a fim de identificar possíveis vulnerabilidades em suas operações. Isso pode incluir tanto a revisão das políticas e procedimentos já adotados, medindo a eficiência dos processos, mas também a identificação de potenciais riscos existentes na empresa para implementar medidas corretivas imediatas.

    Em primeiro analise, o compliance empresarial pode parecer uma área que envolve diversos processos complexos. Todavia, o papel dessa área na instituição é imprescindível e essencial.

    Por isso, preparamos para você um Infográfico de 10 passos para um Programa de Compliance. Nesse material gratuito, você vai encontrar quais as principais ações e atividades que devem ser realizadas para garantir que sua empresa esteja em conformidade com as leis vigentes e, portanto, não sofra nenhum bloqueio ou prejuízo em suas operações. Para baixar o material, acesse aqui!

  • Gestão de riscos e compliance: entenda as diferenças

    Gestão de riscos e compliance: entenda as diferenças

    Enquanto a gestão de riscos consiste em um processo de identificação, avaliação e mitigação de riscos que possam afetar negativamente a empresa, o compliance é a área responsável por coordenar um conjunto de práticas e processos que têm como objetivo garantir que a empresa esteja em conformidade com as leis, regulamentos e padrões éticos consideráveis.

    O cenário corporativo vem crescendo e de forma paralela a isso as empresas têm enfrentado mais desafios no que diz respeito à questão de segurança, tanto para promover proteção quanto para estar alinhado à legislação vigente. Nesse sentido, duas áreas são essenciais para auxiliar nesse processo, a gestão de riscos e o compliance

    Apesar de ambos promoverem a segurança e transparência, esses dois segmentos fazem isso acontecer de maneiras diferentes como veremos a seguir. Continue a leitura e entenda as principais diferenças entre gestão de riscos e compliance!

    O que é Gestão de Riscos? 

    Gestão de Riscos e Compliance
    Gestão de Riscos e Compliance

    A área de gestão de riscos cuida do processo de identificação, análise, avaliação e solução dos possíveis riscos que podem afetar uma organização. Sob esta visão, é possível afirmar que a gestão de riscos tem como principal objetivo minimizar os riscos e, portanto, evitar possíveis prejuízos à instituição como golpes, fraudes e lavagem de dinheiro, por exemplo. 

    Dessa maneira, a gestão de riscos envolve a construção e implementação de práticas e de medidas preventivas que ajudam a prevenir problemas que podem afetar negativamente a instituição. Além disso, na gestão de riscos, uma vez que algum tipo de risco seja identificado, esta é a área responsável por lidar com os sinais identificados e solucioná-los por meio da alocação de recursos ou através de planos de contingência. 

    Assim, é possível dizer que a gestão de risco é uma área essencial para garantir a continuidade e o sucesso das atividades empresariais de uma empresa. 

    O que é Compliance? 

    De forma complementar, mas diferente da gestão de riscos, o compliance consiste em uma área responsável por planejar e implementar ações e procedimentos que uma empresa deve adotar para garantir que suas atividades estejam sempre em conformidade com as leis. Ou seja, tem como principal foco prevenir, detectar e corrigir comportamentos que possam colocar em risco a integridade da instituição e clientes, colaboradores, fornecedores, acionistas e demais envolvidos.

    Essa área envolve e relaciona-se com diversas outras áreas da empresa, como governança corporativa, segurança da informação, privacidade de dados, prevenção à lavagem de dinheiro e, também, a gestão de riscos. Com isso, podemos afirmar que empresas que adotam uma cultura de segurança, por meio de uma política e programa de compliance, demonstram ser mais comprometidas com a transparência e segurança.

    Tal atitude auxilia, portanto, na promoção da imagem da empresa. Isto é, cuidando e estruturando de forma eficiente o compliance de sua empresa, respeitando todos os 10 Pilares de um Programa de Compliance, a empresa gera o aumento da confiança do mercado e fortalece a reputação da marca.

    Veja também: Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los 

    Entenda a diferença entre Gestão de riscos e Compliance 

    A gestão de riscos e o compliance são duas práticas indispensáveis para sua empresa, já que visam garantir a segurança e a integridade. Apesar disso, embora muitas vezes, sejam mencionados juntos, essas duas áreas são diferentes. 

    Sob esta visão, as principais diferenças entre gestão de riscos e compliance estão no estilo de abordagem. Isso porque a gestão de riscos tem uma abordagem mais proativa, antecipando possíveis problemas e implementando medidas preventivas para minimizar o impacto de possíveis riscos que a empresa possa estar vulnerável.

    Enquanto o compliance constrói uma abordagem de forma mais reativa. Ou seja, busca evitar possíveis penalidades e sanções, assegurando que a empresa esteja agindo de acordo com as normas e diretrizes estabelecidas. Na prática, um dos exemplos que representa essa diferença está em uma empresa do setor financeiro. 

    Nesse caso, a gestão de riscos pode identificar possíveis riscos e ameaças que coloquem em perigo a conformidade com as leis e regulamentos, como a lavagem de dinheiro, por exemplo. Em contrapartida, o compliance pode ajudar a empresa a implementar medidas para evitar a violação dessas leis, como a adoção de políticas de Know Your Customer (KYC). 

    De forma objetiva, como visto no exemplo, a gestão de riscos e o compliance são duas práticas distintas. Entretanto, é impossível negar que ambas são áreas complementares que se auxiliam de maneira indireta e geram resultados importantes para a existência e funcionamento da empresa.

    Como aplicar a Gestão de riscos e Compliance de forma eficiente 

    Sabendo que essas duas áreas –  gestão de riscos e o programa de compliance – são fundamentais para garantir a segurança, a eficiência e a legalidade das ações da sua empresa, é necessário saber como aplicá-las da melhor maneira. Veja como fazer isso de maneira eficaz na sua empresa.

    Compreenda os riscos e as leis relevantes

    Uma das melhores maneiras de implementar uma boa gestão de riscos e um programa de compliance é compreender e analisar os riscos que a empresa enfrenta ou que pode enfrentar, assim como quais são as leis e regulamentos que se aplicam ao setor dela. Para isso, é importante realizar uma avaliação de riscos e uma análise de conformidade regulatória.

    Defina políticas e procedimentos

    Com base na avaliação de riscos e na análise de conformidade regulatória, a segunda etapa para aplicar da melhor forma essas áreas, é definir políticas e processos para lidar com os riscos identificados e ajudar o compliance a entender as leis e regulamentos aplicáveis. Nesse sentido, para as duas áreas, as políticas e ações devem ser bem estabelecidas, claras e coesas, segmentando quais as tarefas de responsabilidade de cada uma das áreas. 

    Comunique as políticas e procedimentos

    Uma vez estabelecidas, as áreas devem comunicá-las aos seus membros, garantindo que eles as entendam. Isso pode ser feito por meio de treinamentos, manuais e outros meios de comunicação.

    Utilize tecnologias para ganhar agilidade e qualidade 

    É interessante investir em tecnologias e soluções que, de maneira automatizada, ajudem na identificação de riscos para a área de gestão de riscos assim como para o compliance, que por meio dessas soluções, pode evitar e impedir fraudes e golpes. Sob este viés, o Background Check da nossa empresa, por exemplo, pode te ajudar a identificar no histórico de pessoas ou empresas possíveis problemas que colaboradores, parceiros, acionistas e clientes podem apresentar. 

    Além disso, por meio dessa checagem, em poucos minutos os resultados são gerados de forma completa e detalhada. Isto ajuda muito na percepção e construção da melhor solução ou para o compliance na tomada de decisão sobre eles.  

    Se interessou? Veja mais sobre o Background Check e aprimore as duas áreas fundamentais para sua empresa. 

  • Como realizar a homologação de fornecedores em 10 passos

    Como realizar a homologação de fornecedores em 10 passos

    A homologação de fornecedores é um processo que deve ser realizado pelas empresas para selecionar e aprovar fornecedores que atendam aos seus critérios de qualidade e segurança. Nesse sentido, o objetivo principal da homologação é garantir que os fornecedores sejam confiáveis, capazes e qualificados para fornecer os produtos ou soluções necessárias para o funcionamento da empresa.   

    No cenário atual, as fraudes e golpes são desafios complicados para as empresas que precisam trabalhar maneiras e métodos de se prevenir contra essas ameaças. Em relação a parcerias com fornecedores, por exemplo, é indispensável que as instituições realizem processos de verificação para garantir que seus potenciais fornecedores não representem nenhum tipo de risco para elas. 

    Sabendo disso, a homologação de fornecedores é um processo que vem sendo adotado para garantir a prevenção desses atos ilícitos. Esse processo deve ser feito com muita cautela e atenção, utilizando e seguindo alguns passos super importantes para o resultado positivo do processo. 

    O que é homologação de fornecedores

    Homologação de fornecedores

    A homologação de fornecedores é um processo pelo qual as empresas avaliam e tomam decisões em relação aos fornecedores. Isto ocorre para garantir que atendam aos requisitos de qualidade, segurança, conformidade regulatória e outros padrões essenciais para atender às suas necessidades comerciais e de segurança da empresa. 

    Assim, uma vez que um fornecedor tenha sido homologado, ou seja verificado por meio de um processo de Know Your Partner, pode-se afirmar que ele representa um parceiro confiável e que não apresenta riscos. Com isso, ele pode ser considerado uma ótima parceria para fornecer produtos e serviços.

    Sob este aspecto, é possível afirmar que a homologação de fornecedores também pode ajudar a reduzir o risco de atrasos ou falhas no fornecimento, bem como garantir a qualidade dos produtos e serviços entregues. Isto é uma vantagem que auxilia também a melhorar e construir uma ótima credibilidade e reputação da empresa no mercado. 

    Veja também: Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los 

    A importância da homologação de fornecedores

    Esse processo de homologação de fornecedores funciona por meio da checagem de algumas informações do histórico e perfil do fornecedor. Nesse sentido, são realizados diversos tipos de análises, como capacidade financeira, por meio da análise de crédito e verificação de dados de segurança e conformidade com as leis.  

    Além disso, por meio dessas checagens detalhadas, é possível buscar o histórico de entrega e qualidade dos produtos e soluções, assim como a capacidade que os fornecedores têm de atender as demandas. Portanto, por meio desse processo é possível averiguar considerações relevantes para a negociação da parceria com fornecedores e mitigar riscos prejudiciais à sua instituição. 

    Por essas razões, garantindo o acesso da empresa a produtos e serviços de qualidade e confiáveis, a homologação de fornecedores é super importante. Assim, as empresas evitam se relacionar com empresas fornecedoras que geram prejuízos, perda de tempo e dinheiro, danos à reputação da empresa e claro a reduzir riscos que colocam em ameaça a segurança dos funcionários e clientes. 

    Como realizar a homologação de fornecedores em 10 passos

    Mesmo sendo muito importante e indispensável, não é possível dizer que a homologação de fornecedores é um processo simples. Na verdade, a homologação de fornecedores pode ser um processo demorado e exigente.

    Por essa razão, é importante realizar esse processo por meio de 10 passos indispensáveis para minimizar riscos e garantir a qualidade dos produtos e serviços do seu fornecedor. Confira abaixo! 

    1 –  Defina os critérios de seleção

    Para começar a homologação de fornecedores, é interessante definir quais são os critérios que vão ser avaliados pela empresa. Isto é, quais informações serão analisadas como certificações, qualidade dos produtos, prazos de entrega, entre outros.

    2 –  Realize uma pesquisa de fornecedores que atendam aos critérios definidos

    Para seguir com esse processo, é necessário realizar uma pesquisa ampla de mercado, verificando diferentes fornecedores. Assim, é possível identificar qual empresa fornecedora tem mais identificação com os valores, critérios de segurança e padrões de qualidade da sua. Uma boa dica para fazer isso é procurar por referências no mercado, pela internet, indicações, entre outros. 

    3 – Solicite informações ao possível fornecedor

    Solucione todas suas dúvidas e questões com a parceria de interesse. isto pode ser feito por meio do envio de um questionário para coletar informações sobre a empresa, seus produtos, serviços, prazos de entrega, entre outros dados relevantes. Este processo pode demandar tempo, por isso é recomendado investir em alguma solução de verificação de histórico automatizada que analise estes e outros dados de maneira ágil. 

    4 – Analise as informações geradas

    Uma vez que essa checagem acerca das informações seja feita, é preciso analisar com cuidado as informações e resultados gerados. Ou seja, verificar que os dados indicam que o fornecedor atende aos critérios definidos.

    Uma boa alternativa para fazer isto de modo preciso, com informações mais detalhadas que o usual e completas, é optar por soluções automatizadas. Nossa solução de Background Check, por exemplo, realiza diversos tipos de análises – personalizadas de acordo com suas necessidades e demandas – que resultam em informações precisas e descritivas sobre a pesquisa, o que ajuda muito em uma tomada de decisão mais assertiva e segura. 

    5 – Realize uma reunião 

    Outro passo muito interessante para a homologação de fornecedores é se reunir com representantes da empresa parceira para discutir interesses e expectativas da negociação. Assim, você poderá conhecer mais sobre a empresa, sua infraestrutura, expectativas e histórico. 

    6- Verifique as certificações

    Durante a checagem de fornecedores, é importante analisar registros e certificados que autorizam a empresa a oferecer determinados produtos e serviços. Com isso, você garante a qualidade do serviço e evita possíveis problemas de regulamentação. 

    7 – Faça uma análise financeira

    Confira e analise a capacidade financeira do fornecedor. Isto significa verificar a saúde financeira da empresa fornecedora, garantindo que ela esteja estável e que não esteja envolvida em atos ilícitos e golpes financeiros como lavagem de dinheiro. 

    8 – Negocie e conheça todas as condições

    Uma vez que a empresa fornecedora seja selecionada, é importante negociar e acordar todos os pontos da relação. Ou seja, estabelecer normas, diretrizes, condições de fornecimento, preços, prazos e formas de pagamento.

    Veja também: Boas práticas de compliance em compras e contratos

    9 – Formalize o contrato

    Em seguida, é importante traduzir essa negociação para um documento oficial, um contrato. Assim, formalize um contrato que estabeleça as condições acordadas entre a empresa e o fornecedor, esclarecendo e detalhando todos os detalhes do acordo. 

    10 – Monitore o desempenho

    Mesmo depois de finalizar a negociação e assinar o contrato, é importante manter o monitoramento do desempenho dos fornecedores ao longo do tempo, Com isso, é possível garantir que eles estão cumprindo as condições estabelecidas no contrato,  atendendo às expectativas da empresa e respeitando normas, diretrizes e legislações.

    Dessa maneira, seguindo esses 10 passos, é possível realizar uma homologação de fornecedores eficiente e garantir uma parceria de sucesso com empresas que são, de fato, confiáveis e alinhadas às necessidades da sua empresa. Além disso, vale ratificar que esse processo ainda ajuda a minimizar os riscos e garantir a qualidade dos produtos e serviços para sua empresa e para seus clientes. 

    Muito interessante, não é mesmo? Para saber mais sobre como realizar esse processo por meio de soluções automatizadas que agilizam os passos da homologação de fornecedores e resultam em informações completas, confira nossos site. 

  • Biometria facial: o que é e como aplicá-la na sua empresa

    Biometria facial: o que é e como aplicá-la na sua empresa

    A biometria facial consiste em uma técnica moderna que permite identificar e autenticar uma pessoa por meio de suas características faciais, como a forma do rosto, a posição dos olhos, o nariz e a boca, entre outras.

    Sendo cada vez mais utilizada em diversas áreas, incluindo a segurança, o comércio e as empresas em geral, a biometria facial tornou-se uma aliada na manutenção da segurança e da transparência no setor empresarial. Na prática, a biometria facial pode ser aplicada em diversas situações, como o controle de acesso a locais restritos, a identificação de pessoas em eventos ou a validação em transações financeiras.

    Por ser tão positiva para as empresas, a biometria facial é cogitada por muitas instituições, mas implementá-la de uma maneira eficaz ainda é um desafio. Por essa razão, preparamos uma leitura sobre o assunto. 

    O que é Biometria Facial 

    A biometria facial tem se tornado cada vez mais popular por ser uma forma segura e eficiente de identificação pessoal, sendo uma alternativa aos métodos tradicionais de autenticação, como senhas, códigos e cartões de identificação. Sob este viés, ela consiste em uma tecnologia moderna de reconhecimento facial.

    Isto significa que a biometria facial trata-se de uma técnica que permite identificar e autenticar uma pessoa por meio de suas características faciais, como a forma do rosto, a posição dos olhos, o nariz e a boca, entre outras. Por essa razão e precisão, a biometria facial pode e deve ser aplicada em diversas situações, como o controle de acesso a locais restritos, a identificação de pessoas ou a validação de transações financeiras.

    Além disso, essa tecnologia pode ser usada para melhorar a segurança e a eficiência de processos internos nas empresas. Isto é, colaborando com o controle de acesso a sistemas e dados sensíveis e o monitoramento do comportamento de colaboradores, por exemplo. 

    Biometria Facial

    Entenda a importância de usar a Biometria facial em sua empresa

    A biometria facial é uma tecnologia de reconhecimento que utiliza a análise de características faciais únicas de uma pessoa para autenticar sua identidade. Isto faz dessa ferramenta um fator essencial já que esta análise detalhada é super precisa – uma das suas principais vantagens. 

    Isso acontece porque a biometria facial utiliza características únicas para cada indivíduo: os traços faciais. Com isso, ela pode identificar pessoas com uma taxa de precisão muito alta e superior às demais ferramentas.

    Além disso, a biometria facial é uma técnica que combate fraudes e golpes com muito mais facilidade. Isso já que a identificação pelas características faciais torna muito mais difícil o uso de imagens, fotografias e vídeos já prontos, utilizados para a aplicação de golpes e fraudes de identidade.

    Como implementar a tecnologia de Biometria facial em sua empresa

    Para implementar a biometria facial na sua empresa, é importante seguir alguns passos fundamentais para que o processo tenha bons resultados. Nesse sentido, o  primeiro deles deve ser identificar as necessidades específicas da organização e escolher em quais situações a tecnologia será utilizada. 

    Em seguida, é possível escolher a melhor solução de biometria facial de acordo com as características do negócio, o número de usuários e as funcionalidades desejadas pela instituição, conhecendo soluções de validação do usuário que utilizem o reconhecimento facial da melhor maneira possível, como uma ferramenta anti-spoofing e golpes. 

    Além disso, é importante garantir que a solução escolhida seja segura e mantenha a privacidade dos dados dos usuários, seguindo as normas e regulamentações da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), por exemplo. Logo após escolher, é necessário treinar os funcionários, por meio de capacitações, para que eles saibam do que se trata a ferramenta e como utilizar de maneira correta a tecnologia. 

    Veja também: Reconhecimento facial: o que é, como funciona e onde aplicá-lo

    Vantagens de usar Biometria facial 

    Além da precisão da ferramenta, vista acima, a biometria facial oferece para o ambiente da empresa uma série de vantagens. Entre as principais delas podemos citar: 

    Facilidade de uso

    Do contrário às demais formas de identificação, como senhas ou cartões de identificação que correm o risco de ser esquecidos, perdidos ou roubados, as características faciais de uma pessoa estão sempre presentes. Dessa maneira, a ferramenta torna-se útil para realizar a identificação de maneira fácil, por meio da captura de uma câmera. Isso torna a autenticação de identidade mais rápida e conveniente para os colaboradores e clientes de uma empresa.

    Aprimorar a segurança da empresa

    O uso da biometria facial pode melhorar a segurança da sua empresa, pois ao implementar essa tecnologia, as empresas podem garantir que apenas as pessoas autorizadas tenham acesso a áreas restritas, sistemas e informações confidenciais. Desse modo, reduz o risco de roubo de informações ou outras práticas de caráter fraudulento.

    Melhorar a experiência do cliente

    Ao utilizar a biometria facial como modo de autenticação do usuário, você melhora por consequência a experiência do cliente. Isto já que, permitindo que os clientes usem suas características faciais como forma de identificação, as empresas podem agilizar processos como check-in, pagamento e atendimento ao cliente, diminuindo  o tempo de espera e melhorando a satisfação do cliente.

    Em geral, podemos afirmar que a biometria facial é uma solução poderosa e muito importante para melhorar a segurança e a eficiência dos processos nas empresas. Dessa forma, implementando essa tecnologia à sua empresa, é possível aproveitar ao máximo as possibilidades oferecidas pela biometria facial e obter todas as vantagens da ferramenta para seu negócio. 

    Se interessou pela solução e quer começar a implementá-la? Veja nossa solução de Validação biométrica Contínua e como ela pode gerar para sua empresa todos esses benefícios. 

  • 5 cursos de compliance gratuitos e online para você fazer

    5 cursos de compliance gratuitos e online para você fazer

    Compliance é um conjunto de normas e políticas que tem como objetivo garantir que as empresas estejam em conformidade com a legislação e os padrões éticos em seus negócios.

    Nesse sentido, em relação ao contexto atual, no qual estar em conformidade com as leis é essencial tanto para minimizar riscos e prejuízos quanto para ter uma boa imagem, o complaince vem ganhando bastante relevância.

    Ou seja, o mercado está favorável para essa área com grandes oportunidades profissionais disponíveis. Por essa razão, se você é um profissional de compliance ou gostaria de ser, existem alguns cursos super interessantes para você se desenvolver.

    Confira a seguir 5 cursos gratuitos e online que podem ajudá-lo a aprofundar seus conhecimentos sobre o tema! 

    Entendendo a área de Compliance 

    Mulher sorridente, usando fones de ouvido e blusa laranja, trabalha em um laptop enquanto faz anotações em um caderno. Ela está sentada em uma sala bem iluminada, com móveis modernos e decoração minimalista ao fundo.
    5 cursos de compliance gratuitos e online

    De forma simplificada, podemos dizer que o compliance é a área responsável por promover a transparência e responsabilidade, além de assegurar que as empresas estejam operando em conformidade com as leis vigentes.

    Além disso, o compliance conecta-se com diferentes segmentos da empresa, podendo ser aplicado nas áreas de finanças, recursos humanos, saúde e segurança, entre outras.

    Ou seja, é comum e importante que as empresas tenham um departamento de compliance que seja responsável por monitorar e garantir que as políticas e procedimentos de compliance estejam sendo seguidos em todas as demais áreas.

    Sob esta visão, o compliance tem sido cada vez mais valorizado no mundo corporativo, já que ele pode beneficiar as instituições de diferentes formas – isto é, atraindo mais clientes, parceiros e investidores assim como protegendo e fortalecendo a segurança dela contra riscos os quais está vulnerável.

    Com isso, profissionais dessa área têm sido cada vez mais requisitados, especialmente aqueles que se aprofundam no assunto.

    Como aprimorar seu conhecimento em Compliance

    Uma ótima forma de aprofundar e desenvolver novas habilidades na área é buscar cursos sobre o assunto. Justamente por isso, preparamos algumas dicas de 5 cursos gratuitos e onlines que podem te ajudar a aprimorar seu conhecimento em Compliance e conquistar melhores oportunidades no mercado. 

    1. Curso Compliance sob medida – Sebrae

    Esse curso é oferecido pelo Sebrae, especialmente para capacitar pequenas e médias empresas fornecedoras de produtos e serviços para grandes empresas, promovendo conhecimentos básicos e essenciais em Compliance.

    2. Prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo – EV.G

    A Escola Virtual disponibilizou um curso gratuito sobre as melhores práticas para implementar um programa de prevenção à lavagem de dinheiro completo em sua empresa. Nele, são abordados temas como a Lei Anticorrupção, a Lei de Lavagem de Dinheiro e o Código de Ética Empresarial. 

    3.Instituições Pró-Ética: Órgãos de Controle  – FGV

    Essa opção de curso desenvolve e trabalha as melhores práticas de compliance em empresas de diversos setores. Sob esta ótica, esse curso tem como ênfase a prevenção de riscos e o combate à corrupção por meio de auditorias.

    📖 Leia também: Auditoria interna: Entenda o processo e sua importância 

    4. Curso de Compliance – Escola Nacional de Administração Pública

    Oferecido pela ENAP, com 21 horas de carga horária, o curso de Compliance da instituição apresenta as principais normas e regulamentações aplicáveis. Além disso, em seu plano de estudos aborda quais são as melhores práticas para implementar um programa efetivo de compliance.

    5. Curso de Compliance – Coursera

    A plataforma de cursos online Coursera tem diversas opções de cursos de compliance, sendo um dos seus principais o curso “What is Compliance?”. Com carga horária de 10 horas, o curso é desenvolvido e oferecido pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. 

    Esses são apenas alguns dos cursos de compliance que você pode encontrar na internet. Com eles, você poderá aprimorar seus conhecimentos sobre as melhores práticas de compliance e garantir que a sua empresa esteja sempre em conformidade com as leis e regulamentações.

    Por que realizar um curso de Compliance?

    Ao realizar um desses cursos de compliance, você vai compreender as melhores práticas e técnicas para garantir a conformidade da sua empresa com leis e regulamentações. Isso inclui também o aprendizado de como desenvolver e estabelecer políticas e procedimentos internos como a avaliação de riscos e a implementação de medidas preventivas para evitar atos ilícitos.

    Além disso, os cursos de compliance agregam no seu desempenho, abordando temas como integridade e responsabilidade social. Tais competências são cada vez mais valorizadas por empresas, que buscam profissionais que, não apenas conheçam as normas e regulamentações, mas que também tenham um comportamento ético e responsável.

    Assim, por consequência, esses cursos te ajudam a formar um currículo mais rico e aumentar sua taxa de empregabilidade. Isto porque a demanda por profissionais especializados nesta área tem crescido nos últimos anos e, portanto, a realização do curso pode abrir novas oportunidades de emprego e ascensão profissional.

    Em resumo, o curso de compliance traz inúmeros benefícios para os profissionais que desejam se especializar na área de conformidade corporativa. Além de aprimorar competências técnicas e comportamentais, a formação pode abrir novas oportunidades de emprego e impulsionar a sua carreira.

    Construindo um Programa de Compliance com conhecimento

    Além de realizar os cursos, é interessante também buscar materiais que enriqueçam o conhecimento sobre a área. Isso já que o compliance é uma estrutura muito importante para o funcionamento e existência de uma empresa e deve ser baseado em alguns pilares. 

    Utilize o infográfico “10 Pilares de um Programa de Compliance” para conhecer melhor cada uma dessas estruturas que compõem esse segmento e veja como elas podem auxiliar no seu trabalho. Assim, será possível promover mais segurança e transparência para sua instituição. 

    Quer saber mais sobre como aprimorar suas atividades de compliance? Visite nosso site!

  • Compliance concorrencial: o que é e quais seus benefícios

    Compliance concorrencial: o que é e quais seus benefícios

    O Compliance concorrencial é uma importante prática que tem como objetivo garantir que as empresas estejam de acordo com as leis de defesa da concorrência. Isto é, uma série de regras feitas para prevenir ou minimizar riscos de violação das normas de defesa da concorrência por um colaborador, cliente ou parceiro.

    Com os riscos causados pelas irregularidades e descuidos, é imprescindível que as empresas tenham cautela em relação à área de compliance, em especial, a área de compliance concorrencial. Isto porque essa é uma uma importante prática que tem como objetivo garantir que as empresas atuem de acordo com as leis de defesa da concorrência.

    Por essa razão é preciso entender todos os aspectos dessa área assim como compreender mais sobre sua importância para sua instituição. Confira nosso conteúdo abaixo e saiba mais sobre. 

    Conheça o Compliance Concorrencial 

    compliance concorrencial
    Compliance Concorrencial

    O Compliance concorrencial trata-se de uma prática que consiste em garantir que uma empresa ou organização esteja em conformidade com as leis e regulamentos de defesa da concorrência. Esse tipo de compliance tem como principal objetivo evitar práticas anti-competitivas que possam prejudicar os concorrentes e, consequentemente, possam atingir negativamente os consumidores.

    Nesse sentido, o compliance concorrencial inclui a adoção de normas e políticas que devem ser aplicadas para assegurar que a instituição esteja em conformidade com leis antitruste. Ou seja, leis que têm como intenção regular a conduta e a organização de negócios para promover a concorrência e evitar monopólios, como a Lei de Defesa da Concorrência, responsável pela proibição de acordos ilegais entre empresas para fixar preços ou restringir a concorrência.

    Veja também: Due diligence e compliance: entenda qual é a relação 

    Como funciona o Compliance Concorrencial?

    O compliance concorrencial envolve a adoção de uma série de medidas de prevenção. Em um primeiro momento, como o compliance de modo geral, há a etapa de elaboração de códigos de ética e conduta.

    Em seguida, uma vez que estas medidas sejam estabelecidas pela instituição é preciso implementar um Programa de treinamento para colaboradores. Assim, eles podem compreender melhor do que se trata o compliance concorrencial e saber como colaborar com os procedimentos da área.

    Com isso, é necessário também integrar sistemas de monitoramento e de auditoria. Desse modo, é possível garantir que os processos sejam realizados de acordo com as normas estabelecidas e que, a qualquer sinal de risco, exista um canal para solucioná-lo, mantendo o principal objetivo do compliance concorrencial que é  proteger a empresa contra ações judiciais, multas e sanções e ao mesmo tempo garantir um ambiente de concorrência justa e saudável.

    A importância do Compliance Concorrencial

    Em uma primeira análise, o compliance concorrencial é essencial para empresas que buscam se proteger contra problemas judiciais e sanções. Além disso, o compliance concorrencial é imprescindível para organizações que desejam se manter competitivas no mercado e procuram evitar ações anticompetitivas que geram prejuízos. 

    Sob esta visão, a maior importância do Compliance concorrencial é garantir que as empresas estejam em conformidade com as leis de concorrência. Dessa forma, orientando para que estas instituições se distanciem de práticas como acordos de fixação de preços, divisão de mercado, exclusão de concorrentes e outras formas de cartelização que prejudicam os consumidores e a livre concorrência. Assim, é possível afirmar que o compliance concorrencial resulta em diversas vantagens para sua empresa assim como para seus consumidores.

    Confira as principais vantagens do Compliance Concorrencial

    Além de evitar problemas com as normas e regulamentos, o compliance concorrencial também pode ajudar as empresas a melhorar sua eficiência em operações. Isto é, aprimorar seus processos de tomada de decisão e melhorar suas ações comerciais, permitindo que sua empresa se destaque no mercado de maneira justa e transparente.

    Sob esta perspectiva podemos apontar como principais vantagens do Compliance Concorrencial: 

    Prevenção de práticas anticompetitivas

    O compliance concorrencial pode ajudar garantindo que a instituição esteja funcionando em conformidade com as regras de concorrência e antitruste. Assim, é possível reduzir os riscos de práticas anticompetitivas, como cartéis e acordos de fixação de preços.

    Maior credibilidade para a empresa 

    As instituições que optam por seguir práticas concorrenciais justas e éticas têm uma reputação mais positiva do que aquelas que optam por investir em práticas anticompetitivas. Nesse sentido, a adoção do Compliance Concorrencial é fundamental para aumentar a credibilidade da instituição, fortalecendo sua reputação e imagem para clientes, investidores e outras partes interessadas.

    Redução prejuízos jurídicos e financeiros

    O compliance concorrencial ajuda a reduzir riscos legais e financeiros já que garante que a empresa esteja operando dentro das leis. Desse modo, evita que a instituição sofra multas significativas, ações judiciais e outros custos financeiros.

    Maior eficiência nas operações 

    A adoção das normas e do programa de compliance concorrencial pode auxiliar na identificação de práticas de negócios ineficientes ou desatualizadas. Dessa forma, esse tipo de compliance colabora com bem melhorias nas áreas de conformidade com as leis, gestão de riscos e, também, governança corporativa.

    Aumento da competitividade

    O compliance concorrencial implantado ajuda sua empresa a competir e concorrer com outras organizações com sucesso no mercado. Isto porque práticas competitivas podem ajudar a promover um ambiente concorrencial justo, equilibrado e saudável.

    Além disso, o Compliance concorrencial pode ser uma vantagem competitiva. Isso já que as empresas que demonstram comprometimento com a concorrência justa e ética podem atrair clientes e parceiros comerciais que compartilham os mesmos valores.

    Como aprimorar o Compliance Concorrencial

    Em resumo, podemos afirmar que as empresas que estão em conformidade com as normas de defesa da concorrência são menos propensas a sofrer investigações e ações judiciais que possam prejudicar seus negócios, além de prejuízos financeiros e de reputação. Mas como aprimorar o compliance concorrencial em sua empresa?

    Além de implementá-lo através de normas, políticas e programa de compliance, é importante somar tecnologias que promovam ainda mais proteção para a empresa nesse segmento. Nesse sentido, é interessante buscar e pesquisar sobre soluções de verificações que ajudem a garantir que contratos, novas parcerias e contratações não violem as leis de concorrência e antitruste.

    Assim, soluções como o background check podem auxiliar a aperfeiçoar essa checagem. Isto porque elas ajudam a gerar resultados mais assertivos, completos e detalhados que minimizam a chance de erros e colaboram, portanto, com uma tomada de decisão mais segura.

    Com esse tipo de solução, o compliance concorrencial pode otimizar processos e melhorar sua eficiência. Além disso, esses sistemas dão ao time muito mais praticidade e detalhes que podem ser cruciais para a segurança da empresa.

    Se interessou? Conheça nossas soluções e veja como elas podem auxiliar no compliance concorrencial da sua empresa.