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  • Avaliação de Clientes: Como analisá-los para reduzir riscos

    Avaliação de Clientes: Como analisá-los para reduzir riscos

    A avaliação de clientes é uma ferramenta estratégica que vai muito além de coletar opiniões sobre produtos ou serviços.

    Com o aumento de 12,4% no número de consumidores incapazes de quitar suas dívidas, torna-se essencial que as empresas tenham cuidado e entendam com quem estão se relacionando comercialmente. Esse cuidado não deve se restringir apenas a parceiros e fornecedores, mas também deve incluir os clientes.

    Esse tipo de due diligence deve ser aplicado de forma abrangente, incluindo a análise de quem consome seus produtos ou serviços.

    Pode parecer estranho à primeira vista. Afinal, é necessário verificar os clientes? O cliente não tem sempre razão?

    A resposta é clara: sim, os clientes podem e devem ser verificados.

    Esse é um passo essencial para garantir a segurança do negócio, o cumprimento de normas e regulamentos e o sucesso sustentável a longo prazo. Vamos explorar mais sobre como esse processo funciona e por que ele é tão importante!

    O que de fato é a Avaliação de Clientes?

    Quando falamos sobre avaliação de clientes, logo pensamos naquelas pesquisas de opinião e satisfação que podem ser utilizadas para melhorar a experiência do consumidor em relação a um produto ou serviço.

    No entanto, no contexto em que estamos trabalhando, a avaliação de clientes significa verificar e analisar de forma proativa informações sobre pessoas ou empresas clientes, como antecedentes, histórico de crédito e processos.

    Ou seja, trata-se de realizar a análise de informações que ajudem você a entender o risco que aquele cliente pode representar para o seu negócio.

    Leia também: O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    Três pessoas, um vendedor e dois clientes, em um ambiente corporativo discutindo.
    Avaliação de clientes

    Mas meu cliente pode representar algum risco?

    Assim como qualquer outra parceria, os clientes também podem apresentar riscos para a sua organização.

    Imagine que você gerencie um hotel nas Bahamas, e um novo hóspede roube itens valiosos do saguão ou cause conflitos com outros hóspedes.

    Uma situação como essa não só traria prejuízos financeiros diretos, mas também poderia prejudicar seriamente a reputação do seu hotel.

    Avaliações negativas de outros clientes se espalhariam rapidamente, impactando diretamente a confiança e o interesse de novos hóspedes no seu negócio.

    Veja também: Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los 

    Ao realizar uma avaliação preventiva do cliente, você consegue identificar possíveis riscos e tomar decisões mais seguras, protegendo sua empresa de problemas futuros.

    E como realizar esse tipo de análise?

    Atualmente, a forma mais eficaz de adotar uma abordagem baseada em riscos é utilizando soluções e tecnologias avançadas.

    Com o auxílio de uma plataforma de background check, por exemplo, é possível, a partir de informações simples como o nome ou CPF, acessar dados valiosos, como:

    • Antecedentes criminais
    • Histórico de processos judiciais
    • Histórico de crédito
    • Outras informações relevantes que ajudam a avaliar a probabilidade de uma pessoa ou empresa representar algum tipo de ameaça para sua organização.

    Essas ferramentas proporcionam uma análise detalhada e objetiva, permitindo que decisões sejam tomadas com mais segurança e embasamento.

    Vantagens de realizar a Avaliação de Clientes

    • Prevenção de riscos: A análise antecipada ajuda sua empresa a evitar problemas futuros.
    • Conformidade legal: Ao consultar informações você ajuda o compliance da sua organização a garantir que aquele novo negócio esteja dentro das diretrizes legais vigentes.
    • Fortalecimento da confiança: Clientes percebem o esforço da empresa em conhecê-los e protegê-los, criando um vínculo mais forte.

    A avaliação de clientes é mais do que uma ferramenta para melhorar a experiência do consumidor; ela é um componente estratégico essencial para mitigar riscos e garantir conformidade em um mercado competitivo.

    Quando combinada com práticas como KYC e due diligence, oferece uma abordagem robusta que equilibra segurança, eficiência e satisfação do cliente.

    Empresas que ignoram essa conexão correm o risco de perder competitividade, enquanto aquelas que investem em avaliação integrada ganham em reputação, confiança e resultados.

    Quer conhecer mais formas de realizar essa avaliação? Visite nosso site e fique por dentro!

  • O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992) é uma legislação brasileira que visa punir atos de desonestidade e corrupção no setor público. Ela estabelece as condutas que configuram improbidade administrativa, os sujeitos passivos e ativos da lei, e as penalidades aplicáveis.

    A lei foi criada para proteger o patrimônio público e assegurar a moralidade na administração pública, combatendo práticas que prejudicam o cenário social.

    O que diz a Lei da Improbidade Administrativa?

    A Lei da Improbidade Administrativa define os atos de improbidade em três categorias principais: enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e violação dos princípios da administração pública. 

    Veja também: Fraudes imobiliárias: Veja como se proteger

    Desse modo, ela estabelece que qualquer agente público, bem como terceiros que se beneficiem dos atos ilícitos, pode ser responsabilizado. Como formas de penalidades podem citar perda de bens e valores, ressarcimento ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e multa civil.

    Lei da Improbidade Administrativa

    Quando se aplica a Lei de Improbidade Administrativa?

    A Lei de Improbidade Administrativa se aplica sempre que houver indícios de que um agente público cometeu algum ato ilícito que se enquadre nas categorias estabelecidas pela lei. 

    Isso pode ocorrer em diversas situações, como contratos públicos fraudulentos, uso indevido de recursos públicos, nepotismo, entre outros. Nesse sentido, a aplicação da lei não depende de condenação criminal, ou seja, o processo pode ocorrer simultaneamente ou independentemente de processos penais.

    Quem está sujeito à Lei de Improbidade Administrativa?

    Estão sujeitos à Lei de Improbidade Administrativa todos os agentes públicos, incluindo servidores efetivos, temporários, comissionados, militares, e até mesmo aqueles que exercem função pública sem vínculo empregatício formal. 

    Além disso, pessoas físicas e jurídicas que, de alguma forma, se beneficiem dos atos de improbidade, também podem ser responsabilizadas. Isto é, empresários, fornecedores e qualquer outra parte envolvida podem ser enquadrados na lei.

    O que é considerado ato de improbidade?

    A Lei de Improbidade Administrativa considera atos de improbidade aqueles que envolvem enriquecimento ilícito, causam prejuízo ao erário ou violam os princípios da administração pública. 

    Leia também: Pessoa Politicamente Exposta (PEP/PPE): Entenda o conceito

    Quais são os atos de improbidade administrativa?

    Enriquecimento ilícito

    Enriquecimento ilícito ocorre quando o agente público se apropria de bens ou valores sem justificativa legal. Isso pode incluir o recebimento de propinas, presentes valiosos ou qualquer vantagem econômica que não seja compatível com sua renda oficial.

    Prejuízo ao erário

    Prejuízo ao erário abrange ações que resultam em perda financeira para o poder público. 

    Violação dos princípios da administração pública

    Violação dos princípios da administração pública refere-se a atos que desrespeitam os princípios básicos da administração pública, como nepotismo, favorecimento de terceiros, falta de transparência e omissão de informações obrigatórias.

    O que mudou na nova Lei de Improbidade Administrativa?

    A nova Lei de Improbidade Administrativa trouxe algumas mudanças importantes. Entre as alterações, destaca-se a exigência de dolo para a caracterização de atos de improbidade.  Isso significa que, para ser responsabilizado, o agente deve ter a intenção deliberada de cometer o ato ilícito.

    Quais são as consequências da improbidade administrativa?

    Entre as principais penalidades estão a perda de bens e valores obtidos ilicitamente, ressarcimento integral ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por até 14 anos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais. Além disso, a reputação do agente e da instituição envolvida pode ser seriamente prejudicada, afetando a confiança da sociedade.

    Leia mais em Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los

    Sob essa visão, conhecer a Lei e seus aspectos é essencial para garantir a integridade e a eficiência da administração pública. Isso porque, ao promover a transparência e a responsabilidade, a lei não apenas protege o patrimônio público, mas também melhora a confiança da sociedade nas instituições. 

    Quer conhecer outras leis para manter sua conformidade? Acompanhe nossos conteúdos por aqui!

  • Riscos cibernéticos: Entenda o são e como proteger sua empresa

    Riscos cibernéticos: Entenda o são e como proteger sua empresa

    O que são riscos cibernéticos

    Riscos cibernéticos são ameaças digitais que podem afetar significativamente os sistemas de sua empresa. Eles representam qualquer tipo de ameaça que possa comprometer a segurança, integridade ou disponibilidade de dados e sistemas online.

    Essas ameaças podem incluir uma variedade de ataques, como malware, phishing, negação de serviço (DoS), violações de dados e outras formas de exploração de vulnerabilidades em sistemas e infraestruturas digitais. 

    Riscos cibernéticos

    Principais tipos de ataques cibernéticos

    Existem diferentes formas e tipos de ataques cibernéticos. Vamos conferir os principais:

    Malware

    O malware refere-se ao termo “software malicioso” e explica qualquer tipo de programa de computador projetado para infiltrar-se em sistemas e causar danos, coletar informações confidenciais ou ganhar acesso não autorizado a recursos de computador. Existem vários tipos de malware, incluindo:

    Vírus

    Projetados para causar danos ao sistema ou roubar informações.

    Worms

    Se espalham de um computador para outro através de redes, explorando vulnerabilidades de segurança

    Cavalos de Tróia (Trojans)

    Enganam os usuários para que os instalem, geralmente através de downloads de fontes não confiáveis, e podem ser usados para roubar informações, controlar o sistema ou abrir uma porta para outros malwares.

    Ransomware

    Criptografa os arquivos do sistema e exige um resgate em troca da chave de descriptografia. 

    Spyware

    Coletar informações sobre os hábitos de navegação do usuário, histórico de busca, senhas e outras informações pessoais. Esses dados são então enviados para terceiros sem o conhecimento ou consentimento do usuário.

    Adware

    Exibe anúncios indesejados e intrusivos no sistema do usuário. 

    Phishing

    Técnica usada por cibercriminosos para enganar as pessoas e obter informações confidenciais, como senhas, números de cartão de crédito e informações bancárias. Geralmente, os ataques de phishing são realizados por e-mail, mensagem de texto ou através de sites falsos que se passam por legítimos.

    Ataque DoS e DDoS

    Ataque DoS e DDOs são  ataques que podem causar interrupções significativas nos serviços online, afetando empresas, organizações e até mesmo infraestruturas críticas, como serviços bancários, sites de comércio eletrônico, hospedagem na web e muito mais. 

    Leia também: Fraudes imobiliárias: Veja como se proteger

    Como proteger sua empresa contra riscos cibernéticos? 

    Para proteger sua empresa contra esses riscos é importante tomar algumas ações. Veja as principais! 

    Atualize regularmente seus sistemas 

    Mantenha seus sistemas operacionais, aplicativos e software de segurança atualizados com as últimas correções e patches de segurança. Isso ajudará a proteger os dados da sua empresa contra vulnerabilidades conhecidas e exploits.

    Capacite seus colaboradores e parceiros sobre segurança cibernética

    Invista em treinamento de conscientização em segurança cibernética para seus parceiros. Assim, eles conhecem riscos de phishing, práticas de segurança de senha, uso adequado da Internet e como relatar incidentes de segurança.

    Implemente uma política de segurança de dados

    Desenvolva e implemente uma política de segurança de dados que inclua procedimentos para proteger informações confidenciais, backup regular de dados, criptografia de dados sensíveis e restrição de acesso apenas a funcionários autorizados.

    Invista em soluções de segurança cibernética

    Instale e mantenha atualizados firewalls, antivírus, anti-malware e outras soluções de segurança cibernética para proteger seus sistemas contra ameaças conhecidas e emergentes.

    Identifique riscos

    Identifique e corrija vulnerabilidades em sua infraestrutura de TI, como servidores, redes, aplicativos e dispositivos, para evitar que sejam exploradas por hackers.

    Veja mais dicas em: 3 dicas essenciais para a segurança da sua empresa com Thiago do Prado

    Riscos cibernéticos e compliance

    A relação entre os riscos cibernéticos e a compliance é cada vez mais presente no cenário empresarial. Com a digitalização das operações e a crescente sofisticação dos ataques cibernéticos, as empresas enfrentam uma multiplicidade de ameaças que podem comprometer a segurança dos seus dados e a continuidade dos seus negócios.

    Sob esse viés o compliance surge como um conjunto de práticas que te ajudam a garantir que as organizações estejam alinhadas com as leis, regulamentos e normas de segurança, protegendo assim suas informações e a privacidade de seus clientes.

    Confira também: Veja como funciona a LGPD no mercado financeiro

    Ou seja, algo essencial para o trabalho contra os riscos cibernéticos. Além disso, normas internacionais como a ISO 27001 definem os requisitos para um sistema de gestão de segurança da informação, enquanto padrões específicos como o PCI-DSS são essenciais para empresas que lidam com pagamentos por cartão, assegurando que as transações sejam protegidas contra fraudes.

    A integração entre segurança cibernética e compliance se torna essencial para realizar avaliações de risco regulares , identificando vulnerabilidades de segurança da informação. Monitorar continuamente as atividades e responder rapidamente a incidentes de segurança é importante para minimizar danos e assegurar a conformidade.  

    Proteger sua empresa contra ataques cibernéticos é uma responsabilidade contínua que exige monitoramento, treinamento e  investimento em soluções de segurança cibernética. Com isso,  você pode reduzir significativamente os riscos e manter sua empresa protegida contra ameaças online.

    Quer saber mais dicas de como proteger sua empresa contra riscos? Visite nosso site!

  • OCR: Entenda o que é e qual é sua importância para prevenir fraudes

    OCR: Entenda o que é e qual é sua importância para prevenir fraudes

    Desde a digitalização de arquivos históricos até a automação de processos em empresas, o OCR é ferramenta essencial na era digital. 

    Essa tecnologia permite a conversão de diferentes tipos de documentos, como arquivos em papel digitalizados, PDFs ou imagens capturadas por uma câmera digital, em dados editáveis e pesquisáveis.

    Ele não apenas facilita a conversão de documentos físicos em textos digitais editáveis, mas também melhora a eficiência, reduz custos operacionais e abre novas possibilidades para a análise de dados. Continue a leitura e saiba mais! 

    O que é OCR?

    OCR ou Reconhecimento Óptico de Caracteres (Optical Character Recognition) é uma ferramenta capaz de identificar caracteres em arquivos de imagem e convertê-los em formatos de textos editáveis.

    Nesse sentido, podemos dizer que o OCR possibilita a verificação de informações de forma prática e eficiente. Isso ajuda no entendimento das informações, algo essencial para autenticação de documentos e combate à fraude.

    OCR

    Para que serve o OCR?

    O Reconhecimento Óptico de Caracteres funciona para transformar textos de documentos em arquivos digitais com o fim de validá-los, criar categorias ou enviar a terceiros. 

    Você pode muito bem escanear os arquivos em impressoras e convertê-los em PDFs ou JPGs, mas você não conseguirá pesquisar informações disponíveis nos documentos por palavras-chave ou mesmo editar informações importantes, caso seja necessário.

    Com o  OCR, você pode coletar todas essas informações em textos pesquisáveis e editáveis de maneira automatizada. Assim, você evita ações repetitivas e agiliza consideravelmente o processo que, manualmente, exigiria um grande esforço.

    Além disso, com essa tecnologia, você reduz as vulnerabilidades. Isto é, consegue minimizar os riscos de fraudes e golpes em documentos. 

    Qual é a importância de utilizar o OCR?

    Como vimos, o OCR é importante para agilizar processos e também para o combate à fraudes. Isso porque ele ajuda na autenticação de documentos, evitando que informações falsas passem despercebidas.

    Ou seja, é muito importante para a segurança e conformidade em várias áreas. Entre essas, especialmente, no contexto de documentos sensíveis e regulamentados

    Leia também: Conformidade Regulamentar: Melhores práticas

    OCR e compliance

    Justamente por ser uma ferramenta útil na detecção de fraudes em diversos tipos de documentos, o Reconhecimento Óptico de Caracteres desempenha um papel importante na conformidade de empresas com as leis, regulamentos e padrões éticos.

    Ao garantir uma fácil acessibilidade aos documentos por meio da conversão de textos físicos em digitais, o OCR permite que as organizações cumpram os requisitos de auditorias internas e externas, auxiliando na comprovação de conformidade com requisitos regulatórios.

    Como funciona o OCR?

    As principais fases de funcionamento do OCR são:

    Digitalização

    Consiste na etapa em que, por meio de escaneamento, documentos físicos são digitalizados e convertidos em imagens;

    Pré-processamento

    Antes da análise OCR, são aplicadas técnicas de processamento para melhorar a qualidade da imagem escaneada, como remoção de ruído, ajuste de contraste e desinclinação;

    Segmentação

    Ou seja, a imagem é dividida em áreas individuais onde contém cada caractere e são identificadas as linhas do texto. 

    Reconhecimento de caracteres

    Utilizando um banco de dados de modelos previamente estabelecidos, o OCR reconhece padrões visuais e identifica os caracteres na imagem.

    Pós-processamento

    Após a etapa de reconhecimento de caracteres, são utilizadas técnicas para correção de erros ortográficos e contextuais;

    Saída de texto

    A última etapa consiste na apresentação do texto identificado, que pode ser editado e convertido para os formatos que o usuário preferir.

    OCR e autenticação de documentos

    A autenticação de documentos consiste no processo de verificação da veracidade de um registro, a fim de evitar adulterações. Nesse sentido, podemos apontar o OCR como uma peça fundamental para isso. 

    Isso porque a inteligência do OCR permite que os documentos em análise sejam comparados com documentos originais, identificando suspeitas de adulteração e reconhecendo falsificações.

    Leia também: Face Match: como aplicá-lo ao seu processo de onboarding

    Onde o OCR pode ser utilizado?

    A conversão por OCR pode ser utilizada de diversas maneiras. Algumas delas são:

    Digitalização e transcrição de documentos: O uso do OCR neste processo possibilita que os documentos se tornem pesquisáveis utilizando palavras-chave, facilitando o processo de indexação e otimizando cautelas de segurança.

    Reconhecimento de placas de veículos: Esta medida beneficia os sistemas de segurança e de vigilância no monitoramento de veículos suspeitos e ainda auxilia empresas que têm a necessidade de gerenciar frotas de automóveis.

    Reconhecimento de escrita à mão: A tecnologia de OCR possibilita também a conversão de textos manuscritos em textos digitais, ajudando, por exemplo, na digitalização de documentos antigos.

    Leitura para deficientes visuais: Os softwares de leitura de tela para pessoas cegas utilizam o OCR para interpretar textos em aplicativos, páginas da web e outros conteúdos visuais, logo esta tecnologia se mostra importante também na acessibilidade.

    Importante: Para que o OCR funcione adequadamente é preciso seguir boas práticas de uso. Veja abaixo as principais!

    Boas práticas de uso de OCR

    OCR no onboarding digital de parceiros 

    Durante o processo de onboarding, é comum que empresas precisem coletar e verificar uma grande quantidade de documentos, como contratos, certificados e comprovantes de identidade. Tradicionalmente, essa tarefa era realizada manualmente.

    Todavia, com a  implementação do OCR, essa realidade mudou. A tecnologia automatiza a extração de informações desses documentos, transformando-os em dados estruturados que podem ser facilmente processados e armazenados nos sistemas da empresa.

    Além de agilizar o processo, o OCR melhora a precisão das informações coletadas. Ao eliminar a necessidade de digitação manual, reduz-se significativamente o risco de erros de transcrição.

    Outro benefício significativo do OCR no onboarding digital é a melhoria na experiência do parceiro. O processo se torna muito mais rápido e eficiente, permitindo que os parceiros comecem a operar ou colaborar com a empresa em menos tempo.

    Quer saber mais sobre nossa solução de onboarding? Visite nosso site!

  • Autenticação multifator (MFA): Guia completo para proteger dados

    Autenticação multifator (MFA): Guia completo para proteger dados

    Com o aumento dos ataques cibernéticos, a Autenticação ,ultifator (MFA) tornou-se essencial para a proteção de dados pessoais e corporativos. Desse modo, umas das formas de trabalhar a segurança e proteção dos dados é o MFA. Continue a leitura e vamos entender do que se trata! 

    O que é a Autenticação multifator (MFA)?

    MFA, abreviação para Autenticação multifator, é um método de verificação de identidade que requer mais de uma forma de autenticação e validação para conceder acesso a uma conta ou sistema. Ou seja, em vez de depender apenas de uma senha, a MFA exige múltiplos fatores de autenticação, o que aumenta significativamente a segurança.

    Autenticação multifator (MFA)

    O que significa MFA?

    De modo simplificado, a Autenticação Multifator significa adicionar diferentes métodos de segurança ao processo de login. Assim, para acessar uma plataforma, por exemplo, o usuário precisa fornecer múltiplos fatores de autenticação, como senha, dispositivo e biometria. 

    O que é o código MFA?

    O Código MFA, ou Código de Autenticação Multifator, é um código temporário gerado por um aplicativo de autenticação ou enviado por mensagem de texto para o usuário. Ele funciona como parte do processo de verificação e, geralmente, é composto de seis dígitos.

    Como Usar o MFA?

    O uso da Autenticação Multifator é simples e acessível. Na maioria dos casos, os serviços online oferecem a opção de habilitar o MFA nas configurações de segurança da conta. Assim, uma vez ativado, o usuário precisará seguir as instruções específicas do serviço para configurar e utilizar o MFA.

    Sugestão de leitura: Reconhecimento facial: o que é, como funciona e onde aplicá-lo

    O que torna a autenticação multifator necessária?

    Com o aumento dos números de ataques, golpes e fraudes contra empresas e pessoas, o MFA surge como uma maneira eficiente de proteção. Desse modo, ele ajuda a minimizar os riscos e vulnerabilidades que permitem que sua organização sofra prejuízos.

    Benefícios da autenticação multifator (MFA)

    Como um mecanismo de proteção e segurança, o MFA promove diversos benefícios para sua empresa. Veja os principais!  

    1. Maior segurança

    O principal benefício da Autenticação Multifator é o processo adicional de segurança que torna as contas menos vulneráveis a ataques cibernéticos.

    2. Proteção contra senhas fracas

    Ao adicionar outros fatores de autenticação além das senhas, o MFA reduz a dependência de senhas fracas ou comprometidas.

    3. Conformidade com regulamentações

    Em muitos setores, o MFA é uma exigência regulatória para proteger dados sensíveis e informações confidenciais.

    Veja também: 5 cursos de compliance gratuitos e online para você fazer

    4. Segurança do usuário

    Saber que suas contas estão protegidas por um mecanismo extra de segurança proporciona tranquilidade aos usuários.

    Como o MFA funciona?

    A autenticação multifator funciona adicionando uma ou mais etapas adicionais ao processo de login padrão. Essas etapas podem incluir a inserção de um código enviado por SMS, a verificação de uma impressão digital ou o uso de um token de segurança físico.

    Se liga na Dica do Time: Nosso CTO compartilha 3 dicas sobre segurança de dados com você.

    O que é a autenticação multifator adaptativa?

    A Autenticação multifator Adaptativa é uma forma avançada de MFA que analisa o comportamento do usuário e outros parâmetros de contexto para determinar o nível apropriado de autenticação. Isso permite uma abordagem mais personalizada e adaptável à segurança, ajustando o processo de autenticação com base no risco percebido.

    Sugestão de leitura: O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    Como a inteligência artificial pode melhorar a Autenticação multifator?

    Ao analisar padrões de comportamento do usuário e identificar atividades suspeitas em tempo real, a inteligência artificial (IA) pode melhorar a autenticação multifator. Isso porque ela permite uma resposta rápida a possíveis ameaças e uma adaptação contínua das medidas de segurança com base nas informações coletadas.

    Exemplos de autenticação multifator

    Autenticação por SMS

    Envio de um código de verificação por mensagem de texto para o celular do usuário.

    Aplicativos de autenticação

    Uso de aplicativos móveis, como Google Authenticator ou Microsoft Authenticator, para gerar códigos de autenticação.

    Biometria

    Verificação da identidade do usuário por meio de impressões digitais ou reconhecimento facial. 

    Tokens de segurança

    Utilização de dispositivos físicos, como tokens USB ou cartões inteligentes, para gerar códigos de autenticação.

    Reconhecimento de localização

    Verificação da localização do usuário por meio de GPS ou endereço IP.

    Exemplos de autenticação multifator

    Quais os métodos de autenticação multifator?

    Existem diversos tipos de autenticação multifator. Conheça os principais deles!

    Autenticação por Dois Fatores (2FA): Requer dois fatores de autenticação para verificar a identidade do usuário.

    Autenticação por Três Fatores (3FA): Exige três fatores de autenticação para conceder acesso à conta.

    Autenticação por N Fatores: Pode incluir qualquer número de fatores de autenticação, dependendo dos requisitos de segurança e conformidade.

    Quais as práticas recomendadas para a configuração da autenticação multifator?

    É essencial ativar a Autenticação Multifator (MFA) em todas as contas online, especialmente aquelas que armazenam informações sensíveis. Ao optar por diferentes métodos de MFA para cada conta, aumentamos a segurança, tornando mais difícil para os invasores acessarem nossas informações. 

    Além disso, é crucial manter nossos dispositivos de autenticação, como smartphones e tokens de segurança, protegidos contra acesso não autorizado e educar os usuários sobre como configurar e usar a MFA corretamente, assegurando eficiência na proteção de contas online.

    Perguntas frequentes sobre autenticação multifator (MFA)

    1. Como configurar a Autenticação Multifator em uma conta online?

    Para configurar a Autenticação Multifator em uma conta online, geralmente é necessário acessar as configurações de segurança da conta e seguir as instruções fornecidas pelo serviço específico.

    2. A Autenticação Multifator é segura?

    Sim, a Autenticação Multifator é uma medida de segurança altamente eficaz que adiciona uma camada adicional de proteção às contas online, tornando-as menos vulneráveis a ataques cibernéticos.

    3. Quais são os melhores métodos de Autenticação Multifator?

    Os melhores métodos de Autenticação Multifator são aqueles que combinam diferentes fatores de autenticação, como códigos de verificação, biometria e tokens de segurança físicos, para proporcionar uma segurança máxima.

    4. É necessário usar Autenticação Multifator em todas as contas online?

    Embora não seja obrigatório, é altamente recomendável habilitar a Autenticação Multifator em todas as contas online, especialmente aquelas que contêm informações sensíveis ou financeiras.

    5. Posso desativar a Autenticação Multifator se achar que é muito complicado?

    Embora seja possível desativar a Autenticação Multifator em algumas contas, é importante considerar os riscos de segurança associados a essa ação. É sempre recomendável manter a MFA ativada para proteger suas contas contra acessos não autorizados.

    Quer conhecer outros métodos para proteger sua empresa contra golpes? Visite nosso site e veja nossas soluções de gestão de riscos.

  • Grafoscopia: Saiba o que é e qual sua importância 

    Grafoscopia: Saiba o que é e qual sua importância 

    A escrita à mão é uma das principais formas de comunicação há séculos utilizada para registrar informações e expressar pensamentos. 

    No entanto, além de transmitir mensagens, a escrita manual também carrega consigo características únicas de cada indivíduo, como uma espécie de “impressão digital” pessoal.

    É aqui que entra a grafoscopia, uma ciência que se dedica a analisar e interpretar essas características para diversos fins, desde a autenticação de documentos até a investigação de fraudes. 

    Neste artigo, vamos entender mais sobre essa técnica e como ela pode te ajudar a reduzir riscos em sua empresa. Continue a leitura!

    O que é grafoscopia 

    Em complemento a documentoscopia, que é o estudo de documentos, a grafoscopia é a técnica responsável por avaliar a assinatura ou forma de escrever as letras de determinada pessoa.

    Isto é, uma técnica responsável por identificar se quem escreveu e assinou um documento é, de fato, a pessoa adequada. Isso inclui a análise de aspectos como a pressão exercida, a inclinação das letras, a forma e tamanho das letras, entre outros.

    Nesse sentido, mais do que uma ciência, a grafoscopia é uma técnica essencial para combater fraudes e validar documentos. 

    Grafoscopia para análise de assinatura

    Etapas essenciais da grafoscopia

    A grafoscopia envolve diversas etapas, começando pela coleta de amostras de escrita para análise. Vamos conferir abaixo! 

    1. Coleta de amostras

    O primeiro passo é reunir uma variedade de amostras de escrita questionada e compará-las com amostras de referência conhecidas.

    2. Exame visual

    As amostras de escrita são examinadas visualmente para identificar padrões e características distintivas, como a pressão do traço, a inclinação das letras e a uniformidade da escrita.

    3. Análise detalhada

    Cada amostra deve ser analisada minuciosamente para identificar características únicas e compará-las com as amostras de referência.

    4. Comparação e verificação

    Uma comparação é feita entre a escrita questionada e as amostras de referência para determinar a autenticidade e identificar possíveis discrepâncias.

    5. Relatório final  

    Com base na análise realizada, um relatório detalhado é elaborado, destacando as conclusões e recomendações do perito em grafoscopia.

    Sugestão de leitura: Fraudes imobiliárias: Veja como se proteger

    Grafoscopia

    Pontos Considerados na Grafoscopia

    Na análise grafoscópica, diversos pontos são considerados, incluindo a uniformidade da escrita, a coerência dos traços, a pressão aplicada, a inclinação das letras, a fluidez do movimento, entre outros. Esses detalhes fornecem pistas importantes para a identificação do autor.

    Além disso, é possível identificar a escrita levando em consideração diferentes estilos. Aqui estão alguns exemplos:

    Escolar

    A escrita escolar é caracterizada por letras bem formadas, geralmente seguindo um padrão aprendido na escola. As letras são uniformes em tamanho e forma, com espaçamento regular entre palavras e letras. A pressão do traço pode variar, mas geralmente é moderada.

    Canhestra

    A escrita canhestra é marcada por traços irregulares e desajeitados. As letras podem ser mal formadas e desalinhadas, com espaçamento inconsistente entre palavras e letras. A pressão do traço pode ser inconsistente, resultando em letras fracas e tremidas.

    Emancipado

    A escrita emancipada é caracterizada por uma maior liberdade e individualidade. As letras podem ser mais estilizadas e expressivas, com variações significativas no tamanho e na forma. O espaçamento entre palavras e letras pode ser mais amplo, e a pressão do traço varia de leve a forte, dependendo da intenção do escritor.

    Senil

    A escrita senil pode mostrar sinais de deterioração devido ao envelhecimento ou problemas de saúde. As letras tendem a ser tremidas e irregulares, com espaçamento irregular e pressão do traço fraco. A escrita senil pode ser difícil de ler e pode mostrar uma diminuição na habilidade de coordenação motora fina.

    Veja também: Autenticação de usuários: o que é e quais métodos utilizar

    Como funciona a grafoscopia

    A grafoscopia utiliza uma abordagem meticulosa para examinar e comparar características da escrita manual. Com o uso de instrumentos especializados e análise visual, os peritos em grafoscopia são capazes de determinar a autenticidade de documentos e detectar possíveis fraudes.

    Um exemplo é com assinaturas que podem ser analisadas a partir de informações como qual objeto foi utilizado para escrever ou em que superfície aquilo foi escrito.

    Função do perito em grafoscopia: O perito deve determinar a autenticidade de documentos, assinaturas ou qualquer tipo de texto escrito à mão. Mas não é o responsável por avaliar ou tomar decisões a partir dos resultados encontrados. 

    Qual a importância da grafoscopia

    Mediante ao acontecimentos atuais como, o aumento no número de fraudes e aplicação de golpes constantes, a grafoscopia desempenha um papel fundamental na prevenção e detecção de fraudes documentais.

    Além disso, especialmente em casos judiciais, transações financeiras e investigações criminais, a técnica ajuda a identificar e a autenticar documentos, o que é imprescindível para garantir a integridade, conformidade e segurança em sua organização. 

    Como a grafoscopia é utilizada

    A grafoscopia é amplamente utilizada em uma variedade de contextos, incluindo bancos, empresas, agências governamentais e escritórios de advocacia. 

    Sua aplicação pode variar desde a verificação de assinaturas em contratos até a investigação de documentos questionáveis em casos criminais.

    Leia também: Background check: o que é e qual a sua importância

    Outra situação em que ela lá pode ser utilizada para restauração de documentos antigos. Além disso, ela também funciona para documentos e documentos digitais e de textos de redes sociais, psicologia forense e muitas outras aplicações.

    Grafoscopia e prevenção às fraudes

    O papel da grafoscopia é vital para o processo de prevenção às fraudes. A capacidade de identificar sinais de falsificação ou alteração em documentos pode ajudar a evitar problemas legais e financeiros em potenciais parceiras, por exemplo.

    Quer conhecer outras formas de prevenir fraude? Visite nosso site e conheça nossas soluções de background check!

  • Devida Diligência sobre o Cliente (DDC): Veja como se manter em conformidade

    Devida Diligência sobre o Cliente (DDC): Veja como se manter em conformidade

    A Due Diligence sobre o Cliente (DDC) é um processo de investigação e avaliação que as empresas realizam para conhecer melhor os seus clientes, especialmente em termos de risco e conformidade.

    Devida Diligência sobre o Cliente (DDC) : Entenda e veja como se manter em conformidade

    A importância da Devida Diligência sobre o Cliente é indiscutível atualmente. Isso acontece porque,  para qualquer empresa que deseje manter sua integridade e reputação, essa prática também conhecida como DCC é essencial. 

    Por isso, para você e sua empresa é importante entender o que exatamente é a DDC e, desse modo, garantir que sua instituição atue e tenha seus processos em conformidade, de acordo com as regulamentações. Continue a leitura e entenda mais sobre! 

    Entenda o que é a Devida Diligência sobre o Cliente (DDC)

    A Devida Diligência sobre o Cliente ou DDC é um processo fundamental para as empresas regulamentadas. Isso visto que ela envolve a verificação e análise da identidade e histórico de um cliente, assim como a avaliação de possíveis riscos associados a essa relação de negócios.

    Nesse sentido, a  DDC é uma parte fundamental no processo de combate à lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e outras atividades criminosas. Ou seja, é um processo que ajuda a garantir a integridade e a transparência das operações, reduzindo a possibilidade de uso indevido de serviços financeiros para atividades ilícitas. Nesse sentido, podemos dizer que a Devida Diligência sobre clientes inclui elementos como:

    1 – Identificação do Cliente

    Isto é, a coleta de informações pessoais, como nome, endereço, data de nascimento e número de identificação. Para que, dessa maneira, você consiga estabelecer a identidade do cliente.

    2 – Verificação da Identidade

    Autenticar a identidade do cliente por meio de documentos de identificação, como carteira de identidade, passaporte e outros dados.

    3 – Análise de Risco Avaliação 

    Isso consiste na avaliação dos riscos associados ao cliente e à natureza de suas transações, considerando fatores como histórico financeiro, local de residência, atividades comerciais, entre outros.

    4 – Monitoramento Contínuo 

    Ou seja, acompanhar as atividades do cliente ao longo do relacionamento comercial. Isso com o objetivo de identificar transações suspeitas ou alterações significativas em seu perfil de risco.

    Em resumo, a  DDC funciona como um processo crítico para garantir a conformidade com as regulamentações e legislação vigentes. Ela ajuda a criar uma base sólida para relacionamentos de negócios transparentes e confiáveis.

    Pessoa realizando o processo de DCC

    Qual a importância da DCC

    Com o  objetivo de determinar se esses clientes estão envolvidos em atividades ilegais, a DCC é muito importante para proteger sua empresa de riscos financeiros e legais. Afinal, a identificação de clientes que possam estar envolvidos em atividades ilegais pode evitar que sua empresa sofra uma série de consequências legais.

    Além disso, a Devida Diligência sobre o Cliente também ajuda a manter a integridade e, por consequência, a reputação de sua empresa. Isso porque as pessoas esperam que as empresas atuem de maneira ética e estejam comprometidas com a prevenção de atividades ilegais. Sob essa ótica, a conformidade com a DDC demonstra que sua empresa leva a sério essas responsabilidades.

    Veja também: Gestão de riscos e compliance: entenda as diferenças

    Como implementar a devida Diligência sobre o Cliente em sua empresa

    Agora que já sabemos sobre a importância dessa prática é preciso entender como aplicá-la em sua empresa. Para isso, inicialmente, é preciso construir uma Política de DCC clara que estabeleça os procedimentos e as diretrizes para sua organização. Essa política deve estar de acordo com as regulamentações locais e internacionais aplicáveis à sua organização. 

    Em seguida, é necessário realizar a identificação do seu cliente. Isso significa que, ao estabelecer um relacionamento com um novo cliente, você deve coletar informações precisas sobre ele. Algumas dessas informações podem ser nome, endereço, data de nascimento, número de identificação e outros dados relevantes.

    Uma vez feito isso, é ideal aplicar o processo de Know Your Customer (KYC). Tal prática te ajuda a realizar uma análise de risco, responsável por determinar o nível de diligência necessário para cada cliente. Assim, você pode direcionar recursos de forma proporcional ao risco representado pelo cliente.  

    Clientes de alto risco, por exemplo, exigem um cuidado mais rigoroso.

    Depois desse tipo de verificação, é importante autenticar seu cliente. Isto é, você deve validar as informações e documentos coletados acerca do seu cliente. Com isso, você consegue identificar fraudes e possíveis golpes. As mesmas práticas devem ser feitas de forma contínua com o objetivo de monitorar novas atividades do cliente e proteger sua instituição. 

    Além disso, para que todo esse processo seja eficaz, é importante oferecer treinamentos e capacitações para sua equipe. Dessa forma, seus colaboradores vão estar prontos para identificar possíveis falhas e riscos que possam vir a prejudicar a conformidade de sua empresa. 

    Soluções de Devida Diligência sobre o Cliente 

    Como forma de otimizar o processo de Devida Diligência sobre o Cliente e garantir resultados precisos, você pode investir em soluções de gestão de riscos. O Background Check, por exemplo, é uma verificação que pode te ajudar a checar informações sobre seu cliente de maneira ágil e com maior precisão. 

    Assim, em poucos segundos você consegue consultar informações como análise de crédito, listas restritivas, antecedentes criminais e outros dados que te ajudam a tomar decisões mais embasadas sobre essa relação comercial. Além disso, com a validação de dados, você pode autenticar documentos e identificar clientes, reduzindo erros e evitando fraudes e golpes. 

    Com isso, você promove mais integridade e segurança para sua empresa e mitiga riscos que podem prejudicar sua reputação no mercado. 

    Quer saber mais sobre isso? Visite nosso site e conheça nossas soluções!

  • Certificações e Licenças: Entenda a importância para sua empresa

    Certificações e Licenças: Entenda a importância para sua empresa

    Licenças e certificações para empresas são documentos legais que comprovam que uma empresa cumpre com determinados requisitos, regulamentos e padrões estabelecidos por autoridades governamentais ou organizações relevantes para o segmento.

    No mercado atual, marcado por um cenário altamente competitivo, as empresas precisam construir e encontrar estratégias para se destacar e conquistar a confiança de clientes, parceiros e investidores. 

    Para isso, é essencial que a empresa garanta qualidade da infraestrutura, responsabilidades nas entregas, segurança em suas soluções, além de precisar seguir com todas as regulamentações vigentes.  

    Nesse sentido, uma estratégia eficaz que tem se tornado cada vez mais relevante é a obtenção de licenças e certificações que comprovam o compromisso da empresa com a qualidade, segurança e legislações vigentes. Continue a leitura e saiba mais sobre isso!

    Verificando licenças e certificações

    O que são licenças e certificações e quais suas principais vantagens 

    Licenças e certificações são documentos que atestam que uma pessoa, empresa ou solução atende a certos padrões vigentes. Eles desempenham um papel fundamental em diferentes áreas, desde a legalidade e segurança até a qualidade e conformidade em diferentes setores. 

    Para sua empresa, possui licenças e certificações que garantem conformidade e diversas vantagens. Veja abaixo as principais! 

    Proteção Pública para seus públicos

    As licenças são frequentemente emitidas para garantir a segurança e o bem-estar dos públicos, assegurando que organizações e seus servidores atendam a padrões mínimos de qualidade e segurança.

    Veja também: Compliance empresarial: o que é e como implementá-lo

    Controle e Fiscalização

    Licenças permitem às autoridades reguladoras monitorar e fiscalizar as atividades das empresas, ajudando a evitar práticas ilegais, fraudes e atividades perigosas que colocam em risco sua empresa. 

    Qualidade e Confiabilidade

    Certificações demonstram que um produto ou serviço atende a padrões reconhecidos, o que pode aumentar a confiança dos clientes na qualidade e confiabilidade do que está sendo oferecido.

    Conformidade Regulatória

    Algumas certificações são necessárias para cumprir regulamentações específicas em setores regulamentados. Assim, elas te ajudam a evitar problemas jurídicos e a evitar danos.

    Competitividade no mercado

    Ter certificações pode conferir uma vantagem competitiva, uma vez que os clientes muitas vezes preferem produtos e serviços que atendem a padrões reconhecidos.

    Sob essa visão podemos dizer que as principais vantagens incluem a legalidade, proteção pública, qualidade, competitividade e conformidade regulatória. 

    A importância de licenças e certificações 

    As licenças e certificações são alguns documentos necessários para que as empresas consigam operar legalmente no mercado, assegurando compromisso com seus processos, segurança e conformidade com normas específicas. 

    Sob essa ótica, podemos afirmar que tais documentos são cruciais para evitar sanções administrativas e danos à reputação da empresa perante ao mercado. Isso já que eles confirmam e garante que a organização realiza seus procedimentos de maneira adequada, conforme as normas. 

    Como consequência, empresas que possuem suas certificações e licenças em dia, não apenas estão cumprindo requisitos, mas também estão fortalecendo sua reputação da empresa e promovendo mais confiança dos clientes.

    O papel das licenças e certificações para a confiança dos clientes

    As licenças e certificações desempenham um papel fundamental na construção da confiança dos clientes. Quando uma empresa é reconhecida por atender a determinados padrões de qualidade, segurança ou transparência, ela automaticamente se destaca em um mercado rico em diversas opções. 

    Os clientes tendem a escolher empresas certificadas, pois isso lhes proporciona uma sensação de segurança e confiança na relação. Isso por ser visto, por exemplo, em setores como logística e do mercado financeiro, nos quais a obtenção de certificações de segurança e qualidade é essencial para garantir que as soluções atendam aos padrões regulatórios.

    Além disso, os consumidores, parceiros e investidores estão cada vez mais conscientes dessas certificações. Por isso, elas se tornam relevantes para eles ao fazer suas escolhas e um dos principais fatores de diferenciação para uma empresa. 

    Certificações e licenças como estratégias para o Compliance 

    Além de ser um diferencial competitivo, as licenças e certificações também ajudam o Programa de Compliance de sua empresa. Isso porque, ao cumprir as regulamentações e padrões, as instituições minimizam a probabilidade de problemas legais, multas e recalls de produtos. 

    Desse modo, empresas evitam bloqueios e riscos reputacionais. Isto é, minimizam riscos, danos e economizam recursos valiosos para sua existência. 

    Caso o contrário, o não cumprimento de regulamentações e a falta de licenças e certificações, pode resultar em multas e penalidades. A obtenção de certificações apropriadas e a manutenção de licenças em dia ajudam a evitar esses custos adicionais.

    Ou seja, as certificações e licenças desempenham um papel estratégico no Compliance, ajudando as organizações a cumprir regulamentações, melhorar sua imagem, gerenciar riscos e garantir a qualidade de suas operações. 

    Como verificar as certificações e licenças de parceiros 

    Para garantir uma relação mais segura e de mais confiança, seja com seus clientes, parceiros, fornecedores e outros, é imprescindível realizar a checagem de certificações e licenças. Isso já que essa verificação permite autenticar esses documentos. 

    Nesse sentido, soluções como a documentoscopia e a validação de dados, por exemplo, são essenciais para você e sua empresa, te ajudando a confirmar informações sobre seus parceiros e garantindo que ele esteja em conformidade com as regulamentações. 

    Para realizar tal procedimento, você pode investir em soluções de alta tecnologia que conseguem fazer esse reconhecimento de maneira automatizada. Assim, você verifica as informações em poucos minutos e minimiza riscos que podem colocar sua empresa em vulnerabilidade. 

    Quer saber mais sobre essas soluções? Acesse nosso site e fique por dentro dos nossos produtos!

  • Parametrização de riscos: Por que classificar ocorrências em seu KYP

    Parametrização de riscos: Por que classificar ocorrências em seu KYP

    Já percebeu como um semáforo funciona? Quando ele está verde, você pode seguir e quando está vermelho, você precisa parar por alguns instantes e, além disso, quando está amarelo talvez você possa seguir mas com cuidado.

    Assim como no trânsito, a parametrização dos riscos permite que sua empresa identifique, avalie e classifique os riscos de maneira eficaz, garantindo uma gestão mais segura e eficiente.

    Continue a leitura e descubra como classificar riscos relacionados a colaboradores, fornecedores, parceiros e clientes, assegurando a integridade e o sucesso do seu negócio.

    Entenda a parametrização dos riscos

    A parametrização de riscos é uma etapa fundamental na gestão de riscos corporativos, permitindo que as organizações identifiquem, avaliem e classifiquem ameaças potenciais de maneira estruturada.

    Nesse sentido, podemos dizer que ela envolve a definição de critérios e parâmetros específicos para avaliar e categorizar os riscos que sua empresa pode enfrentar.

    É aí que entra a parametrização, que permite tomar decisões informadas, alinhadas aos critérios de risco estabelecidos pela organização.

    Parametrização de riscos

    Mas como implementar esses parâmetros?

    Veja o passo a passo para criar uma classificação eficiente.

    • Identificação dos riscos: Mapeie todas as possíveis ameaças que podem afetar a organização, considerando fatores internos e externos.
    • Definição de parâmetros: Estabeleça critérios claros para avaliar a probabilidade e o impacto de cada risco identificado.
    • Avaliação dos riscos: Aplique os parâmetros definidos para classificar os riscos, determinando quais requerem atenção prioritária.
    • Desenvolvimento de planos de mitigação: Crie estratégias para reduzir ou eliminar os riscos mais significativos, implementando controles adequados.
    • Monitoramento e revisão: Estabeleça um processo contínuo de monitoramento dos riscos e revise os parâmetros periodicamente para refletir mudanças no ambiente de negócios.

    Veja também: Avaliação de fornecedores: 5 critérios para analisar

    Qual a importância dessa classificação?

    Implementar uma parametrização de riscos eficaz oferece diversos benefícios para as organizações.

    Primeiramente, ela proporciona uma base sólida para a tomada de decisões informadas, garantindo que os riscos sejam considerados de forma consistente nas estratégias empresariais.

    Além disso, permite a alocação eficiente de recursos, direcionando-os para áreas com maior exposição ao risco e otimizando investimentos em controles e medidas de mitigação.

    Por fim, auxilia no cumprimento de requisitos legais e normativos, demonstrando uma abordagem proativa na gestão de riscos e assegurando a conformidade regulatória da empresa.

    Tecnologias que podem te ajudar nesse processo

    Para auxiliar nesse processo, existem diversas soluções especializadas que oferecem ferramentas e metodologias eficazes.

    Uma dessas soluções é uma plataforma de background check.

    A da BGC Brasil, por exemplo, realiza verificações abrangentes de antecedentes de pessoas e empresas, fornecendo informações detalhadas que permitem uma avaliação precisa dos riscos associados a colaboradores, fornecedores, parceiros e clientes.

    A solução automatizadas agilizam o processo de background check e classifica de modo automatizado as ocorrências encontradas, de acordo com sua regra de negócio, garantindo rapidez e precisão nas análises.

    Quer testar a plataforma? Fale com nosso time!

  • Veja como funciona a LGPD no mercado financeiro

    Veja como funciona a LGPD no mercado financeiro

    A Lei Geral de Proteção de Dados, conhecida como LGPD tem como objetivo proteger os dados pessoais dos cidadãos brasileiros, garantindo que empresas e organizações tratem as informações coletadas de forma segura e transparente.

    Com o crescimento da tecnologia, é necessário ter cautela e segurança com o uso dos dados pessoais. Por essa razão, a LGPD foi criada e exige às empresas que antes de utilizar e coletar dados, as empresas devem solicitar ao titular deles um consentimento prévio e tem direito também a solicitar a exclusão de suas informações.

    Nesse sentido, podemos dizer que a LGPD orienta as empresas a adotarem medidas de segurança adequadas para proteção dos dados. Tal medida é essencial, principalmente, para empresas do setor financeiro que lidam constantemente com dados pessoais e precisam garantir a segurança para seus usuários. 

    Entenda o que é a LGPD

    A LGPD, Lei Geral de Proteção de Dados, é a Lei n° 13.709/2018 e consiste em uma lei brasileira que entrou em vigor em setembro de 2020 com o principal objetivo de garantir a proteção e a privacidade dos dados pessoais dos cidadãos. Assim, ela se aplica a todas as empresas que realizam o tratamento de dados pessoais no Brasil, incluindo empresas estrangeiras que oferecem bens ou serviços no país. 

    A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)  estabelece normas e regras claras acerca da coleta, uso, armazenamento e compartilhamento de dados pessoais. Além disso, ela confere sobre como deve ou não ocorrer a transferência de dados para outros países.

    Assim, para que os dados sejam protegidos da maneira correta, a lei também estabelece e prevê sanções para as empresas que não cumprirem suas disposições, incluindo multas, suspensão de suas atividades e bloqueio de bens. Sob esta perspectiva, a LGPD é importante para proteger a privacidade dos indivíduos, garantindo a segurança dos seus dados pessoais. 

    LGPD no mercado financeiro

    Entenda o mercado financeiro 

    O mercado financeiro é um ambiente complexo e dinâmico, onde informações e dados são essenciais para tomar decisões estratégicas. Com a evolução da tecnologia e o acesso cada vez mais fácil às informações, a análise de dados e usos de dados tornou- se uma ferramenta fundamental nesse setor, não apenas para a realização de operações e serviços, mas também para garantir experiências seguras para o usuário 

    Nesse sentido, a coleta e análise de dados é uma prática comum em diversas áreas do mercado financeiro, desde análises até o uso de dados como balanços financeiros, relatórios de analistas, indicadores econômicos e dados pessoais dos usuários. Por essa razão, é indispensável para o mercado financeiro conhecer formas de tratar essas informações de maneira segura e correta. 

    Veja também: Due diligence e compliance: entenda qual é a relação 

    A LGPD no mercado financeiro 

    No mercado financeiro, a LGPD tem um papel indispensável no que diz respeito à proteção dos dados sensíveis dos clientes. Isso porque nesse setor as informações pessoais como dados bancários, dados de investimentos e informações pessoais são necessários para a realização de operações e processos. Além disso, a lei também afeta empresas de fintechs e startups financeiras, que precisam se adequar às novas regulamentações para proteger seus usuários e garantir uma experiência segura. 

    Entre as principais transformações causadas pela implementação da LGPD no mercado financeiro estão a necessidade de consentimento de forma prévia para a coleta e uso de dados, a possibilidade do titular dos dados solicitar a exclusão de suas informações e a obrigação dessas empresas em adotar medidas de segurança adequadas para proteção dos dados dos usuários. 

    Sob esta visão, a lei exige que as empresas criem políticas claras de privacidade e proteção de dados que visem manter as informações de seus clientes e públicos em segurança e confiança. Assim, para garantir a conformidade em relação a essa lei, por exemplo, as empresas devem adotar uma política de boas práticas de segurança, como criptografia de dados e sistemas de autenticação de usuários. 

    Além disso, para as empresas do mercado financeiro que decidem não cumprir com as leis vigentes, as penalidades são altas. Entre elas podemos citar os prejuízos, bloqueios financeiros significativos e até mesmo o fechamento da empresa.

    A autenticação do usuário como forma de proteger os dados no mercado financeiro 

    Para garantir que a empresa continue operando de maneira eficiente, existem várias tecnologias de autenticação de usuário que as empresas do mercado financeiro podem utilizar para garantir a segurança e a proteção dos dados dos clientes. Desse modo, além da conformidade perante a legislação vigente, a empresa promove uma experiência segura e transparente para o usuário que contribui. Veja algumas dessas tecnologias:

    Autenticação de dois fatores 

    Essa tecnologia exige que o usuário compartilhe duas formas de identificação para acessar sua conta. Esses métodos podem ser uma senha e um código enviado por mensagem de texto ou um código gerado por um aplicativo de autenticação.

    Tokens de segurança

    Os tokens de segurança são dispositivos que geram códigos temporários. Por meio desses códigos, o usuário valida suas informações pessoais e pode acessar sua conta com segurança. 

    Biometria Facial 

    Por meio da tecnologia de biometria facial,as características físicas ou comportamentais exclusivas do usuário são identificadas e validadas. Isso acontece porque a biometria facial utiliza características únicas de cada indivíduo, considerando os traços faciais, distância entre os olhos, movimento do rosto, entre outros aspectos que fazem parte da autenticação por reconhecimento facial. 

    Dessa maneira, a tecnologia identifica o usuário com uma taxa de precisão muito alta e superior às demais ferramentas. Além disso, a biometria facial ajuda a combater fraudes e golpes com muito mais facilidade, já que a identificação pelas características faciais impede a utilização de imagens, fotografias e vídeos adotados para a aplicação de golpes e fraudes de identidade.

    Assim, essa tecnologia apresenta diversas vantagens para garantir que os dados do usuário fiquem em segurança, respeitando os padrões de ética e a Lei Geral de Proteção de Dados. Ou seja, assegurando que a empresa do mercado financeiro esteja adequada e livre de sanções. 

    Para saber mais sobre essa tecnologia, acesse nosso site e confira nossa solução de validação Biométrica Contínua, responsável por validar usuários de forma contínua, utilizando a ferramenta de reconhecimento facial, com tecnologia anti-spoofing.

    Resultados da LGPD no mercado financeiro

    As instituições financeiras foram obrigadas a adotar medidas mais rigorosas para proteger as informações pessoais dos seus clientes, implementando técnicas para prevenir acessos não autorizados, vazamentos e uso indevido de dados. Com isso, é possível afirmar que a LGPD no mercado financeiro gera diversos resultados, um dos principais foi o reforço da segurança e da privacidade dos dados dos clientes e até mesmo da empresa que consegue minimizar os riscos de fraudes e golpes. 

    Além disso, a LGPD trouxe a necessidade de as empresas obterem o consentimento explícito dos clientes para a coleta, armazenamento e processamento de seus dados pessoais. Tal ação significa que as instituições financeiras precisaram rever suas políticas de privacidade, ou seja, torná-las mais transparentes e acessíveis.

    Sob esta ótica, a LGPD no mercado financeiro também tem como resultado importante o fortalecimento dos direitos dos titulares dos dados no mercado financeiro. Isso já que, agora, os clientes têm o direito de acessar suas informações pessoais, corrigi-las, solicitar a exclusão dos dados e obter informações claras sobre o uso e compartilhamento dessas informações pelas instituições financeiras. Esses direitos aumentam a transparência nas relações entre as empresas financeiras e os clientes, melhorando a reputação da instituição. 

    Em resumo podemos dizer que os resultados da LGPD no mercado financeiro foram positivos, porque  fortaleceram a segurança e a privacidade dos dados dos clientes, aumentaram a transparência nas relações comerciais e estimularam o desenvolvimento de tecnologias que ajudam a tornar seus processos mais seguros e confiáveis. Por isso, a conformidade com a lei LGPD precisa ser levada a sério por sua empresa que precisa se adaptar às novas exigências legais e investir em tecnologias de autenticação do usuário e proteção de dados.