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  • Demissão sem justa causa: entenda como reduzir essa situação

    Demissão sem justa causa: entenda como reduzir essa situação

    A demissão sem justa causa é uma prática comum nas relações trabalhistas no Brasil, ocorrendo quando o empregador encerra o contrato de trabalho sem que o empregado tenha cometido falta grave.

    Essa modalidade de desligamento é regida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e exige o cumprimento de direitos específicos previstos na legislação trabalhista, tanto para o trabalhador quanto para a empresa.

    A demissão sem justa causa geram custos significativos para as empresas, como o pagamento das verbas rescisórias, a multa de 40% sobre o FGTS e a necessidade de cumprir o aviso prévio. Além disso, o turnover elevado pode comprometer a produtividade e o clima organizacional.

    Para os empregadores, evitar demissões desnecessárias e reduzir o turnover é um desafio constante. Uma estratégia eficaz para minimizar esses impactos é investir em processos seletivos mais assertivos.

    Neste artigo, você vai entender o que caracteriza a demissão sem justa causa, quais são os direitos e deveres de empregadores e empregados, e como aplicar práticas que podem reduzir essa situação no seu negócio. 

    mulher carrrregando sua caixa de pertences após a sua demissão.
    Demissão sem justa causa: entenda como reduzir essa situação.

    O que é demissão sem justa causa?

    A demissão sem justa causa ocorre quando o empregador decide encerrar o contrato de trabalho sem que o empregado tenha cometido uma falta grave. Essa modalidade de desligamento é prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e garante ao trabalhador uma série de direitos rescisórios.

    Diferença entre demissão sem justa causa e com justa causa

    • Demissão sem justa causa: ocorre por iniciativa do empregador, sem necessidade de justificativa específica. O trabalhador tem direito a verbas rescisórias completas, incluindo aviso prévio, saldo de salário, férias proporcionais acrescidas de um terço, 13º salário proporcional, saque do FGTS com multa de 40% e habilitação ao seguro-desemprego;
    • Demissão com justa causa: resulta de uma falta grave cometida pelo empregado, como ato de improbidade, incontinência de conduta ou mau procedimento. Nesses casos, o trabalhador perde direitos como aviso prévio, 13º salário proporcional, férias proporcionais e saque do FGTS, além de não ter direito ao seguro-desemprego.

    Obrigações legais na demissão sem justa causa

    Para cumprir a legislação trabalhista, o empregador deve:

    1. Conceder aviso prévio: comunicar o empregado com antecedência mínima de 30 dias ou indenizar o período correspondente;
    2. Pagar verbas rescisórias: quitar saldo de salário, férias vencidas e proporcionais com adicional de um terço, e 13º salário proporcional;
    3. Depositar multa do FGTS: efetuar o pagamento de 40% sobre o saldo do fundo de garantia por tempo de serviço acumulado;
    4. Fornecer documentação para seguro-desemprego: entregar as guias necessárias para que o trabalhador possa solicitar o benefício, caso atenda aos requisitos legais.

    Dados do Ministério do Trabalho e Emprego indicam que, em 2023, aproximadamente 47% dos desligamentos no Brasil foram por demissão sem justa causa, refletindo uma redução em relação aos 56% registrados em 2020.

    Essa tendência pode estar associada a estratégias empresariais focadas na retenção de talentos e na melhoria do clima organizacional.

    A demissão sem justa causa é um direito do empregador, desde que sejam respeitadas as obrigações legais e garantidos os direitos do trabalhador. Adotar práticas preventivas e manter uma comunicação transparente são passos essenciais para promover um ambiente de trabalho saudável e produtivo.

    Direitos do trabalhador na demissão sem justa causa

    A legislação trabalhista brasileira assegura ao trabalhador uma série de direitos que visam proporcionar suporte financeiro durante a transição para uma nova oportunidade profissional.

    Principais direitos do trabalhador na demissão sem justa causa:

    1. Aviso prévio: o empregado tem direito a um aviso prévio de, no mínimo, 30 dias. caso o empregador opte pela dispensa imediata, deverá pagar o valor correspondente a esse período;
    2. Saldo de salário: corresponde aos dias trabalhados no mês da demissão que ainda não foram pagos;
    3. Férias vencidas e proporcionais: inclui o pagamento das férias não gozadas referentes a períodos aquisitivos completos, acrescidas de um terço, além das férias proporcionais ao período trabalhado no último ano;
    4. 13º salário proporcional: pagamento referente aos meses trabalhados no ano da demissão, calculado proporcionalmente;
    5. Fundo de garantia do tempo de serviço (FGTS): o trabalhador tem direito ao saque do saldo total do FGTS acumulado durante o contrato de trabalho. Além disso, o empregador deve pagar uma multa rescisória de 40% sobre o valor total dos depósitos realizados no fundo;
    6. Seguro-desemprego: o empregado dispensado sem justa causa pode ter direito ao seguro-desemprego, desde que atenda aos requisitos estabelecidos, como tempo mínimo de trabalho e número de solicitações anteriores.

    Atualizações recentes e informações complementares:

    Em outubro de 2024, circularam informações sobre mudanças na multa do FGTS e no seguro-desemprego, porém o Governo Federal esclareceu que não haverá alterações nesses direitos, mantendo a multa de 40% sobre o FGTS e as regras atuais do seguro-desemprego. 

    Além disso, em agosto de 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou um decreto presidencial que desobriga o Brasil de cumprir uma norma internacional que proibia a demissão sem justa causa.

    Com essa decisão, mantém-se a possibilidade de desligamento por iniciativa do empregador, desde que sejam respeitados os direitos trabalhistas previstos na legislação brasileira. 

    É fundamental que os trabalhadores estejam atentos aos seus direitos em casos de demissão sem justa causa. Em caso de dúvidas ou se perceberem irregularidades no processo de desligamento, recomenda-se buscar orientação junto a órgãos de defesa do trabalhador ou profissionais especializados em direito trabalhista. 

    Como evitar e reduzir turnover em sua empresa

    O turnover, também conhecido como índice de rotatividade, é uma métrica que mede a taxa de entrada e saída de colaboradores em uma empresa durante um determinado período. Esse indicador reflete a estabilidade ou a fluidez da equipe e é calculado com base no número de demissões e contratações realizadas.

    Reduzir o turnover, ou a rotatividade de funcionários, é um desafio significativo para empresas brasileiras.

    Um estudo apresentado pela CRS São Paulo mostra que o Brasil tem a maior taxa global de rotatividade de colaboradores, atingindo 56%. Esse alto índice pode gerar custos elevados, reduzir a produtividade e prejudicar o clima organizacional.

    Então, como reduzir o Turnover?

    1. Background Check

    A chave para reduzir o turnover está na contratação assertiva e no alinhamento cultural. Para isso, o background check surge como uma ferramenta valiosa, permitindo uma análise detalhada do histórico do candidato e verificando se ele compartilha os valores e a visão da empresa.

    A implementação do background check é fundamental nesse processo, pois auxilia na tomada de decisões mais assertivas durante processos de contratação, visando a redução do turnover. 

    1. Fit cultural e benefícios:

    Além disso, um processo seletivo eficiente deve avaliar tanto as competências técnicas quanto o fit cultural.

    Essa abordagem contribui para aumentar a retenção de talentos e reduzir a necessidade de demissões sem justa causa.

    Além de salários atrativos, benefícios como flexibilidade de horário, trabalho remoto ou híbrido, reskilling e upskilling e programas de bem-estar podem elevar a satisfação e o engajamento dos colaboradores.

    Implementar essas práticas integradas ajuda a criar um ambiente de trabalho mais atrativo, reter profissionais qualificados e promover uma cultura organizacional sólida e engajada.

    Passo a passo do processo de rescisão 

    Para garantir uma transição tranquila tanto para a empresa quanto para o colaborador, é essencial seguir um processo estruturado e transparente. Além de assegurar o cumprimento das obrigações legais, um procedimento claro contribui para manter a boa reputação da empresa e reforça uma cultura organizacional baseada no respeito e na transparência. 

    Vamos explorar o passo a passo ideal para realizar uma rescisão sem justa causa de forma ética e eficaz.

    1. Comunicação ao empregado:

    A comunicação da demissão deve ser clara e direta, preferencialmente realizada pessoalmente pelo gestor direto ou pelo setor de recursos humanos. Manter uma abordagem respeitosa e objetiva minimiza o impacto negativo da notícia e reforça o compromisso da empresa com a transparência.

    2. Cálculo das verbas rescisórias:

    É fundamental calcular corretamente todas as verbas rescisórias, incluindo saldo de salário, férias proporcionais, 13º salário proporcional, aviso prévio e a multa de 40% sobre o FGTS. O pagamento deve ser feito dentro do prazo legal para evitar multas e ações trabalhistas.

    3. Documentação necessária:

    A empresa deve fornecer ao empregado todos os documentos exigidos por lei, como o Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT), guias para saque do FGTS e solicitação do seguro-desemprego, além do comprovante de pagamento das verbas rescisórias.

    4. Homologação (quando aplicável):

    Para contratos com mais de um ano de duração, a homologação da rescisão deve ser realizada no sindicato da categoria ou no Ministério do Trabalho, garantindo que todos os direitos do trabalhador sejam respeitados.

    5. Apoio ao empregado:

    Oferecer orientação sobre como acessar o seguro-desemprego, realizar o saque do FGTS e fornecer cartas de recomendação (quando aplicável) ajuda o colaborador a se recolocar no mercado de trabalho mais rapidamente, reforçando a imagem positiva da empresa.

    Seguir esses passos garante que o processo de rescisão seja conduzido de forma profissional, respeitando os direitos do trabalhador e evitando possíveis complicações jurídicas para a empresa.

    Dicas para Empregadores e Trabalhadores 

    Tanto para empregadores quanto para trabalhadores, lidar com uma demissão sem justa causa exige cuidados específicos para garantir que o processo ocorra de forma justa e transparente. 

    Adotar boas práticas ajuda a evitar conflitos e a promover um ambiente profissional mais saudável e equilibrado. Confira:

    Para empregadores: conduza o processo com transparência

    Empresas que seguem um processo de rescisão estruturado e claro reduzem o risco de problemas trabalhistas. Manter uma comunicação aberta e direta com o colaborador durante o processo de demissão é essencial. 

    Explique os motivos da decisão, esclareça os direitos do trabalhador e forneça todo o suporte necessário, desde o cálculo correto das verbas rescisórias até a orientação sobre o seguro-desemprego.

    Além disso, realizar um background check na fase de contratação ajuda a selecionar colaboradores mais alinhados à cultura da empresa, o que contribui para reduzir o turnover e evitar demissões desnecessárias. 

    Implementar políticas de feedback contínuo e promover treinamentos também são práticas que auxiliam na retenção de talentos.

    Para trabalhadores: conheça seus direitos e deveres

    Ao ser comunicado sobre uma demissão sem justa causa, o trabalhador deve solicitar todas as informações relacionadas às suas verbas rescisórias, prazo de pagamento e acesso ao seguro-desemprego. 

    Estar bem informado evita que direitos sejam negligenciados. Caso haja dúvidas ou desconfianças, buscar orientação junto ao sindicato ou a um advogado trabalhista pode ser uma medida importante.

    Manter uma postura profissional até o último dia de trabalho também é fundamental. Isso não apenas preserva as boas relações, mas pode garantir referências positivas para oportunidades futuras no mercado de trabalho.

    Conclusão 

    A demissão sem justa causa, embora seja uma prerrogativa do empregador, exige atenção redobrada para garantir que os direitos do trabalhador sejam integralmente respeitados. 

    Seguir os processos legais e adotar práticas de comunicação transparente são fundamentais para evitar complicações jurídicas e preservar a imagem da empresa.

    Para os trabalhadores, conhecer os direitos garantidos pela legislação é essencial para assegurar o recebimento adequado das verbas rescisórias e o acesso aos benefícios previstos, como o seguro-desemprego. 

    Já para as empresas, minimizar o turnover e evitar demissões desnecessárias exige uma abordagem estratégica, que inclua processos seletivos mais assertivos, o uso do background check e um forte foco no alinhamento cultural durante a contratação.

    A utilização do background check, destaca-se como uma ferramenta estratégica para identificar candidatos mais alinhados à cultura da organização, reduzindo o risco de contratações equivocadas e promovendo um ambiente de trabalho mais harmonioso.

  • 5 sinais de que sua empresa precisa investir em background check

    5 sinais de que sua empresa precisa investir em background check

    Os 5 sinais de que sua empresa precisa investir em background check são mais comuns do que se imagina. No mundo corporativo atual, a segurança e a confiabilidade dos processos institucionais são essenciais para evitar riscos e prejuízos.

    Muitas empresas ainda negligenciam a importância do background check, deixando de realizar uma verificação de histórico criteriosa antes de contratar novos funcionários ou fechar parcerias estratégicas. 

    Essa falha estrutural pode resultar em contratações equivocadas que aumentam o turnover e impactam diretamente os resultados da organização, riscos de fraudes internas, problemas com parceiros e fornecedores, riscos de não conformidade com normas e regulamentos e impacto reputacional negativo de acordo com avaliações de clientes insatisfeitos. 

    Mas afinal, o que é Background Check e por que realizar na minha empresa? 

    Background check é o nome dado ao processo de verificação de informações/histórico de pessoas, empresas, bens, imóveis ou até veículos. O termo, em português, significa “checagem de antecedentes” ou “verificação de antecedentes”.

    Com um mercado cada vez mais regulado e exigente, a verificação de histórico tornou-se uma ferramenta indispensável para empresas que desejam garantir maior segurança corporativa, evitar processos trabalhistas e mitigar riscos financeiros. 

    Implementar um processo estruturado de due diligence, verificação de antecedentes e avaliação de histórico profissional pode prevenir contratações inadequadas e proteger a reputação da empresa.

    Se sua organização tem enfrentado desafios como alta rotatividade, fraudes internas ou problemas com fornecedores, pode ser o momento de adotar o background check como uma prática padrão. 

    A seguir, apresentamos os cinco principais sinais que indicam que sua empresa precisa adotar essa prática o quanto antes, para garantir conformidade, eficiência e um ambiente corporativo mais seguro.

    Homem olhando notebook
    5 sinais de que sua empresa precisa investir em Background Check.

    Sinal 1: Turnover alto e custo excessivo com contratações

    Caso sua empresa esteja enfrentando dificuldades na retenção de talentos, isso pode indicar que o processo de contratação não está sendo realizado de maneira adequada.

    Uma avaliação minuciosa do histórico profissional e comportamental dos candidatos, garante que o candidato esteja alinhado à cultura e premissas da empresa. Com a ausência ou não detalhamento desses fatores, sua empresa fica suscetível a enfrentar frequentes desligamentos e contratações, o que eleva os custos operacionais. 

    Um alto índice de turnover afeta diretamente a produtividade e os gastos empresariais, ocasionando em despesas contínuas com recrutamento, treinamento e integração de novos colaboradores.

    Segundo um relatório da Gupy, uma má contratação pode gerar um custo de até R$250 mil para a empresa, levando em conta demissões precoces e a necessidade de novas seleções.

    Além dos impactos financeiros, a elevada rotatividade prejudica o ambiente de trabalho, provoca instabilidade nas equipes e diminui a eficiência operacional. Profissionais que entram e saem constantemente dificultam a formação de times coesos e comprometidos.

    Como o background check pode ajudar?

    Implementar um processo de verificação de histórico profissional e comportamental permite que o RH avalie melhor os candidatos antes da contratação, reduzindo os riscos de turnover. 

    Um processo eficaz de background check permite identificar se o candidato possui a experiência e o perfil adequados, reduzindo o índice de turnover e evitando contratações erradas.

    Esse processo inclui:

    • Checagem de experiências anteriores: confirma se o candidato realmente trabalhou nas empresas listadas e verifica sua reputação profissional;
    • Verificação de antecedentes criminais: identifica possíveis riscos relacionados a condutas inadequadas;
    • Avaliação de reputação online e redes sociais: analisa o comportamento digital do candidato, prevenindo problemas de imagem para a empresa.

    Sinal 2: Risco de fraudes internas e desvios financeiros

    A ausência de um processo minucioso de background check pode abrir as portas para a entrada de funcionários ou parceiros mal-intencionados, expondo sua empresa a riscos significativos de fraudes internas e desvios financeiros. 

    Sem uma verificação de histórico adequada, indivíduos com intenções fraudulentas podem se infiltrar na organização, aproveitando-se de falhas nos controles internos para cometer atos ilícitos que resultam em prejuízos financeiros e danos à reputação corporativa.

    De acordo com a pesquisa Vigilância contra fraudes no Brasil – Estruturas de combate e tratamento a incidências, realizada pela Deloitte, 69% das empresas identificaram ocorrências de fraude nos últimos quatro anos. 

    Esse número evidencia a vulnerabilidade das organizações diante de ameaças internas, muitas vezes perpetradas por colaboradores ou parceiros que não passaram por uma avaliação prévia adequada.

    Um exemplo emblemático ocorreu em fevereiro de 2025, quando a Polícia Federal afastou um funcionário dos Correios no Espírito Santo por envolvimento em um esquema de desvio de encomendas. 

    O servidor, em conluio com um ex-funcionário da instituição, fraudava o seguro de extravio, causando um prejuízo estimado em mais de R$1 milhão em dois anos.

    Casos como esse ressaltam a importância de processos rigorosos de verificação de histórico para prevenir a contratação de indivíduos com potencial de causar danos à organização.

    E como o Background Check pode ajudar?

    A implementação de um programa eficaz de background check atua como uma medida preventiva essencial, permitindo que o setor de RH identifique antecedentes criminais, históricos de comportamento antiético ou envolvimentos anteriores em fraudes. 

    Essa prática não apenas protege os ativos financeiros da empresa, mas também preserva sua integridade e reputação no mercado.

    Além disso, a verificação de histórico contribui para a conformidade com as regulamentações de compliance e segurança corporativa, garantindo que a empresa esteja alinhada às melhores práticas de prevenção de fraudes e due diligence

    Ao adotar uma abordagem proativa na avaliação de candidatos e parceiros, a organização minimiza os riscos associados a fraudes internas e estabelece uma cultura de transparência e confiança.

    Portanto, investir em processos de verificação de histórico é uma estratégia fundamental para identificar e mitigar riscos, assegurando a integridade e a sustentabilidade dos negócios.

    Sinal 3: Problemas com fornecedores e parceiros

    A falta de um processo seguro de background check e due diligence pode expor sua empresa a riscos graves ao se associar a fornecedores e parceiros com histórico de irregularidades. 

    Sem uma verificação prévia, os negócios podem firmar contratos com empresas envolvidas em fraudes, corrupção ou práticas antiéticas, comprometendo a segurança financeira e a reputação da organização.

    A due diligence é essencial para mitigar riscos e garantir que fornecedores e parceiros operem de forma transparente e em conformidade com as normas do mercado. Empresas que negligenciam essa análise podem se tornar cúmplices indiretas de práticas ilícitas, sujeitas a penalidades e até perda de credibilidade.

    Um exemplo real foi apontado em um relatório recente sobre a Shein, publicado publicado pelo Diário do Comércio. A investigação revelou que fornecedores da empresa mantinham funcionários em jornadas exaustivas de até 75 horas semanais, violando direitos trabalhistas. 

    Esse tipo de associação pode gerar repercussões negativas para qualquer empresa envolvida, afetando sua reputação e credibilidade no mercado.

    E onde entra o Background Check?

    Além de evitar parcerias prejudiciais, o background check auxilia na análise financeira e jurídica de fornecedores. 

    Empresas podem verificar processos trabalhistas, registros fiscais e antecedentes criminais para assegurar que estão lidando com parceiros confiáveis. Esse processo reduz riscos operacionais e fortalece o compliance da organização.

    A reputação corporativa é um dos ativos mais valiosos de qualquer empresa. Qualquer associação com parceiros duvidosos pode gerar danos irreparáveis à imagem da marca, afastar clientes e dificultar novas oportunidades de negócios. 

    Para evitar problemas com fornecedores e parceiros, as empresas devem implementar processos estruturados de verificação. Utilizar soluções especializadas em background check garante maior segurança e confiabilidade nas relações comerciais.

    Sinal 4: Risco de não conformidade com normas e regulamentos

    Se a sua empresa enfrenta ou já enfrentou dificuldades para se manter em conformidade com as regulamentações do setor, este é um sinal claro de que você precisa adotar a prática de background check

    Esse sinal é especialmente importante para empresas que atuam em setores como o financeiro, onde a conformidade com as regras é crucial. Instituições financeiras, por exemplo, precisam ser ainda mais rigorosas ao realizar a verificação de históricos de candidatos e parceiros de negócios. A ausência dessa prática pode resultar em penalidades severas e, o pior, danos irreparáveis à imagem da empresa.

    Ao adotar essa abordagem, sua empresa demonstra comprometimento com a ética, a legalidade e, principalmente, com a segurança no ambiente de trabalho, prevenindo problemas futuros relacionados a infrações e penalidades.

    Por que é importante?

    • A verificação de antecedentes criminais ajuda a identificar se candidatos ou parceiros possuem histórico de atividades ilícitas que possam comprometer a reputação da sua empresa;
    • E a análise de processos trabalhistas também não pode ser deixada de lado: um histórico recorrente de ações trabalhistas pode ser um sinal de problemas que podem afetar a conformidade legal do seu negócio.

    A implementação de background check é uma forma de proteger sua empresa contra riscos legais e regulatórios, promovendo um ambiente ético e em total conformidade com as leis. 

    Se você quer garantir a segurança e o sucesso contínuo da sua organização, esse é um sinal que não pode ser ignorado!

    Sinal 5: Reclamações de clientes e impacto na reputação da empresa

    Você já pensou no impacto que a contratação de um funcionário sem a devida verificação de antecedentes pode ter na reputação da sua empresa? Se não, é hora de prestar atenção a esse sinal claro de que você precisa de background check

    A falta dessa verificação pode resultar em um atendimento ao cliente deficiente, que acaba gerando um ciclo de reclamações públicas e danos significativos à imagem da sua organização.

    Funcionários despreparados ou com histórico de comportamentos inadequados podem comprometer a qualidade do serviço prestado, criando desconfiança entre os clientes. 

    Imagine um cenário em que um colaborador, sem ética e profissionalismo, trata mal um cliente:

    Esse tipo de situação pode rapidamente se espalhar pelas redes sociais e plataformas de avaliação como o Reclame Aqui, onde a reputação das empresas é moldada pelas opiniões dos consumidores. 

    Com o acúmulo de avaliações negativas, sua empresa pode perder a confiança de potenciais clientes e até mesmo de parceiros de negócios.

    Além disso, a falta de verificação pode abrir portas para fraudes. Uma pesquisa global realizada pelo SAS revelou que 93,8% dos brasileiros têm medo de serem vítimas de fraude, e 97,8% acreditam que as empresas devem fazer mais para protegê-los.

    Ou seja, não se trata apenas de melhorar a qualidade do atendimento, mas também de proteger a sua empresa contra riscos que podem prejudicar ainda mais sua credibilidade.

    Por que escolher o background check para evitar situações como essa?

    Ao adotar um processo bem estruturado de background check, você pode evitar que indivíduos com intenções maliciosas entrem para sua equipe. O resultado? Um atendimento ao cliente mais eficiente, que fortalece a confiança e a lealdade dos consumidores.

    Investir em verificação de antecedentes é um passo essencial para garantir a excelência no atendimento e, acima de tudo, proteger a reputação da sua empresa

    No mercado competitivo de hoje, onde a voz do consumidor tem um impacto enorme, garantir a integridade e competência da sua equipe é fundamental para o sucesso contínuo e a sustentabilidade do negócio. Não deixe que uma contratação errada comprometa o que você levou anos para construir.

    Conclusão

    Se sua empresa enfrenta qualquer um desses desafios, é hora de investir em um processo estruturado de background check. Essa prática não apenas protege sua organização contra riscos financeiros e jurídicos, mas também fortalece sua reputação no mercado.

    Implementar verificações de antecedentes é essencial para garantir a conformidade com normas e regulamentos, além de assegurar a integridade nas contratações e parcerias comerciais. Ao adotar processos de background check, sua empresa demonstra compromisso com a transparência e a ética, fatores fundamentais para o sucesso sustentável.

    Existem diversas soluções de verificação disponíveis que podem ser adaptadas às necessidades específicas do seu negócio. Essas ferramentas auxiliam na análise de históricos criminais, processos trabalhistas e outras questões legais, permitindo uma avaliação mais completa de candidatos e parceiros.

    Não arrisque a segurança da sua empresa! Entre em contato com nossos especialistas e descubra como implementar um background check eficiente para o seu negócio.

  • Certidões Criminais na avaliação de riscos: Saiba por que é preciso ir além

    Certidões Criminais na avaliação de riscos: Saiba por que é preciso ir além

    Certidões criminais são documentos oficiais emitidos por órgãos de justiça que mostram a existência ou ausência de registros criminais relacionados a uma pessoa. Elas são utilizadas para verificar antecedentes criminais, especialmente em processos de contratação, concessão de vistos, licitações e outras situações em que é necessário comprovar a idoneidade de uma pessoa.

    Um dos documentos comumente solicitados nesse processo são as certidões criminais, que oferecem um panorama básico sobre o histórico de antecedentes de um indivíduo. Mas esse é realmente a ferramenta mais valiosa para esse tipo de consulta?

    Muitas pessoas acreditam que ter a certidão criminal de um indivíduo é o suficiente para identificar possíveis ocorrências criminais e realizar a gestão de riscos. No entanto, esse documento pode não ser a melhor forma de verificar antecedentes criminais.

    Por isso, é importante entender o que é esse documento, o que ele oferece e por que ele pode não funcionar. Continue a leitura para conferir!

    O que são Certidões Criminais?

    As certidões criminais são documentos emitidos por órgãos públicos que registram a existência (ou ausência) de processos e condenações criminais associadas a uma pessoa. De forma simplificada, esse documento indica se alguém tem processo criminal em seu histórico e pode ser utilizada tanto por indivíduos quanto por empresas que buscam verificar a idoneidade de colaboradores, parceiros ou fornecedores.

    👀 Como emitir certidão criminal? Para emitir uma certidão criminal, é necessário acessar o site do Tribunal de Justiça do estado onde a pessoa reside ou onde o processo foi iniciado, caso se trate de uma certidão estadual.

    Nesse sentido, cada tipo de certidão cobre uma área específica e oferece informações distintas, dependendo do âmbito de jurisdição (federal, estadual, etc.) e do tipo de processo criminal envolvido.

    Essas certidões, geralmente emitidas pelo Tribunal de Justiça ou por Delegacias, têm um papel importante no levantamento inicial de dados para a análise de riscos. No entanto, há um fator que deve ser levado em consideração: elas são limitadas em sua profundidade.

    Imagem de um par de algemas sobre um formulário com impressões digitais, simbolizando o contexto de investigações criminais e processos de verificação de antecedentes.
    Certidões criminais

    Quais as limitações das Certidões Criminais?

    Vimos que uma certidão criminal é um documento que indica a existência ou ausência de registros criminais associados a uma pessoa. Mas como obter detalhes sobre esses processos? Ela diz tudo sobre o indivído? Como avaliar o papel da pessoa envolvida em cada situação?

    É nesse momento que as limitações aparecem.

    Primeiramente, elas estão restritas a crimes que foram, de fato, denunciados e processados. Isso significa que casos sem denúncia ou processos arquivados podem não constar nos registros.

    Além disso, esses documentos não trazem informações sobre comportamentos suspeitos ou práticas ilícitas não processadas formalmente. Isso pode fazer com que sua due diligence não seja realizada de modo eficiente, gerando riscos ocultos para sua empresa.

    Outro ponto importante é a jurisdição. Certidões estaduais, por exemplo, não cobrem crimes que possam ter ocorrido em outros estados.

    Por fim, quando a certidão criminal é solicitada, sua empresa ainda torna-se alvo de fraudes que podem comprometer a autenticidade dos documentos.

    Certidões criminais e análise de riscos

    As empresas precisam de uma análise de risco que vá além de registros pontuais e limitados. Para isso, é essencial entender que as certidões criminais são apenas um passo inicial.

    👉 Veja também: Análise de riscos: o que é e em quais momentos utilizar

    Elas podem indicar possíveis problemas, mas não são suficientes para garantir que um candidato ou parceiro seja verdadeiramente confiável.

    Essa falta de abrangência é um dos motivos pelos quais muitas empresas adotam abordagens complementares para uma avaliação de risco completa.

    Como verificar antecedentes sem a certidão?

    Realizar uma verificação completa de antecedentes criminais é essencial, pois ela te ajuda a promover mais transparência e reduzir riscos em suas relações profissionais, sejam com colaboradores, fornecedores ou parceiros. Então como verificar antecedentes sem a certidão?

    É preciso conhecer outras maneiras de acessar e identificar riscos no histórico criminal de uma pessoa. Ou seja, realizar uma verificação completa que considera diversas fontes de dados e oferece uma análise mais precisa sobre a confiabilidade de uma pessoa.

    Conheça 2 formas de realizar a consulta criminal em nosso artigo!

    Background check: A nova forma de verificar antecedentes criminais

    Uma maneira nova e mais completa de consultar processos criminais é investir em tecnologias que realizem essa verificação de forma mais eficiente. Sob essa visão, ferramentas de background check, por exemplo, ajudam a identificar riscos associados a uma pessoa de maneira precisa e, o melhor, automatizada.

    Com esse tipo de checagem, você não apenas descobre se o indivíduo possui ou não processos, mas também consegue ir além. É possível acessar informações detalhadas sobre as ocorrências encontradas, permitindo uma avaliação mais precisa do nível de risco envolvido.

    Algumas informações que você consegue ver sobre o processo são:

    • Número e ano do processo
    • Tipo de processo
    • Classificação do risco encontrado
    • Evidências do risco encontrado

    Assim, você pode tomar decisões mais informadas e mitigar riscos de contratações ou parcerias mal sucedidas.

    Além disso, ao olhar para esses dados, você coloca-se em conformidade com legislações que orientam e exigem esse tipo de consulta. É o exemplo da Lei 14.811/2024 que exige a consulta de processos criminais para instituições que lidam com crianças e adolescentes.

    O que é uma certidão de antecedentes criminais?

    A certidão de antecedentes criminais é um documento oficial emitido por órgãos judiciais que atesta a existência ou a ausência de registros criminais relacionados a uma pessoa.

    Como posso emitir uma certidão de antecedentes criminais?

    Você pode solicitar a certidão de antecedentes criminais online, através do site do Tribunal de Justiça do seu estado ou da Polícia Federal, dependendo do tipo de certidão. Também é possível fazer o pedido presencialmente nos fóruns ou unidades da Polícia Federal.

    A certidão de antecedentes criminais é gratuita?

    Em muitos estados, a certidão de antecedentes criminais é gratuita quando solicitada online. No entanto, alguns tribunais e unidades podem cobrar uma taxa para a emissão do documento, especialmente para solicitações presenciais.

    Quais informações constam em uma certidão de antecedentes criminais?

    A certidão de antecedentes criminais contém informações sobre processos judiciais em que a pessoa tenha sido envolvida, como condenações, processos pendentes e outras ocorrências relevantes. Ela não fornece informações sobre investigações não concluídas ou processos em segredo de justiça.

    A certidão de antecedentes criminais é válida para todo o território nacional?

    Não. A certidão criminal emitida em um estado ou pela Polícia Federal se aplica àquela jurisdição específica. Se você precisar de informações de outros estados, será necessário solicitar certidões criminais estaduais adicionais.

    Quais são as alternativas para uma verificação de antecedentes mais completa?

    Para uma análise mais detalhada, além da certidão criminal, você pode recorrer a ferramentas de background check, que analisam informações mais amplas, como processos em andamento, processos trabalhistas, registros financeiros e histórico profissional.

  • Compliance no setor hoteleiro: Boas práticas para minimizar riscos em seu hotel

    Compliance no setor hoteleiro: Boas práticas para minimizar riscos em seu hotel

    Compliance no setor hoteleiro: Conheça as principais práticas de compliance que podem ajudar a reduzir riscos associados a pessoas e parceiros no mercado de hotéis e hospedagens.

    Você deve estar se perguntando: O que compliance tem a ver com a hotelaria?

    Mas aposto que você já se deparou com uma notícia dessa: “Assaltantes alugam apartamento por temporada e fazem reféns em prédio em Copacabana”.

    Pois é, essa é a questão que vamos explorar neste artigo. Afinal, o setor hoteleiro e de hospedagens se destaca por lidar constantemente com riscos associados a pessoas.

    Sejam novos hóspedes ou colaboradores, os hotéis precisam estar preparados para identificar e realizar a devida diligência em relação a seus parceiros, garantindo assim que nenhuma ameaça comprometa sua conformidade.

    Mas quais práticas podem trazer mais segurança e minimizar riscos para esse setor?

    Neste artigo, vamos detalhar como o compliance pode transformar a gestão hoteleira, garantindo não apenas a conformidade com leis e regulamentos, mas também promovendo uma operação mais eficiente e segura.

    Como o compliance se aplica ao setor hoteleiro?

    No setor hoteleiro, o compliance vai além da simples garantia de que todas as operações e atividades estejam alinhadas com padrões éticos. Ele se configura como uma ferramenta estratégica para implementar iniciativas que minimizem os riscos associados a todos os parceiros do hotel.

    Ao adotar práticas de compliance adequadas, é possível identificar e mitigar ameaças e riscos ocultos relacionados a hóspedes, inquilinos e colaboradores. Esses riscos podem comprometer a conformidade da empresa com as legislações vigentes.

    Compliance no setor hoteleiro

    A importância do compliance para o setor

    A importância do compliance no setor hoteleiro não pode ser negligenciada. Além de evitar multas e penalidades legais, trabalhar o compliance nesse setor ajuda a construir uma reputação de confiança e segurança, essencial para atrair e reter clientes. Isso, especialmente em um mundo onde a transparência e a responsabilidade são cada vez mais valorizadas.

    Nesse sentido, é possível dizer que os hotéis que investem em compliance estão um passo à frente dos demais. Ou seja, já conseguem reduzir riscos e custos desnecessários e, ainda, atrair melhores clientes para sua organização. 

    Mas quais são as melhores práticas de compliance para esse setor?

    Algumas das principais boas práticas incluem a implementação de programas de treinamento para colaboradores, a realização de auditorias internas regulares, a adoção de políticas e procedimentos claros e transparentes, a gestão de riscos eficaz, a proteção de dados pessoais, a prevenção de fraudes e corrupção, e a promoção de uma cultura de ética e integridade.

    Todavia, além disso, existem 3 principais práticas que vão ajudar muito no sucesso das ações. Veja a seguir!

    1 – Garantir a segurança e a privacidade dos hóspedes

    Para essa primeira prática, o primeiro passo é garantir que a verificação do hóspede (Know Your Customer – KYC) seja realizada por meio de um fornecedor de confiança que respeite as leis e diretrizes vigentes. Além disso, o tratamento dos dados dos hóspedes deve seguir rigorosamente a LGPD.

    2 – Realizar due diligence em fornecedores e parceiros?

    Por falar em fornecedores confiáveis, um hotel tem diferentes tipos de fornecedores que devem passar por um processo rigoroso de due diligence. Essa avaliação abrangente visa identificar e mitigar quaisquer riscos que possam comprometer a segurança da empresa e seus públicos, além de assegurar que todas as operações estejam em conformidade com os padrões de qualidade estabelecidos.

    3 – Identificar as principais fraudes no setor hoteleiro e estudar como combatê-las

    Realize uma análise aprofundada do mercado e identifique as principais ameaças e vulnerabilidades que podem afetar seu hotel. Com base nessa análise, desenvolva planos de ação específicos para mitigar riscos e prevenir fraudes e golpes.

    Leia também: Combate a fraude: Como minimizar riscos em sua empresa

    Principais vantagens do Compliance para hotéis

    Os benefícios do compliance para hotéis são diversos. Primeiro, desenvolver um programa de compliance no hotel, ajuda a evitar problemas legais e financeiros, como multas e processos judiciais. 

    Outro ponto, é o melhor aproveitamento e eficiência operacional. Isso acontece porque, ao padronizar procedimentos e minimizar erros, o compliance consegue reduzir riscos reputacionais, aumentando a confiança dos clientes, que se sentem mais seguros ao saber que o hotel segue rigorosamente todas as normas e regulamentações.

    Redução de riscos

    Um dos principais benefícios do compliance é a redução de riscos. Ao seguir regulamentações de segurança e implementar políticas rigorosas, os hotéis conseguem prevenir incidentes e problemas que podem afetar a segurança dos hóspedes. Além disso, o compliance ajuda a proteger os dados dos clientes, garantindo que informações pessoais e financeiras estejam seguras.

    Confira também: O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    Diminuição de custos operacionais

    Ao evitar multas e penalidades, reduzir a ocorrência de erros e fraudes, e melhorar a eficiência dos processos, os hotéis podem economizar significativamente. Ademais, um ambiente de conformidade que promova uma cultura de segurança e de responsabilidade pode levar a práticas mais econômicas e sustentáveis.

    Como implementar o compliance no meu hotel?

    Para implementar o compliance no setor hoteleiro é necessário seguir algumas etapas. Comece com uma avaliação completa das áreas de risco e das regulamentações aplicáveis e, em cima disso, desenvolva políticas claras e procedimentos específicos para cada área.

    Além disso, nenhuma estratégia de compliance é eficaz sem o envolvimento e a capacitação dos funcionários. Por essa razão, é importante investir nos treinamentos regulares para garantir que todos entendam a importância do compliance e saibam como aplicar as políticas no dia a dia.

    Outro ponto essencial, é investir em tecnologias e soluções que aprimorem os resultados dos objetivos de conformidade. Nesse sentido, soluções de gestão de riscos são excelentes para identificar vulnerabilidades sobre pessoas, empresas e fornecedores previamente. Assim, seu hotel consegue garantir que nenhum desses públicos coloque em risco sua conformidade.

    Por fim, o compliance não é uma tarefa única, mas um processo contínuo. Sob essa visão, é importante realizar auditorias regulares com o objetivo de assegurar que todas as políticas e procedimentos estejam sendo seguidos corretamente. Para isso, estabeleça um cronograma de auditorias internas e use os resultados para fazer melhorias contínuas.

    Conclusão

    A implementação de compliance no setor hoteleiro é uma estratégia essencial para garantir a segurança, eficiência e conformidade nas operações. Além de proteger contra riscos legais e financeiros, o compliance melhora a confiança dos clientes e promove um ambiente de trabalho mais seguro e eficiente.

    Investir em compliance é, sem dúvida, uma decisão inteligente que traz benefícios significativos a longo prazo. Quer saber mais sobre? Visite nosso site e conheça nossas soluções!

  • Granularidade de dados: entenda o que é e porque você deve dar importância

    Granularidade de dados: entenda o que é e porque você deve dar importância

    A granularidade de dados é um conceito fundamental no estudo de tratamento e gestão de dados e desempenha um papel importante na rotina de profissionais que precisam obter ideias relevantes e tomar suas decisões baseadas em informações concretas.

    Ainda não sabe exatamente de que maneira ela pode impactar nos seus negócios? Então vamos entender.

    Granularidade de dados

    O que é granularidade de dados?

    A granularidade de dados é responsável por definir o nível de especificidade das informações em um agrupamento de dados. Para simplificar, podemos dizer que este conceito refere-se ao nível de detalhamento destes dados.

    Ou seja, quanto maior a granularidade, mais minuciosos são os dados, e quanto menor a granularidade, menos aprofundados.

    Alta granularidade

    Dados profundamente detalhados; alta especificidade; essencial para análises mais precisas e compreensão de padrões específicos.

    Baixa granularidade

    Dados resumidos; informações agregadas de maneira comprimida; importante para a compreensão de tendências gerais e análises rápidas.

    Para que serve a granularidade de dados?

    A granularidade desempenha um papel fundamental no trabalho de análise de informações, já que é ela que vai definir o quão minuciosos serão os dados disponíveis para averiguação em situações específicas.

    Imagine que sua empresa tem um site e você precisa analisar o tráfego do seu domínio:

    Quanto maior for a granularidade das informações sobre as visitas feitas à sua página, mais detalhes — como dia e horário da visita, tempo de permanência no website, cliques em links, etc — você terá à disposição no balanço sobre seu trabalho.

    Agora, se a granularidade for baixa, você terá informações menos carregadas, como o balanço de visitas por mês ou ano, ao invés de um levantamento diário, por exemplo.

    Então sempre devo optar por uma alta granularidade de dados?

    Se as informações à sua disposição forem exageradamente detalhadas, você poderá encontrar dificuldades para utilizar objetivamente os seus dados e a velocidade de consulta diminuirá significativamente. Sendo assim, é essencial escolher o nível de granularidade levando em conta as suas necessidades.

    Como escolher o nível de granularidade dos meus dados?

    Antes de definir o nível de granularidade dos dados que você tem à sua disposição, é necessário levar em consideração alguns fatores:

    Defina os seus objetivos

    Compreenda o tipo de análise que você planeja executar, busque compreender quais tipos de demanda você quer responder com os dados, que decisões serão influenciadas pelos dados e entenda se você precisa de uma análise geral ou profunda.

    Entenda em que contexto você irá utilizar os dados

    A circunstância de utilização das informações que você tem à disposição pode exigir diferentes níveis de granularidade.

    Por exemplo: se você deseja verificar o histórico de emprego de um possível colaborador, incluindo detalhes específicos, como cargos ocupados, data de início e término, é provável que você precise de um nível alto de granularidade.

    Caso você queira informações mais gerais, como uma lista com os períodos dos empregos, talvez seja melhor optar por uma baixa granularidade.

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    Avalie os custos

    Antes de tomar uma decisão, pense na capacidade de armazenamento que você possui à disposição, considerando que, quanto maior a granularidade de um conjunto de dados, mais espaço ele ocupará na nuvem, exigindo um plano de armazenamento mais caro.

    Entenda qual é a importância da granularidade de dados

    Dominar as formas adequadas na utilização do conceito de granularidade de dados irá aumentar a precisão das suas análises e, consequentemente, melhorar a sua eficiência na utilização das suas ferramentas, na detecção de padrões em suas investigações e possibilitará a personalização de experiências em áreas como o RH, por exemplo.

    Desta maneira você terá propriedade para recrutar de forma mais adequada e gerenciar seus recursos com um domínio analítico mais elevado.

    Qual é a relevância da granularidade de dados na segurança da informação?

    A mitigação dos riscos de segurança depende consideravelmente dos conhecimentos acerca da granularidade. Existe, por exemplo, um conceito fundamental na segurança da informação chamado “granularidade de acesso”, que consiste na capacidade de controlar o grau de permissões de usuários com base nas informações dispostas sobre os indivíduos, permitindo a restrição ou a liberação de acesso baseada em informações disponíveis acerca dos utilizadores.

    Isso permite a proteção de informações confidenciais, diminui o risco de vazamento de dados e aumenta o nível de proteção dos dados da sua empresa, ajudando a sua empresa a manter a conformidade e diminuindo a vulnerabilidade das suas informações.

    De que maneira este conhecimento pode auxiliar no compliance da sua empresa?

    A relação entre granularidade e compliance pode ser próxima se levarmos em consideração que, em processos importantes na garantia de conformidade do seu negócio — como auditorias e correção de pequenos ou grandes incidentes —, a granularidade pode balancear a necessidade de detalhes com as capacidades tecnológicas da sua empresa e o custo envolvido no processo.

    Podemos pensar também que em requisitos regulatórios que exigem registros detalhados e auditorias mais precisas, você precisará de uma alta granularidade de dados. Agora, para cumprir exigências básicas e menos exigentes, uma granularidade baixa já daria conta.

    Sendo assim, ao ajustar a granularidade dos seus dados de maneira correta, a sua empresa pode ter mais facilidade em realizar auditorias internas, detectando e respondendo os incidentes de maneira eficaz e mantendo-se, assim, em conformidade com as leis e normas vigentes.

    Leia também: “O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    Qual é a relação da granularidade de dados com o processo de gestão de riscos?

    O sucesso do programa de gestão de riscos da sua empresa também dependerá significativamente da granularidade dos seus dados, já que será ela quem vai determinar a precisão, a profundidade e a utilidade das análises de risco. Pense em algumas etapas da gestão de riscos:

    Identificação de riscos

    Com uma alta granularidade, você poderá identificar riscos mais específicos e sutis; com uma granularidade baixa será possível identificar riscos mais gerais.

    Avaliação e monitoramento de riscos

    A alta granularidade dos dados nesta etapa permitirá o monitoramento contínuo e detalhado; dados menos granulares permitirão o acompanhamento de tendências gerais.

    Mitigação de riscos

    Nesta etapa, uma alta granularidade auxiliará na elaboração de estratégias de mitigação mais direcionadas e eficazes; já uma baixa granularidade oferecerá uma visão menos específica, pouco direcionada para abordagens específicas.

    De que maneira a granularidade pode influenciar nas suas decisões?

    Por estar ligada diretamente aos dados coletados dispostos em relatórios e outros processos analíticos, o nível de granularidade das informações que sua empresa tem à disposição pode ter um impacto profundo em decisões organizacionais.

    Os insights, que influenciam em decisões estratégicas e operacionais, estão ligados diretamente à maneira com que seus dados estão dispostos.

    Ou seja, podemos dizer que todas as escolhas baseadas em análises de dados, serão influenciadas pelo nível de granularidade das suas informações.

    Quer saber de que forma este conceito se aplica em soluções de gestão de riscos? Visite o nosso site e conheça nossas soluções.

    Leia também: “Riscos cibernéticos: Entenda o são e como proteger sua empresa

  • O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992) é uma legislação brasileira que visa punir atos de desonestidade e corrupção no setor público. Ela estabelece as condutas que configuram improbidade administrativa, os sujeitos passivos e ativos da lei, e as penalidades aplicáveis.

    A lei foi criada para proteger o patrimônio público e assegurar a moralidade na administração pública, combatendo práticas que prejudicam o cenário social.

    O que diz a Lei da Improbidade Administrativa?

    A Lei da Improbidade Administrativa define os atos de improbidade em três categorias principais: enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e violação dos princípios da administração pública. 

    Veja também: Fraudes imobiliárias: Veja como se proteger

    Desse modo, ela estabelece que qualquer agente público, bem como terceiros que se beneficiem dos atos ilícitos, pode ser responsabilizado. Como formas de penalidades podem citar perda de bens e valores, ressarcimento ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e multa civil.

    Lei da Improbidade Administrativa

    Quando se aplica a Lei de Improbidade Administrativa?

    A Lei de Improbidade Administrativa se aplica sempre que houver indícios de que um agente público cometeu algum ato ilícito que se enquadre nas categorias estabelecidas pela lei. 

    Isso pode ocorrer em diversas situações, como contratos públicos fraudulentos, uso indevido de recursos públicos, nepotismo, entre outros. Nesse sentido, a aplicação da lei não depende de condenação criminal, ou seja, o processo pode ocorrer simultaneamente ou independentemente de processos penais.

    Quem está sujeito à Lei de Improbidade Administrativa?

    Estão sujeitos à Lei de Improbidade Administrativa todos os agentes públicos, incluindo servidores efetivos, temporários, comissionados, militares, e até mesmo aqueles que exercem função pública sem vínculo empregatício formal. 

    Além disso, pessoas físicas e jurídicas que, de alguma forma, se beneficiem dos atos de improbidade, também podem ser responsabilizadas. Isto é, empresários, fornecedores e qualquer outra parte envolvida podem ser enquadrados na lei.

    O que é considerado ato de improbidade?

    A Lei de Improbidade Administrativa considera atos de improbidade aqueles que envolvem enriquecimento ilícito, causam prejuízo ao erário ou violam os princípios da administração pública. 

    Leia também: Pessoa Politicamente Exposta (PEP/PPE): Entenda o conceito

    Quais são os atos de improbidade administrativa?

    Enriquecimento ilícito

    Enriquecimento ilícito ocorre quando o agente público se apropria de bens ou valores sem justificativa legal. Isso pode incluir o recebimento de propinas, presentes valiosos ou qualquer vantagem econômica que não seja compatível com sua renda oficial.

    Prejuízo ao erário

    Prejuízo ao erário abrange ações que resultam em perda financeira para o poder público. 

    Violação dos princípios da administração pública

    Violação dos princípios da administração pública refere-se a atos que desrespeitam os princípios básicos da administração pública, como nepotismo, favorecimento de terceiros, falta de transparência e omissão de informações obrigatórias.

    O que mudou na nova Lei de Improbidade Administrativa?

    A nova Lei de Improbidade Administrativa trouxe algumas mudanças importantes. Entre as alterações, destaca-se a exigência de dolo para a caracterização de atos de improbidade.  Isso significa que, para ser responsabilizado, o agente deve ter a intenção deliberada de cometer o ato ilícito.

    Quais são as consequências da improbidade administrativa?

    Entre as principais penalidades estão a perda de bens e valores obtidos ilicitamente, ressarcimento integral ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por até 14 anos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais. Além disso, a reputação do agente e da instituição envolvida pode ser seriamente prejudicada, afetando a confiança da sociedade.

    Leia mais em Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los

    Sob essa visão, conhecer a Lei e seus aspectos é essencial para garantir a integridade e a eficiência da administração pública. Isso porque, ao promover a transparência e a responsabilidade, a lei não apenas protege o patrimônio público, mas também melhora a confiança da sociedade nas instituições. 

    Quer conhecer outras leis para manter sua conformidade? Acompanhe nossos conteúdos por aqui!

  • Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR): O que é e como implementá-lo em sua empresa

    Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR): O que é e como implementá-lo em sua empresa

    Você já se perguntou como as grandes empresas lidam com os imprevistos? A resposta está em uma simples prática: o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). 

    Gerenciar riscos pode parecer complicado, mas é algo fundamental para qualquer negócio que busca bons resultados. Por isso, vamos te explicar o que é o PGR e como você pode implementá-lo em sua empresa. Continue a leitura!

    O que é um Programa de Gerenciamento de Riscos?

    Um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) é o conjunto de processos e práticas que uma empresa utiliza para identificar, avaliar e mitigar riscos que possam afetar suas operações.

    Pense no PGR como uma espécie de seguro, mas muito mais completo. Ele não só ajuda a proteger contra perdas, mas também identifica oportunidades para melhorar e inovar.

    Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)

    Componentes de um Programa de Gerenciamento de Riscos

    Identificação de riscos

    O primeiro passo é mapear todos os possíveis riscos que podem afetar a organização. Isso pode incluir riscos financeiros, operacionais, regulatórios, de reputação, entre outros.

    Avaliação dos riscos

    Após identificar os riscos, é necessário avaliá-los para determinar a probabilidade de ocorrência e o impacto potencial. 

    Como fazer isso? Em nossa solução de background check, por exemplo, já apresentamos o nível e detalhamento do risco encontrado para você.

    Mitigação dos riscos

    Com base na avaliação, a organização desenvolve estratégias para mitigar os riscos. Isso pode envolver a criação de planos de contingência, implementação de controles internos e alocação de recursos adequados.

    Monitoramento

    O gerenciamento de riscos é um processo contínuo. É importante monitorar regularmente os riscos e revisar as estratégias de mitigação para garantir sua eficácia e relevância.

    Por que o PGR é importante?

    A importância de um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) nas empresas não pode ser subestimada. Em primeiro lugar, o PGR é essencial para a proteção contra perdas financeiras. 

    Isso porque, ao identificar e mitigar riscos de maneira proativa, as empresas podem evitar perdas significativas que poderiam resultar de eventos inesperados, como fraudes, falhas operacionais ou flutuações de mercado. Isso ajuda a manter a estabilidade financeira e a assegurar a continuidade das operações.

    Além disso, o PGR desempenha um papel crucial na conformidade regulatória. Em um ambiente onde as regulamentações estão sempre em ajustes, manter-se em conformidade pode ser desafiador. Um PGR bem estruturado ajuda as empresas a se manterem atualizadas sobre as leis e normas aplicáveis, evitando multas, penalidades e danos à reputação.

    A implementação de um PGR também melhora a reputação da empresa. Isso porque organizações que gerenciam riscos de forma eficaz são vistas como mais confiáveis e profissionais por clientes, parceiros e investidores. 

    Outro benefício crucial de um PGR é o preparo da empresa para enfrentar crises e imprevistos. A capacidade de responder rapidamente e de forma eficiente a situações adversas minimiza os impactos negativos e permite uma recuperação mais rápida, garantindo a continuidade das operações e a proteção dos ativos da empresa.

    Além disso, um PGR bem implementado auxilia nas tomadas de decisões dentro da organização. Com uma compreensão dos riscos associados a diferentes decisões, a gestão pode tomar decisões mais informadas e estratégicas. 

    Como elaborar o PGR? 

    Implementar um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) em uma empresa envolve uma série de etapas. O primeiro passo é obter o comprometimento da alta direção. Sem o apoio dos principais líderes da organização, qualquer iniciativa de gerenciamento de riscos pode falhar. 

    Veja também: Governança corporativa e Compliance: entenda as diferenças

    A próxima etapa é realizar uma avaliação inicial para identificar os riscos potenciais que a empresa pode enfrentar. Isso envolve mapear todas as áreas de risco, que podem incluir riscos financeiros, operacionais, legais, de reputação e estratégicos.

    Uma vez identificados os riscos, é necessário avaliar a probabilidade de ocorrência e o impacto potencial de cada um deles. Essa avaliação permite priorizar os riscos e determinar quais devem receber atenção imediata. 

    Com a avaliação dos riscos concluída, o próximo passo é desenvolver estratégias para mitigar os riscos identificados. As estratégias de mitigação podem incluir a implementação de controles internos, a criação de planos de contingência, a contratação de seguros ou a transferência de riscos através de contratos.

    Cada risco deve ter uma estratégia específica que descreva as ações a serem tomadas para minimizar ou eliminar o risco. Além disso, é importante manter o monitoramento dos riscos e dar continuidade a avaliações periódicas. Assim, é possível realizar ajustes rápidos. 

    Finalmente, a comunicação é um imprescindível. Isto é, todas as partes interessadas precisam estar bem informadas sobre os riscos identificados, as estratégias de mitigação e os resultados do programa. 

    Uma comunicação clara mantém todos os colaboradores alinhados e engajados no processo de gerenciamento de riscos, promovendo uma cultura de transparência e responsabilidade.

    O que é um inventário de riscos?

    Um inventário de riscos é uma ferramenta utilizada por empresas para identificar, avaliar e gerenciar os riscos aos quais estão expostas. Ele envolve a análise detalhada de todas as possíveis fontes de risco que podem afetar a organização. 

    O processo de elaboração de um inventário de riscos geralmente inclui identificação, avaliação, mitigação e monitoramento dos riscos. Isso tudo para ajudar no entendimento e gerenciamento dos perigos potenciais e para proteger seus interesses. 

    Vantagens do Programa de Gerenciamento de Riscos 

    O PGR bem implementado traz muitas vantagens para sua empresa. Veja as principais!

    Redução de perdas financeiras

    Menos riscos desagradáveis significam menos custos inesperados.

    Melhoria da reputação

    Empresas que gerenciam riscos são vistas como mais confiáveis.

    Resposta rápida

    A preparação para lidar com imprevistos aumenta a capacidade de recuperação.

    Identificação de oportunidades

    O PGR também ajuda a identificar áreas de melhoria e inovação.

    Conformidade

    Com o programa instalado na empresa, é possível mitigar riscos que colocam sua conformidade em ameaça.

    Desafios comuns sobre o PGR 

    Mesmo com um bom PGR, as empresas podem enfrentar desafios. Alguns dos mais comuns incluem,  muitas vezes, resistência dos colaboradores em adotar novos processos e falta de recursos. 

    Para solucioná-los, é importante que a liderança entenda que esse programa não é um gasto, mas um investimento que pode prevenir que sua empresa sofra prejuízos irreversíveis. Além disso, hoje existem tecnologias de gestão de riscos que ajudam com muitos processos do PGR. 

    Esse é o caso do background check, por exemplo, que de maneira automatizada identifica riscos relacionados a terceiros e ativos. Assim, você consegue tomar decisões mais informadas e proteger sua empresa contra vulnerabilidades. 

    Quer saber mais sobre? Conheça nossas soluções!

  • ESG e Compliance: Entenda a relação e benefícios para sua empresa

    ESG e Compliance: Entenda a relação e benefícios para sua empresa

    ESG é uma sigla que vem do inglês e significa Environmental, Social, and Governance, ou em português, Ambiental, Social e Governança. Esses três pilares representam critérios para medir a sustentabilidade e o impacto social de uma empresa.

    Em um mundo cada vez mais preocupado com a sustentabilidade e a ética nos negócios, termos como ESG e compliance ganham destaque. Mas o que exatamente significam esses conceitos e como eles se conectam? Continue a leitura para saber mais sobre! 

    O que é ESG?

    ESG é uma sigla que vem do inglês e significa Environmental, Social, and Governance, ou em português, Ambiental, Social e Governança.

    Esses três pilares representam critérios para medir a sustentabilidade e o impacto social de uma empresa. De forma simplificada, o ESG são os parâmetros utilizados para avaliar se uma empresa está funcionando de maneira ética, responsável e sustentável.

    ESG nas organizações

    Conheça os pilares do ESG 

    Ambiental

    O pilar ambiental considera como uma empresa se comporta em relação ao meio ambiente. Isso inclui práticas de gestão de recursos naturais, emissões de carbono, tratamento de resíduos e consumo de energia. É sob essa visão que  empresas, comprometidas com o pilar ambiental, buscam minimizar seu impacto ecológico e promover a sustentabilidade.

    Social

    O pilar social avalia como a empresa lida com suas relações internas e externas. Ou seja, como funcionam as condições de trabalho de seus funcionários  e o impacto na comunidade local. Nesse pilar, são analisados valores como diversidade, direitos humanos e contribuição para o desenvolvimento social são analisados.

    Governança

    O pilar de governança refere-se às práticas de gestão e administração da empresa. Inclui a transparência das operações, a ética nos negócios, a estrutura de governança corporativa e a responsabilidade perante os acionistas e stakeholders.

    Nesse sentido, podemos apontar esse pilar como o principal parceiro do compliance.

    ESG no Brasil

    No Brasil, o conceito de ESG tem ganhado crescente relevância. Isso porque as empresas estão sendo cada vez mais  pressionadas por investidores e consumidores mais conscientes. Assim, elas buscam adotar práticas sustentáveis e responsáveis. 

    Além disso, a legislação brasileira tem evoluído para incentivar essas práticas e colocá-las como uma diretriz vigente para muitos setores.

    Leia também: Conformidade Regulamentar: Melhores práticas

    Entenda a relação entre regulamentações e ESG 

    Nos últimos anos, o Brasil tem implementado regulamentações que incentivam práticas de ESG. Isso pode ser visto por meio de leis ambientais mais rígidas, programas de incentivo à responsabilidade social corporativa e a exigência de transparência nas práticas empresariais são exemplos dessa evolução.

    Confira também: M&A: Entenda fusões e aquisições e como realizá-las com segurança 

    Pressão dos investidores

    Outro ponto é que os investidores estão cada vez mais atentos às práticas de ESG das empresas em que investem. Os fundos de investimento sustentáveis estão em ascensão e as empresas que não aderem a esses princípios podem perder oportunidades de financiamento.

    Adoção pelas empresas

    Muitas empresas já começaram a integrar ESG em suas operações diárias. Grandes corporações, especialmente aquelas com exposição internacional, estão liderando esse movimento, mas pequenas e médias empresas também estão percebendo os benefícios de adotar essas práticas, especialmente, no que diz respeito a melhora de sua reputação.

    O que é Compliance

    Compliance refere-se à conformidade com leis, regulamentos, políticas e diretrizes internas da empresa. É o processo pelo qual uma empresa garante que suas operações e práticas estão de acordo com todas as exigências legais e normativas aplicáveis.

    Importância do Compliance

    O compliance é crucial para evitar penalidades legais, proteger a reputação da empresa e assegurar um ambiente de trabalho ético e seguro. Empresas que aderem ao compliance demonstram compromisso com a integridade e a responsabilidade.

    ESG e Compliance

    A integração de ESG e compliance é essencial para que uma empresa funcione de modo sustentável e ético. Enquanto ESG estabelece os padrões e objetivos de sustentabilidade e responsabilidade, o compliance garante que esses padrões sejam seguidos adequadamente em conformidade com as legislações. 

    Assim, ao somar ESG e compliance é possível criar um ambiente onde as práticas sustentáveis são integradas nas operações organizacionais. Ou seja, os departamentos de compliance desempenham um papel importante na implementação de políticas de ESG, garantindo a adesão em toda a empresa.

    Como o compliance ajuda ESG? 

    Os departamentos de compliance podem ajudar a desenvolver políticas que reflitam os princípios de ESG. 

    Para isso, um passo importante é oferecer treinamentos regulares sobre as diretrizes. Esses treinamentos devem educar os funcionários sobre a importância de ESG e como eles podem contribuir para esses objetivos em suas funções diárias.

    Além disso, é preciso manter o monitoramento contínuo e realizar auditorias internas para assegurar a conformidade com as políticas de ESG. Isso inclui a verificação de relatórios de sustentabilidade, auditorias de práticas de trabalho e revisões de processos de governança.

    Por fim, é importante adotar práticas de gestão de riscos. Isso já que tais práticas podem ajudar na identificação de riscos que coloquem sua empresa em vulnerabilidade em relação à política ESG adotada. 

    Vantagens da ESG 

    A ESG traz inúmeros benefícios para as empresas. Veja os principais! 

    Melhorar reputação no mercado 

    Empresas que aderem aos princípios de ESG e compliance são vistas como mais confiáveis e éticas, o que melhora sua reputação no mercado.

    Mais investimentos

    A integração de ESG pode atrair mais investimentos.

    Redução de riscos

    A conformidade com as normas de ESG ajuda a mitigar riscos legais, financeiros e reputacionais, protegendo a empresa de possíveis penalidades e danos.

    Engajamento dos colaboradores

    Os funcionários tendem a se sentir mais motivados e engajados em trabalhar para empresas que se preocupam com a ética, a sustentabilidade e o bem-estar social.

    Quer saber mais sobre práticas que ajudam o seu compliance? Visite nosso site e conheça nossas soluções de conformidade!

  • Inteligência analítica para redução de riscos e custos operacionais

    Inteligência analítica para redução de riscos e custos operacionais

    A inteligência analítica é o processo de coletar, processar, analisar e interpretar dados para extrair informações valiosas que podem ajudar na tomada de decisões informadas e estratégicas.

    A busca pela eficiência operacional é uma prioridade constante no mercado hoje. Empresas estão procurando maneiras de otimizar processos, reduzir custos e tomar decisões mais informadas. 

    Sob essa visão, segundo Robert Sternberg, existem três tipos de inteligência: A inteligência criativa, prática e inteligência analítica. Essa última sendo imprescindível para te ajudar a entender melhor como reduzir riscos e custos. Continue o artigo e veja mais sobre!

    O que é a inteligência analítica?

    A inteligência analítica é o processo de coleta, processamento, análise e interpretação de dados para obter informações valiosas. De modo simplificado, é a capacidade de usar dados para tomar decisões informadas e estratégicas.

    Outro ponto importante é entender que a inteligência analítica não é o mesmo que inteligência artificial. A Inteligência analítica se concentra na análise e interpretação de dados, enquanto a Inteligência artificial visa desenvolver sistemas capazes de realizar tarefas que normalmente requerem inteligência humana

    Inteligência analítica aplicada em processos empresariais

    Como Funciona a Inteligência Analítica?

    A Inteligência Analítica funciona através de um processo iterativo que envolve coleta, limpeza, análise e interpretação de dados. Para isso, é importante utilizar técnicas avançadas de análise estatística e machine learning para extrair informações significativas dos dados.

    A importância da inteligência analítica para sua empresa 

    Com o volume cada vez maior de dados disponíveis, a capacidade de transformar esses dados em insights torna-se essencial para as suas tomadas de decisões estratégicas e o sucesso empresarial. Veja algumas das principais razões pelas quais a inteligência analítica é fundamental para sua empresa!

    Tomada de decisões informadas

    A inteligência analítica permite que você tome decisões mais informadas e baseadas em evidências, ao invés de depender apenas de intuição ou suposições. Ao analisar dados objetivos, você pode entender melhor o desempenho atual da sua empresa, identificando  oportunidades ou desafios futuros.

    Veja também: Entenda o que é Know Your Partner (KYP)  e como ele pode ajudar sua empresa

    Otimização de processos

    Ao analisar dados operacionais, você consegue identificar áreas de ineficiência e implementar melhorias para otimizar processos. Isso pode resultar em economia de tempo e recursos, aumento da produtividade e redução de custos operacionais.

    Previsão de tendências e comportamentos

    Ao analisar dados históricos e padrões de comportamento, a inteligência analítica pode ajudá-lo a prever tendências futuras e antecipar as necessidades dos seus clientes. Isso permite que você se adapte rapidamente às mudanças do mercado e permaneça à frente da concorrência.

    Detecção de oportunidades e riscos

    A inteligência analítica ajuda a  identificar oportunidades de negócios e mitigar riscos em potencial. 

    Inteligência Analítica: Resultados

    O que forma a inteligência analítica?

    A inteligência analítica envolve uma variedade de técnicas e ferramentas, incluindo, análise estatística, machine learning e visualização de dados. Isso para transformar esses dados em inteligência acionável, ou seja, em resultados.

    Onde podemos aplicar a inteligência analítica?

    A Inteligência Analítica pode ser aplicada em diversas áreas de sua empresa, como marketing, vendas, operações, finanças e recursos humanos. Com a análise dos dados, você consegue aplicar melhores estratégias para sua área, direcionando recursos de modo eficiente e alcançando resultados positivos. 

    Leia também: M&A: Entenda fusões e aquisições e como realizá-las com segurança 

    Vantagens da inteligência analítica em sua empresa

    Tomada de decisões informadas: Esse tipo de inteligência te ajuda na tomada de decisões estratégicas com base em dados concretos.

    Otimização de processos: Ao analisar os dados, é possível identificar as  áreas de melhoria e eficiência dentro da organização.

    Personalização: Permite oferecer produtos e serviços personalizados com base nas preferências do cliente.

    Previsão de tendências: Capacita seus membros a antecipar tendências e ajudar a sua empresa a se adaptar às mudanças do mercado.

    Redução de custos: Identifica oportunidades de economia e otimização de recursos.

    Como adotar a Inteligência Analítica nos negócios?

    Para adotar a inteligência analítica nos seus negócios, sua empresa precisa investir em tecnologias e ferramentas de análise de dados. Assim, ela consegue desenvolver uma cultura orientada por dados e capacitar os funcionários com habilidades analíticas.

    Para redução de riscos, por exemplo, soluções de background check te ajudam a identificar informações valiosas que somam a sua tomada de decisão mais embasamento em relação a parceiros, clientes, colaboradores e, também, te ajudam com questões de conformidade. 

    Quer conhecer outras soluções relacionadas à inteligência analítica? Visite nosso site e fique por dentro!

  • OCR: Entenda o que é e qual é sua importância para prevenir fraudes

    OCR: Entenda o que é e qual é sua importância para prevenir fraudes

    Desde a digitalização de arquivos históricos até a automação de processos em empresas, o OCR é ferramenta essencial na era digital. 

    Essa tecnologia permite a conversão de diferentes tipos de documentos, como arquivos em papel digitalizados, PDFs ou imagens capturadas por uma câmera digital, em dados editáveis e pesquisáveis.

    Ele não apenas facilita a conversão de documentos físicos em textos digitais editáveis, mas também melhora a eficiência, reduz custos operacionais e abre novas possibilidades para a análise de dados. Continue a leitura e saiba mais! 

    O que é OCR?

    OCR ou Reconhecimento Óptico de Caracteres (Optical Character Recognition) é uma ferramenta capaz de identificar caracteres em arquivos de imagem e convertê-los em formatos de textos editáveis.

    Nesse sentido, podemos dizer que o OCR possibilita a verificação de informações de forma prática e eficiente. Isso ajuda no entendimento das informações, algo essencial para autenticação de documentos e combate à fraude.

    OCR

    Para que serve o OCR?

    O Reconhecimento Óptico de Caracteres funciona para transformar textos de documentos em arquivos digitais com o fim de validá-los, criar categorias ou enviar a terceiros. 

    Você pode muito bem escanear os arquivos em impressoras e convertê-los em PDFs ou JPGs, mas você não conseguirá pesquisar informações disponíveis nos documentos por palavras-chave ou mesmo editar informações importantes, caso seja necessário.

    Com o  OCR, você pode coletar todas essas informações em textos pesquisáveis e editáveis de maneira automatizada. Assim, você evita ações repetitivas e agiliza consideravelmente o processo que, manualmente, exigiria um grande esforço.

    Além disso, com essa tecnologia, você reduz as vulnerabilidades. Isto é, consegue minimizar os riscos de fraudes e golpes em documentos. 

    Qual é a importância de utilizar o OCR?

    Como vimos, o OCR é importante para agilizar processos e também para o combate à fraudes. Isso porque ele ajuda na autenticação de documentos, evitando que informações falsas passem despercebidas.

    Ou seja, é muito importante para a segurança e conformidade em várias áreas. Entre essas, especialmente, no contexto de documentos sensíveis e regulamentados

    Leia também: Conformidade Regulamentar: Melhores práticas

    OCR e compliance

    Justamente por ser uma ferramenta útil na detecção de fraudes em diversos tipos de documentos, o Reconhecimento Óptico de Caracteres desempenha um papel importante na conformidade de empresas com as leis, regulamentos e padrões éticos.

    Ao garantir uma fácil acessibilidade aos documentos por meio da conversão de textos físicos em digitais, o OCR permite que as organizações cumpram os requisitos de auditorias internas e externas, auxiliando na comprovação de conformidade com requisitos regulatórios.

    Como funciona o OCR?

    As principais fases de funcionamento do OCR são:

    Digitalização

    Consiste na etapa em que, por meio de escaneamento, documentos físicos são digitalizados e convertidos em imagens;

    Pré-processamento

    Antes da análise OCR, são aplicadas técnicas de processamento para melhorar a qualidade da imagem escaneada, como remoção de ruído, ajuste de contraste e desinclinação;

    Segmentação

    Ou seja, a imagem é dividida em áreas individuais onde contém cada caractere e são identificadas as linhas do texto. 

    Reconhecimento de caracteres

    Utilizando um banco de dados de modelos previamente estabelecidos, o OCR reconhece padrões visuais e identifica os caracteres na imagem.

    Pós-processamento

    Após a etapa de reconhecimento de caracteres, são utilizadas técnicas para correção de erros ortográficos e contextuais;

    Saída de texto

    A última etapa consiste na apresentação do texto identificado, que pode ser editado e convertido para os formatos que o usuário preferir.

    OCR e autenticação de documentos

    A autenticação de documentos consiste no processo de verificação da veracidade de um registro, a fim de evitar adulterações. Nesse sentido, podemos apontar o OCR como uma peça fundamental para isso. 

    Isso porque a inteligência do OCR permite que os documentos em análise sejam comparados com documentos originais, identificando suspeitas de adulteração e reconhecendo falsificações.

    Leia também: Face Match: como aplicá-lo ao seu processo de onboarding

    Onde o OCR pode ser utilizado?

    A conversão por OCR pode ser utilizada de diversas maneiras. Algumas delas são:

    Digitalização e transcrição de documentos: O uso do OCR neste processo possibilita que os documentos se tornem pesquisáveis utilizando palavras-chave, facilitando o processo de indexação e otimizando cautelas de segurança.

    Reconhecimento de placas de veículos: Esta medida beneficia os sistemas de segurança e de vigilância no monitoramento de veículos suspeitos e ainda auxilia empresas que têm a necessidade de gerenciar frotas de automóveis.

    Reconhecimento de escrita à mão: A tecnologia de OCR possibilita também a conversão de textos manuscritos em textos digitais, ajudando, por exemplo, na digitalização de documentos antigos.

    Leitura para deficientes visuais: Os softwares de leitura de tela para pessoas cegas utilizam o OCR para interpretar textos em aplicativos, páginas da web e outros conteúdos visuais, logo esta tecnologia se mostra importante também na acessibilidade.

    Importante: Para que o OCR funcione adequadamente é preciso seguir boas práticas de uso. Veja abaixo as principais!

    Boas práticas de uso de OCR

    OCR no onboarding digital de parceiros 

    Durante o processo de onboarding, é comum que empresas precisem coletar e verificar uma grande quantidade de documentos, como contratos, certificados e comprovantes de identidade. Tradicionalmente, essa tarefa era realizada manualmente.

    Todavia, com a  implementação do OCR, essa realidade mudou. A tecnologia automatiza a extração de informações desses documentos, transformando-os em dados estruturados que podem ser facilmente processados e armazenados nos sistemas da empresa.

    Além de agilizar o processo, o OCR melhora a precisão das informações coletadas. Ao eliminar a necessidade de digitação manual, reduz-se significativamente o risco de erros de transcrição.

    Outro benefício significativo do OCR no onboarding digital é a melhoria na experiência do parceiro. O processo se torna muito mais rápido e eficiente, permitindo que os parceiros comecem a operar ou colaborar com a empresa em menos tempo.

    Quer saber mais sobre nossa solução de onboarding? Visite nosso site!