A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992) é uma legislação brasileira que visa punir atos de desonestidade e corrupção no setor público. Ela estabelece as condutas que configuram improbidade administrativa, os sujeitos passivos e ativos da lei, e as penalidades aplicáveis.
A lei foi criada para proteger o patrimônio público e assegurar a moralidade na administração pública, combatendo práticas que prejudicam o cenário social.
O que diz a Lei da Improbidade Administrativa?
A Lei da Improbidade Administrativa define os atos de improbidade em três categorias principais: enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e violação dos princípios da administração pública.
Desse modo, ela estabelece que qualquer agente público, bem como terceiros que se beneficiem dos atos ilícitos, pode ser responsabilizado. Como formas de penalidades podem citar perda de bens e valores, ressarcimento ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e multa civil.
Lei da Improbidade Administrativa
Quando se aplica a Lei de Improbidade Administrativa?
A Lei de Improbidade Administrativa se aplica sempre que houver indícios de que um agente público cometeu algum ato ilícito que se enquadre nas categoriasestabelecidas pela lei.
Isso pode ocorrer em diversas situações, como contratos públicos fraudulentos, uso indevido de recursos públicos, nepotismo, entre outros. Nesse sentido, a aplicação da lei não depende de condenação criminal, ou seja, o processo pode ocorrer simultaneamente ou independentemente de processos penais.
Quem está sujeito à Lei de Improbidade Administrativa?
Estão sujeitos à Lei de Improbidade Administrativa todos os agentes públicos, incluindo servidores efetivos, temporários, comissionados, militares, e até mesmo aqueles que exercem função pública sem vínculo empregatício formal.
Além disso, pessoas físicas e jurídicas que, de alguma forma, se beneficiem dos atos de improbidade, também podem ser responsabilizadas. Isto é, empresários, fornecedores e qualquer outra parte envolvida podem ser enquadrados na lei.
O que é considerado ato de improbidade?
A Lei de Improbidade Administrativa considera atos de improbidade aqueles que envolvem enriquecimento ilícito, causam prejuízo ao erário ou violam os princípios da administração pública.
Enriquecimento ilícito ocorre quando o agente público se apropria de bens ou valores sem justificativa legal. Isso pode incluir o recebimento de propinas, presentes valiosos ou qualquer vantagem econômica que não seja compatível com sua renda oficial.
Prejuízo ao erário
Prejuízo ao erário abrange ações que resultam em perda financeira para o poder público.
Violação dos princípios da administração pública
Violação dos princípios da administração pública refere-se a atos que desrespeitam os princípios básicos da administração pública, como nepotismo, favorecimento de terceiros, falta de transparência e omissão de informações obrigatórias.
O que mudou na nova Lei de Improbidade Administrativa?
A nova Lei de Improbidade Administrativa trouxe algumas mudanças importantes. Entre as alterações, destaca-se a exigência de dolo para a caracterização de atos de improbidade. Isso significa que, para ser responsabilizado, o agente deve ter a intenção deliberada de cometer o ato ilícito.
Quais são as consequências da improbidade administrativa?
Entre as principais penalidades estão a perda de bens e valores obtidos ilicitamente, ressarcimento integral ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por até 14 anos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais. Além disso, a reputação do agente e da instituição envolvida pode ser seriamente prejudicada, afetando a confiança da sociedade.
Sob essa visão, conhecer a Lei e seus aspectos é essencial para garantir a integridade e a eficiência da administração pública. Isso porque, ao promover a transparência e a responsabilidade, a lei não apenas protege o patrimônio público, mas também melhora a confiança da sociedade nas instituições.
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Acurácia é uma medida de desempenho que indica a proximidade dos resultados obtidos em uma análise ou experimento com os valores reais ou verdadeiros.
Você sabe o que realmente significa acurácia? Esse é um conceito muito importante para você aplicar em sua empresa e que pode te ajudar a minimizar riscos. Continue a leitura e saiba mais sobre!
O que significa acurácia?
Acurácia refere-se à proximidade dos resultados de medições ou previsões em relação aos valores reais ou esperados. De modo simplificado, é uma medida que avalia o quão corretos são os dados ou resultados produzidos por um sistema ou processo.
Nesse sentido, podemos dizer que a alta acurácia indica que os dados estão muito próximos da realidade, enquanto a baixa acurácia sugere que há uma grande discrepância.
Acurácia no trabalho
Como calcular o valor da acurácia
Calcular a acurácia é simples, esse cálculo envolve a comparação entre os resultados obtidos e os resultados reais. Veja a forma utilizada para calcular a acurácia!
Acurácia = Nº de revisões corretas/ Nº previsões totais X 100
Então, por exemplo, se uma empresa fez 100 previsões e 85 delas estavam corretas, a acurácia seria de 85%.
Este cálculo é essencial para entender a eficácia de processos e sistemas.
Importância da acurácia para sua empresa
A acurácia é importante, porque determina a confiabilidade dos dados e das informações que sustentam as decisões empresariais. Ou seja, garantir a alta acurácia dos dados é essencial para o sucesso e a competitividade das empresas, visto que decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a estratégias ineficazes.
A acurácia nas previsões financeiras, por exemplo, pode afetar diretamente as decisões de investimento e a saúde financeira da empresa. Da mesma forma, a acurácia nas análises de mercado ajuda as empresas a identificar corretamente as demandas dos consumidores e a ajustar suas estratégias de marketing.
Qual a diferença entre acurácia e precisão dos dados?
Embora usados como sinônimos, acurácia e precisão são conceitos diferentes. Enquanto a acurácia fala sobre os resultados em relação ao valor verdadeiro, a precisão mede a consistência e repetibilidade dos resultados.
Para ficar mais simples, imagine um alvo de dardos. Ao acertar próximo do centro várias vezes você obteve alta precisão, enquanto acertar o centro exato significa sua alta acurácia.
Acurácia e precisão
Quais são os níveis de acurácia?
A acurácia pode ser categorizada em diferentes níveis, dependendo do contexto e das necessidades da empresa. Entender esses níveis ajuda sua empresa a definir padrões apropriados para suas operações e a implementar processos que garantam a acurácia necessária. Conheça os níveis mais comuns são:
Alta acurácia
Necessária em setores onde erros podem ter consequências graves.
Média acurácia
Adequada para setores onde a precisão moderada é aceitável.
Baixa acurácia
Pode ser tolerada em setores com menor impacto direto dos dados.
Como aplicar a acurácia em sua empresa
Aplicar a acurácia em sua empresa envolve a implementação de práticas e processos que garantam a precisão e a confiabilidade dos dados e operações. Para isso, em primeiro, é essencial promover o treinamento e desenvolvimento dos funcionários. Isto é, capacitar a equipe para entender a importância da acurácia e adotar práticas precisas é o primeiro passo.
Outro ponto importante é o uso de tecnologia. Isso porque ao investir em softwares avançados de análise de dados e ferramentas de automação é possível reduzir a ocorrência de erros.
Sistemas de gerenciamento de riscos, plataformas de business intelligence e ferramentas de monitoramento em tempo real são exemplos de tecnologias que auxiliam na manutenção de dados precisos e confiáveis.
Além disso, é preciso realizar auditorias e revisões periódicas. Essas ações ajudam a identificar inconsistências e desvios, permitindo que a empresa corrija problemas antes que eles causem danos significativos.
Por fim, é necessário garantir que todas as partes interessadas entendam a importância da precisão e sejam informadas sobre os procedimentos e padrões estabelecidos.
FAQs sobre Acurácia
O que é acurácia?
Acurácia é a medida de quão próximos os resultados estão dos valores reais ou esperados.
Como calcular a acurácia?
A acurácia é calculada dividindo o número de previsões corretas pelo número total de previsões e multiplicando por 100.
Qual a diferença entre acurácia e precisão?
Acurácia refere-se à proximidade dos resultados ao valor verdadeiro, enquanto precisão mede a consistência dos resultados.
Por que a acurácia é importante para as empresas?
A acurácia é crucial para a tomada de decisões informadas, eficiência operacional e competitividade no mercado.
Como as empresas podem melhorar a acurácia?
Empresas podem melhorar a acurácia treinando funcionários, utilizando tecnologia avançada, realizando auditorias periódicas e estabelecendo feedback contínuo.
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People Analytics é uma abordagem baseada em dados para a gestão de pessoas e equipes dentro das organizações.
Se você acredita que avanços como inteligência artificial e soluções tecnológicas se limitam apenas ao setor de tecnologia, é hora de repensar.
No RH, a tecnologia chegou para revolucionar. Um exemplo disso é o People Analytics, um processo inovador que está transformando a forma como as empresas gerenciam seus colaboradores.
Mas, afinal, o que é People Analytics e como ele pode beneficiar sua organização? Descubra tudo isso na leitura a seguir!
Entenda o People Analytics
People Analytics é um processo que consiste em utilizar dados dos colaboradores de uma organização para tomar decisões mais informadas e estratégicas.
Mas o que isso significa na prática?
Imagine o seguinte cenário: sua empresa de biscoitos está enfrentando um alto índice de rotatividade entre os profissionais da área de criação.
Com o People Analytics, o RH pode, por exemplo, conduzir pesquisas de clima organizacional automatizadas e direcionadas para essa equipe. A partir dos dados coletados, é possível identificar as causas da insatisfação e implementar soluções eficazes para reter esses talentos.
De forma ágil e proativa, você resolve desafios complexos, melhora resultados e eleva a eficiência da gestão de pessoas.
People Analytics aplicado
E como isso pode me ajudar?
Ao utilizar dados para avaliar e tomar decisões sobre a gestão de pessoas em sua equipe, é possível aprimorar diversos processos organizacionais, tornando-os mais eficientes e estratégicos.
Um exemplo claro disso está na tomada de decisões. Se anteriormente essas decisões eram baseadas em palpites, intuições ou hipóteses, a análise de dados proporciona uma base fundamentada em números reais e métricas específicas.
Outro benefício direto é a melhora no desempenho do time. Como visto no exemplo da empresa de biscoitos, a identificação de padrões e de áreas que necessitam de ajustes possibilita a resolução de entraves e a formulação de planos de desenvolvimento mais eficazes.
Esses planos não apenas aumentam a produtividade, mas também promovem o engajamento e a motivação dos colaboradores, criando um ambiente de trabalho mais harmonioso e colaborativo.
Além disso, o uso estratégico de dados é fundamental para a retenção de talentos e a redução de índices elevados de turnover.
Ao compreender as necessidades, os desafios e as aspirações dos colaboradores por meio de análises detalhadas, é possível implementar ações personalizadas que aumentam a satisfação no trabalho e fortalecem a relação entre os profissionais e a empresa.
Como implementar o People Analytics em minha empresa?
People analytics funciona por meio da coleta de dados de várias fontes, como sistemas de RH, pesquisas de engajamento, avaliações de desempenho e até mesmo mídias sociais internas.
Nesse sentido, para implementar o People Analytics em sua empresa, é essencial integrar dados à rotina diária e adotar ferramentas especializadas de análise.
Veja algumas etapas importantes para iniciar esse processo:
01. Defina os objetivos estratégicos: Identifique as principais perguntas ou desafios da sua organização em relação à gestão de pessoas. Por exemplo, você busca reduzir o turnover, aumentar o engajamento ou melhorar a performance do time?
02. Escolha as fontes de dados: Determine quais informações são relevantes para responder a essas questões. Essas fontes podem incluir registros de sistemas de gestão de RH, feedbacks de colaboradores, dados de recrutamento e até métricas de produtividade.
03. Adote ferramentas adequadas: Invista em tecnologias específicas para lidar com esses dados.
People Analytics e mitigação de riscos
Com dados em mãos, o People Analytics torna-se uma ferramenta poderosa para o RH na redução de diversos riscos organizacionais, como turnover elevado, conflitos internos e baixa produtividade.
No entanto, como lidar com riscos associados a novas contratações?
Nesse contexto, o People Analytics pode ser complementado por soluções como plataformas de background check. Essas ferramentas ajudam a garantir que as decisões de contratação sejam mais informadas e seguras.
Por exemplo, com a nossa plataforma, você pode, a partir do nome ou CPF do candidato, acessar um histórico detalhado de informações relevantes, incluindo:
A integração dessas soluções ao processo de análise de dados no RH não apenas reduz riscos, mas também fortalece a confiabilidade e a transparência nas decisões de contratação, contribuindo para uma equipe mais alinhada e eficiente.
A Lei Anticorrupção, oficialmente denominada Lei nº 12.846/2013, é uma legislação brasileira sancionada em 1º de agosto de 2013, com o objetivo de responsabilizar empresas e outras entidades por práticas de corrupção cometidas em seu benefício.
A Lei Anticorrupção é um marco importante para empresas que buscam operar de maneira ética e transparente. Mas você sabe no que essa lei realmente implica? Como ela surgiu e quais são suas principais disposições? Continue a leitura e vamos entender os pontos essenciais sobre a Lei Anticorrupção!
O que é a Lei Anticorrupção?
A Lei Anticorrupção brasileira, sancionada em 2013, é uma legislação que visa responsabilizar empresas por atos de corrupção cometidos em seu benefício. Diferente de outras leis, que focam principalmente em punir indivíduos, a Lei Anticorrupção coloca as empresas no centro da responsabilidade, impondo penalidades severas para práticas corruptas.
Lei Anticorrupção
Como surgiu a Lei Anticorrupção?
A criação da Lei Anticorrupção foi motivada por uma série de situações de corrupção que impactaram o Brasil nos últimos anos. Antes de sua implementação, o Brasil enfrentava dificuldades para punir adequadamente empresas envolvidas em atos corruptos.
Sob essa dificuldade, o governo se baseou em legislações internacionais, como o Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) dos Estados Unidos e o UK Bribery Act do Reino Unido, criando a Lei Anticorrupção que reforça a integridade no setor corporativo brasileiro.
Quais condutas são puníveis na Lei Anticorrupção?
A Lei Anticorrupção prevê punições para diversas condutas ilícitas, incluindo:
Suborno: Oferecer ou prometer vantagem indevida a agentes públicos.
Fraude em licitações: Manipular o processo de licitação pública.
Manipulação de contas: Falsificar documentos ou registros para encobrir atos corruptos.
Obstrução de investigações: Dificultar ou impedir a investigação de atos corruptos.
Isso porque essas práticas não apenas implicam na ética da empresa, mas também colocam em risco a confiança pública nas instituições.
O Decreto 11.129/22 é um regulamento que detalha a aplicação da Lei Anticorrupção, especificando os passos para a investigação e sanção de empresas envolvidas em práticas corruptas. Nesse sentido, este decreto cumpre um papel crucial para garantir que a lei seja aplicada de maneira adequada, proporcionando objetividade sobre os processos e responsabilidades envolvidos.
Quais são as sanções previstas pela Lei Anticorrupção?
As sanções previstas pela Lei Anticorrupção são bem severas e desenhadas para desincentivar práticas corruptas e promover um ambiente de negócios mais íntegro. Veja as principais!
Multas pesadas
Podem chegar a até 20% do faturamento bruto anual da empresa.
Isso significa que as empresas condenadas podem ser proibidas de participar de licitações públicas por um determinado período.
Qual é a relação da Lei Anticorrupção com os programas de compliance?
A Lei Anticorrupção está ligada aos programas de compliance. Isso porque o programa de compliance pode ajudar a prevenir atos corruptos, identificar violações e mitigar riscos.
Sob essa visão, empresas com compliance eficientes podem ter suas penalidades reduzidas em caso de infrações, desde que demonstrem cooperação e interesse para corrigir práticas ilícitas.
Além disso, um programa de compliance estruturado é capaz de prever riscos de vulnerabilidade à legislação. Assim, antes que ocorra algum acontecimento grave, os responsáveis podem identificar e solucionar os problemas de corrupção encontrados.
O que quer dizer Acordo de Leniência?
O Acordo de Leniência é uma ferramenta que permite a redução de penalidades para empresas que colaborarem com as investigações. Para se qualificar para um acordo de leniência, a empresa deve admitir sua participação em atos corruptos e fornecer informações que ajudem a identificar outros envolvidos.
Ou seja, funciona como um “acordo de delação” para empresas. Isso incentiva a cooperação em troca de sanções mais leves.
O impacto da Lei Anticorrupção nas empresas é significativo. As organizações precisam adotar medidas preventivas rigorosas, como programas de compliance, para evitar práticas corruptas. Além disso, a lei trouxe uma maior conscientização sobre a importância da ética nos negócios, incentivando empresas a manterem altos padrões de integridade.
Agentes envolvidos e responsabilidades
Vários agentes estão envolvidos na aplicação e cumprimento da Lei Anticorrupção. Confira os principais agentes:
Empresas
Devem implementar programas de compliance e garantir a conformidade com a lei.
Agentes públicos
Responsáveis por investigar e sancionar práticas corruptas.
Auditores e Compliance
Ajudam as empresas a identificar riscos e desenvolver medidas preventivas.
Agentes envolvidos e responsabilidades
Procedimentos de investigação
Os procedimentos de investigação sob a Lei Anticorrupção incluem várias etapas importantes. Primeiramente, há a coleta de evidências, que envolve a reunião de documentos, testemunhos e outros materiais relevantes para a investigação.
Além disso, são realizadas auditorias internas, que podem ser conduzidas tanto pelas próprias empresas quanto por auditores externos contratados para garantir imparcialidade e rigor.
Outro aspecto fundamental é a colaboração com as autoridades, onde as empresas são incentivadas a cooperar plenamente com as investigações em andamento, o que pode resultar na mitigação de penalidades caso a colaboração seja considerada significativa.
Esses procedimentos são essenciais para garantir que a investigação seja minuciosa e justa, estabelecendo uma base sólida para a aplicação eficaz da lei.
Comparação com legislações internacionais
Comparada a outras legislações internacionais, a Lei Anticorrupção brasileira tem semelhanças com o FCPA dos Estados Unidos e o UK Bribery Act. Todas essas leis buscam responsabilizar empresas por práticas corruptas, mas há diferenças nas sanções e nos mecanismos de aplicação.
Por exemplo, enquanto o FCPA foca em subornos a autoridades estrangeiras, a Lei Anticorrupção brasileira abrange uma gama mais ampla de condutas ilícitas.
A Lei Anticorrupção representa um avanço significativo na luta contra a corrupção no Brasil. Sua aplicação rigorosa e a exigência de programas de compliance robustos mostram que o país está comprometido em promover a integridade e a transparência nos negócios.
Assim, fica claro que, para as empresas, a conformidade não é apenas uma obrigação legal, mas uma oportunidade de construir uma reputação melhor e aumentar a confiança do mercado.
Quer conhecer outras legislações como essa e manter a conformidade? Acompanhe nossos conteúdos e visite nosso site!
Você já se perguntou como as grandes empresas lidam com os imprevistos? A resposta está em uma simples prática: o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).
Gerenciar riscos pode parecer complicado, mas é algo fundamental para qualquer negócio que busca bons resultados. Por isso, vamos te explicar o que é o PGR e como você pode implementá-lo em sua empresa. Continue a leitura!
O que é um Programa de Gerenciamento de Riscos?
Um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) é o conjunto de processos e práticas que uma empresa utiliza para identificar, avaliar e mitigar riscos que possam afetar suas operações.
Pense no PGR como uma espécie de seguro, mas muito mais completo. Ele não só ajuda a proteger contra perdas, mas também identifica oportunidades para melhorar e inovar.
Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)
Componentes de um Programa de Gerenciamento de Riscos
Identificação de riscos
O primeiro passo é mapear todos os possíveis riscos que podem afetar a organização. Isso pode incluir riscos financeiros, operacionais, regulatórios, de reputação, entre outros.
Avaliação dos riscos
Após identificar os riscos, é necessário avaliá-los para determinar a probabilidade de ocorrência e o impacto potencial.
Como fazer isso? Em nossa solução de background check, por exemplo, já apresentamos o nível e detalhamento do risco encontrado para você.
Mitigação dos riscos
Com base na avaliação, a organização desenvolve estratégias para mitigar os riscos. Isso pode envolver a criação de planos de contingência, implementação de controles internos e alocação de recursos adequados.
Monitoramento
Ogerenciamento de riscos é um processo contínuo. É importante monitorar regularmente os riscos e revisar as estratégias de mitigação para garantir sua eficácia e relevância.
Por que o PGR é importante?
A importância de um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) nas empresas não pode ser subestimada. Em primeiro lugar, o PGR é essencial para a proteção contra perdas financeiras.
Isso porque, ao identificar e mitigar riscos de maneira proativa, as empresas podem evitar perdas significativas que poderiam resultar de eventos inesperados, como fraudes, falhas operacionais ou flutuações de mercado. Isso ajuda a manter a estabilidade financeira e a assegurar a continuidade das operações.
Além disso, o PGR desempenha um papel crucial na conformidade regulatória. Em um ambiente onde as regulamentações estão sempre em ajustes, manter-se em conformidade pode ser desafiador. Um PGR bem estruturado ajuda as empresas a se manterem atualizadas sobre as leis e normas aplicáveis, evitando multas, penalidades e danos à reputação.
A implementação de um PGR também melhora a reputação da empresa. Isso porque organizações que gerenciam riscos de forma eficaz são vistas como mais confiáveis e profissionais por clientes, parceiros e investidores.
Outro benefício crucial de um PGR é o preparo da empresa para enfrentar crises e imprevistos. A capacidade de responder rapidamente e de forma eficiente a situações adversas minimiza os impactos negativos e permite uma recuperação mais rápida, garantindo a continuidade das operações e a proteção dos ativos da empresa.
Além disso, um PGR bem implementado auxilia nas tomadas de decisões dentro da organização. Com uma compreensão dos riscos associados a diferentes decisões, a gestão pode tomar decisões mais informadas e estratégicas.
Como elaborar o PGR?
Implementar um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) em uma empresa envolve uma série de etapas. O primeiro passo é obter o comprometimento da alta direção. Sem o apoio dos principais líderes da organização, qualquer iniciativa de gerenciamento de riscos pode falhar.
A próxima etapa é realizar uma avaliação inicial para identificar os riscos potenciais que a empresa pode enfrentar. Isso envolve mapear todas as áreas de risco, que podem incluir riscos financeiros, operacionais, legais, de reputação e estratégicos.
Uma vez identificados os riscos, é necessário avaliar a probabilidade de ocorrência e o impacto potencial de cada um deles. Essa avaliação permite priorizar os riscos e determinar quais devem receber atenção imediata.
Com a avaliação dos riscos concluída, o próximo passo é desenvolver estratégias para mitigar os riscos identificados. As estratégias de mitigação podem incluir a implementação de controles internos, a criação de planos de contingência, a contratação de seguros ou a transferência de riscos através de contratos.
Cada risco deve ter uma estratégia específica que descreva as ações a serem tomadas para minimizar ou eliminar o risco. Além disso, é importante manter o monitoramento dos riscos e dar continuidade a avaliações periódicas. Assim, é possível realizar ajustes rápidos.
Finalmente, a comunicação é um imprescindível. Isto é, todas as partes interessadas precisam estar bem informadas sobre os riscos identificados, as estratégias de mitigação e os resultados do programa.
Uma comunicação clara mantém todos os colaboradores alinhados e engajados no processo de gerenciamento de riscos, promovendo uma cultura de transparência e responsabilidade.
O que é um inventário de riscos?
Um inventário de riscos é uma ferramenta utilizada por empresas para identificar, avaliar e gerenciar os riscos aos quais estão expostas. Ele envolve a análise detalhada de todas as possíveis fontes de risco que podem afetar a organização.
O processo de elaboração de um inventário de riscos geralmente inclui identificação, avaliação, mitigação e monitoramento dos riscos. Isso tudo para ajudar no entendimento e gerenciamento dos perigos potenciais e para proteger seus interesses.
Vantagens do Programa de Gerenciamento de Riscos
O PGR bem implementado traz muitas vantagens para sua empresa. Veja as principais! .
Redução de perdas financeiras
Menos riscos desagradáveis significam menos custos inesperados.
Melhoria da reputação
Empresas que gerenciam riscos são vistas como mais confiáveis.
Resposta rápida
A preparação para lidar com imprevistos aumenta a capacidade de recuperação.
Identificação de oportunidades
O PGR também ajuda a identificar áreas de melhoria e inovação.
Conformidade
Com o programa instalado na empresa, é possível mitigar riscos que colocam sua conformidade em ameaça.
Desafios comuns sobre o PGR
Mesmo com um bom PGR, as empresas podem enfrentar desafios. Alguns dos mais comuns incluem, muitas vezes, resistência dos colaboradores em adotar novos processos e falta de recursos.
Para solucioná-los, é importante que a liderança entenda que esse programa não é um gasto, mas um investimento que pode prevenir que sua empresa sofra prejuízos irreversíveis. Além disso, hoje existem tecnologias de gestão de riscos que ajudam com muitos processos do PGR.
Esse é o caso do background check, por exemplo, que de maneira automatizada identifica riscos relacionados a terceiros e ativos. Assim, você consegue tomar decisões mais informadas e proteger sua empresa contra vulnerabilidades.
A inteligência analítica é o processo de coletar, processar, analisar e interpretar dados para extrair informações valiosas que podem ajudar na tomada de decisões informadas e estratégicas.
A busca pela eficiência operacional é uma prioridade constante no mercado hoje. Empresas estão procurando maneiras de otimizar processos, reduzir custos e tomar decisões mais informadas.
Sob essa visão, segundo Robert Sternberg, existem três tipos de inteligência: A inteligência criativa, prática e inteligência analítica. Essa última sendo imprescindível para te ajudar a entender melhor como reduzir riscos e custos. Continue o artigo e veja mais sobre!
O que é a inteligência analítica?
A inteligência analítica é o processo de coleta, processamento, análise e interpretação de dados para obter informações valiosas. De modo simplificado, é a capacidade de usar dados para tomar decisões informadas e estratégicas.
Outro ponto importante é entender que a inteligência analítica não é o mesmo que inteligência artificial. A Inteligência analítica se concentra na análise e interpretação de dados, enquanto a Inteligência artificial visa desenvolver sistemas capazes de realizar tarefas que normalmente requerem inteligência humana
Inteligência analítica aplicada em processos empresariais
Como Funciona a Inteligência Analítica?
A Inteligência Analítica funciona através de um processo iterativo que envolve coleta, limpeza, análise e interpretação de dados. Para isso, é importante utilizar técnicas avançadas de análise estatística e machine learning para extrair informações significativas dos dados.
A importância da inteligência analítica para sua empresa
Com o volume cada vez maior de dados disponíveis, a capacidade de transformar esses dados em insights torna-se essencial para as suas tomadas de decisões estratégicas e o sucesso empresarial. Veja algumas das principais razões pelas quais a inteligência analítica é fundamental para sua empresa!
Tomada de decisões informadas
A inteligência analítica permite que você tome decisões mais informadas e baseadas em evidências, ao invés de depender apenas de intuição ou suposições. Ao analisar dados objetivos, você pode entender melhor o desempenho atual da sua empresa, identificando oportunidades ou desafios futuros.
Ao analisar dados operacionais, você consegue identificar áreas de ineficiência e implementar melhorias para otimizar processos. Isso pode resultar em economia de tempo e recursos, aumento da produtividade e redução de custos operacionais.
Previsão de tendências e comportamentos
Ao analisar dados históricos e padrões de comportamento, a inteligência analítica pode ajudá-lo a prever tendências futuras e antecipar as necessidades dos seus clientes. Isso permite que você se adapte rapidamente às mudanças do mercado e permaneça à frente da concorrência.
Detecção de oportunidades e riscos
A inteligência analítica ajuda a identificar oportunidades de negócios e mitigar riscosem potencial.
Inteligência Analítica: Resultados
O que forma a inteligência analítica?
A inteligência analítica envolve uma variedade de técnicas e ferramentas, incluindo, análise estatística, machine learning e visualização de dados. Isso para transformar esses dados em inteligência acionável, ou seja, em resultados.
Onde podemos aplicar a inteligência analítica?
A Inteligência Analítica pode ser aplicada em diversas áreas de sua empresa, como marketing, vendas, operações, finanças e recursos humanos. Com a análise dos dados, você consegue aplicar melhores estratégias para sua área, direcionando recursos de modo eficiente e alcançando resultados positivos.
Vantagens da inteligência analítica em sua empresa
Tomada de decisões informadas: Esse tipo de inteligência te ajuda na tomada de decisões estratégicas com base em dados concretos.
Otimização de processos: Ao analisar os dados, é possível identificar as áreas de melhoria e eficiência dentro da organização.
Personalização: Permite oferecer produtos e serviços personalizados com base nas preferências do cliente.
Previsão de tendências: Capacita seus membros a antecipar tendências e ajudar a sua empresa a se adaptar às mudanças do mercado.
Redução de custos: Identifica oportunidades de economia e otimização de recursos.
Como adotar a Inteligência Analítica nos negócios?
Para adotar a inteligência analítica nos seus negócios, sua empresa precisa investir em tecnologias e ferramentas de análise de dados. Assim, ela consegue desenvolver uma cultura orientada por dados e capacitar os funcionários com habilidades analíticas.
Para redução de riscos, por exemplo, soluções de background check te ajudam a identificar informações valiosas que somam a sua tomada de decisão mais embasamento em relação a parceiros, clientes, colaboradores e, também, te ajudam com questões de conformidade.
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Com certeza você já esbarrou com o termo “M&A”. Mas você sabe o que isso realmente significa?
O termo refere-se às estratégias de fusões e aquisições que desempenham um papel fundamental na evolução e no crescimento das empresas. Desde pequenas até grandes empresas, o mercado está constantemente em movimento, impulsionado pela busca por vantagens competitivas, expansão de mercado e otimização de recursos.
Por isso, entender sobre fusões e aquisições é crucial para acompanhar as tendências do mercado e tomar decisões estratégicas informadas. Continue a leitura e saiba mais!
O que são Fusões e aquisições (M&A)?
Fusões e Aquisições ou M&A consiste em uma estratégia empresarial que envolve a compra, venda, divisão ou combinação de empresas para fortalecer suas posições no mercado e alcançar objetivos. Em outras palavras, é como um jogo de xadrez, onde empresas se unem para alcançar um objetivo comum ou se fortalecer contra a concorrência.
Um exemplo importante de fusão e aquisição recente é a compra do WhatsApp pelo Facebook.
Em 2014, o Facebook adquiriu o WhatsApp, um popular aplicativo de mensagens, por uma quantia impressionante. Essa aquisição permitiu ao Facebook expandir sua presença no mercado de mensagens instantâneas e acessar uma base de usuários global já estabelecida pelo WhatsApp.
Isso retrata como as fusões e aquisições podem ser estratégias poderosas para empresas que buscam expandir seu alcance, diversificar seus serviços e reduzir a concorrência.
M&A
Qual a diferença entre fusão e aquisição?
Na fusão, empresas decidem se unir para formar uma nova entidade legal. Nesse processo, as empresas se tornam uma única entidade, compartilhando a propriedade e os recursos de forma igualitária.
Para esse caso é importante estar atento à legislação e normas como a Lei 6.404.
Enquanto, na aquisição, uma empresa adquire o controle acionário de outra empresa. Nesse caso, uma empresa maior compra a outra empresa, assumindo o controle de suas operações, ativos e passivos. É como se uma empresa absorvesse a outra, mas mantendo sua própria identidade e estrutura organizacional.
Diferença M&A
Tipos de fusão
As fusões podem ocorrer de diferentes formas, dependendo das circunstâncias e dos objetivos das empresas envolvidas. Aqui estão alguns tipos comuns de fusão:
Fusão horizontal
Neste tipo de fusão, empresas que atuam no mesmo setor ou segmento de mercado se unem para criar uma empresa mais forte e competitiva.
Fusão vertical
Na fusão vertical, empresas que estão em diferentes estágios da cadeia de suprimentos se unem.
Fusão conglomeradas
Este tipo de fusão envolve empresas que não possuem relações comerciais diretas ou semelhanças em suas operações. As fusões conglomeradas ocorrem quando empresas de diferentes setores se unem para diversificar seus negócios e reduzir os riscos.
Fusão de extensão de mercado
Este tipo de fusão ocorre quando empresas que produzem as mesmas soluções, porém em mercados diferentes, se unem com a intenção de que as empresas tenham acesso a um mercado mais amplo e conquistem uma base maior de clientes
Fusão de extensão de produto
Nessa situação, ocorre a fusão entre organizações que produzem soluções relacionadas e operam no mesmo mercado, permitindo que as empresas juntem seus produtos e ampliem sua base de clientes.
Tipos de aquisições
As aquisições podem variar a depender dos objetivos e estratégias das empresas envolvidas. Veja alguns tipos de aquisições:
Aquisição amigável
Na aquisição amigável, a empresa alvo concorda em ser adquirida pela empresa compradora. Esse tipo de aquisição geralmente envolve negociações diretas entre as partes e é vista como uma transação harmoniosa.
Aquisição hostil
É o oposto da aquisição amigável e a empresa alvo não está de acordo com a oferta de aquisição feita pela empresa compradora. Nesse caso, a empresa compradora pode tentar adquirir a empresa alvo por meio de uma oferta pública de aquisição (OPA) ou outras táticas agressivas.
Aquisição vertical
Na aquisição vertical, uma empresa adquire outra empresa que opera em uma etapa diferente da cadeia de valor. Isso permite à empresa compradora controlar mais etapas da produção ou distribuição de seus produtos, garantindo maior eficiência e controle sobre a cadeia de suprimentos.
Aquisição horizontal
Na aquisição horizontal, uma empresa adquire outra empresa que opera no mesmo setor ou mercado. Esse tipo de aquisição visa principalmente expandir a participação de mercado da empresa compradora e eliminar a concorrência.
Aquisição de ativos
A empresa compradora adquire apenas os ativos específicos da empresa alvo, como equipamentos, propriedade intelectual ou marcas registradas.
Aquisição de ações
A compradora adquire a maioria das ações da empresa alvo, obtendo assim o controle acionário e influência significativa sobre suas operações e decisões estratégicas.
Vantagens e desvantagens do M&A
As fusões e aquisições (M&A) representam oportunidades e desafios para as empresas envolvidas. Em primeiro, um dos principais benefícios do M&A é a capacidade de impulsionar o crescimento e a expansão de uma empresa de forma rápida e eficiente.
Isso porque, ao adquirir ou se fundir com outras empresas, as organizações podem ampliar sua base de clientes, entrar em novos mercados e acessar recursos e tecnologias que podem não estar disponíveis.
Além disso, o M&A pode proporcionar economias de escala, resultando em redução de custos e aumento da eficiência. A combinação de operações e recursos pode criar oportunidades para inovação e desenvolvimento de novos produtos ou serviços.
No entanto, apesar das vantagens potenciais, como diversos processos, fusões e aquisições também apresentam desafios. Dentre esses podemos destacar possíveis conflitos de interesse e perda de produtividade.
Outro ponto é que fusões e aquisições geralmente envolvem custos significativos, incluindo taxas legais, financeiras e de consultoria, sem garantia de sucesso.
Etapas do processo de fusões e aquisições (M&A)
O processo de fusões e aquisições envolve uma série de etapas que empresas devem seguir para garantir uma transação bem-sucedida.
Profissional de M&A ou analista de fusões e aquisições é o responsável por projetar e executar transações que tragam valor para as empresas envolvidas.
Planejamento
Para iniciar, as empresas definem seus objetivos e estratégias para a fusão ou aquisição. Isso envolve identificar oportunidades de crescimento, analisar o mercado-alvo e estabelecer critérios de seleção para potenciais alvos.
Identificação de alvos
Uma vez definidos os objetivos, é preciso buscar possíveis alvos de fusão ou aquisição que atendam aos critérios estabelecidos.
Avaliação
Nesta etapa, as empresas devem realizar uma análise detalhada dos potenciais alvos, avaliando seus ativos, operações, desempenho financeiro e potencial de sinergias. Com base nessa análise, é possível avançar no processo.
Com os álbuns selecionados, iniciam-se as negociações para definir os termose condições da transação. Isso inclui questões como preço de compra, estrutura de pagamento, cláusulas contratuais e acordos de governança.
Due Diligence
Antes de finalizar a transação, as empresas realizam uma due diligence para verificar todas as informações relevantes sobre o alvo, incluindo aspectos financeiros, legais, operacionais e regulatórios. Isso ajuda a identificar quaisquer riscos potenciais e garantir que todas as informações sejam transparentes e precisas.
Com base nos resultados da due diligence, as empresas elaboram um acordo de compra e venda que define os termos finais da transação. Isso inclui todos os detalhes relacionados à transferência de ativos, responsabilidades e obrigações das partes envolvidas.
Aprovações regulatórias
As empresas envolvidas devem obter todas as aprovações necessárias de órgãos reguladores relevantes. Isso pode incluir aprovações antitruste, regulamentações setoriais e autorizações de fusão de empresas.
Integração
Após a conclusão da transação, as empresas iniciam o processo de integração, que envolve combinar as operações, sistemas, equipes e culturas organizacionais das empresas envolvidas.
Como garantir que o processo de fusão e aquisição seja eficiente e seguro?
Para aumentar a segurança e eficiência em operações de fusão e aquisição (M&A), é fundamental incorporar soluções e estratégias de due diligence.
A due diligence envolve uma análise detalhada de todos os aspectos do negócio alvo, incluindo suas finanças, operações, ativos e passivos. Isso ajuda a identificar quaisquer problemas potenciais e avaliar o valor real da transação.
Além disso, é crucial realizar verificações de informações completas sobre as empresas envolvidas. Isso inclui pesquisas de histórico processual, revisão de reputação empresarial e investigações de qualquer histórico criminal ou questionável.
Para isso, você pode utilizar soluções de background check. Com elas você pode personalizar sua pesquisa de acordo com suas necessidades e gerar resultados completos que te ajudam no processo de Know Your Partner.
Ao realizar uma análise completa e cuidadosa de todas as facetas da transação, a sua empresa pode minimizar os riscos e maximizar as oportunidades de sucesso
Quer saber mais sobre? Visite nosso site e fale com um de nossos especialistas.
Beneficiários finais são as pessoas físicas que, direta ou indiretamente, possuem ou controlam uma empresa, ou que se beneficiam dos resultados dessa empresa, mesmo que não sejam formalmente listadas como proprietárias.
Apesar de ser essencial para processos como fusões e aquisições, concessão de empréstimos e abertura de contas, a identificação identificar beneficiários finais ainda é uma tarefa desafiadora para muitos.
Isso acontece porque o quadro societário de uma empresa é muito completo e cheio de detalhes que exigem tempo para uma análise mais cuidadosa.
Por essa razão, esse artigo busca te ajudar a entender como realizar a identificação dos beneficiários finais, os benefícios dessa prática e como a tecnologia pode facilitar esse processo. Continue sua leitura!
O que são beneficiários finais
Segundo a Receita Federal, os beneficiários finais são as pessoas físicas que, em última instância, possuem, controlam ou se beneficiam de uma empresa ou entidade legal.
De modo simplificado, o beneficiário final é quem efetivamente tem o controle ou se beneficia dos ativos e operações da empresa, podendo influenciar decisões importantes.
Nesse sentido, eles podem ser acionistas, diretores, ou qualquer pessoa que tenha controle sobre as decisões e operações da organização, mesmo que isso não esteja aparente nos registros oficiais.
Beneficiários finais
Por que identificar os beneficiários finais?
Identificar os beneficiários finais é fundamental para garantir a transparência e a integridade nos negócios. Isso ajuda a prevenir atividades criminosas, como lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo.
Além disso, ao identificar um beneficiário final, é possível detectar se essa pessoa tem algum vínculo com pessoas politicamente expostas ou se representam algum risco para sua instituição.
Assim, sua empresa consegue promover mais transparência, reduzir riscos legais e financeiros e ainda a cumprir obrigações regulatórias.
Esse processo de identificação pode ser um desafio, especialmente em estruturas empresariais complexas ou em casos de propriedade oculta. No entanto, existem algumas maneiras de realizar esse processo. Confira as principais:
Pesquisa nos registros da empresa
Para isso, verifique os registros da empresa junto aos órgãos reguladores, como a Junta Comercial ou o Registro Civil de Pessoas Jurídicas. Isso pode fornecer informações sobre os diretores, acionistas e outros proprietários.
Análise da estrutura societária
Nessa etapa, é importante estudar a estrutura societária da empresa, incluindo ações e quotas. Isto é, identifique os principais acionistas ou sócios e investigue se há entidades intermediárias que possam ser usadas para ocultar a verdadeira propriedade.
Como fazer isso? Realize uma consulta de dados cadastrais e acesse informações básicas sobre empresas parceiras em potencial.
Análise dos documentos financeiros
Para este momento, analise os documentos financeiros da empresa, como relatórios anuais e demonstrações contábeis. Isso pode revelar transações significativas e relacionamentos comerciais que indiquem quem realmente controla a empresa.
Verificação de relacionamentos e vínculos
Explore conexões entre sua empresa e outras entidades ou indivíduos. Isso pode incluir parcerias comerciais, investimentos e relações familiares.
Identifique se há beneficiários intermediários, como trusts ou holdings, e investigue quem são os beneficiários finais dessas estruturas.
Pesquisa de antecedentes
Realize a consulta de antecedentes das pessoas identificadas como proprietárias ou controladoras da empresa. Isso pode revelar informações adicionais sobre sua participação em outras empresas ou atividades.
Como automatizar esse processo
Felizmente, você não precisa se preocupar com essas etapas. Hoje, existem várias tecnologias disponíveis para te auxiliar na identificação dos beneficiários finais como soluções de checagem que funcionam de modo ágil e prático.
Sob essa visão, soluções de background check, por exemplo, são ótimas para consultar informações sobre esses beneficiários, assim como, para identificar possíveis riscos vinculados a eles.
Background check de dados cadastrais
Com esse tipo de consulta você consegue acessar dados cadastrais completos e precisos de empresas para apoiar suas decisões estratégicas e garantir parcerias seguras.
Assim, você pode tomar decisões mais assertivas, minimizar riscos legais e financeiros, e agir com maior confiança na escolha de parceiros de negócios.
É preciso estar atento às regulamentações vigentes. Em muitos locais, é obrigatório que empresas identifiquem e reportem seus beneficiários finais.
Assim, o não cumprimento dessas obrigações pode resultar em multas significativas e danos à reputação.
Boas práticas para a identificação dos beneficiários
Para uma identificação eficiente dos beneficiários finais, é importante adotar boas práticas, como realizar o processo de due diligence, atualizar regularmente os registros corporativos e utilizar fontes de informações confiáveis e atualizadas.
Consequências legais
A falha na identificação dos beneficiários finais pode resultar em sérias consequências legais, financeiras e reputacionais para as empresas, incluindo multas, sanções regulatórias, perda de clientes e danos à reputação da marca.
Por isso, é importante realizar essa consulta com tecnologias e processos assertivos que gerem resultados eficientes e completos.
Impacto dos beneficiários finais na gestão de riscos
A identificação precisa dos beneficiários finais é essencial para uma gestão de riscos eficiente em sua empresa, ajudando a mitigar ameaças como corrupção, fraude e lavagem de dinheiro. Além disso, ela permite uma melhor avaliação do perfil de risco de parceiros de negócios e clientes.
FAQs sobre Beneficiários Finais
O que acontece se uma empresa não identificar seus beneficiários finais?
A não identificação dos beneficiários finais pode resultar em multas e sanções regulatórias, além de danos à reputação da empresa.
Como posso garantir que estou identificando corretamente os beneficiários finais da minha empresa?
Realize diligência adequada, utilize fontes confiáveis de informação e mantenha registros atualizados.
Quais são os principais desafios na identificação dos beneficiários finais?
A falta de transparência em estruturas corporativas e a complexidade das relações entre partes interessadas são alguns dos principais desafios.
Existe alguma tecnologia que possa me ajudar na identificação dos beneficiários finais?
Sim, existem várias ferramentas e tecnologias disponíveis como soluções de background check.
Quais são as consequências de não cumprir as obrigações de identificação dos beneficiários finais?
Multas, sanções regulatórias e danos à reputação da empresa são algumas das consequências possíveis.
Quer saber mais sobre como identificar beneficiários finais? Visite nosso site e conheça nossas soluções de checagens.
Atualmente a transparência e a integridade nos negócios são mais do que nunca cruciais, afinal, além de garantirem a conformidade para sua empresa, esses dois elementos evitam prejuízos que podem ser irreversíveis como danos financeiros e riscos reputacionais.
Nesse sentido, surge a prática de Due Diligence de Integridade (DDI). Este processo vai muito além de uma mera formalidade, ele consiste em uma abordagem estratégica que visa garantir que as empresas conduzam suas operações de forma ética, legal e em conformidade com os mais altos padrões de integridade.
Entendendo o Due Diligence de Integridade
O Due Diligence de Integridade é uma abordagem proativa adotada pelas empresas para avaliar a integridade, conformidade e reputação de potenciais parceiros comerciais, fornecedores, clientes ou mesmo em transações internas.
Essa prática envolve uma análise detalhada de todos os aspectos relevantes das operações comerciais, visando identificar possíveis riscos legais, éticos ou de conformidade que possam comprometer a reputação ou os resultados financeiros da empresa.
Due Diligence de Integridade
Como funciona o DDI?
O Due Diligence de Integridade refere-se à investigação aprofundada realizada por sua uma empresa antes de se envolver em transações comerciais.
Sob esta visão, esse processo funciona por meio de uma avaliação de integridade. Desse modo, a empresa deve analisar e avaliar o nível de integridade e de conformidade de potenciais parceiros comerciais.
Além disso, é importante ainda identificar possíveis áreas de preocupação que possam afetar a sua reputação e os resultados financeiros da organização.
Como implementar o Due Diligence de Integridade em sua empresa?
Para implementar o Due Diligence de Integridade em sua empresa de forma eficaz, é essencial seguir um processo bem estruturado e completo. Aqui estão algumas etapas importantes a serem consideradas:
Como implementar o Due Diligence de Integridade em sua empresa?
1. Comprometimento da alta administração
O primeiro passo é garantir o comprometimento e o apoio da alta administração da empresa. Isso porque é fundamental que os líderes da sua organização reconheçam a importância do DDI e estejam dispostos a alocar recursos necessários para sua implementação.
2. Definição de objetivos e escopo
Estabeleça claramente os objetivos do Due Diligence de Integridade e o escopo das atividades a serem realizadas. Isso inclui determinar quais áreas e transações serão submetidas ao processo de DDI e quais critérios serão utilizados para a avaliação.
3. Equipe especializada
Construa uma equipe especializada ou contrate profissionais externos com experiência em investigações de integridade e conformidade. Essas serão as pessoas responsáveis por conduzir as análises e avaliações necessárias durante o processo de DDI.
4. Levantamento de informações
Realize um levantamento de informações relevantes sobre os potenciais parceiros comerciais, fornecedores, clientes ou transações em questão. Isso pode incluir análise de documentos, processo de background check de informações, entre outros.
5. Análise e avaliação
Analise minuciosamente as informações coletadas, avaliando os potenciais riscos legais, éticos e de conformidade associados às transações ou parceiros comerciais. Identifique áreas de preocupação e avalie o impacto potencial desses riscos nos negócios da empresa.
Desenvolva planos de ação para mitigar os riscos identificados durante o processo de DDI. Isto é, construa uma política e procedimentos de segurança para solucionar as vulnerabilidades encontradas.
Estabeleça um sistema de monitoramento contínuo para acompanhar e revisar regularmente as transações e parceiros comerciais ao longo do tempo. Isso garantirá que a empresa permaneça em conformidade e continue a proteger sua integridade e reputação.
Avaliação do Critério de Integridade
A avaliação do critério de integridade é uma parte fundamental do processo de Due Diligence de Integridade (DDI) em sua empresa. Esse critério refere-se à análise minuciosa dos padrões éticos, legais e de conformidade de potenciais parceiros comerciais, transações ou operações internas.
Isso significa que realizar a avaliação criteriosa desse aspecto é essencial para garantir que a sua instituição esteja protegida contra possíveis riscos e danos à sua reputação.
O primeiro passo na avaliação do critério de integridade é a identificação de indicadores que possam sinalizar a presença ou ausência de integridade em uma determinada situação.
Outra parte importante da avaliação envolve a análise de documentos relevantes, como registros financeiros, contratos, políticas internas e relatórios de conformidade.
Essa etapa permite identificar possíveis inconsistências, irregularidades ou áreas de preocupação que merecem uma investigação mais aprofundada.
Com base nas informações coletadas, é possível realizar uma avaliação dos riscos associados à integridade das partes envolvidas.
Isso significa identificar possíveis riscos legais que possam afetar a reputação ou os resultados financeiros da sua empresa. Feito isso, é crucial desenvolver planos de ação para mitigar esses problemas.
Veja a importância do DDI em sua empresa
Uma das principais razões para implementar o DDI em sua empresa é a proteção da reputação. Isso porque esse processo ajuda a garantir que as partes envolvidas sejam éticas e estejam em conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis.
Outro benefício do DDI é a capacidade de gerenciar riscos de forma eficaz. Ao realizar uma análise detalhada das operações comerciais e dos potenciais parceiros, a sua empresa pode identificar áreas de preocupação e desenvolver estratégias para mitigar esses riscos.
Além disso, a Due Diligence de Integridade permite que sua empresa tenha acesso a informações valiosas que podem orientar a tomada de decisões estratégicas. Assim, ao ter uma compreensão clara dos riscos e oportunidades associados a uma parceria comercial, sua empresa consegue tomar decisões fundamentadas.
Por fim, essa prática ajuda sua empresa a garantir conformidade com leis e regulamentos vigentes, exigências legais e regulatórias, evitando assim possíveis penalidades, litígios e danos à reputação.
Consequências de não realizar a Due Diligence de Integridade
Não realizar a DDI pode prejudicar a confiança nos relacionamentos comerciais da empresa. Parceiros, fornecedores e clientes podem optar por encerrar contratos ou evitar fazer negócios com uma empresa que não demonstre compromisso com a integridade e a conformidade.
Ademais, a falta de integridade pode corroer a cultura organizacional da sua empresa, levando a um ambiente de trabalho desmotivador e desafiador. Isso pode resultar em alta rotatividade de funcionários, baixo moral e dificuldade em atrair e reter talentos qualificados.
Quer conhecer formas de otimizar e aplicar o DDI em sua empresa? Visite nosso site e conheça nossas soluções!
Lei 14.811 – Artigo 59 – A I Os estabelecimentos educacionais e similares, públicos ou privados, que desenvolvem atividades com crianças e adolescentes, independentemente de recebimento de recursos públicos, deverão manter fichas cadastrais e certidões de antecedentes criminais atualizadas de todos os seus colaboradores.
A nova legislação estabelece diretrizes para combater a violência sistemática dentro das instituições de ensino, determinando protocolos obrigatórios de prevenção, identificação e resposta a incidentes.
Além disso, a lei prevê a capacitação contínua dos profissionais da educação, garantindo que estejam preparados para reconhecer sinais de risco e agir de maneira eficaz diante de situações que comprometam a segurança dos alunos.
Mas o que diz a lei e como garantir que sua instituição cumpra suas exigências? Continue a leitura e saiba mais!
Tal artigo estabelece que “os estabelecimentos educacionais e similares, públicos ou privados, que desenvolvem atividades com crianças e adolescentes, independentemente de recebimento de recursos públicos, deverão manter fichas cadastrais e certidões de antecedentes criminais atualizadas de todos os seus colaboradores”.
De acordo com a Câmara de Deputados essa medida tem como objetivo garantir um ambiente escolar mais seguro, promovendo a transparência e assegurando o comprometimento de instituições educacionais com a segurança dos alunos.
Conformidade Legal em Escola
Desafios na implementação da nova lei
Com as aulas já acontecendo, a implementação dessa nova exigência pode apresentar desafios significativos para as escolas.
Primeiramente, porque o processo manual de coleta, verificação e avaliação das certidões de antecedentes pode ser demorado e propenso a erros. Além disso, a pressão para tomar decisões rápidas, garantindo a conformidade, torna-se uma tarefa desafiadora.
Imagine um cenário no qual uma escola tem 40 funcionários para checar e que para cada consulta sejam gastos 35 minutos (acessar/extrair a certidão + verificar as informações). Nesse sentido, você terá gasto 1.400 minutos para realizar todo processo de due diligence.
Além disso, a não conformidade das escolas em relação à nova lei pode gerar graves consequências, afetando tanto a instituição quanto a comunidade escolar como um todo. Veja algumas das possíveis implicações da falta de conformidade!
Sanções legais e penais
A não conformidade com a nova lei pode sujeitar a escola a sanções legais e penais. Isso pode incluir multas substanciais e outras penalidades, dependendo da gravidade da infração e da legislação local.
Perda de credibilidade e reputação
Escolas que não cumprem as exigências legais, especialmente aquelas relacionadas à segurança dos alunos, podem sofrer uma significativa perda de credibilidade e reputação. Já que essa falta de comprometimento pode afetar a confiança dos pais, alunos e da comunidade em geral.
Além disso, não realizar as boas práticas da regulamentação podem fazer com que sua escola sofra prejuízos como esse:
É notícia: Funcionária de creche particular é gravada dando tapas no rosto de menino de 2 anos em Osasco.
Riscos à segurança
A falta de conformidade com a verificação de antecedentes pode resultar em riscos à segurança dos alunos e demais membros da comunidade escolar. Isso inclui incidentes de violência ou abuso que poderiam ter sido prevenidos com verificações adequadas.
Consequências educacionais
A instituição pode enfrentar desafios educacionais decorrentes da não conformidade, como a possível interrupção de atividades escolares, suspensão de programas governamentais ou até mesmo a perda de licenciamento educacional.
Responsabilidade civil
Caso ocorram incidentes relacionados à segurança que poderiam ter sido evitados com a verificação de antecedentes, a escola pode ser considerada legalmente responsável por negligência, sujeitando-se a processos judiciais e compensações financeiras.
Impacto na captação de alunos e profissionais
A má reputação resultante da não conformidade pode afetar negativamente a captação de novos alunos e profissionais. Pais e educadores podem evitar associar-se a uma instituição que não prioriza a segurança e conformidade legal.
Ou seja, é imperativo que os estabelecimentos educacionais como escolas, creches e similares estejam plenamente conscientes e cumpram rigorosamente as exigências da nova lei, implementando processos de verificação de antecedentes eficientes para professores e funcionários. Isto é, promovendo segurança, uma boa reputação e a integridade da instituição educacional.
Como garantir a conformidade em sua escola
O primeiro passo para promover a conformidade é garantir que toda a equipe escolar esteja plenamente ciente da nova lei. Isso pode ser feito por meio de sessões de treinamento e materiais informativos que ajudam a criar uma compreensão abrangente sobre a importância da certidão de antecedentes e os requisitos legais associados.
Em seguida, é importante entender que promover a conformidade não deve ser apenas uma tarefa administrativa, mas sim parte da cultura escolar. Incentivar a transparência, a responsabilidade e a compreensão da importância da certidão de antecedentes contribui para a criação de um ambiente mais seguro.
Sob essa ótica, é crucial manter os pais e responsáveis informados sobre os esforços da escola em assegurar a conformidade e a segurança, reforçando a transparência e construindo confiança. Comunicar as medidas tomadas para proteger seus filhos demonstra o interesse da escola com a segurança e a integridade de todos.
Com a urgência da nova regulamentação e cobranças, investir em tecnologias que realizam essa verificação é essencial. A adoção de sistemas e plataformas tecnológicas especializadas pode agilizar o processo de obtenção e verificação de certidões de antecedentes.
Isso não apenas otimiza a conformidade, mas também garante eficiência na gestão dessas informações cruciais. Nesse sentido, implementar soluções especializadas em background check, por exemplo, pode ser uma estratégia excelente e ágil.
Solução de Background Check: agilidade e conformidade garantidas
Nossa solução de background check foi desenvolvida para atender às necessidades de instituições e empresas que precisam cumprir exigências legais, assim como sua escola. Essa tecnologia é um diferencial na busca pela conformidade, ajudando na rapidez e embasamento no momento da tomada de decisão e contribuindo para manutenção da reputação da instituição.
Com a nossa solução, a coleta de certidões de antecedentes é simplificada e mais precisa, reduzindo a carga administrativa e economizando um tempo valioso. Além disso, conseguimos gerar resultados completos e assertivos em poucos minutos.
Isso é feito por meio de uma varredura automatizada e ágil em todos os tribunais federais e TJ’s estaduais de todo o país, com mais de 200 fontes de consulta em primeira e segunda instância. Isto é, além de conseguir verificar informações disponíveis em sua região, você pode verificar possíveis processos e outras questões de outros locais.
Os resultados passam por um processo de inteligência que define um risco sobre a pessoa, além do detalhamentos dos processos encontrados em poucos minutos. E o melhor, todo esse processo é 100% automatizado e compliant com a LGPD.
Assim, você consegue solucionar com agilidade as novas exigências em vigor e assegurar que os próximos processos de contratações de funcionários e professores aconteça de modo seguro, conforme às necessidades e sem riscos de erros ou sanções.
Quer saber mais? Visite nosso site e conheça nossas soluções!