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  • Due diligence e compliance: entenda qual é a relação 

    Due diligence e compliance: entenda qual é a relação 

    Due diligence ou Diligência Prévia refere-se ao objetivo de analisar previamente e realizar a avaliação de riscos de possíveis investimentos em parcerias e transações comerciais para assegurar a transparência e proteção nessas relações.  

    Como já falado, a diligência prévia tem o papel de avaliar possíveis riscos em transações ou parcerias. Portanto, é justamente neste processo que o Compliance conecta-se ao Due diligence, tornando-se um de seus principais pilares. Isto visto que esse processo visa proteger e assegurar que normas e diretrizes da empresa sejam cumpridas.

    Assim, é possível afirmar que esse processo é essencial para que sua empresa não fique vulnerável a riscos como golpes e fraudes de Lavagem de Dinheiro, por exemplo. Tais atos podem causar prejuízos significativos e irreversíveis, por isso, muitas empresas já vêm realizando o Due diligence como uma forma de investigar ameaças e prevenir riscos. 

    O que é Due diligence?

    Due diligence e compliance

    O termo Due Diligence, mais conhecido como Diligência Prévia em português, significa realizar um processo de investigação de uma oportunidade de parceria e relação comercial com outra empresa. No caso, a investigação aconteceria como uma maneira de avaliar e mensurar os possíveis riscos da relação. 

    Essa investigação garante que a empresa com a qual a sua se relaciona esteja adequada a normas e diretrizes de proteção e combate à fraudes da sua cultura de segurança e, ainda, que ela esteja adequada à Lei e regulamentações necessárias para a preservação da  organização. Garantindo isto, é possível minimizar ameaças ao resguardo e transparência de sua empresa. 

    Como Due diligence é realizado 

    O processo de investigação de Due diligence é feito a partir de uma análise de todo o perfil do possível parceiro. Nesse sentido, é dever avaliar todos os aspectos do parceiro de variáveis setores como contábeis, financeiros, previdenciários, trabalhistas, imobiliários, tecnológicos, criminais, compliance e jurídicos da empresa.

    Isto ocorre porque avaliando detalhadamente cada uma dessas áreas é possível verificar como a empresa negociante se comporta em cada uma delas, checando cada possível risco – se for existente. 

    Os tipos de Due diligence 

    Com todas as possíveis variáveis de investigação desse processo, surgem também diversos tipos de Due Diligence que são específicos de cada área investigada. Confira os principais tipos de Due Diligence!

    • Due diligence criminal;
    • Due diligence em fusões e aquisições;
    • Due diligence de compliance;
    • Due diligence de fornecedores;
    • Due diligence tributária;
    • Due diligence de terceiros.

    Due Diligence e Compliance: a relação que promove segurança

    Se estamos falando em investigação e minimização de riscos por meio do Due Diligence, é imprescindível relacionar tal processo ao Compliance. Isso já que, sendo o conjunto de disciplinas e normas que colocam a empresa de forma adequada à Lei, o Compliance adota e se apropria do Due Diligence como mais uma forma de prevenção a indícios de riscos e ameaças. 

    Veja, ao realizar o Due Diligence, analisando cuidadosamente a empresa possivelmente parceira, estamos colocando em prática os valores do Compliance. Ou seja, tal prática tem como principal consequência e objetivo fortalecer a transparência e segurança na empresa, tornando-se assim parte dos 10 pilares de um programa de Compliance.

    As vantagens do Due Diligence para o Compliance de sua empresa

    Além de garantir segurança e transparência e minimizar ameaças, o Due Diligence para o Compliance tem como principal vantagem assegurar que a empresa continue cumprindo de maneira adequada e correta a Lei. 

    Isso pois, há leis que exigem diversas obrigatoriedades para negociações e que também checam e impõem a adequação da empresa em normas e regras inflexíveis. Tais obrigatoriedades, uma vez não respeitadas, podem gerar prejuízos e até mesmo o fechamento de sua empresa. 

    Portanto, realizar o Due Diligence assegura o cumprimento do Compliance e, com isso, coloca sua instituição em uma posição segura. Isto é, sua empresa não estará vulnerável a nenhum prejuízo e desvio de normas e diretrizes, bem como, evitará que sua empresa tenha sua reputação lesada.

    Veja também: Governança corporativa e Compliance: entenda as diferenças 

    Due Diligence não é auditoria: entenda a diferença!

    Apesar de o Due Diligence se relacionar com o Compliance, o processo de investigação não é convergente com a auditoria. Na verdade, ambos são bem distintos e são utilizados com diferentes objetivos. 

    O processo de Due Diligence realiza todos os tipos de análises previamente, ou seja, antes mesmo de qualquer contrato ser fechado. Enquanto isso, a prática da auditoria tem seu papel após o fechamento desse negócio, tornando-se responsável por acompanhar o andamento das questões de caráter contábil. 

    Além disso, o Due Diligence tem um foco analítico em busca de resultados mais precisos e exatos. Isto é, ao contrário do foco e dos  deveres da auditoria, que só tem a intenção de gerar amostragens, resultados que não precisam ser exatos. 

    Due Diligence e nossas soluções: fortalecendo o Compliance da sua empresa

    Para nós, é altamente necessário e importante ajudar a promover transparência, segurança e escalabilidade para sua empresa. Por isso, valorizamos e recomendamos muito a prática de Due Diligence que pode ser otimizada e simplificada através de nossas tecnologias inteligentes.

    Por meio de nosso Background Check é possível analisar de forma mais detalhada os possíveis riscos de parcerias e negociações com parceiros. Isto porque, realizamos uma varredura em mais de 200 fontes de dados nacionais e internacionais como Listas restritivas, identificação de PEPs e mídias negativas. 

    Com essa pesquisa conseguimos, de maneira automatizada e em poucos minutos,  gerar resultados completos e detalhados que ajudam a minimizar os riscos de ameaças à sua empresa. Por fim, ao ter acesso a esse detalhamento sobre seus parceiros antes da negociação final, você consegue averiguar e ter embasamento para tomar uma decisão que seja qualificada para sua empresa e para todo o compliance dela. Ou seja, tomando uma decisão mais exata e adequada para a proteção e segurança da sua instituição. 

    Quer saber mais sobre como promover o Due Diligence de forma automatizada e mais eficaz? Acesse nosso site e confira nossas soluções!

  • Know Your Employee (KYE): qual a importância para o seu negócio

    Know Your Employee (KYE): qual a importância para o seu negócio

    O Know Your Employee (KYE) refere-se a um conjunto de práticas que devem ser realizadas para checar e  conhecer de maneira completa e detalhada o perfil dos colaboradores ou candidatos para uma nova vaga ou ocupação em sua empresa. Ou seja, uma prevenção aos riscos, golpes e fraudes aos quais sua empresa seja vulnerável.  

    Na dinâmica  atual do mercado de trabalho, todos os processos vêm exigindo agilidade e otimização de tempo, visto que, em uma era de altas tecnologias, economizar tempo significa economizar investimentos e garantir a  atenção de todos.

    Sob este viés, no que se trata sobre processos seletivos e o papel do RH para a contratação e acompanhamento de candidatos e colaboradores, sabemos que é indispensável pensar em formas  e métodos que auxiliem no processo de conhecer bem seus candidatos e membros. Isto visto que este é um procedimento de extrema importância e necessidade à segurança e transparência da empresa.

    O que é Know Your Employer (KYE)? 

    Know Your Employee (KYE)

    A expressão “Know Your Employee” ou “KYE”, como é conhecida, significa “Conheça seu funcionário”. Isto é, representa um conjunto de práticas e ações que devem ser realizadas com o objetivo de conhecer efetivamente os colaboradores ou candidatos para alguma função dentro da empresa. 

    Nesse sentido, o Know Your Employee (KYE) consiste  em um método que tem como principal intuito promover transparência na relação empresa-colaborador. Já que por meio deste instrumento, a instituição consegue entender e verificar o histórico do colaborador ou futuro membro e, como consequência, compreender se esta pessoa apresenta algum risco para a empresa. 

    A importância do Know Your Employer (KYE) para o seu negócio

    Ao analisarmos as condições do mercado atual como rapidez, dinamicidade e grande presença de tecnologias, entendemos que é essencial para a instituição saber quem faz parte dela. Isto tanto para que esta pessoa seja alinhada ao time, gerando resultados e performando bem como também para que a empresa não corra nenhum tipo de risco que possa causar prejuízos financeiros ou algum problema de reputação perante à mídia.

    Exatamente por isso, realizar o processo de Know Your Employee (KYE)  é o primeiro passo para garantir que a contratação de um novo membro assim como a permanência de colaboradores não prejudicará, de nenhuma forma, o seu negócio. 

    Tais zelos porque, ao contratar uma pessoa e verificá-la, a empresa garante que não está se associando a um colaborador com uma índole negativa, que esteja associada a alguma ação criminosa ou a alguém que esteja entrando na empresa apenas com intuito de aplicar golpes e fraudes. 

    Visto isto, é possível entender como esta ferramenta, que desdobra o histórico do candidato ou colaborador, é excelente para garantir que nenhuma das atividades ilícitas acima ocorra e comprometa a proteção da empresa e dos demais colaboradores. 

    Como colocar em prática o Know Your Employee (KYE) em sua empresa

    Além de manter e promover a segurança de sua empresa, colocar em prática as ações de Know Your Employee (KYE) auxilia efetivamente no trabalho do time de Recursos Humanos que tem como principal responsabilidade contratar e acompanhar os membros, garantindo que esses estejam trabalhando de maneira adequada perante as diretrizes de segurança e compliance da empresa. 

    Para colocar o Know Your Employee (KYE) em prática em sua empresa é preciso que ocorra a verificação e checagem de todos os candidatos durante os processos seletivos para novas vagas e também que, periodicamente, ocorra a checagem de membros internos afim de garantir a transparência das relações já existentes.  

    Ao fazer isto, o KYE torna-se um hábito de prevenção instalado na cultura de proteção e segurança da instituição e, consequentemente, uma prática conhecida e compreendida por todos dentro da empresa. 

    Assim, além de evitar riscos de segurança e proteção na empresa, podemos citar também outras vantagens acerca da adoção de práticas de Know your Employee na empresa. Entre as principais são:

    • Otimização do tempo de processo seletivo;
    • Economia de dinheiro;
    • Conseguir manter mais pessoas no processo seletivo;
    • Minimizar riscos internos;
    • Construir uma boa reputação perante a mídia;
    • Garantir o alinhamento entre os membros das equipes;
    • Prevenção à Lavagem de Dinheiro.

    O RH da empresa e o Know Your Employee (KYE) 

    Para o RH verificar colaboradores e candidatos de um processo seletivo, tornou-se imprescindível. Isso porque, se um dos membros contratados praticar alguma atividade inadequada ou ato ilícito, a responsabilidade será de quem o contratou. Ou seja, do membro de RH que realizou o processo de contratação de forma inadequada sem avaliar de forma eficaz a possibilidade desse risco e, portanto, deixando a empresa vulnerável a diversos prejuízos.

    Por isso, é importante que os membros de Recursos Humanos tenham disponíveis mecanismos e estratégias inteligentes para realizar de forma eficaz e otimizada essa checagem. 

    É nesse sentido que a tecnologia no RH  auxilia ainda mais nos processos de recrutamento e seleção, promovendo resultados positivos e garantindo que o recrutador assegure para dentro de sua empresa segurança, transparência e escalabilidade nos processos de sua responsabilidade. 

    Know Your Employer e nossas soluções para sua empresa 

    Nosso sistema de Background Check é o responsável por verificar todo histórico da pessoa analisada e apontar de forma detalhada e descritiva os possíveis riscos da contratação daquela pessoa, caso eles existam. 

    Utilizando dados cadastrais como nome, CPF ou RG, a ferramenta de Background Check inicia uma série de verificações de forma 100% automatizada.  Por meio de uma varredura em mais de 200 fontes de dados públicos e privados conseguimos verificar o nível de risco de cada contratação. Alguns tipos de consulta e fontes utilizadas para esse processo são Análise Criminal, Listas restritivas, Checagem Trabalhista e outras. 

    Análise Criminal 

    Por meio da análise criminal, por exemplo, conseguimos identificar se a pessoa apresenta alguma ocorrência em tribunais estaduais e federais, diários oficiais e ministério público, com abrangência nacional. Uma vez encontrada alguma ocorrência, o sistema de maneira automática e customizada faz a indicação de risco daquele candidato.

    Listas Restritivas

    Este tipo de fonte nos indica se a pessoa analisada tem seu nome presente em algum tipo de lista de restrição nacional ou internacional. Uma vez que a presença do nome exista, é possível indicar que esta pessoa é monitorada por ser exposta politicamente ou se é alguém que sofre sanções por já ter praticado alguma atividade ilícita, de crimes ambientais a lavagem de dinheiro e terrorismo.

    Checagem Trabalhista

    Utilizando nossas ferramentas inteligentes e por meio de nossa expertise jurídica, conseguimos desenvolver uma técnica de buscar os processos trabalhistas da pessoa por meio de informações simples e sem a necessidade do número do processo. O que encontramos é apresentado com o descritivo do processo, partes e valores. Além disso, é possível conhecer melhor seu colaborador através da nossa solução de Background Check, nossa checagem de pessoas e empresas.

    Nossa checagem, analisa mais de 200 fontes como listas restritivas, identificação de pessoas politicamente expostas e mídias negativas, de maneira automatizada. Gerando, assim, um resultado completo e mais detalhado acerca do funcionário ou futuro colaborador da empresa. 

    Quer saber mais sobre e conhecer nossas soluções de Know Your Employee? Confira  nosso site  e fique por dentro de nossas tecnologias!

  • Know Your Partner (KYP): Entenda o que é e como ele pode ajudar sua empresa

    Know Your Partner (KYP): Entenda o que é e como ele pode ajudar sua empresa

    Know Your Partners (KYP) significa conhecer seus parceiros, ou seja, saber com quem você está se relacionando comercialmente. Ele funciona como uma ferramenta de proteção que busca auxiliar na prática das empresas de avaliação de parceiros, analisando os possíveis riscos. 

    No contexto empresarial atual, é extremamente necessário e interessante cultivar bons relacionamentos, baseados em confiança e transparência. Isto porque, por meio desses relacionamentos, torna-se muito mais prático prospectar clientes e crescer no mercado.  

    Entretanto, ainda assim, muitas empresas têm dificuldade de saber com que parceiros contar e, por isso, temem os riscos e possíveis vulnerabilidades frutos de uma parceria mal sucedida. É aí que o Know Your Partner (KYP) surge para facilitar e dar praticidade a esse processo e, consequentemente, garantir a segurança da organização. 

    O que é Know Your Partners (KYP) 

    Dois homens em trajes formais apertando as mãos em um ambiente corporativo, simbolizando uma parceria de negócios e confiança mútua.
    Know Your Partner (KYP)

    O termo Know Your Partners (KYP), do inglês, significa “Conheça seu parceiro”. Ele é um mecanismo de proteção que tem como principal objetivo ajudar as empresas a conhecer seus parceiros, avaliando o potencial da relação. Isto é, verificar se aquela parceria apresenta algum tipo de risco que pode deixar a instituição vulnerável e frágil ou se é uma relação saudável e benéfica. 

    Sob este viés, podemos dizer que o Know Your Partner (KYP) é um conjunto de práticas e hábitos que visam promover segurança e transparência na empresa. Assim, é uma maneira de instalar na cultura de segurança da empresa a atividade de  realizar verificações, analisar parceria e, como resultado destas práticas, medir o nível de riscos e condições legais do parceiro. 

    Como funciona o Know Your Partners (KYP) na prática

    Como vimos, esse conjunto de práticas e hábitos tem como principal finalidade otimizar o processo de conhecer seu parceiro para garantir transparência na parceria. Colocar o Know Your Partners (KYP) em ação, no cotidiano da empresa, significa que a empresa – como um todo – entende a necessidade de analisar o histórico e conhecer bem seus parceiros. 

    Como você pode acessar esse histórico? Por meio de soluções de background check.

    Isto ocorre por meio de checagens que verificam o perfil e histórico do parceiro que permitem analisar informações financeiras, fiscais, legais e, também, consegue verificar os fornecedores, distribuidores e demais parceiros com quem aquela empresa está relacionada. 

    Além disso, a prática de Know Your Partners (KYP)  já faz parte – ou deveria fazer – da Política de Compliance de qualquer empresa. Ou seja, ela integra um dos 10 Pilares do programa de Compliance que garantem que sua empresa esteja bem protegida e fortalecida para combater possíveis golpes e fraudes. 

    A importância do Know Your Partners (KYP) para sua empresa

    Ao saber que o Know Your Partners (KYP)  é um mecanismo que visa proteger a organização de ameaças e golpes, enfatizamos ainda mais a importância desse processo para a due diligence de sua instituição.

    Isto, visto que essa é a principal prática que transforma e garante que parte de sua estratégia de Compliance alcance ainda mais resultados positivos e corrobora para o alinhamento da empresa às normas que garantem diversos benefícios internos e externos à sua organização.  

    Além disso, é necessário o cadastro de parceiros para avaliá-los, garantindo a transparência da parceira. Isso já que antes de fechar a parceria, é possível detectar possíveis riscos que podem determinar o sucesso da relação por meio do Know Your Partners (KYP)

    Assim, ao adotar este tipo de procedimento é possível e muito mais prático combater atos ilícitos e fraudes. Isto visto que, desse modo, a organização estará preparada para se prevenir de esquemas como, por exemplo, de Lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. 

    Veja também: Avaliação de fornecedores: 5 critérios para analisar

    KYP para avaliação de terceiros

    A escolha de parceiros estratégicos tem impacto direto na reputação, na segurança e na conformidade regulatória da sua empresa. Veja abaixo!

    Avaliação de candidatos

    No caso de candidatos, a avaliação no âmbito do KYP tem como objetivo assegurar que os colaboradores e candidatos estejam alinhados aos valores e padrões da empresa.

    Avaliação de fornecedores

    Para fornecedores, o KYP busca garantir que esses parceiros atendam aos padrões de qualidade, conformidade e responsabilidade social exigidos pela empresa.

    Avaliação de parceiros

    Na avaliação de parceiros estratégicos, o KYP certifica que essas parceiros possuem um histórico confiável e estão alinhadas com a ética e a visão da empresa, evitando também conflitos de interesse.

    Avaliação de clientes

    A avaliação de clientes também é parte do KYP, com o objetivo de identificar clientes compatíveis com o perfil de negócios e de avaliar possíveis riscos financeiros e legais.

    As vantagens do Know Your Partners (KYP) para sua empresa

    Além de extremamente importante e necessário para a proteção e segurança da instituição, o Know your Partners (KYP) apresenta diversos benefícios e vantagens para sua empresa e seus públicos. Confira alguns deles aqui!

    • Estar adequado à legislação; 
    • Minimizar riscos que deixam sua empresa vulnerável a golpes; 
    • Reduzir riscos reputacionais;
    • Combater fraudes e golpes;
    • Atrair mais clientes que confiam no seu trabalho;
    • Construir relações de confiança que geram bons resultados;
    • Evitar prejuízos financeiros e crises. 

    Como garantir que processo de Know Your Partners (KYP) funcione em sua empresa

    Em primeiro, para garantir que o processo de Know Your Partners funcione, seja utilizado de forma adequada e gere resultados eficientes, estabeleça um bom Programa de Compliance. Isto significa construir um conjunto de regras, diretrizes e normas em formato de Política e colocá-las em prática por meio da instalação de um Programa com integrantes especializados e com demais membros condizentes. 

    Uma vez feito isto, é necessário garantir que os parceiros saibam desse procedimento e entendam – assim como a empresa – a importância de realizar essa avaliação. Por conseguinte, o Know Your Partners vai se tornar um hábito enraizado à cultura de proteção da empresa. 

    Em seguida, é preciso verificar os antecedentes de seus potenciais parceiros. Assim, identificando de forma prévia qualquer tipo de risco que coloque em vulnerabilidade esta relação e, por consequência, a sustentabilidade da sua organização.

    Isso pode e deve ser feito por meio de soluções automatizadas que, de modo ágil e prático, conseguem detectar e parametrizar ocorrências encontradas nesse histórico.

    Nossas soluções e o Know Your Partners (KYP) em sua empresa

    Por meio de nossa solução de Background Check, por exemplo, utilizamos o CNPJ da empresa parceira para verificar todas as informações legais, financeiras e jurídicas da instituição a ser analisada.

    Este processo é realizado de maneira otimizada, em poucos minutos, por meio de uma varredura em mais de 200 fontes de dados públicos e privados.

    As fontes utilizadas nessa varredura são diversas, mas como principais podemos destacar listas restritivas, situação financeira, débitos e processos trabalhistas e validação de informações.

    Por meio dessas fontes e da inteligência de nossas tecnologias, torna-se  possível analisar todo o histórico do parceiro, averiguando e gerando de forma completa e detalhada o nível de cada risco existente em cada situação atípica encontrada – caso haja.  

    Com isso, além de realizar a consulta de maneira automatizada e portanto, muito mais rápida, você também tem acesso a resultados em tempo real, mais precisos, que potencializam e promovem transparência, escalabilidade e segurança para sua empresa.

    Para saber mais sobre nossa soluções e entender como elas potencializam seu negócio, confira também nosso site!

  • Avaliação de fornecedores: 5 critérios para analisar

    Avaliação de fornecedores: 5 critérios para analisar

    Os fornecedores são essenciais para o desenvolvimento de um excelente trabalho em sua empresa e por isso é indispensável construir uma relação saudável e de transparência com eles. Por isso, é interessante para a empresa estabelecer uma relação de confiança e sucesso com o fornecedor, buscando executar da melhor forma seus serviços e soluções para alcançar bons resultados. 

    Todavia, mesmo tendo este conhecimento, muitas empresas têm dificuldade em avaliar fornecedores e acabam, por diversas  vezes, criando relações de parceria frágeis que prejudicam sua instituição. Com isso, separamos alguns critérios que podem te auxiliar nesse processo e que são de extrema importância para facilitar a tomada de decisão acerca desta parceria.

    O que significa avaliar fornecedores?

    Avaliação de risco em fornecedores

    Realizar a avaliação de fornecedores significa garantir que aquela parceria funcione e gere bons resultados. Isto porque, ao checar este público por meio de critérios, conseguimos visualizar de uma maneira eficaz os riscos existentes ou não da construção desta relação. 

    Desse modo, é possível dizer que avaliar fornecedores é sobre garantir que sua empresa tenha transparência, segurança e, por consequência, realize processos mais rápidos, ou seja, promovendo também escalabilidade. 

    A importância de avaliar seus fornecedores para sua empresa

    Compreender a importância de avaliar seus fornecedores vai te auxiliar na priorização dos critérios que veremos a seguir. Além disso, a avaliação de fornecedores passa a ser fundamental, pois funciona como uma ferramenta de proteção para sua organização.

    Tal fato ocorre porque conhecer seu fornecedor garante que sua empresa não tenha suas vulnerabilidades atingidas. Ou seja, ao saber que meu fornecedor não tem envolvimento com esquemas criminais, por exemplo, você assegura que sua empresa, futuramente, não terá problemas de reputação por estar conectada a ele. 

    Conheça os critérios fundamentais para avaliar seu fornecedor 

    Utilizar critérios para avaliar seus fornecedores é uma prática que vai otimizar seu processo e assegurar que esta avaliação seja feita de uma forma adequada, gerando resultados. Confira os principais critérios!

    1. Saúde financeira do fornecedor

    Utilizar indicadores relacionados à saúde financeira do fornecedor é indispensável. Tal indicador significa verificar o histórico financeiro da empresa fornecedora a fim de identificar um possível registro de dívidas e atrasos de pagamento. 

    Isto visto que uma empresa que tem problemas financeiros, muito provavelmente, entregará um serviço sem a qualidade necessária para sua empresa. Além disso, estar associado a um fornecedor que atravessa uma crise, pode causar à sua instituição uma crise de imagem, ou seja, um problema na credibilidade e na reputação. 

    Assim, avaliar a saúde financeira do fornecedor deve ser uma prática constante em sua empresa. Isto pode ser feito de maneira simples e prática por meio de tecnologias de verificação que consultam essa informação de maneira automatizada. 

    2. A relação da empresa com o mercado 

    Este critério consiste em entender como a empresa fornecedora se comporta no mercado. Isto é, saber como ela atendeu e se portou em parcerias anteriores à que você está buscando construir com ela, por meio de uma verificação de histórico. 

    Essa análise permite que você descubra que aquela parceria será boa e que a empresa que você deseja fechar uma parceria atenderá suas expectativas de atendimento e cumprirá as demandas essenciais aos processos de sua empresa, de maneira adequada e eficaz.  

    Isto quer dizer que será possível identificar se aquela empresa fornecedora tem compromisso com prazos, entrega o que foi solicitado, te atender do modo correto e realiza corretamente tarefas para sua organização.  

    3. Como é a adoção de boas práticas pelo fornecedor

    Este critério trata-se de averiguar e conhecer as soluções dos fornecedores. Isto quer dizer que você precisa avaliar se o serviço do seu fornecedor, seja ele um produto ou uma solução, é de fato um bom negócio para você. 

    Nesse sentido, isto acaba relacionando-se também à adoção de boas ações da empresa. Isto é se o fornecedor, além de oferecer ótimos produtos, tem em sua cultura a prática de atitudes que condizem com os valores de sua empresa para evitar que a relação passe por algum tipo de desalinhamento e frustração ou que você se envolva em escândalos de reputação. 

    Leia também: Governança corporativa e Compliance: entenda as diferenças

    4. Valor do investimento nos serviços

    Pesquisar e avaliar o custo da parceria é de extrema importância. Pense, o investimento que você precisa realizar no serviço de fornecedores impacta também no orçamento e valores do seu serviço, visto que dentro desse orçamento é necessário abater o custo do fornecimento.

    Desse modo, é preciso analisar se a parceria causará débitos e prejuízos financeiros à sua empresa. Assim, considerando a possibilidade de buscar um excelente serviço mas também buscando realizar um investimento seguro, pensando a longo prazo. 

     5. Riscos da parceria com o fornecedor

    Um dos critérios mais importantes para avaliar seu fornecedor é analisar os riscos da parceria e isso pode se dar de duas formas. Em primeiro lugar, é importante averiguar se a parceria em análise pode causar riscos à segurança da sua empresa.

    Sob esta visão, é necessário considerar se seu fornecedor tem envolvimento em golpes, fraudes, problemas de reputação com a mídia ou nome registrado em  listas restritivas. Portanto, conhecer todo o histórico dele e, por consequência, medir os níveis de risco, avaliando como eles impactam na segurança e transparência da empresa.

    Em segunda análise, os riscos de parceria também devem ser medidos, verificando como seu fornecedor pode te auxiliar a combater e minimizar outros possíveis riscos. Ou seja, quanto o seu fornecedor está engajado a seguir normas e estar adequado à lei e, ainda, como ele constrói as diretrizes de segurança de sua própria instituição. 

    Nossa solução e a avaliação dos fornecedores

    Por meio de nossa solução de background check, podemos verificar em poucos minutos e de forma automatizada todo histórico do fornecedor analisado, sanando todas as informações referentes aos critérios apresentados. Assim, você consegue ter acesso às informações de maneira completa e com agilidade.

    Para isto, utilizamos mais de 200 fontes como consulta de antecedentes criminais, presença do nome do parceiro em listas restritivas e identificação de Pessoas Politicamente Expostas na empresa fornecedora. Tais informações são essenciais para você avaliar os riscos da relação que são apresentados de maneira detalhada.

    Com isso, é possível promover melhores resultados na sua parceria, garantindo  segurança, transparência e escalabilidade para sua empresa. 

    Se interessou e quer saber mais? Acesse https://www.bgcbrasil.com.br/ e fique por dentro de nossas soluções!

  • Abordagem Baseada em Risco (ABR): o que é e como aplicar

    Abordagem Baseada em Risco (ABR): o que é e como aplicar

    A Abordagem Baseada em Risco (ABR) é um conjunto de normas para o combate às fraudes como Lavagem de Dinheiro e Financiamento ao Terrorismo. Esta metodologia ajuda as empresas a otimizarem seus processos e avaliarem os riscos de maneira mais tática.

    Diante ao cenário atual, é possível observar que o número de armadilhas, golpes e fraudes enfrentados pelas empresas cresceram bastante. Esses desafios podem ser super prejudiciais à saúde financeira e até mesmo midiática da organização, causando uma vulnerabilidade que gera danos e perdas significativas para a Instituição. 

    Nesse sentido, as empresas buscam se organizar e encontrar maneiras eficazes de promover segurança e transparência dentro de seu dia a dia para que, então, seja mais fácil se proteger e identificar essas ameaças.

    Todavia, muitas organizações  desconhecem estratégias e metodologias como a ABR (Abordagem Baseada em Risco). Confira a seguir como funciona esse método e como ele pode potencializar a segurança e transparência na sua empresa!

    A Abordagem Baseada em Risco (ABR)

    Abordagem Baseada em Risco (ABR)

    Como uma forma mais estratégica e inteligente, a Abordagem Baseada em Risco, também conhecida como ABR, consiste em uma metodologia que auxilia no combate às fraudes como Lavagem de Dinheiro e financiamento ao terrorismo. 

    Ela funciona como um método porque otimiza processos de avaliação dos riscos de maneira mais tática. Isto porque a Abordagem Baseada em Risco propõe que as medidas de prevenção as ameaças sejam adotadas em proporção ao nível do risco. 

    Leia também: Gestão de riscos e compliance: entenda as diferenças

    Sabendo disso, torna-se possível compreender a importância dessa tipologia de Abordagem, visto que, além de otimizar processos, ela facilita e torna mais prático e excelente o trabalho do Programa de Prevenção à Lavagem de Dinheiro. 

    Por que utilizar essa abordagem?

    Em primeiro plano, é necessário entender a complexidade da construção de um Programa de Gerenciamento de Risco(PGR). Isso devido, principalmente, às complicações de elaborar uma política de gestão de riscos que exige tantos detalhes e normas essenciais ao seu funcionamento. 

    Assim, meios e estratégias que visam facilitar e aprimorar esses processos são sempre bem-vindos. Tal fato aplica-se à adoção da metodologia de Abordagem Baseada em Risco.

    Ela funciona assim: Se um risco é mais grave, ele receberá mais recursos para ser mitigado. Enquanto um risco de baixa gravidade, receberá menos. Ou seja, funciona proporcionalmente.

    Essa metodologia funciona tão bem que o Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI) recomenda a utilização da Abordagem baseada em Risco dentro das organizações. Isto pois analisa resultados positivos – tanto na segurança quanto financeiramente – em organizações que têm adotado essas estratégias.

    Como adotar a Abordagem Baseada em Risco na sua empresa?

    O primeiro passo é fazer com que a alta administração da empresa compre essa ideia, pensando nas mudanças culturais do mercado e na segurança da organização.

    Uma vez que a utilização da ABR seja autorizada é necessário investir em sistemas. Estes sistemas obrigatórios são formas de controle que analisam e comparam os níveis de risco das ameaças as quais se deparam, já que é por meio deste controle será possível medir quais e quantos recursos serão destinados à resolução de tal entrave.  

    Além disso, devido à dinamicidade dos riscos, é necessário que a empresa crie sua metodologia ABR baseada em seu cenário, tamanho e critérios de riscos. Isto, levando como critérios principais a origem de suas atividades, complexidade de serviços e produtos e perfil dos seus públicos como clientes, colaboradores e fornecedores.  

    Qual a diferença entre Abordagem baseada em Risco e Avaliação Interna de Riscos

    Enquanto a Abordagem Baseada em Risco consiste na metodologia de avaliar singularmente cada situação enfrentada pela organização, a Avaliação interna de Riscos estabelece que a Instituição deve classificar e analisar seus diferentes segmentos e públicos de acordo com os riscos que eles possam apresentar. 

    Background check e a Abordagem Baseada em Risco 

    Para elaborar as estratégias de ABR, é possível investir em sistemas que mitiguem o riscos em sua empresa.

    Sob esta visão, soluções como a checagem de Antecedentes Criminais e Background Check de pessoas e empresas, são interessantes para a análise de riscos. Com elas você pode minimizar problemas com potenciais parceiros como colaboradores, fornecedores e novos negócios.

    Quer conhecer mais nossas soluções e promover a segurança, transparência e escalabilidade em sua empresa? Acesse nosso site e solicite uma demonstração gratuitamente!

  • Governança corporativa e Compliance: entenda as diferenças

    Governança corporativa e Compliance: entenda as diferenças

    As principais diferenças entre Governança Corporativa e Compliance é que, enquanto a primeira tem a ver com o alinhamento da visão dos gestores em relação aos processos de gestão, a segunda cuida para que todas as regras sejam cumpridas neste âmbito.

    No âmbito da gestão de uma organização, é necessário que todas as áreas conversem entre si em busca de um objetivo em comum: desenvolver a instituição por meio de boas práticas e políticas que promovam, de maneira segura e estratégica, a empresa no meio midiático e organizacional.

    Nesse sentido, há dois segmentos primordiais neste processo. Eles são a Governança Corporativa e Compliance, ambos focados em garantir uma gestão de qualidade com a intenção de tornar a organização uma referência. Ainda assim, essas áreas não são iguais e trabalham para alcançar esses objetivos de maneiras diferentes. Confira o conteúdo a seguir e compreenda melhor estas diferenças!

    O papel do Compliance dentro de uma organização

    O Programa de Compliance, estruturado por 10 pilares eficazes e  formado por pessoas selecionadas capacitadas na área, tem como principal trabalho garantir que as normas e regras vigentes na organização estejam sendo cumpridas de forma adequada para que a Instituição não seja alvo de golpes e fraudes. 

    Nesse sentido, cabe ao time de Compliance analisar e cuidar da adequação das normas dentro e fora da organização. Ou seja, ele deve garantir que os colaboradores internos e externos estejam de acordo com as diretrizes estabelecidas pela instituição. 

    Para  que isto ocorra de forma bem sucedida, a área de compliance deve basear-se em alguns princípios indispensáveis para a estruturação do programa, conhecidos também como os 10 pilares para um Programa de Compliance

    Como os principais deles podemos destacar a capacitação dos membros internos, por meio de orientações e atividades práticas, que habilitem o membro a estar cumprindo as regras e identificar ações não usuais no seu dia a dia e também estar em contato com os clientes e fornecedores com o objetivo de apresentar o Programa para eles e sinalizar a importância do desempenho dessas condutas

    Além disso, após concluir a capacitação de funcionários e colaboradores externos,  cabe aos membros de Compliance supervisionar as práticas dos demais segmentos da empresa para identificar e assegurar que – já capacitados – estes públicos, além de estarem cumprindo com as normas, acham elas efetivas ou não.

    Caso a resposta seja negativa, cabe também à área de Compliance revisar a regulamentação, atualizando-a ou reestruturando-a. De qualquer forma, eles precisam ser responsáveis por estabelecer protocolos realmente efetivos. 

    Governança corporativa e seu papel dentro da organização 

    Em contrapartida ao Programa de Compliance, a  área de Governança Corporativa cuida da relação da instituição com os diferentes e múltiplos públicos da empresa, também conhecidos como stakeholders.

    Quando nos referimos a essa vasta diferença de públicos, estamos falando além dos colaboradores internos, clientes e fornecedores. Isso quer dizer que estamos juntamente tratando de acionistas, sócios, conselhos e órgãos responsáveis por fiscalizar as operações da empresa. 

    Visto isso, sabemos que essa equipe fica responsável por assegurar que esses grupos conheçam e valorizem as práticas da empresa, estando – por consequência – alinhados com elas. Assim, uma vez que convenientes a estas estratégias, os stakeholders tornam-se praticantes dessas práticas, promovendo segurança e transparência dentro da instituição.

    Governança corporativa e compliance: quais a principais diferenças dessas áreas

    governança corporativa e compliance

    As principais diferenças entre as áreas de governança corporativa e compliance devem-se às práticas de suas ações mediante aos valores da empresa. Dessa maneira, enquanto a Governança Corporativa busca o alinhamento dos gestores aos processos de gestão, o Compliance se encarrega de promover internamente a segurança e proteção de dados da instituição, garantindo e colocando em prática a teoria dos membros da governança. 

    Sob esse viés, é possível afirmar que o trabalho da  Governança Corporativa relaciona-se muito mais em cuidar da reputação da empresa com os públicos e mídias, mostrando o compromisso da Instituição com as leis e obrigações legais. Estes são os responsáveis por transmitir os valores da empresa e torná-la referência no mercado de forma positiva, atraindo investimento e desenvolvendo um ótimo posicionamento de marca. 

    Enquanto isso, o papel do time de Compliance é gerenciar o programa de Compliance, garantindo que os membros, clientes e fornecedores estejam cumprindo com as diretrizes e regulamentos, identificando possíveis fraudes e golpes dentro da organização. Ou seja, mantendo o prometido pela Governança Corporativa dentro das práticas organizacionais. 

    O que Governança Corporativa e Compliance têm em comum?

    Apesar de suas diferenças, ambas as áreas compartilham o objetivo de promover segurança e transparência para a empresa. Visto que, diante da atualidade, uma instituição encontra-se muito vulnerável à fraudes e outros tipos de riscos. 

    Desse modo, Governança Corporativa e Compliance são dois segmentos complementares – o que torna muito comum que estes times trabalhem em conjunto. Na prática, enquanto a Governança Corporativa cuida da imagem da organização, mostrando que esta funciona de acordo com as leis e diretrizes de ética, o Programa de Compliance garante que no dia a dia da instituição, as normas sejam cumpridas corretamente contribuindo, portanto, com esta imagem. 

    Importância do alinhamento entre Governança Corporativa e Compliance

    Para a empresa, é muito importante que essas duas áreas estejam alinhadas trabalhando juntas e se complementando, de fato. Isso porque elas são interdependentes e precisam, portanto, uma da outra.

    Essa dependência se dá visto que a Governança Corporativa sem um Programa de Compliance coloca a imagem da Instituição em risco, pois não tem a garantia de que o que transmite aos públicos externos realmente acontece internamente. Da mesma forma, o Compliance necessita da Governança Corporativa para promover e transacionar seu trabalho.  

    Assim, empresas que apresentam uma colaboração entre essas duas áreas, por conseguinte, apresentam resultados melhores e mais positivos como, por exemplo, uma maior transparência, assim como um rendimento maior e mais qualitativo dos programas. 

    Como alcançar bons resultados para a Governança Corporativa e Compliance

    Como visto anteriormente, conseguir bons resultados nessas áreas é essencial, pois isto significa não apenas manter e garantir a segurança e proteção da empresa, mas também melhorar cada vez mais a sua reputação. 

    Assim, é necessário que ambas as partes utilizem metodologias que aprimorem e melhorem a performance de seu trabalho, otimizando e gerando melhor êxito. 

    Nesse sentido, nossas soluções de alta tecnologia e utilização de dados inteligentes são indispensáveis. Através da Checagem Criminal e do Background Check , por exemplo, o time de compliance consegue verificar, de forma automatizada e em mais de 200 fontes, pessoas e empresas, garantindo que estas não apresentem riscos à instituição. 

    Por consequência, os riscos de possíveis fraudes são minimizados pelo Programa de Compliance, tal fato essencial para que a Governança Corporativa consiga – de forma prática e sem empecilhos – criar ainda mais estratégias para a divulgação proveitosa da empresa. 

    Para saber mais sobre isso e ficar por dentro das melhores ações e formas de cuidar de seu Programa de Compliance, acesse nosso material gratuito! 

    No infográfico “Os 10 pilares para um programa de Compliance” você tem acesso às principais estratégias e passos para consolidar um Programa de excelência e, por consequência, promover segurança e proteção para sua empresa. Desse modo, combatendo fraudes e golpes e auxiliando também no trabalho da Governança Corporativa!

  • Pessoa Politicamente Exposta (PEP/PPE): Entenda o conceito

    Pessoa Politicamente Exposta (PEP/PPE): Entenda o conceito

    Uma Pessoa Politicamente Exposta é um indivíduo que tem a função de um agente público ou, ainda, uma pessoa que desempenhou ou desempenha, dentro dos últimos cinco anos, cargos, empregos ou funções públicas de relevância.

    Com as transformações e evoluções do mercado, os riscos que uma empresa está vulnerável aumentam consideravelmente. Alguns exemplos disso são: envolvimento em escândalos, corrupção, lavagem de dinheiro, associação com pessoas corruptas, entre outros. Esses empecilhos criam uma necessidade de novas formas de tratamento que visam ajudar a proteger sua empresa.

    Uma destas formas, que tem sido bastante adotada, é saber e conhecer quem são as pessoas que se relacionam com a organização, sejam elas colaboradores, clientes, parceiros ou pessoas com um certo grau de importância e exposição.

    Essas pessoas podem ser essenciais para a sua empresa, mas precisam ser igualmente verificadas com cautela, a fim de garantir uma imagem positiva para sua organização e mantê-la em segurança.

    O que são Pessoas Politicamente Expostas?

    Pessoas Politicamente Expostas

    O termo Pessoas Politicamente Expostas (PPE) pode também ser conhecido pela sigla PEP que, decomposta, significa Pessoas Expostas Politicamente. Este refere-se às pessoas ocupantes de cargos e funções públicas, listadas nas normas de PLD/FTP editadas pelos órgãos reguladores e fiscalizadores.

    Ou seja, de forma objetiva, Pessoas Politicamente Expostas são pessoas que desempenharam, nos últimos 5 anos, ou ainda desempenham cargos, empregos ou funções públicas relevantes, assim como seus familiares e pessoas de relacionamento próximo. Estas pessoas são monitoradas de forma especial com o intuito de prevenir crimes como lavagem de dinheiro e corrupção, por exemplo.

    Exemplos de PEP e como elas são monitoradas

    Sabemos que Pessoas Politicamente Expostas são aquelas que vêm ocupando funções importantes e de destaque dentro ou fora do território brasileiro, mas ainda assim é difícil identificar este perfil de pessoa em nosso cotidiano. Por isto observe alguns exemplos de PEP que vão te ajudar a entender melhor este conceito:

    • Membro do poder Legislativo;
    • Membros do poder Executivo;
    • Membros do poder Judiciário;
    • Membros do Supremo Tribunal Federal e Tribunais Superiores;
    • Presidente, Vice-Presidente e autoridades de Fundações Públicas e Empresas Públicas.

    Conhecendo as principais áreas ocupadas pelas Pessoas Expostas Politicamente é necessário compreender como funciona o monitoramento de seus comportamentos financeiros.

    Estas pessoas, como visto no item anterior, são constantemente supervisionadas em suas transações financeiras e fiscais a fim de evitar possíveis golpes e prática de crimes. Essas movimentações são analisadas, especialmente, por bancos que, quando observam alguma transação suspeita, devem realizar a denúncia da PEP.

    Os tipos de risco de se envolver com uma Pessoa Politicamente Exposta

    Se relacionar comercialmente com uma PEP, se feito da maneira adequada e de forma segura, não significa envolver sua empresa em algum risco ou entrave – se este relacionamento foi construído de forma segura, é claro. Por isso, é essencial quebrar o tabu de que uma Pessoa Politicamente Exposta é necessariamente uma pessoa perigosa e golpista.

    Entretanto, muitos não constroem essa relação da maneira correta e acabam sendo alvo de riscos e golpes que prejudicam sua organização. Veja alguns destes golpes a seguir.

    Riscos financeiros 

    São riscos característicos de movimentações financeiras marcadas e reconhecidas  por uma grande quantidade de dinheiro que vem de uma origem desconhecida ou adulterada por alguém ou por alguma instituição; 

    Riscos de reputação

    Pode acontecer por duas razões latentes. Enquanto a primeira deve-se quando a empresa, por construir este tipo de relação, fica com sua imagem vulnerável à críticas por parecer se beneficiar de privilégios que essa figura politicamente exposta pode gerar para ela, a segunda tem a ver com estar conectada a ações ilegais. 

    Portanto, a segunda forma, ocorre quando a Pessoa Politicamente Exposta participa de algum tipo de infração de lei, crimes, lavagem de dinheiro e/ou golpes e, por estar relacionada à empresa. Esta, por consequência, fica com sua imagem também manchada, mesmo que não tenha feito parte do esquema. 

    Riscos Fiscais 

    Os riscos fiscais ocorrem quando há omissões de registros e patrimônios ou de factíveis fraudes. Ou seja, é o descumprimento de órgãos governamentais acerca do planejamento financeiro, resultando no aumento da dívida pública.

    Como reduzir o risco de relacionamento com PEP

    Ainda que possivelmente mais arriscado que o normal é inviável pensar que a solução para estes riscos é jamais relacionar-se com uma PEP. Isto visto que, em alguns casos, essa parceria é até mesmo inegociável.  

    Sob este viés, é importante considerarmos outros mecanismos de proteção como, por exemplo, o respeito e adequação aos pilares essenciais do Programa de Compliance da sua empresa, que garantem sua segurança orgânica e a essencial e indispensável realização de checagens de históricos e antecedentes desta pessoa.

    Por que a checagem da PEP é tão importante?

    Realizar a checagem da PEP é importante pela mesma razão de como é fundamental identificar qualquer outro público que transita em sua empresa: prevenir fraudes e golpes que prejudiquem o nome e a existência de sua organização.

    Nesse sentido, as  Pessoas Politicamente Expostas devem ser verificadas com o objetivo de ter seus históricos avaliados e analisados, pela empresa que, em razão desta verificação, minimiza riscos e fortalece sua proteção contra possíveis escândalos, entraves legais e gastos de multas.  

    Como realizar a checagem da PEP?

    A verificação do histórico de uma Pessoa Politicamente Exposta ou de seus antecedentes criminais pode ser realizada por meio de fontes legais, de maneira manual ou automatizada. 

    Procurando resultados mais completos, detalhados e rápidos, a forma automatizada de verificação torna-se excelente para a segurança da sua organização. Isto visto que esta tecnologia utiliza diversas fontes de checagem para analisar, dimensionar e relatar a você os possíveis riscos de seu relacionamento comercial com a PEP. 

    Nossa solução para checagem da PEP

    É super importante e indispensável conhecer com quem você cria uma parceria para a sua empresa. Isso porque, ao conhecer seus parceiros, clientes e colaboradores, torna-se possível diminuir os riscos e evitar problemas para sua empresa como os citados acima, por exemplo. 

    Nossa solução de Checagem Criminal pode   ser essencial para reduzir esses riscos de envolvimento com uma Pessoa Politicamente Exposta. Além de utilizar como fontes de pesquisa listas restritivas, mídias negativas e o histórico financeiro da pessoa.

    A tecnologia de checagem de antecedentes realiza a verificação de processos associados à pessoa por meio de uma varredura automática e rápida em todos os tribunais federais e TJ’s estaduais de todo o país, com mais de 200 fontes de consulta em primeira e segunda instância.

    Todo esse processo é feito de forma completa, produzindo resultados detalhados e precisos, em uma única plataforma e em poucos minutos. Isso faz com que o usuário consiga conhecer de forma consistente e ampla todo o histórico criminal da PEP e analisar seus dados para tomar, de forma rápida, uma decisão sobre sua parceria ou contratação, com a certeza de que os riscos que aquela pessoa apresenta são inexistentes e que sua empresa está de fato segura. 

    Dessa forma, como as principais vantagens de utilizar nossa checagem temos:

    • Dados unificados em uma única plataforma;
    • Detalhamento de informações.
    • Análise de nível de riscos;
    • Facilidade e rapidez na hora da decisão;
    • Prevenção às fraudes e golpes;
    • Checagem automatizada;
    • Segurança e transparência para seu negócio.

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  • Listas restritivas: 10 exemplos nacionais e internacionais

    Listas restritivas: 10 exemplos nacionais e internacionais

    As listas restritivas são bases de dados nacionais e internacionais que mantêm um registro de pessoas e empresas que se envolveram com algum tipo de prática ilícita como trabalho análogo à escravidão, lavagem de dinheiro, financiamento ao terrorismo, crimes ambientais, entre outros.

    Para uma empresa, é muito importante e indispensável construir uma reputação de alta qualidade, que transmita aos seus públicos credibilidade e segurança. Afinal, estes são os dois elementos responsáveis por conquistar e gerar o vínculo necessário para a manutenção do crescimento constante da sua companhia.

    Nesse sentido, as organizações necessitam proteger, ao máximo, seus dados, assim como as informações de seus clientes e parceiros. Elas podem fazer isto de diversas formas e maneiras como, por exemplo, através de checagem de dados, no momento de fechar parcerias, contratar, até mesmo vender alguma solução ou produto.

    O que são Listas Restritivas

    Quando uma empresa ou pessoa se envolve em algum tipo de atividade ilícita ou criminosa, seu nome é registrado em um tipo específico de lista, as chamadas listas restritivas. Através desse estilo de listagem, é possível checar e analisar dados e informações a respeito da pessoa ou organização as quais têm interesse de construir algum tipo de parceria ou vínculo. 

    Um exemplo é a lista restritiva de Pessoas Politicamente Expostas (PEPs).

    Desta forma, estas listas funcionam como um documento que, além de reunir diversos tipos de dados, nacionais e internacionais sobre empresas e pessoas, elas também garantem a transparência, segurança, para você, seus clientes e o compliance em sua empresa. 

    Lista restritiva de Pessoa Politicamente Exposta (PEP)

    Dados e informações de uma lista restritiva 

    Nas listas restritivas são registrados nomes de empresas e pessoas que já praticaram ou estão envolvidas em algum tipo de ato ilegítimo. Como alguns desses atos podemos citar entre os principais:

    • Lavagem de dinheiro; 
    • Incentivo ou prática a trabalho análogo à escravidão; 
    • Realização de atividades contra o meio ambiente;
    • Integração e participação em ações terroristas.   

    Tipos de listas restritivas e exemplos 

    As listas restritivas podem ser nacionais e internacionais. Essa classificação varia de acordo com a origem do dado encontrado e registrado nela.

    Ou seja, caso os dados a respeito de seu cliente, fornecedor e colaborador sejam externos, as listas são denominadas de listas restritivas internacionais. Entretanto, se as informações encontradas têm origem e validação territorial local, elas são chamadas de listas restritivas nacionais

    Essa divisão é realizada por diferentes organizações. Separamos para você 10 tipos de listas restritivas dividindo-as em internacionais e nacionais para auxiliar em sua compreensão. Confira abaixo:

    Listas restritivas internacionais

    • Lista do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU);
    • Lista da União Europeia;
    • Lista da Organização; 
    • das Nações Unidas (ONU);
    • Lista da OFAC (EUA);
    • Lista da Interpol.

    Listas restritivas nacionais

    • Cadastro Nacional de Empresas Punidas (CNEP), da CGU;
    • Cadastro de Empregadores;
    • Cadastro de Entidades Privadas Sem Fins Lucrativos Impedidas (CEPIM), da CGU;
    • Cadastro Nacional de Empresas Punidas (CNEP), da CGU;
    • Lista de Responsáveis com Contas Julgadas Irregulares, do TCU.

    Listas oficiais x listas não oficiais

     Além da classificação quanto sua origem em nacional e internacional, as listas restritivas também podem ser classificadas como oficiais e não oficiais.

    Neste caso, a organização ocorre da seguinte forma: as listras restritivas oficiais desrespeitam as práticas regulamentadas pela administração pública –  portanto, atividades que sob a visão da esfera legislativa são consideradas ilícitas –  enquanto, as listas restritivas não oficiais são utilizadas de forma não regulamentada e com influência de instrumentos midiáticos, questões difundidas pela mídia. 

    Isto quer dizer que as listas restritivas não oficiais, também chamadas de privadas, levam em consideração, atividades que não são necessariamente consideradas ilícitas e não condizem com as leis, mas também comportamentos considerados incorretos, socialmente ou politicamente, atitudes antiéticas e imorais, sob a visão da sociedade atual. 

    Leia também: Background check: o que é, qual sua importância e tipos de consultas

    Como as listas restritivas ajudam sua empresa?

    As listas restritivas nacionais e internacionais oficiais têm como principal objetivo e utilidade auxiliar sua empresa na garantia de segurança, de maneira rápida, precisa e unificada.

    Assim, elas funcionam como instrumentos facilitadores de checagens que fornecem ao usuário todas as informações e documentos essenciais para a compreensão e análise dos riscos e problemas que sua organização pode vir a enfrentar ou se envolver.

    Assim, dessa maneira, as listas restritivas apresentam grandes e importantes vantagens de adoção, beneficiando e estimulando a proteção de sua empresa em situações como prevenção à fraudes e golpes, análise contínua de relacionamentos comerciais, otimização da checagem de dados e a garantia do compliance

    Relação entre as listas restritivas e o Compliance

    O compliance consiste na prevenção de ameaças, riscos e ilegalidades à sua empresa. Desse modo, então, ele pode ser resumido como o conjunto de hábitos e práticas que contribuem e fazem os processos de sua organização funcionarem de acordo com as leis, diretrizes públicas e com respeito à LGPD. 

    Veja mais sobre em O que é Compliance? Entenda, veja os tipos e como aplicá-lo

    Nesse sentido, é justamente este o fato responsável por conectar a utilização de listas restritivas ao compliance na sua empresa. Afinal, essa ferramenta de dados permite que você conheça e analise as possíveis relações existentes entre sua organização, clientes e fornecedores, prevenindo-se, portanto, de envolvimento em crimes e riscos que prejudiquem a regularidade imagem da organização. 

    Como acessar esse tipo de fonte?

    A tecnologia pode te ajudar bastante no acesso às listas restritivas, já que através delas é possível utilizar estas listas como fonte de dados. Isso pode ser visto, por exemplo, em nossa solução de Background Check.

    Em nossa tecnologia de verificação e checagem de pessoas e empresas, utilizamos como uma das diversas fontes de dados, as listas restritivas. Assim, conseguimos ter acesso à informações cruciais e indispensáveis que, sinalizadas para você em nossa plataforma, auxiliam na avaliação do risco de contratação, parceira e liberação de dados. 

    Como funciona nosso Background Check

    Listas restritivas
    Painel de resultados gerais – Pessoa Física

    Nossa tecnologia  permite a verificação e checagem de pessoas e empresas de maneira mais otimizada, segura e transparente na hora de contratar, vender, fechar parcerias ou seguir regulamentações de mercado. 

    Como visto acima, utilizamos diferentes tipos de fontes. Entre elas, além de listas restritivas, fontes trabalhistas, financeiras, status do registro, dados cadastrais, débitos trabalhistas e outros.

    Assim, por meio de nosso produto de alta tecnologia, realizamos uma varredura completa  em mais de 200 fontes de dados públicos e privados como nome e CPF para a checagem de pessoas físicas e CNPJ para a verificação de empresas.

    Essa verificação ocorre de forma automatizada, em uma única plataforma e em poucos minutos, otimizando e fortalecendo, consequentemente, os processos da equipe de compliance e prevenção à lavagem de dinheiro da sua empresa.

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