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  • Análise de risco de crédito: quais critérios avaliar?

    Análise de risco de crédito: quais critérios avaliar?

    Análise de risco de crédito é o processo pelo qual uma instituição avalia de forma cuidadosa as informações financeiras de uma pessoa ou instituição, como histórico de crédito, renda, emprego, histórico de pagamento de dívidas anteriores, patrimônio líquido e outros fatores relevantes.

    Em uma empresa, cuidar do setor e área financeira é indispensável. Afinal, sem a organização correta dessa área não há instituição.

    Nesse sentido, quando falamos sobre parceiros e novos negócios, é preciso avaliar quais riscos esses interessados podem apresentar para este setor, isto é, analisar os riscos de inadimplência e prejuízos financeiros para a instituição.

    Por esse motivo, é importantíssimo realizar a análise de risco de crédito, utilizando alguns critérios, para garantir que sua empresa não sofra nenhum tipo de prejuízo. Veja nosso artigo e descubra a melhor maneira de realizar a avaliação de créditos! 

    O que é análise de risco de crédito

    Análise de risco de crédito
    Análise de Crédito

    De forma prática, é possível explicar a análise de risco de crédito como o processo de verificação sobre a  capacidade de um indivíduo ou empresa de cumprir com suas obrigações financeiras, tais como o pagamento de empréstimos ou financiamentos.

    Sob esta visão, a análise de risco de crédito é essencial para minimizar os riscos de inadimplência e prejuízos financeiros para a instituição.

    Isso porque é possível analisar, por meio dela, todo o histórico financeiro e de crédito da pessoa ou empresa que possivelmente fechar negócio com a sua instituição.

    Durante a avaliação de crédito, é possível coletar informações sobre o pesquisado, incluindo histórico de crédito, renda, emprego, histórico de pagamento de dívidas anteriores, entendendo como esta lida com dinheiro.

    Veja também: Boas práticas de compliance em compras e contratos

    Qual a importância e vantagens da análise de risco de crédito

    O principal objetivo de realizar a análise de risco de crédito é garantir que a pessoa ou empresa esteja em uma posição financeira que não represente possíveis riscos de inadimplência, fraudes ou roubos contra sua instituição.

    Isto é, evitando que sua instituição sofra algum prejuízo financeiro que possa prejudicar sua reputação, segurança e existência. 

    Isso ocorre pois a avaliação ajuda a garantir que eles possam pagar a dívida, realizar pagamentos e acordar uma nova parceira sem sobrecarregar sua capacidade financeira e demonstrando sua preocupação com a segurança dos processos. 

    Redução do risco de inadimplência

    Por meio dessa avaliação, a empresa pode reduzir o risco de conceder crédito a clientes que não têm condições financeiras para pagar as suas dívidas e garantir que novas parcerias tenham trocas financeiras adequadas.

    Proteção do caixa da empresa

    Realizando a avaliação por meio dos critérios é possível se proteger contra possíveis prejuízos financeiros.

    Melhoria do relacionamento com os clientes

    Ao realizar a avaliação de créditos com cautela,  a sua instituição estabelece um relacionamento de confiança com os clientes. Isso porque, ao garantir que o cliente tenha condições de pagar suas dívidas, a empresa mostra que se preocupa com o bem-estar financeiro do cliente e valoriza a relação comercial com ele, promovendo segurança para ambos. 

    Aumento da eficiência dos processos

    Se sua análise de crédito for feita de maneira automatizada é possível garantir processos mais eficientes e ágeis. Isso ajuda a reduzir custos e aumentar a produtividade da equipe responsável.

    Como realizar a avaliação de crédito 

    A avaliação de crédito pode ser realizada de diversas maneiras, isto depende do tipo de empresa e dos critérios indispensáveis, utilizados para analisar a capacidade financeira do cliente.

    De maneira geral, o processo ocorre pela coleta de informações seguida da análise do histórico de crédito, análise da saúde financeira, avaliação dos riscos e tomada de decisão. 

    A coleta de informações consiste na junção de informações básicas sobre a figura. Estas informações podem ser diversas como nome, CPF/CNPJ, endereço, telefone, e-mail, entre outros dados que sejam atualizados, visando garantir a eficácia do processo de análise de crédito. 

    Em seguida, inicia-se de fato a avaliação de crédito da pessoa física ou empresa a partir do seu histórico de crédito. Assim, esta etapa consiste em avaliar a capacidade de pagamento do parceiro ou cliente com base em suas experiências anteriores com outras instituições.

    A próxima etapa, a etapa de análise financeira, envolve a avaliação sobre a renda, patrimônio, despesas e outras informações financeiras relevantes.

    Por fim, com as informações coletadas e as análises realizadas de maneira eficiente, é possível gerar alguns resultados. Estes serão os responsáveis por indicar os possíveis riscos que devem ser avaliados pelos interessados assim como funcionar de embasamento para a etapa final, a tomada de decisão. 

    Quais critérios utilizar para a avaliação de crédito

    Como visto, o processo de avaliação de crédito deve ser realizado com muita cautela e atenção. Por esse motivo, utilizar critérios de avaliação é essencial para evitar erros e garantir que toda a análise seja feita de maneira eficiente. Confira os principais critérios!

    Histórico de crédito

    O critério de histórico de crédito do cliente é um dos mais importantes para serem considerados. Isso porque as instituições, por meio dele, conseguem verificar todo histórico de pagamentos anteriores e se houve inadimplência em alguma transação.

    Renda e fluxo de caixa

    Outros dois critérios que devem ser averiguados são a renda e o fluxo de caixa da pessoa ou empresa. Isto visto que ao ter acesso a estas informações é possível avaliar a capacidade do provável parceiro de gerar receita suficiente para cumprir com suas obrigações financeiras, acordadas com sua empresa. 

    Histórico trabalhista 

    No caso da avaliação de crédito de pessoas, é necessário checar seu histórico trabalhista. Tal checagem pode informar qual a condição da pessoa, se é de instabilidade ou não, verificando a segurança financeira também do empregador.

    Ativos e garantias

    É importante que sua empresa utilize como critério os ativos e garantias da pessoa ou instituição. Isto significa checar garantias oferecidas para assegurar o pagamento como imóveis, veículos ou outros bens. 

    Score de crédito

    O score de crédito é um critério essencial por ser um indicador de risco de crédito. Esta pontuação pode e deve ser utilizada para avaliar a capacidade do cliente de cumprir suas obrigações financeiras.

    Nosso Background Check e a análise de créditos

    Um dos tipos de background Check é o Background Check Financeiro que tem como principal feito a análise de créditos de uma pessoa ou empresa. Com ele é possível avaliar a credibilidade e a confiabilidade financeira do indivíduo em questão.

    Além disso, muitas empresas realizam verificação de antecedentes financeiros em candidatos a empregos que envolvem responsabilidades financeiras significativas, como gerentes financeiros e contadores. 

    Dessa forma, você consegue não apenas tomar uma decisão em relação à pessoa ou empresa de maneira mais rápida, mas também de modo mais seguro, em conformidade com a legislação vigente e promovendo transparência e segurança para sua instituição.

    Se interessou e quer saber mais? Fale com um de nossos especialistas e conheça nossas soluções

  • Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los 

    Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los 

    O risco reputacional pode ser entendido como todos os problemas e prejuízos de imagem que uma empresa está vulnerável a sofrer. Mais evidente nos dias de hoje, esses riscos são uma preocupação latente nas organizações que buscam estratégias para evitá-los. 

    Estamos vivendo na era do cancelamento, isto é, a era onde qualquer tipo de descuido em sua empresa pode significar a destruição da reputação dela. Isto ocorre porque as tecnologias de informação, por meio das mídias sociais, conseguem repercutir informações de maneira mais rápida e também em maior proporção.

    Por essa razão, é necessário redobrar a atenção e as estratégias de transparência e imagem da sua organização. Confira nosso conteúdo e veja uma forma ágil e eficaz de cuidar disso!

    Entenda o que são riscos reputacionais 

    Riscos reputacionais
    Riscos Reputacionais

    A reputação de uma empresa é a percepção que o público tem dela e uma boa reputação é fundamental para o sucesso de qualquer organização. Por essa razão, os riscos reputacionais são uma das maiores preocupações das empresas atualmente, pois colocam essa reputação em uma situação de vulnerabilidade. 

    Esses riscos são, de forma simplificada, fatores que podem prejudicar a imagem de sua empresa, ou seja, sua reputação. Desse modo, colocando-a em uma posição negativa perante as mídias e seu público. 

    Além disso, os riscos reputacionais são os responsáveis por levar o nome de uma pessoa ou empresa para as chamadas mídias negativas. Elas são conteúdos, notícias ou informações que retratam uma pessoa ou organização de forma negativa, prejudicial ou desfavorável que prejudicam a credibilidade da organização. 

    Quais os riscos reputacionais mais comuns 

    Existem diversos tipos de risco que podem colocar sua empresa com problemas de reputação e credibilidade. Entretanto, o mais comum é o descuido com as pessoas e outras empresas as quais você pode estar se relacionando.

    Isso porque, ao fechar um contrato, realizar uma compra ou até mesmo por não ter um programa de Compliance ou área de segurança na empresa bem estabelecido você pode estar deixando fácil o acesso de pessoas e empresas que simbolizam riscos que prejudicam sua reputação. Tais riscos podem ser envolvimento com corrupção, fraudes e golpes que, uma vez descobertos, podem tornar sua empresa um alvo. 

    Além disso, não verificar todo histórico da pessoa ou empresa com quem você está fechando algum tipo de contrato é um erro latente que, ainda hoje, é cometido. Isto porque esse é o principal passo para identificar de forma prévia esse tipo de risco, ou seja, a melhor maneira de evitá-los. 

    Ainda é possível que ao fazer essa checagem de maneira manual, o responsável possa deixar passar algum erro. Acontece que, ao passar essa informação, você pode estar colocando dentro de sua empresa algum inadimplente ou até mesmo uma pessoa envolvida com crimes. 

    Os efeitos dos riscos reputacionais 

    Os riscos reputacionais podem prejudicar a credibilidade, confiança e percepção pública de um indivíduo ou instituição perante ao seu público. Afinal, ninguém gostaria de comprar ou fechar um negócio com uma instituição que tem mídias negativas e uma reputação ruim.

    Por essa razão, os efeitos dos riscos reputacionais são diversos. Conheça os principais!

    Perda de confiança dos clientes

    Isto porque, quando uma empresa é envolvida em escândalos ou práticas duvidosas, os clientes podem perder a confiança na marca e se afastar. Com isso, eles param de consumir os produtos ou soluções da empresa.

    Redução das vendas

    Com a perda dos clientes, o setor de vendas teve uma queda considerável. Isso já que os consumidores podem acabar optando por comprar de concorrentes mais confiáveis.

    Danos à reputação

    Os riscos reputacionais podem gerar  mídias negativas que mancham a reputação da empresa. Esta perda de credibilidade pode levar a consequências graves em termos de percepção do público como valor da marca e relações com investidores.

    Ação regulatória

    Em casos mais graves, onde as empresas podem acabar envolvidas em escândalos de corrupção e fraudes, é possível que ela tenha seus bens bloqueados. Além disso, podem ser aplicadas diversas ações como a cobrança de multas e sanções que podem ter efeitos financeiros significativos na empresa.

    Como evitar riscos reputacionais 

    Sabendo que se tratam de riscos, a melhor forma de evitar esses prejuízos de imagem é analisando todos os riscos previamente, ou seja, mitigá-los antes de finalizar um novo contrato. 

    Isso quer dizer que é preciso analisar e verificar o histórico de novas pessoas ou empresas que estarão envolvidas com sua instituição. Dessa forma, é possível identificar possíveis atos ilícitos ou créditos financeiros que podem indicar um futuro problema para sua empresa. 

    Além disso, ter uma política eficaz de prevenção à lavagem de dinheiro é essencial. Pois dessa forma, é possível promover uma cultura de segurança dentro da empresa, capaz de identificar situações não legais e inadequadas no ambiente interno.

    Por fim, é essencial ter um Programa de Compliance, ou de área similar, bem estruturado e preparado para solucionar possíveis riscos e sanar problemas. Isso porque esta é a principal área de atuação no combate à ilegalidade e inconformidade com a Lei, sendo, portanto, uma aliada no combate de riscos que possam colocar a segurança dos cidadãos em situação de vulnerabilidade. 

    Nossa solução e riscos reputacionais 

    Como uma forma eficaz e ágil de mitigar esses riscos, nossa solução de Background Check é essencial. Isso já que, de forma 100% automatizada, nosso software consegue realizar uma varredura em mais de 200 fontes de dados, públicas e privadas.

    Dentro dessas fontes, ainda, verificamos possíveis registros em Listas restritivas, identificamos Pessoas Politicamente Expostas (PEPs) e se há a existência de mídias negativas relacionadas aquela pessoa ou empresa. Além disso, consultamos também todo o possível histórico de antecedentes criminais da pessoa ou empresa pesquisada.

    Assim, é possível gerar resultados completos e com detalhamento descrito em uma única plataforma. Com isso, você consegue não apenas tomar uma decisão em relação à pessoa ou empresa de maneira mais rápida, mas também de modo mais seguro, em conformidade com a legislação vigente e também com a minimização de riscos. 

    Como resultado disso, ainda é possível utilizar nossa solução como uma ferramenta de credibilidade perante aos clientes. Dessa forma, demonstrando a preocupação de sua empresa com a transparência e segurança deles.

    Se interessou e quer saber mais? 

    Conheça nossa solução completa em nosso site! 

  • Reconhecimento facial: o que é, como funciona e onde aplicá-lo

    Reconhecimento facial: o que é, como funciona e onde aplicá-lo

    O reconhecimento facial é uma tecnologia que tem como principal objetivo a prevenção de golpes e fraudes por meio da identificação de pessoas pelos traços e suas características faciais que são reconhecidos por inteligência artificial (AI).

    Com a expansão de novas tecnologias no mercado, o reconhecimento facial surge como uma alternativa para combater golpes como, principalmente, a fraude de identidade . Isto visto que essa tecnologia permite validar a imagem do usuário, ou seja, verificar se a pessoa é realmente quem diz ser. 

    Sabendo da utilidade dessa ferramenta e como ela pode ajudar em seu negócio, nós preparamos um conteúdo completo sobre reconhecimento facial e como ela funciona. Confira a seguir! 

    O que é reconhecimento facial 

    Reconhecimento facial

    Ganhando cada vez mais destaque no mercado nos últimos anos, o reconhecimento facial é uma tecnologia que utiliza algoritmos de inteligência artificial para identificar, analisar e verificar a identidade de uma pessoa com base em suas características faciais. Algumas dessas características avaliadas podem ser, entre outras coisas, a forma do rosto, a posição dos olhos, o nariz e a boca, bem como outras características distintivas, como cicatrizes, sinais ou até mesmo tatuagens faciais.

    São esses traços que permitem a ferramenta de reconhecimento facial autenticar o usuário ou não. Ou seja, ao analisar os traços das pessoas com aqueles quais foram fornecidos no cadastro dela, é possível verificar se o usuário é realmente a pessoa que ele diz ser. 

    Por essa eficiência e praticidade, o reconhecimento facial é utilizado para diferentes áreas, desde segurança e vigilância até serviços bancários e de varejo, por exemplo. Outras empresas também usam o reconhecimento facial para permitir o acesso de funcionários a áreas restritas, para autenticação de transações financeiras ou ainda para personalizar anúncios e recomendações de produtos com base nas preferências dos usuários.

    Como funciona a tecnologia de Reconhecimento Facial?

    O funcionamento do reconhecimento facial é 100% inteligente e seguro. Ele começa com a captura de uma imagem do rosto da pessoa e, em seguida, essa imagem é analisada por um software que identifica padrões únicos, como o formato do rosto, a distância entre os olhos, o nariz e a boca, a textura da pele, entre outros. Esses padrões são convertidos em um conjunto de dados numéricos, que são armazenados em um banco de dados.

    Logo depois desse registro, ao usar a ferramenta, o usuário passa por uma avaliação dos dados. Assim, as características faciais capturadas pela inteligência artificial são comparadas com uma base de dados de imagens de rostos já previamente registrados. 

    Ao final, feito isso, se uma correspondência é encontrada, o sistema de reconhecimento facial identifica a pessoa na imagem como sendo a mesma pessoa na base de dados. Caso contrário, a pessoa tem seu acesso negado e não é validada pela ferramenta. 

    Veja também: Face Match: como aplicá-lo ao seu processo de onboarding

    Tipos de Reconhecimento Facial 

    Existem dois principais tipos de reconhecimento facial que são utilizados pelas empresas e pessoas. O primeiro é o reconhecimento facial baseado em características e o outro o reconhecimento facial baseado em Imagem. Veja a diferença a seguir!

    O reconhecimento facial baseado em características

    Esse tipo de reconhecimento facial consiste numa tecnologia que usa como referência de validação as características do rosto. Isto é, se concentra em características específicas do rosto como distância dos olhos, lábios, sinais faciais, entre outros. 

    O reconhecimento facial baseado em imagem

    Diferente do primeiro, o reconhecimento facial baseado em imagem tem como principal referência a imagem geral do rosto do usuário. Assim, esta tecnologia está programada para analisar todos os pontos do rosto de maneira mais ampla.

    É importante saber que, apesar de diferentes, ambos os tipos podem ser usados para identificar indivíduos,sendo assim utilizados em situações como segurança, controle de acesso e autenticação de identidade. 

    Onde aplicar o Reconhecimento Facial

    Tratando-se de uma tecnologia que visa a proteção de dados e segurança, o mercado como todo tem grande interesse no reconhecimento facial. Isto é, refletido no uso do reconhecimento facial por empresas de diversos setores com objetivos divergentes mas que têm em comum o interesse em promover segurança e transparência em seus ambientes. 

    Veja a seguir algumas das principais áreas que utilizam essa ferramenta: 

    Segurança Pública

    Na área de segurança pública, o reconhecimento facial tem sido utilizado pelos órgãos para identificar criminosos e terroristas. Com essa tecnologia, é possível capturar imagens de pessoas suspeitas em locais públicos, como aeroportos, estações de metrô e ruas movimentadas, e compará-las com os dados de criminosos e terroristas armazenados em bancos de dados.

    Controle de Acesso

    O reconhecimento facial também é utilizado para controle de acesso em edifícios públicos e privados, como empresas e condomínios. Sendo mais prático, barato e eficaz, o reconhecimento facial pode substituir as tradicionais catracas por sistemas de reconhecimento facial, tornando o acesso mais rápido e seguro.

    Identificação em Redes Sociais

    As empresas responsáveis por coordenar as redes sociais também estão utilizando o reconhecimento facial para identificar pessoas em fotos e vídeos postados pelos usuários. Com essa tecnologia, é possível identificar automaticamente os amigos de uma pessoa em uma foto e marcar suas respectivas contas ou manter os dados do usuário em segurança, evitando que outra pessoa consiga entrar em suas mídias e extrair dados pessoais.

    Pagamentos Eletrônicos e acesso a contas

    Bancos e instituições financeiras se beneficiam dessa tecnologia ao disponibilizarem a ferramenta de reconhecimento facial para seus usuários validarem seu acesso a aplicativos e realizarem automaticamente pagamentos de modo mais seguro. Desta forma, torna-se mais fácil evitar fraudes e golpes financeiros sofridos especialmente por esse setor. 

    O reconhecimento facial e nossa solução de Validação 

    Validação Biométrica Contínua

    Por meio de nossa solução de Validação biométrica Contínua avaliamos usuários da sua aplicação de forma contínua por meio de reconhecimento facial, com tecnologia anti-spoofing (antifraude). 

    Com nossa tecnologia, a partir do cadastro de um usuário feito de forma prévia, programamos uma verificação de reconhecimento facial periódica ou quando analisamos um um comportamento diferente do normal, indicando um possível risco. Assim, a ferramenta solicita ao usuário que está utilizando o serviço no momento, a captura de sua imagem.

    Feita em tempo real para evitar fraudes e o uso de imagens como fotos, utilizamos o processo de prova de vida  para o momento da captura. Esse processo consiste na solicitação de diferentes movimentos como sorrir, piscar olhos e balançar a cabeça para garantir que o usuário correto tenha acesso ao serviço. 

    Uma vez realizado a captura da face, nosso software de reconhecimento facial analisa toda a geometria e traços característicos do rosto para criar um modelo digital com seus dados faciais. Nas próximas verificações, para autenticar, a ferramenta de validação biométrica digitaliza seu rosto em tempo real e compara com a face oficial, armazenada no banco de dados.

    Vantagens do reconhecimento facial para sua empresa

    Existem diversas vantagens de utilizar o reconhecimento facial. Essas vantagens não beneficiam somente a empresa mas também o usuário de seus serviços e soluções. 

    Isto porque ao utilizar tal tecnologia, há um aumento da segurança, já que é possível identificar rapidamente pessoas suspeitas e monitorar a entrada e saída de pessoas nas dependências da empresa. Além disso, há também uma maior rapidez na identificação de funcionários e visitantes, o que pode ajudar a reduzir filas virtuais e físicas, ajudando a agilizar processos de acesso.

    Por consequência, ocorre uma  melhoria na experiência do cliente, o que é uma das principais vantagens. Isso pois, ao oferecer um sistema de acesso rápido e eficiente, a empresa pode melhorar a experiência do cliente e a satisfação do mesmo com os serviços oferecidos, fidelizando ele a sua empresa. 

    Assim, há também uma redução de custos, uma vez que os processos de acesso e controle foram automatizados e a empresa pode reduzir custos com pessoal de segurança e diminuir o tempo gasto com verificações manuais e não eficazes. 

    Por fim, o monitoramento em tempo real e a precisão na identificação beneficia a instituição. Essa que, utilizando o reconhecimento facial, tecnologia precisa e confiável e que garante uma identificação mais precisa, consegue em tempo real monitorar a presença de funcionários e visitantes na empresa, o que pode ajudar a identificar rapidamente possíveis problemas e tomar medidas preventivas, minimizando riscos. 

  • O que é Know Your Supplier (KYS) e qual a importância?

    O que é Know Your Supplier (KYS) e qual a importância?

    O Know Your Supplier (KYS) é uma prática que ajuda a garantir que as empresas mantenham relações comerciais saudáveis e seguras com seus fornecedores. Além disso, serve também para ajudar a minimizar riscos, garantindo a conformidade com regulamentos e leis aplicáveis.

    A fim de promover transparência e promover proteção para sua  empresa, o KYS pode ser uma ferramenta bastante positiva. Portanto, é necessário desenvolvê-la e torná-la um hábito em sua empresa. 

    Preparamos para você um artigo completo sobre do que se trata esse conceito e como aplicá-lo em sua empresa, colaborando com sua segurança. Confira a seguir! 

    O que é Know Your Supplier (KYS) 

    Know Your Supplier (KYS)

    Know Your Supplier (KYS), traduzido como  “Conheça seu fornecedor” é uma forma de verificar e avaliar as condições que um fornecedor possui, antes de estabelecer uma relação de negócios com ele. Assim, é um processo que tem como principal objetivo ajudar as empresas a conhecer melhor seus fornecedores e avaliar os riscos potenciais que eles podem representar.

    As principais informações verificadas pelo Know Your Supplier (KYS) são dados financeiros, informações sobre conformidade e de segurança da empresa fornecedora. Tais informações são meios de ter embasamento acerca da transparência dessa relação e, portanto, são verificados a fim de minimizar os riscos associados a este tipo de parceria.

    A importância do Know Your Supplier (KYS) 

    Know Your Supplier é essencial para as instituições, visto que ele é uma ferramenta que visa ajudar as empresas a tomarem melhores decisões sobre quem escolher como fornecedor e como gerenciar essa relação de forma eficaz.

    Com isso, o Know Your Supplier (KYS) torna-se primordial para o funcionamento de outros pontos, além da segurança na relação. Isso porque o KYS  auxilia, também, a mitigar riscos de fraude, corrupção, conformidade e segurança, assim como melhorar a qualidade dos produtos e serviços fornecidos e ajudar a garantir a conformidade com regulamentos e leis aplicáveis.

    Além disso, podemos ver os efeitos do Know Your Supplier (KYS) para:

    1.  Evitar riscos reputacionais 

    Ao conhecer seus fornecedores por meio da avaliação de riscos, você pode evitar trabalhar com fornecedores que não sejam eticamente ou legalmente responsáveis. Ou seja, fornecedores que, ao se relacionar, você pode acabar tendo problemas e prejudicar a imagem da sua marca.

    2. Qualidade dos produtos

    Realizando a avaliação de fornecedores e conhecendo bem o perfil dos fornecedores é possível compreender como será a qualidade dos produtos. Assim, avaliando se é compatível aos padrões da sua empresa. 

    3. Segurança dos produtos

    Ao checar seu fornecedor, é possível avaliar se eles produzem produtos seguros e seguem regulamentos de segurança relevantes. Desse modo, evitando que você tenha prejuízos significativos na empresa ou ainda que sofra riscos reputacionais.

    4. Prevenção de fraudes

    Ao verificar a segurança da relação com seu fornecedor, você pode identificar possíveis fraudes ou atividades ilegais. Isso porque, caso a verificação aponte algum ato ilícito e registro criminais, é mais prático tomar a decisão e proteger a sua empresa.

    Sabendo disso, podemos recomendar o Know Your Supplier como um processo de importância para todas as empresas. Isto, independentemente do tamanho ou setor, assim como também é, particularmente, indispensável para as empresas que trabalham com fornecedores internacionais, onde os riscos são ainda maiores.

    Como implementar o Know Your Supplier (KYS) em sua empresa 

    O primeiro passo para implantar o Know Your Supplier (KYS) em sua empresa é estabelecer políticas e procedimentos claros e rigorosos de segurança e proteção. Isso pode ser feito por meio de treinamentos e capacitações que promovam o conhecimento da equipe acerca dessas normas e, também, pela estruturação dos 10 pilares de um Programa de Compliance. 

    Uma vez feito isto, o próximo passo é avaliar e monitorar os fornecedores por meio de dados e informações. Assim, os interessados devem coletar essas informações precisas e atualizadas sobre a empresa fornecedora e avaliar como elas impactam em sua organização, se apresentam riscos ou não.  

    Caso algum risco seja apontado, cabe aos responsáveis identificá-lo e reportá-lo à equipe de compliance ou área de proteção e segurança da empresa. Assim, uma vez que de conhecimento geral, a empresa poderá tomar uma decisão e avaliar se esse risco encerra uma possível parceria ou não é tão preocupante e, portanto, é possível dar continuidade à relação. 

    Além disso, as empresas precisam comunicar claramente suas expectativas e exigências aos fornecedores, previamente, ou seja, antes de fechar a parceria por meio de um contrato. Tal ação permite e estabelece a colaboração com eles para garantir que todos os requisitos de conformidade e segurança sejam cumpridos.

    Veja também: Abordagem Baseada em Risco (ABR): o que é e como aplicar

    O processo de Know Your Supplier (KYS) e nossas soluções 

    Como vimos, o Know Your Supplier é um processo detalhado para verificar previamente todos os dados sobre seu possível fornecedor e, também, mitigar riscos, o que o torna algo bem trabalhoso e denso. Entretanto, nós temos soluções que otimizam todo esse processo e deixam essa verificação muito mais simples.

    Por exemplo, por meio de nosso Background Check e através de nossos produtos de listas restritivas e identificação de Pessoas Expostas Politicamente (PEPs), podemos verificar em mais de 200 fontes dados acerca de seu fornecedor. Assim, identificamos possíveis atos ilícitos ou atividades irregulares que ele já possa ter cometido em outras relações comerciais. 

    Com isso, conseguimos gerar resultados mais completos e detalhados sobre o histórico de seus fornecedores que funcionam como o embasamento para sua tomada de decisão. Isso tudo de maneira 100% automatizada e indicando o nível do risco, entre baixo e alto, se ele for existente.

    Dessa maneira, você pode proteger sua empresa de estar relacionada a parceiros e fornecedores que estão em condição inadequada às leis e, também, protegê-la de fraudes e golpes que ela está vulnerável. Assim, promovendo segurança, transparência e escalabilidade para sua instituição e equipes.   

    Conheça mais de nossas soluções e como elas podem otimizar seus processos de Know Your Supplier (KYS) em nosso site! 

  • Boas práticas de compliance em compras e contratos

    Boas práticas de compliance em compras e contratos

    As boas práticas de compliance em compras e contratos podem ser definidas como ações e atitudes que visam promover transparência e segurança previamente e de forma estratégica para os momentos de compra e negociação de contratos. Ou seja, visa garantir que a instituição não esteja correndo nenhum risco com esse novo serviço ou parceiro.

    Para garantir transparência e segurança em suas contratações e processos de compra, é necessário entender quais os pontos mais importantes a serem avaliados para tomada de decisão. Com isso, o compliance torna-se essencial, indicando quais normas devem ser cumpridas para adequar essas atividades à lei e, também, evitar riscos de fraudes e golpes.

    Nesse conteúdo, vamos conhecer as boas práticas de compliance em compras e contratos. Assim, conhecendo a fundo como funcionam essas práticas e como elas devem ser aplicadas em sua empresa para promover segurança e proteção. 

    O que é Compliance em Compras e contratos

    Ter conhecimento acerca dessas boas práticas de Compliance específicas para realizar o monitoramento de compras e fechar contratos é imprescindível. Isso já que, essas duas ações, se feitas de maneira incorreta e com pouca cautela, podem funcionar como a porta de entrada para golpes e fraudes.  

    Desse modo, é necessário cultivar esse conjunto de hábitos dentro da empresa e saber como identificar possíveis instabilidades e riscos na hora da negociação. 

    Normalmente, para realizar negociações e fechar contratos, a empresa possui um setor de compras responsável por isso. Sob este viés, quando falamos de compliance em compras e contratos, estamos justamente falando sobre o conjunto de normas e diretrizes que devem ser cumpridas por esse grupo.

    A gestão de contratos e a realização de compras deve ter, em seus processos, a avaliação prévia de risco, assim como o monitoramento de possíveis ameaças ao longo do tempo. Assim, para que isto ocorra, cada integrante desse setor precisa conhecer detalhadamente as regras e cuidados estratégicos de Compliance. 

    Boas práticas de Compliance em Compras e Contratos

    Tais cuidados estratégicos citados anteriormente, ou seja, o conjunto de diretrizes e normas da gestão de contratos e monitoramento de compras também são  parte de um conjunto de pilares que integram as boas práticas de Compliance. Assim, para essa área específica, o que precisa ser avaliado desde antes do processo de compra e contrato é não apenas os benefícios dessa transação comercial, mas também se a relação apresenta risco, quais são eles e como eles impactam na sua empresa. 

    Dessa maneira, é possível dizer que esse setor deve estar atento à criação de estratégias e instrumentos que tenham como principal objetivo aumentar a transparência desse processo. Além disso, os integrantes devem avaliar, por meio do Due Diligence, os riscos anteriores à conclusão do contrato e, também, realizar a avaliação de parceiros, investigando possíveis atos ilícitos que aquela instituição possa ter cometido anteriormente.

    Isto visto que, se a instituição tiver em seu histórico algum tipo de problema jurídico ou registro criminal, é mais provável que essa não seja uma boa relação para sua empresa. Ou seja, você estará minimizando os impactos desses riscos em sua instituição. 

    A importância de boas práticas de Compliance em Compras

    Criar ações para identificar, combater e minimizar riscos é totalmente necessário para o setor de compras. Isto porque, além de ser responsável por questões comerciais, prestação de serviço e contratações, é o setor que possui mais conexão com o segmento financeiro da empresa, super vulnerável a golpes. 

    Sendo assim, o segmento de compras precisa garantir duas coisas. A primeira é o cumprimento adequado das Leis por meio da instalação de diretrizes e normas e a segunda é assegurar que todas as estratégias e boas práticas de Compliance sejam realizadas de maneira correta e eficiente nos seus processos de trabalho.

    Isto visto que por meio dessas boas práticas de compliance, a empresa consegue garantir um controle muito mais eficiente e cauteloso sobre as relações. Assim, ela pode, por exemplo, elaborar critérios de avaliação de riscos, estabelecer que 100% das relações estejam de acordo com a legislação, proteger dados da empresa, prevenir perdas e prejuízos financeiros, assim como riscos reputacionais. 

    A importância de boas práticas de Compliance em contratos 

    Além de garantir tais cuidados com a gestão de compras, as boas práticas de compliance precisam estar presentes na negociação de contratos. Como explicado pela Lei de Anticorrupção, a falta de um código de ética e o descumprimento de normas, significa o descrédito com tal legislação e, portanto, um problema jurídico para a empresa.

    Nesse sentido, especialmente para contratos, as diretrizes de Compliance devem ser respeitadas de forma adequada visando, exatamente, estar em cumprimento com a Lei. Dessa maneira, é necessário que os responsáveis pela área estejam avaliando e controlando prazos, valores e, também, criar um contrato claro, onde todas as políticas de segurança estejam informadas.

    Ademais, eles devem oferecer todas as documentações de forma detalhada e, para minimizar riscos, realizar a avaliação dos envolvidos no contrato, garantindo, que todos estejam de acordo com a legislação e se comprometam com as cláusulas do documento. 

    Conheça as boas práticas de Compliance em Compras e Contratos

    Para realizar tais boas práticas, precisamos conhecê-las e estabelecermos elas dentro da cultura de segurança da empresa. Confira as principais práticas!

    1. Construir canais de denúncias seguros

    É importante para a realização de compras e contratos de forma segura que a empresa forneça canais de denúncia. Isto pois ao identificar algum tipo de ato ilícito ou descumprimento de norma na relação, as pessoas envolvidas tenham um espaço seguro e anônimo para realizar sua denúncia em relação à situações atípicas das compras, colaborando com a solução do problema. Além disso, é necessário que os interessados saibam quando e como reportar tais situações. Ou seja, que eles recebam as instruções necessárias para identificar problemas no processo de compras. 

    2. Realizar a avaliação de fornecedores

    Como um tipo de público envolvido nos contratos, torna-se interessante para a segurança e transparência da empresa. Nesse sentido, realizar a avaliação de fornecedores utilizando critérios e averiguando cuidadosamente os riscos, é uma forma de proteger sua empresa contra golpes e fraudes. 

    Alguns desses critérios a serem utilizados podem ser, por exemplo, verificar a saúde financeira do fornecedor, sua relação com o mercado e  analisar o valor do investimento. Dentro desses critérios, é interessante também avaliar como as boas práticas de compra e contratação funcionam dentro da empresa fornecedora e como ela impactam na sua cultura de boas práticas. 

    3. Monitorar continuamente o processo de compra e contratação 

    Para garantir que tanto a compra quanto o respeito às diretrizes do contrato funcionem, é importante realizar, continuamente, o monitoramento de todas as etapas. Desde antes da negociação, monitorar cada detalhe faz a diferença e assegura que sua empresa evite, principalmente, problemas jurídicos. 

    4. Estar atento às mudanças na legislação 

    A legislação que visa as empresas está sempre em constante mudança, sofrendo alterações. Por isso, os responsáveis pelos processos de compra e fechamento de contrato precisam estar cientes e acompanhando essas mudanças, garantindo a adequação dos envolvidos perante à Lei. 

    5. Automatizar processos 

    Como analisar e monitorar cada etapa exige muito tempo e muito trabalho, é interessante automatizar esses processos. Assim, optar por tecnologias que auxiliem na mitigação de riscos é uma excelente escolha para quem busca resultados mais rápidos e muito mais assertivos e completos. 

    Sob esta perspectiva, nossa solução de Background Check gera transparência, segurança e escalabilidade para suas compras e contratos. Isso tudo de maneira automatizada e produzindo resultados detalhados para o seu acompanhamento.

    Nossa solução nas boas práticas de Compras e Contratos 

    Nossa solução de Background Check  pode auxiliar em suas boas práticas de Compliance nas compras e contratos. Isso porque nossa checagem de pessoas e empresas é realizada em poucos minutos por meio de mais 200 fontes, gerando escalabilidade para tais processos.

    Além disso, devido à diversidade de fontes e graças a nossa tecnologia inteligente, nossos resultados sobre os riscos são completos, fornecendo para você detalhadamente o nível dos riscos. Assim, facilitando e dando praticidade a tomada de decisão e ao monitoramento de todo o processo, antes e depois da escolha. 

    Para saber e conhecer mais como essa ferramenta pode auxiliar você nisso, acesse nosso site e solicite uma demonstração gratuita! 

  • Due diligence e compliance: entenda qual é a relação 

    Due diligence e compliance: entenda qual é a relação 

    Due diligence ou Diligência Prévia refere-se ao objetivo de analisar previamente e realizar a avaliação de riscos de possíveis investimentos em parcerias e transações comerciais para assegurar a transparência e proteção nessas relações.  

    Como já falado, a diligência prévia tem o papel de avaliar possíveis riscos em transações ou parcerias. Portanto, é justamente neste processo que o Compliance conecta-se ao Due diligence, tornando-se um de seus principais pilares. Isto visto que esse processo visa proteger e assegurar que normas e diretrizes da empresa sejam cumpridas.

    Assim, é possível afirmar que esse processo é essencial para que sua empresa não fique vulnerável a riscos como golpes e fraudes de Lavagem de Dinheiro, por exemplo. Tais atos podem causar prejuízos significativos e irreversíveis, por isso, muitas empresas já vêm realizando o Due diligence como uma forma de investigar ameaças e prevenir riscos. 

    O que é Due diligence?

    Due diligence e compliance

    O termo Due Diligence, mais conhecido como Diligência Prévia em português, significa realizar um processo de investigação de uma oportunidade de parceria e relação comercial com outra empresa. No caso, a investigação aconteceria como uma maneira de avaliar e mensurar os possíveis riscos da relação. 

    Essa investigação garante que a empresa com a qual a sua se relaciona esteja adequada a normas e diretrizes de proteção e combate à fraudes da sua cultura de segurança e, ainda, que ela esteja adequada à Lei e regulamentações necessárias para a preservação da  organização. Garantindo isto, é possível minimizar ameaças ao resguardo e transparência de sua empresa. 

    Como Due diligence é realizado 

    O processo de investigação de Due diligence é feito a partir de uma análise de todo o perfil do possível parceiro. Nesse sentido, é dever avaliar todos os aspectos do parceiro de variáveis setores como contábeis, financeiros, previdenciários, trabalhistas, imobiliários, tecnológicos, criminais, compliance e jurídicos da empresa.

    Isto ocorre porque avaliando detalhadamente cada uma dessas áreas é possível verificar como a empresa negociante se comporta em cada uma delas, checando cada possível risco – se for existente. 

    Os tipos de Due diligence 

    Com todas as possíveis variáveis de investigação desse processo, surgem também diversos tipos de Due Diligence que são específicos de cada área investigada. Confira os principais tipos de Due Diligence!

    • Due diligence criminal;
    • Due diligence em fusões e aquisições;
    • Due diligence de compliance;
    • Due diligence de fornecedores;
    • Due diligence tributária;
    • Due diligence de terceiros.

    Due Diligence e Compliance: a relação que promove segurança

    Se estamos falando em investigação e minimização de riscos por meio do Due Diligence, é imprescindível relacionar tal processo ao Compliance. Isso já que, sendo o conjunto de disciplinas e normas que colocam a empresa de forma adequada à Lei, o Compliance adota e se apropria do Due Diligence como mais uma forma de prevenção a indícios de riscos e ameaças. 

    Veja, ao realizar o Due Diligence, analisando cuidadosamente a empresa possivelmente parceira, estamos colocando em prática os valores do Compliance. Ou seja, tal prática tem como principal consequência e objetivo fortalecer a transparência e segurança na empresa, tornando-se assim parte dos 10 pilares de um programa de Compliance.

    As vantagens do Due Diligence para o Compliance de sua empresa

    Além de garantir segurança e transparência e minimizar ameaças, o Due Diligence para o Compliance tem como principal vantagem assegurar que a empresa continue cumprindo de maneira adequada e correta a Lei. 

    Isso pois, há leis que exigem diversas obrigatoriedades para negociações e que também checam e impõem a adequação da empresa em normas e regras inflexíveis. Tais obrigatoriedades, uma vez não respeitadas, podem gerar prejuízos e até mesmo o fechamento de sua empresa. 

    Portanto, realizar o Due Diligence assegura o cumprimento do Compliance e, com isso, coloca sua instituição em uma posição segura. Isto é, sua empresa não estará vulnerável a nenhum prejuízo e desvio de normas e diretrizes, bem como, evitará que sua empresa tenha sua reputação lesada.

    Veja também: Governança corporativa e Compliance: entenda as diferenças 

    Due Diligence não é auditoria: entenda a diferença!

    Apesar de o Due Diligence se relacionar com o Compliance, o processo de investigação não é convergente com a auditoria. Na verdade, ambos são bem distintos e são utilizados com diferentes objetivos. 

    O processo de Due Diligence realiza todos os tipos de análises previamente, ou seja, antes mesmo de qualquer contrato ser fechado. Enquanto isso, a prática da auditoria tem seu papel após o fechamento desse negócio, tornando-se responsável por acompanhar o andamento das questões de caráter contábil. 

    Além disso, o Due Diligence tem um foco analítico em busca de resultados mais precisos e exatos. Isto é, ao contrário do foco e dos  deveres da auditoria, que só tem a intenção de gerar amostragens, resultados que não precisam ser exatos. 

    Due Diligence e nossas soluções: fortalecendo o Compliance da sua empresa

    Para nós, é altamente necessário e importante ajudar a promover transparência, segurança e escalabilidade para sua empresa. Por isso, valorizamos e recomendamos muito a prática de Due Diligence que pode ser otimizada e simplificada através de nossas tecnologias inteligentes.

    Por meio de nosso Background Check é possível analisar de forma mais detalhada os possíveis riscos de parcerias e negociações com parceiros. Isto porque, realizamos uma varredura em mais de 200 fontes de dados nacionais e internacionais como Listas restritivas, identificação de PEPs e mídias negativas. 

    Com essa pesquisa conseguimos, de maneira automatizada e em poucos minutos,  gerar resultados completos e detalhados que ajudam a minimizar os riscos de ameaças à sua empresa. Por fim, ao ter acesso a esse detalhamento sobre seus parceiros antes da negociação final, você consegue averiguar e ter embasamento para tomar uma decisão que seja qualificada para sua empresa e para todo o compliance dela. Ou seja, tomando uma decisão mais exata e adequada para a proteção e segurança da sua instituição. 

    Quer saber mais sobre como promover o Due Diligence de forma automatizada e mais eficaz? Acesse nosso site e confira nossas soluções!

  • Know Your Employee (KYE): qual a importância para o seu negócio

    Know Your Employee (KYE): qual a importância para o seu negócio

    O Know Your Employee (KYE) refere-se a um conjunto de práticas que devem ser realizadas para checar e  conhecer de maneira completa e detalhada o perfil dos colaboradores ou candidatos para uma nova vaga ou ocupação em sua empresa. Ou seja, uma prevenção aos riscos, golpes e fraudes aos quais sua empresa seja vulnerável.  

    Na dinâmica  atual do mercado de trabalho, todos os processos vêm exigindo agilidade e otimização de tempo, visto que, em uma era de altas tecnologias, economizar tempo significa economizar investimentos e garantir a  atenção de todos.

    Sob este viés, no que se trata sobre processos seletivos e o papel do RH para a contratação e acompanhamento de candidatos e colaboradores, sabemos que é indispensável pensar em formas  e métodos que auxiliem no processo de conhecer bem seus candidatos e membros. Isto visto que este é um procedimento de extrema importância e necessidade à segurança e transparência da empresa.

    O que é Know Your Employer (KYE)? 

    Know Your Employee (KYE)

    A expressão “Know Your Employee” ou “KYE”, como é conhecida, significa “Conheça seu funcionário”. Isto é, representa um conjunto de práticas e ações que devem ser realizadas com o objetivo de conhecer efetivamente os colaboradores ou candidatos para alguma função dentro da empresa. 

    Nesse sentido, o Know Your Employee (KYE) consiste  em um método que tem como principal intuito promover transparência na relação empresa-colaborador. Já que por meio deste instrumento, a instituição consegue entender e verificar o histórico do colaborador ou futuro membro e, como consequência, compreender se esta pessoa apresenta algum risco para a empresa. 

    A importância do Know Your Employer (KYE) para o seu negócio

    Ao analisarmos as condições do mercado atual como rapidez, dinamicidade e grande presença de tecnologias, entendemos que é essencial para a instituição saber quem faz parte dela. Isto tanto para que esta pessoa seja alinhada ao time, gerando resultados e performando bem como também para que a empresa não corra nenhum tipo de risco que possa causar prejuízos financeiros ou algum problema de reputação perante à mídia.

    Exatamente por isso, realizar o processo de Know Your Employee (KYE)  é o primeiro passo para garantir que a contratação de um novo membro assim como a permanência de colaboradores não prejudicará, de nenhuma forma, o seu negócio. 

    Tais zelos porque, ao contratar uma pessoa e verificá-la, a empresa garante que não está se associando a um colaborador com uma índole negativa, que esteja associada a alguma ação criminosa ou a alguém que esteja entrando na empresa apenas com intuito de aplicar golpes e fraudes. 

    Visto isto, é possível entender como esta ferramenta, que desdobra o histórico do candidato ou colaborador, é excelente para garantir que nenhuma das atividades ilícitas acima ocorra e comprometa a proteção da empresa e dos demais colaboradores. 

    Como colocar em prática o Know Your Employee (KYE) em sua empresa

    Além de manter e promover a segurança de sua empresa, colocar em prática as ações de Know Your Employee (KYE) auxilia efetivamente no trabalho do time de Recursos Humanos que tem como principal responsabilidade contratar e acompanhar os membros, garantindo que esses estejam trabalhando de maneira adequada perante as diretrizes de segurança e compliance da empresa. 

    Para colocar o Know Your Employee (KYE) em prática em sua empresa é preciso que ocorra a verificação e checagem de todos os candidatos durante os processos seletivos para novas vagas e também que, periodicamente, ocorra a checagem de membros internos afim de garantir a transparência das relações já existentes.  

    Ao fazer isto, o KYE torna-se um hábito de prevenção instalado na cultura de proteção e segurança da instituição e, consequentemente, uma prática conhecida e compreendida por todos dentro da empresa. 

    Assim, além de evitar riscos de segurança e proteção na empresa, podemos citar também outras vantagens acerca da adoção de práticas de Know your Employee na empresa. Entre as principais são:

    • Otimização do tempo de processo seletivo;
    • Economia de dinheiro;
    • Conseguir manter mais pessoas no processo seletivo;
    • Minimizar riscos internos;
    • Construir uma boa reputação perante a mídia;
    • Garantir o alinhamento entre os membros das equipes;
    • Prevenção à Lavagem de Dinheiro.

    O RH da empresa e o Know Your Employee (KYE) 

    Para o RH verificar colaboradores e candidatos de um processo seletivo, tornou-se imprescindível. Isso porque, se um dos membros contratados praticar alguma atividade inadequada ou ato ilícito, a responsabilidade será de quem o contratou. Ou seja, do membro de RH que realizou o processo de contratação de forma inadequada sem avaliar de forma eficaz a possibilidade desse risco e, portanto, deixando a empresa vulnerável a diversos prejuízos.

    Por isso, é importante que os membros de Recursos Humanos tenham disponíveis mecanismos e estratégias inteligentes para realizar de forma eficaz e otimizada essa checagem. 

    É nesse sentido que a tecnologia no RH  auxilia ainda mais nos processos de recrutamento e seleção, promovendo resultados positivos e garantindo que o recrutador assegure para dentro de sua empresa segurança, transparência e escalabilidade nos processos de sua responsabilidade. 

    Know Your Employer e nossas soluções para sua empresa 

    Nosso sistema de Background Check é o responsável por verificar todo histórico da pessoa analisada e apontar de forma detalhada e descritiva os possíveis riscos da contratação daquela pessoa, caso eles existam. 

    Utilizando dados cadastrais como nome, CPF ou RG, a ferramenta de Background Check inicia uma série de verificações de forma 100% automatizada.  Por meio de uma varredura em mais de 200 fontes de dados públicos e privados conseguimos verificar o nível de risco de cada contratação. Alguns tipos de consulta e fontes utilizadas para esse processo são Análise Criminal, Listas restritivas, Checagem Trabalhista e outras. 

    Análise Criminal 

    Por meio da análise criminal, por exemplo, conseguimos identificar se a pessoa apresenta alguma ocorrência em tribunais estaduais e federais, diários oficiais e ministério público, com abrangência nacional. Uma vez encontrada alguma ocorrência, o sistema de maneira automática e customizada faz a indicação de risco daquele candidato.

    Listas Restritivas

    Este tipo de fonte nos indica se a pessoa analisada tem seu nome presente em algum tipo de lista de restrição nacional ou internacional. Uma vez que a presença do nome exista, é possível indicar que esta pessoa é monitorada por ser exposta politicamente ou se é alguém que sofre sanções por já ter praticado alguma atividade ilícita, de crimes ambientais a lavagem de dinheiro e terrorismo.

    Checagem Trabalhista

    Utilizando nossas ferramentas inteligentes e por meio de nossa expertise jurídica, conseguimos desenvolver uma técnica de buscar os processos trabalhistas da pessoa por meio de informações simples e sem a necessidade do número do processo. O que encontramos é apresentado com o descritivo do processo, partes e valores. Além disso, é possível conhecer melhor seu colaborador através da nossa solução de Background Check, nossa checagem de pessoas e empresas.

    Nossa checagem, analisa mais de 200 fontes como listas restritivas, identificação de pessoas politicamente expostas e mídias negativas, de maneira automatizada. Gerando, assim, um resultado completo e mais detalhado acerca do funcionário ou futuro colaborador da empresa. 

    Quer saber mais sobre e conhecer nossas soluções de Know Your Employee? Confira  nosso site  e fique por dentro de nossas tecnologias!

  • Governança corporativa e Compliance: entenda as diferenças

    Governança corporativa e Compliance: entenda as diferenças

    As principais diferenças entre Governança Corporativa e Compliance é que, enquanto a primeira tem a ver com o alinhamento da visão dos gestores em relação aos processos de gestão, a segunda cuida para que todas as regras sejam cumpridas neste âmbito.

    No âmbito da gestão de uma organização, é necessário que todas as áreas conversem entre si em busca de um objetivo em comum: desenvolver a instituição por meio de boas práticas e políticas que promovam, de maneira segura e estratégica, a empresa no meio midiático e organizacional.

    Nesse sentido, há dois segmentos primordiais neste processo. Eles são a Governança Corporativa e Compliance, ambos focados em garantir uma gestão de qualidade com a intenção de tornar a organização uma referência. Ainda assim, essas áreas não são iguais e trabalham para alcançar esses objetivos de maneiras diferentes. Confira o conteúdo a seguir e compreenda melhor estas diferenças!

    O papel do Compliance dentro de uma organização

    O Programa de Compliance, estruturado por 10 pilares eficazes e  formado por pessoas selecionadas capacitadas na área, tem como principal trabalho garantir que as normas e regras vigentes na organização estejam sendo cumpridas de forma adequada para que a Instituição não seja alvo de golpes e fraudes. 

    Nesse sentido, cabe ao time de Compliance analisar e cuidar da adequação das normas dentro e fora da organização. Ou seja, ele deve garantir que os colaboradores internos e externos estejam de acordo com as diretrizes estabelecidas pela instituição. 

    Para  que isto ocorra de forma bem sucedida, a área de compliance deve basear-se em alguns princípios indispensáveis para a estruturação do programa, conhecidos também como os 10 pilares para um Programa de Compliance

    Como os principais deles podemos destacar a capacitação dos membros internos, por meio de orientações e atividades práticas, que habilitem o membro a estar cumprindo as regras e identificar ações não usuais no seu dia a dia e também estar em contato com os clientes e fornecedores com o objetivo de apresentar o Programa para eles e sinalizar a importância do desempenho dessas condutas

    Além disso, após concluir a capacitação de funcionários e colaboradores externos,  cabe aos membros de Compliance supervisionar as práticas dos demais segmentos da empresa para identificar e assegurar que – já capacitados – estes públicos, além de estarem cumprindo com as normas, acham elas efetivas ou não.

    Caso a resposta seja negativa, cabe também à área de Compliance revisar a regulamentação, atualizando-a ou reestruturando-a. De qualquer forma, eles precisam ser responsáveis por estabelecer protocolos realmente efetivos. 

    Governança corporativa e seu papel dentro da organização 

    Em contrapartida ao Programa de Compliance, a  área de Governança Corporativa cuida da relação da instituição com os diferentes e múltiplos públicos da empresa, também conhecidos como stakeholders.

    Quando nos referimos a essa vasta diferença de públicos, estamos falando além dos colaboradores internos, clientes e fornecedores. Isso quer dizer que estamos juntamente tratando de acionistas, sócios, conselhos e órgãos responsáveis por fiscalizar as operações da empresa. 

    Visto isso, sabemos que essa equipe fica responsável por assegurar que esses grupos conheçam e valorizem as práticas da empresa, estando – por consequência – alinhados com elas. Assim, uma vez que convenientes a estas estratégias, os stakeholders tornam-se praticantes dessas práticas, promovendo segurança e transparência dentro da instituição.

    Governança corporativa e compliance: quais a principais diferenças dessas áreas

    governança corporativa e compliance

    As principais diferenças entre as áreas de governança corporativa e compliance devem-se às práticas de suas ações mediante aos valores da empresa. Dessa maneira, enquanto a Governança Corporativa busca o alinhamento dos gestores aos processos de gestão, o Compliance se encarrega de promover internamente a segurança e proteção de dados da instituição, garantindo e colocando em prática a teoria dos membros da governança. 

    Sob esse viés, é possível afirmar que o trabalho da  Governança Corporativa relaciona-se muito mais em cuidar da reputação da empresa com os públicos e mídias, mostrando o compromisso da Instituição com as leis e obrigações legais. Estes são os responsáveis por transmitir os valores da empresa e torná-la referência no mercado de forma positiva, atraindo investimento e desenvolvendo um ótimo posicionamento de marca. 

    Enquanto isso, o papel do time de Compliance é gerenciar o programa de Compliance, garantindo que os membros, clientes e fornecedores estejam cumprindo com as diretrizes e regulamentos, identificando possíveis fraudes e golpes dentro da organização. Ou seja, mantendo o prometido pela Governança Corporativa dentro das práticas organizacionais. 

    O que Governança Corporativa e Compliance têm em comum?

    Apesar de suas diferenças, ambas as áreas compartilham o objetivo de promover segurança e transparência para a empresa. Visto que, diante da atualidade, uma instituição encontra-se muito vulnerável à fraudes e outros tipos de riscos. 

    Desse modo, Governança Corporativa e Compliance são dois segmentos complementares – o que torna muito comum que estes times trabalhem em conjunto. Na prática, enquanto a Governança Corporativa cuida da imagem da organização, mostrando que esta funciona de acordo com as leis e diretrizes de ética, o Programa de Compliance garante que no dia a dia da instituição, as normas sejam cumpridas corretamente contribuindo, portanto, com esta imagem. 

    Importância do alinhamento entre Governança Corporativa e Compliance

    Para a empresa, é muito importante que essas duas áreas estejam alinhadas trabalhando juntas e se complementando, de fato. Isso porque elas são interdependentes e precisam, portanto, uma da outra.

    Essa dependência se dá visto que a Governança Corporativa sem um Programa de Compliance coloca a imagem da Instituição em risco, pois não tem a garantia de que o que transmite aos públicos externos realmente acontece internamente. Da mesma forma, o Compliance necessita da Governança Corporativa para promover e transacionar seu trabalho.  

    Assim, empresas que apresentam uma colaboração entre essas duas áreas, por conseguinte, apresentam resultados melhores e mais positivos como, por exemplo, uma maior transparência, assim como um rendimento maior e mais qualitativo dos programas. 

    Como alcançar bons resultados para a Governança Corporativa e Compliance

    Como visto anteriormente, conseguir bons resultados nessas áreas é essencial, pois isto significa não apenas manter e garantir a segurança e proteção da empresa, mas também melhorar cada vez mais a sua reputação. 

    Assim, é necessário que ambas as partes utilizem metodologias que aprimorem e melhorem a performance de seu trabalho, otimizando e gerando melhor êxito. 

    Nesse sentido, nossas soluções de alta tecnologia e utilização de dados inteligentes são indispensáveis. Através da Checagem Criminal e do Background Check , por exemplo, o time de compliance consegue verificar, de forma automatizada e em mais de 200 fontes, pessoas e empresas, garantindo que estas não apresentem riscos à instituição. 

    Por consequência, os riscos de possíveis fraudes são minimizados pelo Programa de Compliance, tal fato essencial para que a Governança Corporativa consiga – de forma prática e sem empecilhos – criar ainda mais estratégias para a divulgação proveitosa da empresa. 

    Para saber mais sobre isso e ficar por dentro das melhores ações e formas de cuidar de seu Programa de Compliance, acesse nosso material gratuito! 

    No infográfico “Os 10 pilares para um programa de Compliance” você tem acesso às principais estratégias e passos para consolidar um Programa de excelência e, por consequência, promover segurança e proteção para sua empresa. Desse modo, combatendo fraudes e golpes e auxiliando também no trabalho da Governança Corporativa!

  • Pessoa Politicamente Exposta (PEP/PPE): Entenda o conceito

    Pessoa Politicamente Exposta (PEP/PPE): Entenda o conceito

    Uma Pessoa Politicamente Exposta é um indivíduo que tem a função de um agente público ou, ainda, uma pessoa que desempenhou ou desempenha, dentro dos últimos cinco anos, cargos, empregos ou funções públicas de relevância.

    Com as transformações e evoluções do mercado, os riscos que uma empresa está vulnerável aumentam consideravelmente. Alguns exemplos disso são: envolvimento em escândalos, corrupção, lavagem de dinheiro, associação com pessoas corruptas, entre outros. Esses empecilhos criam uma necessidade de novas formas de tratamento que visam ajudar a proteger sua empresa.

    Uma destas formas, que tem sido bastante adotada, é saber e conhecer quem são as pessoas que se relacionam com a organização, sejam elas colaboradores, clientes, parceiros ou pessoas com um certo grau de importância e exposição.

    Essas pessoas podem ser essenciais para a sua empresa, mas precisam ser igualmente verificadas com cautela, a fim de garantir uma imagem positiva para sua organização e mantê-la em segurança.

    O que são Pessoas Politicamente Expostas?

    Pessoas Politicamente Expostas

    O termo Pessoas Politicamente Expostas (PPE) pode também ser conhecido pela sigla PEP que, decomposta, significa Pessoas Expostas Politicamente. Este refere-se às pessoas ocupantes de cargos e funções públicas, listadas nas normas de PLD/FTP editadas pelos órgãos reguladores e fiscalizadores.

    Ou seja, de forma objetiva, Pessoas Politicamente Expostas são pessoas que desempenharam, nos últimos 5 anos, ou ainda desempenham cargos, empregos ou funções públicas relevantes, assim como seus familiares e pessoas de relacionamento próximo. Estas pessoas são monitoradas de forma especial com o intuito de prevenir crimes como lavagem de dinheiro e corrupção, por exemplo.

    Exemplos de PEP e como elas são monitoradas

    Sabemos que Pessoas Politicamente Expostas são aquelas que vêm ocupando funções importantes e de destaque dentro ou fora do território brasileiro, mas ainda assim é difícil identificar este perfil de pessoa em nosso cotidiano. Por isto observe alguns exemplos de PEP que vão te ajudar a entender melhor este conceito:

    • Membro do poder Legislativo;
    • Membros do poder Executivo;
    • Membros do poder Judiciário;
    • Membros do Supremo Tribunal Federal e Tribunais Superiores;
    • Presidente, Vice-Presidente e autoridades de Fundações Públicas e Empresas Públicas.

    Conhecendo as principais áreas ocupadas pelas Pessoas Expostas Politicamente é necessário compreender como funciona o monitoramento de seus comportamentos financeiros.

    Estas pessoas, como visto no item anterior, são constantemente supervisionadas em suas transações financeiras e fiscais a fim de evitar possíveis golpes e prática de crimes. Essas movimentações são analisadas, especialmente, por bancos que, quando observam alguma transação suspeita, devem realizar a denúncia da PEP.

    Os tipos de risco de se envolver com uma Pessoa Politicamente Exposta

    Se relacionar comercialmente com uma PEP, se feito da maneira adequada e de forma segura, não significa envolver sua empresa em algum risco ou entrave – se este relacionamento foi construído de forma segura, é claro. Por isso, é essencial quebrar o tabu de que uma Pessoa Politicamente Exposta é necessariamente uma pessoa perigosa e golpista.

    Entretanto, muitos não constroem essa relação da maneira correta e acabam sendo alvo de riscos e golpes que prejudicam sua organização. Veja alguns destes golpes a seguir.

    Riscos financeiros 

    São riscos característicos de movimentações financeiras marcadas e reconhecidas  por uma grande quantidade de dinheiro que vem de uma origem desconhecida ou adulterada por alguém ou por alguma instituição; 

    Riscos de reputação

    Pode acontecer por duas razões latentes. Enquanto a primeira deve-se quando a empresa, por construir este tipo de relação, fica com sua imagem vulnerável à críticas por parecer se beneficiar de privilégios que essa figura politicamente exposta pode gerar para ela, a segunda tem a ver com estar conectada a ações ilegais. 

    Portanto, a segunda forma, ocorre quando a Pessoa Politicamente Exposta participa de algum tipo de infração de lei, crimes, lavagem de dinheiro e/ou golpes e, por estar relacionada à empresa. Esta, por consequência, fica com sua imagem também manchada, mesmo que não tenha feito parte do esquema. 

    Riscos Fiscais 

    Os riscos fiscais ocorrem quando há omissões de registros e patrimônios ou de factíveis fraudes. Ou seja, é o descumprimento de órgãos governamentais acerca do planejamento financeiro, resultando no aumento da dívida pública.

    Como reduzir o risco de relacionamento com PEP

    Ainda que possivelmente mais arriscado que o normal é inviável pensar que a solução para estes riscos é jamais relacionar-se com uma PEP. Isto visto que, em alguns casos, essa parceria é até mesmo inegociável.  

    Sob este viés, é importante considerarmos outros mecanismos de proteção como, por exemplo, o respeito e adequação aos pilares essenciais do Programa de Compliance da sua empresa, que garantem sua segurança orgânica e a essencial e indispensável realização de checagens de históricos e antecedentes desta pessoa.

    Por que a checagem da PEP é tão importante?

    Realizar a checagem da PEP é importante pela mesma razão de como é fundamental identificar qualquer outro público que transita em sua empresa: prevenir fraudes e golpes que prejudiquem o nome e a existência de sua organização.

    Nesse sentido, as  Pessoas Politicamente Expostas devem ser verificadas com o objetivo de ter seus históricos avaliados e analisados, pela empresa que, em razão desta verificação, minimiza riscos e fortalece sua proteção contra possíveis escândalos, entraves legais e gastos de multas.  

    Como realizar a checagem da PEP?

    A verificação do histórico de uma Pessoa Politicamente Exposta ou de seus antecedentes criminais pode ser realizada por meio de fontes legais, de maneira manual ou automatizada. 

    Procurando resultados mais completos, detalhados e rápidos, a forma automatizada de verificação torna-se excelente para a segurança da sua organização. Isto visto que esta tecnologia utiliza diversas fontes de checagem para analisar, dimensionar e relatar a você os possíveis riscos de seu relacionamento comercial com a PEP. 

    Nossa solução para checagem da PEP

    É super importante e indispensável conhecer com quem você cria uma parceria para a sua empresa. Isso porque, ao conhecer seus parceiros, clientes e colaboradores, torna-se possível diminuir os riscos e evitar problemas para sua empresa como os citados acima, por exemplo. 

    Nossa solução de Checagem Criminal pode   ser essencial para reduzir esses riscos de envolvimento com uma Pessoa Politicamente Exposta. Além de utilizar como fontes de pesquisa listas restritivas, mídias negativas e o histórico financeiro da pessoa.

    A tecnologia de checagem de antecedentes realiza a verificação de processos associados à pessoa por meio de uma varredura automática e rápida em todos os tribunais federais e TJ’s estaduais de todo o país, com mais de 200 fontes de consulta em primeira e segunda instância.

    Todo esse processo é feito de forma completa, produzindo resultados detalhados e precisos, em uma única plataforma e em poucos minutos. Isso faz com que o usuário consiga conhecer de forma consistente e ampla todo o histórico criminal da PEP e analisar seus dados para tomar, de forma rápida, uma decisão sobre sua parceria ou contratação, com a certeza de que os riscos que aquela pessoa apresenta são inexistentes e que sua empresa está de fato segura. 

    Dessa forma, como as principais vantagens de utilizar nossa checagem temos:

    • Dados unificados em uma única plataforma;
    • Detalhamento de informações.
    • Análise de nível de riscos;
    • Facilidade e rapidez na hora da decisão;
    • Prevenção às fraudes e golpes;
    • Checagem automatizada;
    • Segurança e transparência para seu negócio.

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  • Listas restritivas: 10 exemplos nacionais e internacionais

    Listas restritivas: 10 exemplos nacionais e internacionais

    As listas restritivas são bases de dados nacionais e internacionais que mantêm um registro de pessoas e empresas que se envolveram com algum tipo de prática ilícita como trabalho análogo à escravidão, lavagem de dinheiro, financiamento ao terrorismo, crimes ambientais, entre outros.

    Para uma empresa, é muito importante e indispensável construir uma reputação de alta qualidade, que transmita aos seus públicos credibilidade e segurança. Afinal, estes são os dois elementos responsáveis por conquistar e gerar o vínculo necessário para a manutenção do crescimento constante da sua companhia.

    Nesse sentido, as organizações necessitam proteger, ao máximo, seus dados, assim como as informações de seus clientes e parceiros. Elas podem fazer isto de diversas formas e maneiras como, por exemplo, através de checagem de dados, no momento de fechar parcerias, contratar, até mesmo vender alguma solução ou produto.

    O que são Listas Restritivas

    Quando uma empresa ou pessoa se envolve em algum tipo de atividade ilícita ou criminosa, seu nome é registrado em um tipo específico de lista, as chamadas listas restritivas. Através desse estilo de listagem, é possível checar e analisar dados e informações a respeito da pessoa ou organização as quais têm interesse de construir algum tipo de parceria ou vínculo. 

    Um exemplo é a lista restritiva de Pessoas Politicamente Expostas (PEPs).

    Desta forma, estas listas funcionam como um documento que, além de reunir diversos tipos de dados, nacionais e internacionais sobre empresas e pessoas, elas também garantem a transparência, segurança, para você, seus clientes e o compliance em sua empresa. 

    Lista restritiva de Pessoa Politicamente Exposta (PEP)

    Dados e informações de uma lista restritiva 

    Nas listas restritivas são registrados nomes de empresas e pessoas que já praticaram ou estão envolvidas em algum tipo de ato ilegítimo. Como alguns desses atos podemos citar entre os principais:

    • Lavagem de dinheiro; 
    • Incentivo ou prática a trabalho análogo à escravidão; 
    • Realização de atividades contra o meio ambiente;
    • Integração e participação em ações terroristas.   

    Tipos de listas restritivas e exemplos 

    As listas restritivas podem ser nacionais e internacionais. Essa classificação varia de acordo com a origem do dado encontrado e registrado nela.

    Ou seja, caso os dados a respeito de seu cliente, fornecedor e colaborador sejam externos, as listas são denominadas de listas restritivas internacionais. Entretanto, se as informações encontradas têm origem e validação territorial local, elas são chamadas de listas restritivas nacionais

    Essa divisão é realizada por diferentes organizações. Separamos para você 10 tipos de listas restritivas dividindo-as em internacionais e nacionais para auxiliar em sua compreensão. Confira abaixo:

    Listas restritivas internacionais

    • Lista do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU);
    • Lista da União Europeia;
    • Lista da Organização; 
    • das Nações Unidas (ONU);
    • Lista da OFAC (EUA);
    • Lista da Interpol.

    Listas restritivas nacionais

    • Cadastro Nacional de Empresas Punidas (CNEP), da CGU;
    • Cadastro de Empregadores;
    • Cadastro de Entidades Privadas Sem Fins Lucrativos Impedidas (CEPIM), da CGU;
    • Cadastro Nacional de Empresas Punidas (CNEP), da CGU;
    • Lista de Responsáveis com Contas Julgadas Irregulares, do TCU.

    Listas oficiais x listas não oficiais

     Além da classificação quanto sua origem em nacional e internacional, as listas restritivas também podem ser classificadas como oficiais e não oficiais.

    Neste caso, a organização ocorre da seguinte forma: as listras restritivas oficiais desrespeitam as práticas regulamentadas pela administração pública –  portanto, atividades que sob a visão da esfera legislativa são consideradas ilícitas –  enquanto, as listas restritivas não oficiais são utilizadas de forma não regulamentada e com influência de instrumentos midiáticos, questões difundidas pela mídia. 

    Isto quer dizer que as listas restritivas não oficiais, também chamadas de privadas, levam em consideração, atividades que não são necessariamente consideradas ilícitas e não condizem com as leis, mas também comportamentos considerados incorretos, socialmente ou politicamente, atitudes antiéticas e imorais, sob a visão da sociedade atual. 

    Leia também: Background check: o que é, qual sua importância e tipos de consultas

    Como as listas restritivas ajudam sua empresa?

    As listas restritivas nacionais e internacionais oficiais têm como principal objetivo e utilidade auxiliar sua empresa na garantia de segurança, de maneira rápida, precisa e unificada.

    Assim, elas funcionam como instrumentos facilitadores de checagens que fornecem ao usuário todas as informações e documentos essenciais para a compreensão e análise dos riscos e problemas que sua organização pode vir a enfrentar ou se envolver.

    Assim, dessa maneira, as listas restritivas apresentam grandes e importantes vantagens de adoção, beneficiando e estimulando a proteção de sua empresa em situações como prevenção à fraudes e golpes, análise contínua de relacionamentos comerciais, otimização da checagem de dados e a garantia do compliance

    Relação entre as listas restritivas e o Compliance

    O compliance consiste na prevenção de ameaças, riscos e ilegalidades à sua empresa. Desse modo, então, ele pode ser resumido como o conjunto de hábitos e práticas que contribuem e fazem os processos de sua organização funcionarem de acordo com as leis, diretrizes públicas e com respeito à LGPD. 

    Veja mais sobre em O que é Compliance? Entenda, veja os tipos e como aplicá-lo

    Nesse sentido, é justamente este o fato responsável por conectar a utilização de listas restritivas ao compliance na sua empresa. Afinal, essa ferramenta de dados permite que você conheça e analise as possíveis relações existentes entre sua organização, clientes e fornecedores, prevenindo-se, portanto, de envolvimento em crimes e riscos que prejudiquem a regularidade imagem da organização. 

    Como acessar esse tipo de fonte?

    A tecnologia pode te ajudar bastante no acesso às listas restritivas, já que através delas é possível utilizar estas listas como fonte de dados. Isso pode ser visto, por exemplo, em nossa solução de Background Check.

    Em nossa tecnologia de verificação e checagem de pessoas e empresas, utilizamos como uma das diversas fontes de dados, as listas restritivas. Assim, conseguimos ter acesso à informações cruciais e indispensáveis que, sinalizadas para você em nossa plataforma, auxiliam na avaliação do risco de contratação, parceira e liberação de dados. 

    Como funciona nosso Background Check

    Listas restritivas
    Painel de resultados gerais – Pessoa Física

    Nossa tecnologia  permite a verificação e checagem de pessoas e empresas de maneira mais otimizada, segura e transparente na hora de contratar, vender, fechar parcerias ou seguir regulamentações de mercado. 

    Como visto acima, utilizamos diferentes tipos de fontes. Entre elas, além de listas restritivas, fontes trabalhistas, financeiras, status do registro, dados cadastrais, débitos trabalhistas e outros.

    Assim, por meio de nosso produto de alta tecnologia, realizamos uma varredura completa  em mais de 200 fontes de dados públicos e privados como nome e CPF para a checagem de pessoas físicas e CNPJ para a verificação de empresas.

    Essa verificação ocorre de forma automatizada, em uma única plataforma e em poucos minutos, otimizando e fortalecendo, consequentemente, os processos da equipe de compliance e prevenção à lavagem de dinheiro da sua empresa.

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