Category: Segurança

  • Compliance trabalhista: o que é e como implementar na sua empresa

    Compliance trabalhista: o que é e como implementar na sua empresa

    O que é compliance trabalhista?

    O compliance trabalhista diz respeito a um conjunto de práticas, políticas e procedimentos que uma organização adota para garantir a conformidade com todas as leis, regulamentos e normas trabalhistas vigentes. Isto se aplica desde o processo de contratação e demissão de colaboradores até a garantia de condições seguras de trabalho.

    A implementação do compliance trabalhista visa prevenir violações de leis e inibe os riscos legais associados às regulações laborais, com o fim de promover um ambiente de trabalho ético e garantir a legalidade jurídica das empresas.

    Compliance Trabalhista

    Quais são as principais leis que regem o compliance trabalhista?

    No Brasil existem diversas leis que norteiam o compliance trabalhista. Algumas delas são:

    Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)

    Aprovada em 1943, a CLT é o marco legal que define as regras para as relações de trabalho individual e coletivo no Brasil. Alguns dos aspectos abrangidos por esta lei são jornada de trabalho, férias, remuneração, entre outros.

    Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

    Mesmo não sendo estritamente trabalhista, a LGDP define normas para a gestão de dados pessoais dos colaboradores de uma empresa, protegendo os direitos fundamentais de todos os cidadãos.

    Lei do Estágio

    Regula as condições de contratação de estagiários, garantindo direitos como bolsa-auxílio, auxílio transporte, férias e jornada de trabalho reduzida.

    Lei da Terceirização

    Esta lei tem a função de definir normas sobre o trabalhador terceirizado, isentando-o de vínculos trabalhistas e exigindo que os contratadores ofereçam condições justas de higiene, segurança e atendimento médico emergencial.

    Quais são as vantagens do compliance trabalhista?

    Um programa de compliance trabalhista bem estruturado garante diversos benefícios. Alguns deles são:

    Redução de riscos regulatórios

    As práticas de compliance trabalhista garantem que sua empresa se mantenha adepta às leis e regulamentos laborais vigentes, reduzindo assim diversos riscos regulatórios.

    Melhorias na reputação corporativa

    Ao contar com um programa bem estruturado de compliance trabalhista, as empresas tendem a melhorar a sua imagem com os clientes, colaboradores, acionistas e todos os stakeholders, elevando, assim, o seu valor de mercado. Isto é, evitando riscos reputacionais.

    Diminuição dos índices de acidentes de trabalho

    Ao seguir as normas trabalhistas, a sua empresa garante que o número de acidentes ocorridos no ambiente de trabalho diminua significativamente, protegendo a saúde dos colaboradores, evitando gastos financeiros relacionados a estes incidentes e prevenindo riscos legais.

    Melhoria do ambiente de trabalho

    Ao cumprir as leis trabalhistas, as empresas promovem um ambiente seguro, positivo e produtivo para os colaboradores, melhorando o bem-estar e garantindo a satisfação dos funcionários.

    Quais profissionais podem ficar responsáveis pela implementação de um programa de compliance trabalhista?

    A atuação de profissionais em um programa de compliance trabalhista não está restrita a uma área de formação profissional específica. Pelo contrário, para ter sucesso, o programa de compliance laboral precisa ser acompanhado por pessoas capacitadas em diversas profissões.

    Os dois profissionais mais demandados para atuar nesta função são advogados e especialistas na área de Recursos Humanos.

    Quais são as responsabilidades da área de Recursos Humanos no compliance trabalhista?

    O profissional de RH desempenha um papel essencial na implementação do programa de compliance trabalhista nas empresas, já que é ele quem pode desenvolver e implementar procedimentos internos que garantem a conformidade com as leis trabalhistas durante os processos de contratação, demissão e regulação das jornadas de trabalho.

    Além disso, o setor de RH também pode ficar responsável pelo desenvolvimento de:

    Treinamentos para os colaboradores

    O planejamento e a condução de treinamentos regulares com o fim de manter os funcionários cientes das políticas de compliance trabalhista deve passar pelo crivo dos profissionais de RH. Estes treinamentos ajudam a garantir que os funcionários estejam cientes das normas e saibam como agir em conformidade com elas.

    Monitoramento e auditorias

    O monitoramento contínuo das práticas de trabalho da empresa para garantir a conformidade com as leis trabalhistas também está nas mãos do departamento de Recursos Humanos. As auditorias internas cumprem o papel de corrigir as falhas antes que se tornem problemas legais.

    Gestão de denúncias e conflitos

    O estabelecimento de canais de denúncia confidenciais é uma das principais responsabilidades do RH. Isso garantirá que os colaboradores relatem violações de políticas internas e leis trabalhistas por parte de colegas ou superiores sem medo de eventuais retaliações.

    Verificações de antecedentes de parceiros e colaboradores

    Ao contratar novos profissionais e fechar parcerias, é responsabilidade do setor de RH checar os antecedentes e garantir que os futuros contratados/parceiros estejam em conformidade com as leis e não causem riscos à integridade legal da sua empresa. Uma das maneiras de checar é realizando o processo de background check.

    Conheça nossa solução automatizada de background check e economize tempo e dinheiro ao verificar os antecedentes de futuros parceiros e colaboradores.

    O que fazer para implementar um programa bem-sucedido de compliance trabalhista?

    Para implementar um programa eficaz de compliance trabalhista, é essencial que sua empresa cumpra as seguintes etapas:

    Diagnóstico inicial

    Se trata da realização de uma análise detalhada das práticas atuais da empresa para identificar áreas de risco e não conformidade.

    Desenvolvimento de políticas e procedimentos preventivos

    Criação de políticas claras e procedimentos específicos que atendam às exigências legais, promovam boas práticas de trabalho e definam novas maneiras de lidar com os riscos.

    Treinamento e educação dos contratados

    Oferecer treinamento contínuo para todos os funcionários, garantindo que compreendam as políticas de compliance e saibam como aplicá-las.

    Monitoramento e auditoria

    Estabelecimento de mecanismos para monitorar a conformidade e realizar auditorias regulares com o fim de identificar e corrigir desvios.

    Canais de comunicação

    Criação de canais confidenciais para que os funcionários possam relatar preocupações ou violações das políticas de compliance sem medo de retaliação.

    Revisão e atualização contínua

    Manutenção do programa de compliance atualizado em relação a mudanças nas leis e regulamentações e melhores práticas do setor.

    Ferramentas que podem ajudar na implementação do compliance trabalhista

    A eficácia do programa de compliance trabalhista, além de depender da qualificação dos profissionais, pode ser facilitada por ferramentas que auxiliam na administração, no monitoramento e na verificação de pessoas.

    Levando isso em consideração, algumas das ferramentas que podem ajudar no estabelecimento de um programa eficaz de compliance são:

    Plataformas de treinamento online

    As plataformas de treinamento online são essenciais para facilitar o oferecimento de medidas educativas para os colaboradores acerca das políticas, direitos e responsabilidades trabalhistas. Ao acompanhar o progresso das atividades, você garante que seus funcionários estejam sempre atualizados.

    Sistemas de gerenciamento de documentos

    Estas ferramentas permitem que a empresa organize o armazenamento de dados de forma segura e eficiente. Dentre os documentos podem estar documentos de trabalho, políticas de compliance e o registro do andamento das auditorias realizadas.

    Softwares de auditoria e monitoramento

    Ferramentas desse tipo permitem a digitalização dos processos de identificação e correção das não conformidades antes que elas se tornem problemas graves e causem perdas financeiras, por exemplo.

    Ferramentas de verificação de antecedentes

    Ferramentas automatizadas de background check ajudam a garantir que os novos contratados não representem um risco legal ou de segurança às empresas. Esta análise ocorre por meio da checagem de histórico criminal, qualificações profissionais e outras informações relevantes.

    Para conhecer e testar nossa solução de background check, acesse nosso site e solicite uma demonstração.

  • Granularidade de dados: entenda o que é e porque você deve dar importância

    Granularidade de dados: entenda o que é e porque você deve dar importância

    A granularidade de dados é um conceito fundamental no estudo de tratamento e gestão de dados e desempenha um papel importante na rotina de profissionais que precisam obter ideias relevantes e tomar suas decisões baseadas em informações concretas.

    Ainda não sabe exatamente de que maneira ela pode impactar nos seus negócios? Então vamos entender.

    Granularidade de dados

    O que é granularidade de dados?

    A granularidade de dados é responsável por definir o nível de especificidade das informações em um agrupamento de dados. Para simplificar, podemos dizer que este conceito refere-se ao nível de detalhamento destes dados.

    Ou seja, quanto maior a granularidade, mais minuciosos são os dados, e quanto menor a granularidade, menos aprofundados.

    Alta granularidade

    Dados profundamente detalhados; alta especificidade; essencial para análises mais precisas e compreensão de padrões específicos.

    Baixa granularidade

    Dados resumidos; informações agregadas de maneira comprimida; importante para a compreensão de tendências gerais e análises rápidas.

    Para que serve a granularidade de dados?

    A granularidade desempenha um papel fundamental no trabalho de análise de informações, já que é ela que vai definir o quão minuciosos serão os dados disponíveis para averiguação em situações específicas.

    Imagine que sua empresa tem um site e você precisa analisar o tráfego do seu domínio:

    Quanto maior for a granularidade das informações sobre as visitas feitas à sua página, mais detalhes — como dia e horário da visita, tempo de permanência no website, cliques em links, etc — você terá à disposição no balanço sobre seu trabalho.

    Agora, se a granularidade for baixa, você terá informações menos carregadas, como o balanço de visitas por mês ou ano, ao invés de um levantamento diário, por exemplo.

    Então sempre devo optar por uma alta granularidade de dados?

    Se as informações à sua disposição forem exageradamente detalhadas, você poderá encontrar dificuldades para utilizar objetivamente os seus dados e a velocidade de consulta diminuirá significativamente. Sendo assim, é essencial escolher o nível de granularidade levando em conta as suas necessidades.

    Como escolher o nível de granularidade dos meus dados?

    Antes de definir o nível de granularidade dos dados que você tem à sua disposição, é necessário levar em consideração alguns fatores:

    Defina os seus objetivos

    Compreenda o tipo de análise que você planeja executar, busque compreender quais tipos de demanda você quer responder com os dados, que decisões serão influenciadas pelos dados e entenda se você precisa de uma análise geral ou profunda.

    Entenda em que contexto você irá utilizar os dados

    A circunstância de utilização das informações que você tem à disposição pode exigir diferentes níveis de granularidade.

    Por exemplo: se você deseja verificar o histórico de emprego de um possível colaborador, incluindo detalhes específicos, como cargos ocupados, data de início e término, é provável que você precise de um nível alto de granularidade.

    Caso você queira informações mais gerais, como uma lista com os períodos dos empregos, talvez seja melhor optar por uma baixa granularidade.

    Clique aqui e conheça nossa solução automatizada de background check.

    Avalie os custos

    Antes de tomar uma decisão, pense na capacidade de armazenamento que você possui à disposição, considerando que, quanto maior a granularidade de um conjunto de dados, mais espaço ele ocupará na nuvem, exigindo um plano de armazenamento mais caro.

    Entenda qual é a importância da granularidade de dados

    Dominar as formas adequadas na utilização do conceito de granularidade de dados irá aumentar a precisão das suas análises e, consequentemente, melhorar a sua eficiência na utilização das suas ferramentas, na detecção de padrões em suas investigações e possibilitará a personalização de experiências em áreas como o RH, por exemplo.

    Desta maneira você terá propriedade para recrutar de forma mais adequada e gerenciar seus recursos com um domínio analítico mais elevado.

    Qual é a relevância da granularidade de dados na segurança da informação?

    A mitigação dos riscos de segurança depende consideravelmente dos conhecimentos acerca da granularidade. Existe, por exemplo, um conceito fundamental na segurança da informação chamado “granularidade de acesso”, que consiste na capacidade de controlar o grau de permissões de usuários com base nas informações dispostas sobre os indivíduos, permitindo a restrição ou a liberação de acesso baseada em informações disponíveis acerca dos utilizadores.

    Isso permite a proteção de informações confidenciais, diminui o risco de vazamento de dados e aumenta o nível de proteção dos dados da sua empresa, ajudando a sua empresa a manter a conformidade e diminuindo a vulnerabilidade das suas informações.

    De que maneira este conhecimento pode auxiliar no compliance da sua empresa?

    A relação entre granularidade e compliance pode ser próxima se levarmos em consideração que, em processos importantes na garantia de conformidade do seu negócio — como auditorias e correção de pequenos ou grandes incidentes —, a granularidade pode balancear a necessidade de detalhes com as capacidades tecnológicas da sua empresa e o custo envolvido no processo.

    Podemos pensar também que em requisitos regulatórios que exigem registros detalhados e auditorias mais precisas, você precisará de uma alta granularidade de dados. Agora, para cumprir exigências básicas e menos exigentes, uma granularidade baixa já daria conta.

    Sendo assim, ao ajustar a granularidade dos seus dados de maneira correta, a sua empresa pode ter mais facilidade em realizar auditorias internas, detectando e respondendo os incidentes de maneira eficaz e mantendo-se, assim, em conformidade com as leis e normas vigentes.

    Leia também: “O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    Qual é a relação da granularidade de dados com o processo de gestão de riscos?

    O sucesso do programa de gestão de riscos da sua empresa também dependerá significativamente da granularidade dos seus dados, já que será ela quem vai determinar a precisão, a profundidade e a utilidade das análises de risco. Pense em algumas etapas da gestão de riscos:

    Identificação de riscos

    Com uma alta granularidade, você poderá identificar riscos mais específicos e sutis; com uma granularidade baixa será possível identificar riscos mais gerais.

    Avaliação e monitoramento de riscos

    A alta granularidade dos dados nesta etapa permitirá o monitoramento contínuo e detalhado; dados menos granulares permitirão o acompanhamento de tendências gerais.

    Mitigação de riscos

    Nesta etapa, uma alta granularidade auxiliará na elaboração de estratégias de mitigação mais direcionadas e eficazes; já uma baixa granularidade oferecerá uma visão menos específica, pouco direcionada para abordagens específicas.

    De que maneira a granularidade pode influenciar nas suas decisões?

    Por estar ligada diretamente aos dados coletados dispostos em relatórios e outros processos analíticos, o nível de granularidade das informações que sua empresa tem à disposição pode ter um impacto profundo em decisões organizacionais.

    Os insights, que influenciam em decisões estratégicas e operacionais, estão ligados diretamente à maneira com que seus dados estão dispostos.

    Ou seja, podemos dizer que todas as escolhas baseadas em análises de dados, serão influenciadas pelo nível de granularidade das suas informações.

    Quer saber de que forma este conceito se aplica em soluções de gestão de riscos? Visite o nosso site e conheça nossas soluções.

    Leia também: “Riscos cibernéticos: Entenda o são e como proteger sua empresa

  • Governança, risco e compliance (GRC): o que é e como colocar em prática

    Governança, risco e compliance (GRC): o que é e como colocar em prática

    O que é GRC?

    Governança, risco e compliance (GRC) são três noções fundamentais na área de gestão empresarial. A união dos três conceitos tem o objetivo de auxiliar as organizações a alcançarem seus objetivos de forma eficaz, ética e em conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis à sua realidade.

    A metodologia de GRC desempenha um papel fundamental ao garantir que sua organização tenha uma visão direcionada para atingir objetivos específicos, promovendo a harmonia dos valores empresariais e prezando pelo interesse de todas as partes envolvidas no negócio (stakeholders).

    Qual é a função do GRC?

    O GRC permite que sua empresa opere de maneira eficiente e ética, dentro dos padrões de conformidade e exercendo um papel de responsabilidade social e sustentabilidade.

    Além disso, ela tem uma série de outras funções. Algumas delas são:

    Aprimorar a tomada de decisões

    Com um sistema de GRC bem estabelecido, sua empresa pode tomar decisões de forma mais embasada e estratégica.

    Reduzir riscos

    Um bom programa de GRC auxilia na diminuição de riscos e prepara as organizações para lidar com possíveis adversidades.

    Proteção da reputação

    Com uma governança bem estabelecida, baseada no compliance com leis e regulamentações, sua empresa pode evitar escândalos relacionados à falta de conformidade, preservando a imagem da sua organização.

    Qual é a importância da governança corporativa no GRC?

    A governança serve como uma bússola das condutas de trabalho de uma organização, definindo com transparência os padrões de comportamentos empresariais.

    Ou seja, é a parte responsável por otimizar a tomada de decisões de forma estratégica, tornando os processos internos mais eficientes, com o fim de adquirir confiança de todas as partes que possuem interesse no seu negócio, como acionistas, colaboradores, clientes, gestores, etc.

    Uma boa governança garante que sua empresa se mantenha em conformidade com as leis e normas aplicáveis ao seu negócio e ainda possibilita o estabelecimento de um processo de gestão de riscos. Assim, ela consegue evitar situações que coloquem em risco a reputação do seu negócio e até mesmo perdas financeiras.

    Leia também: “Lei Anticorrupção: Entenda o que é e como estar em conformidade

    Relação entre GRC e gestão de riscos

    Dentro do panorama de GRC, a gestão de riscos atua na antecipação de diversos tipos de ameaça que a sua empresa pode estar sujeita, sejam elas financeiras, jurídicas ou de segurança. Isso porque o processo de gestão de riscos permite a identificação, avaliação e, posteriormente, a mitigação dos riscos de forma prévia, antes que eles se tornem problemas incontornáveis.

    Isso é feito por meio da utilização de diversas ferramentas e soluções que podem ajudar sua organização a responder de maneira veloz e eficaz a possíveis ameaças. Um exemplo dessas soluções, é o background check, que te ajuda a acessar informações sobre seus parceiros, identificando possíveis riscos.

    O papel do GRC no compliance de sua empresa

    Por meio de uma estrutura altamente integrada, o GRC tem todos os atributos para garantir que sua empresa se mantenha em conformidade.

    Algumas das práticas que garantirão o compliance são:

    Implementação de controles internos

    O estabelecimento de práticas de controle com o objetivo de detectar rapidamente violações é uma das garantias de que o GRC será efetivo na garantia da conformidade da sua empresa.

    Programas de treinamento

    O oferecimento de treinamentos com o fim de educar os colaboradores e outras pessoas envolvidas na rotina empresarial garante que todos tenham ciência das suas funções e responsabilidades.

    Auditorias frequentes

    A condução de auditorias de maneira regular auxilia na verificação da adesão às políticas de compliance e na identificação de possíveis melhorias processuais.

    Por que devo investir em GRC?

    A metodologia GRC, quando aplicada de maneira correta, pode gerar uma ampla gama de benefícios que auxiliarão a sua empresa a atuar de maneira sustentável, ética e eficaz.

    Alguns dos benefícios são:

    Melhoria da governança corporativa da sua empresa

    Proporcionando uma unidade integrada para gerenciar os aspectos políticos e processuais de uma organização, o GRC pode garantir melhorias na governança de sua empresa.

    Redução da exposição a potenciais riscos

    Por meio de procedimentos de controle interno e mitigação de riscos identificados, o GRC pode garantir um mapeamento eficaz de todos os seus riscos, reduzindo a exposição da sua empresa a ameaças.

    Criação de valor de mercado para acionistas e investidores

    Ao fortalecer a reputação da sua empresa e garantir a conformidade com regulamentações, o GRC tem a capacidade de aumentar o valor de mercado da sua empresa.

    Leia também: “O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    Quais dificuldades vou encontrar na implementação do GRC?

    Estabelecer um projeto efetivo de GRC é um processo árduo, visto que a metodologia é complexa e abrange diversas áreas do conhecimento. 

    Por isso, você pode encontrar algumas dificuldades como falta de orçamento e recursos, a necessidade de manutenção contínua do processo, ou até mesmo a resistência no engajamento dos colaboradores.

    Todavia, lembre-se que, apesar de exigir um orçamento em primeira análise alto, o GRC funciona como um investimento. Ou seja, a longo prazo, te ajuda a economizar e a evitar riscos desnecessários que te custariam um alto valor financeiro.

    Como implementar o GRC na minha empresa?

    Para colocar a metodologia GRC em prática você precisa, antes de tudo, mudar a sua ótica acerca da abordagem do seu negócio. Para isso, em primeiro, identifique e analise os pontos inconsistentes dos processos internos da sua empresa a fim de tirar conclusões sobre o que precisa fazer para alcançar seus objetivos.

    Após avaliar as necessidades da sua organização, trabalhe para alinhar o pensamento dos colaboradores aos seus objetivos, seja a curto, médio ou longo prazo. Esse será o primeiro passo na realização prática e concreta da implementação do GRC no seu negócio.

    Por fim, será necessário que você monitore os processos de maneira contínua, extraindo conclusões acerca das medidas adotadas e ajustando-as. Desta maneira você encontrará formas de encontrar os pontos fracos e fortes no processo de implementação, otimizando sua atividade.

    Quer conhecer ferramentas que ajudem a implementar o GRC na sua empresa? Visite nosso site e conheça nossas soluções de gestão de riscos.

  • O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992) é uma legislação brasileira que visa punir atos de desonestidade e corrupção no setor público. Ela estabelece as condutas que configuram improbidade administrativa, os sujeitos passivos e ativos da lei, e as penalidades aplicáveis.

    A lei foi criada para proteger o patrimônio público e assegurar a moralidade na administração pública, combatendo práticas que prejudicam o cenário social.

    O que diz a Lei da Improbidade Administrativa?

    A Lei da Improbidade Administrativa define os atos de improbidade em três categorias principais: enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e violação dos princípios da administração pública. 

    Veja também: Fraudes imobiliárias: Veja como se proteger

    Desse modo, ela estabelece que qualquer agente público, bem como terceiros que se beneficiem dos atos ilícitos, pode ser responsabilizado. Como formas de penalidades podem citar perda de bens e valores, ressarcimento ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e multa civil.

    Lei da Improbidade Administrativa

    Quando se aplica a Lei de Improbidade Administrativa?

    A Lei de Improbidade Administrativa se aplica sempre que houver indícios de que um agente público cometeu algum ato ilícito que se enquadre nas categorias estabelecidas pela lei. 

    Isso pode ocorrer em diversas situações, como contratos públicos fraudulentos, uso indevido de recursos públicos, nepotismo, entre outros. Nesse sentido, a aplicação da lei não depende de condenação criminal, ou seja, o processo pode ocorrer simultaneamente ou independentemente de processos penais.

    Quem está sujeito à Lei de Improbidade Administrativa?

    Estão sujeitos à Lei de Improbidade Administrativa todos os agentes públicos, incluindo servidores efetivos, temporários, comissionados, militares, e até mesmo aqueles que exercem função pública sem vínculo empregatício formal. 

    Além disso, pessoas físicas e jurídicas que, de alguma forma, se beneficiem dos atos de improbidade, também podem ser responsabilizadas. Isto é, empresários, fornecedores e qualquer outra parte envolvida podem ser enquadrados na lei.

    O que é considerado ato de improbidade?

    A Lei de Improbidade Administrativa considera atos de improbidade aqueles que envolvem enriquecimento ilícito, causam prejuízo ao erário ou violam os princípios da administração pública. 

    Leia também: Pessoa Politicamente Exposta (PEP/PPE): Entenda o conceito

    Quais são os atos de improbidade administrativa?

    Enriquecimento ilícito

    Enriquecimento ilícito ocorre quando o agente público se apropria de bens ou valores sem justificativa legal. Isso pode incluir o recebimento de propinas, presentes valiosos ou qualquer vantagem econômica que não seja compatível com sua renda oficial.

    Prejuízo ao erário

    Prejuízo ao erário abrange ações que resultam em perda financeira para o poder público. 

    Violação dos princípios da administração pública

    Violação dos princípios da administração pública refere-se a atos que desrespeitam os princípios básicos da administração pública, como nepotismo, favorecimento de terceiros, falta de transparência e omissão de informações obrigatórias.

    O que mudou na nova Lei de Improbidade Administrativa?

    A nova Lei de Improbidade Administrativa trouxe algumas mudanças importantes. Entre as alterações, destaca-se a exigência de dolo para a caracterização de atos de improbidade.  Isso significa que, para ser responsabilizado, o agente deve ter a intenção deliberada de cometer o ato ilícito.

    Quais são as consequências da improbidade administrativa?

    Entre as principais penalidades estão a perda de bens e valores obtidos ilicitamente, ressarcimento integral ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por até 14 anos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais. Além disso, a reputação do agente e da instituição envolvida pode ser seriamente prejudicada, afetando a confiança da sociedade.

    Leia mais em Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los

    Sob essa visão, conhecer a Lei e seus aspectos é essencial para garantir a integridade e a eficiência da administração pública. Isso porque, ao promover a transparência e a responsabilidade, a lei não apenas protege o patrimônio público, mas também melhora a confiança da sociedade nas instituições. 

    Quer conhecer outras leis para manter sua conformidade? Acompanhe nossos conteúdos por aqui!

  • Lei Anticorrupção: Entenda o que é e como estar em conformidade

    Lei Anticorrupção: Entenda o que é e como estar em conformidade

    A Lei Anticorrupção, oficialmente denominada Lei nº 12.846/2013, é uma legislação brasileira sancionada em 1º de agosto de 2013, com o objetivo de responsabilizar empresas e outras entidades por práticas de corrupção cometidas em seu benefício.

    A Lei Anticorrupção é um marco importante para empresas que buscam operar de maneira ética e transparente. Mas você sabe no que essa lei realmente implica? Como ela surgiu e quais são suas principais disposições? Continue a leitura e vamos entender os pontos essenciais sobre a Lei Anticorrupção!

    O que é a Lei Anticorrupção?

    A Lei Anticorrupção brasileira, sancionada em 2013, é uma legislação que visa responsabilizar empresas por atos de corrupção cometidos em seu benefício. Diferente de outras leis, que focam principalmente em punir indivíduos, a Lei Anticorrupção coloca as empresas no centro da responsabilidade, impondo penalidades severas para práticas corruptas.

    Lei Anticorrupção

    Como surgiu a Lei Anticorrupção?

    A criação da Lei Anticorrupção foi motivada por uma série de situações de corrupção que impactaram o Brasil nos últimos anos. Antes de sua implementação, o Brasil enfrentava dificuldades para punir adequadamente empresas envolvidas em atos corruptos. 

    Sob essa dificuldade, o governo se baseou em legislações internacionais, como o Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) dos Estados Unidos e o UK Bribery Act do Reino Unido, criando a Lei Anticorrupção que reforça a integridade no setor corporativo brasileiro.

    Quais condutas são puníveis na Lei Anticorrupção?

    A Lei Anticorrupção prevê punições para diversas condutas ilícitas, incluindo:

    Suborno: Oferecer ou prometer vantagem indevida a agentes públicos.

    Fraude em licitações: Manipular o processo de licitação pública.

    Manipulação de contas: Falsificar documentos ou registros para encobrir atos corruptos.

    Obstrução de investigações: Dificultar ou impedir a investigação de atos corruptos.

    Isso porque essas práticas não apenas implicam na ética da empresa, mas também colocam em risco a confiança pública nas instituições.

    Veja também: Entenda o que é Know Your Partner (KYP)  e como ele pode ajudar sua empresa

    O que é o Decreto 11.129/22

    O Decreto 11.129/22 é um regulamento que detalha a aplicação da Lei Anticorrupção, especificando os passos para a investigação e sanção de empresas envolvidas em práticas corruptas. Nesse sentido, este decreto cumpre um papel crucial para garantir que a lei seja aplicada de maneira adequada, proporcionando objetividade sobre os processos e responsabilidades envolvidos.

    Leia também: LGPD no mercado financeiro

    Quais são as sanções previstas pela Lei Anticorrupção?

    As sanções previstas pela Lei Anticorrupção são bem severas e desenhadas para desincentivar práticas corruptas e promover um ambiente de negócios mais íntegro. Veja as principais!

    Multas pesadas

    Podem chegar a até 20% do faturamento bruto anual da empresa.

    Publicação da decisão

    Isto é, tornar pública a decisão condenatória, causando riscos reputacionais. 

    Proibição de contratar com o poder público

    Isso significa que as empresas condenadas podem ser proibidas de participar de licitações públicas por um determinado período.

    Qual é a relação da Lei Anticorrupção com os programas de compliance?

    A Lei Anticorrupção está ligada aos programas de compliance. Isso porque o programa de compliance pode ajudar a prevenir atos corruptos, identificar violações e mitigar riscos.

    Sob essa visão, empresas com compliance eficientes podem ter suas penalidades reduzidas em caso de infrações, desde que demonstrem cooperação e interesse para corrigir práticas ilícitas.

    Além disso, um programa de compliance estruturado é capaz de prever riscos de vulnerabilidade à legislação. Assim, antes que ocorra algum acontecimento grave, os responsáveis podem identificar e solucionar os problemas de corrupção encontrados. 

    O que quer dizer Acordo de Leniência?

    O Acordo de Leniência é uma ferramenta que permite a redução de penalidades para empresas que colaborarem com as investigações. Para se qualificar para um acordo de leniência, a empresa deve admitir sua participação em atos corruptos e fornecer informações que ajudem a identificar outros envolvidos.

    Ou seja, funciona como um “acordo de delação” para empresas. Isso incentiva a cooperação em troca de sanções mais leves.

    Confira também: Sanções Internacionais: O que você precisa saber

    Qual o impacto da Lei Anticorrupção nas empresas?

    O impacto da Lei Anticorrupção nas empresas é significativo. As organizações precisam adotar medidas preventivas rigorosas, como programas de compliance, para evitar práticas corruptas. Além disso, a lei trouxe uma maior conscientização sobre a importância da ética nos negócios, incentivando empresas a manterem altos padrões de integridade.

    Agentes envolvidos e responsabilidades

    Vários agentes estão envolvidos na aplicação e cumprimento da Lei Anticorrupção. Confira os principais agentes: 

    Empresas

    Devem implementar programas de compliance e garantir a conformidade com a lei.

    Agentes públicos

    Responsáveis por investigar e sancionar práticas corruptas.

    Auditores e Compliance

    Ajudam as empresas a identificar riscos e desenvolver medidas preventivas.

    Agentes envolvidos e responsabilidades

    Procedimentos de investigação

    Os procedimentos de investigação sob a Lei Anticorrupção incluem várias etapas importantes. Primeiramente, há a coleta de evidências, que envolve a reunião de documentos, testemunhos e outros materiais relevantes para a investigação. 

    Além disso, são realizadas auditorias internas, que podem ser conduzidas tanto pelas próprias empresas quanto por auditores externos contratados para garantir imparcialidade e rigor.

    Outro aspecto fundamental é a colaboração com as autoridades, onde as empresas são incentivadas a cooperar plenamente com as investigações em andamento, o que pode resultar na mitigação de penalidades caso a colaboração seja considerada significativa.

    Esses procedimentos são essenciais para garantir que a investigação seja minuciosa e justa, estabelecendo uma base sólida para a aplicação eficaz da lei.

    Comparação com legislações internacionais

    Comparada a outras legislações internacionais, a Lei Anticorrupção brasileira tem semelhanças com o FCPA dos Estados Unidos e o UK Bribery Act. Todas essas leis buscam responsabilizar empresas por práticas corruptas, mas há diferenças nas sanções e nos mecanismos de aplicação. 

    Por exemplo, enquanto o FCPA foca em subornos a autoridades estrangeiras, a Lei Anticorrupção brasileira abrange uma gama mais ampla de condutas ilícitas.

    A Lei Anticorrupção representa um avanço significativo na luta contra a corrupção no Brasil. Sua aplicação rigorosa e a exigência de programas de compliance robustos mostram que o país está comprometido em promover a integridade e a transparência nos negócios. 

    Assim, fica claro que, para as empresas, a conformidade não é apenas uma obrigação legal, mas uma oportunidade de construir uma reputação melhor e aumentar a confiança do mercado.

    Quer conhecer outras legislações como essa e manter a conformidade? Acompanhe nossos conteúdos e visite nosso site!

  • Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR): O que é e como implementá-lo em sua empresa

    Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR): O que é e como implementá-lo em sua empresa

    Você já se perguntou como as grandes empresas lidam com os imprevistos? A resposta está em uma simples prática: o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). 

    Gerenciar riscos pode parecer complicado, mas é algo fundamental para qualquer negócio que busca bons resultados. Por isso, vamos te explicar o que é o PGR e como você pode implementá-lo em sua empresa. Continue a leitura!

    O que é um Programa de Gerenciamento de Riscos?

    Um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) é o conjunto de processos e práticas que uma empresa utiliza para identificar, avaliar e mitigar riscos que possam afetar suas operações.

    Pense no PGR como uma espécie de seguro, mas muito mais completo. Ele não só ajuda a proteger contra perdas, mas também identifica oportunidades para melhorar e inovar.

    Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)

    Componentes de um Programa de Gerenciamento de Riscos

    Identificação de riscos

    O primeiro passo é mapear todos os possíveis riscos que podem afetar a organização. Isso pode incluir riscos financeiros, operacionais, regulatórios, de reputação, entre outros.

    Avaliação dos riscos

    Após identificar os riscos, é necessário avaliá-los para determinar a probabilidade de ocorrência e o impacto potencial. 

    Como fazer isso? Em nossa solução de background check, por exemplo, já apresentamos o nível e detalhamento do risco encontrado para você.

    Mitigação dos riscos

    Com base na avaliação, a organização desenvolve estratégias para mitigar os riscos. Isso pode envolver a criação de planos de contingência, implementação de controles internos e alocação de recursos adequados.

    Monitoramento

    O gerenciamento de riscos é um processo contínuo. É importante monitorar regularmente os riscos e revisar as estratégias de mitigação para garantir sua eficácia e relevância.

    Por que o PGR é importante?

    A importância de um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) nas empresas não pode ser subestimada. Em primeiro lugar, o PGR é essencial para a proteção contra perdas financeiras. 

    Isso porque, ao identificar e mitigar riscos de maneira proativa, as empresas podem evitar perdas significativas que poderiam resultar de eventos inesperados, como fraudes, falhas operacionais ou flutuações de mercado. Isso ajuda a manter a estabilidade financeira e a assegurar a continuidade das operações.

    Além disso, o PGR desempenha um papel crucial na conformidade regulatória. Em um ambiente onde as regulamentações estão sempre em ajustes, manter-se em conformidade pode ser desafiador. Um PGR bem estruturado ajuda as empresas a se manterem atualizadas sobre as leis e normas aplicáveis, evitando multas, penalidades e danos à reputação.

    A implementação de um PGR também melhora a reputação da empresa. Isso porque organizações que gerenciam riscos de forma eficaz são vistas como mais confiáveis e profissionais por clientes, parceiros e investidores. 

    Outro benefício crucial de um PGR é o preparo da empresa para enfrentar crises e imprevistos. A capacidade de responder rapidamente e de forma eficiente a situações adversas minimiza os impactos negativos e permite uma recuperação mais rápida, garantindo a continuidade das operações e a proteção dos ativos da empresa.

    Além disso, um PGR bem implementado auxilia nas tomadas de decisões dentro da organização. Com uma compreensão dos riscos associados a diferentes decisões, a gestão pode tomar decisões mais informadas e estratégicas. 

    Como elaborar o PGR? 

    Implementar um Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) em uma empresa envolve uma série de etapas. O primeiro passo é obter o comprometimento da alta direção. Sem o apoio dos principais líderes da organização, qualquer iniciativa de gerenciamento de riscos pode falhar. 

    Veja também: Governança corporativa e Compliance: entenda as diferenças

    A próxima etapa é realizar uma avaliação inicial para identificar os riscos potenciais que a empresa pode enfrentar. Isso envolve mapear todas as áreas de risco, que podem incluir riscos financeiros, operacionais, legais, de reputação e estratégicos.

    Uma vez identificados os riscos, é necessário avaliar a probabilidade de ocorrência e o impacto potencial de cada um deles. Essa avaliação permite priorizar os riscos e determinar quais devem receber atenção imediata. 

    Com a avaliação dos riscos concluída, o próximo passo é desenvolver estratégias para mitigar os riscos identificados. As estratégias de mitigação podem incluir a implementação de controles internos, a criação de planos de contingência, a contratação de seguros ou a transferência de riscos através de contratos.

    Cada risco deve ter uma estratégia específica que descreva as ações a serem tomadas para minimizar ou eliminar o risco. Além disso, é importante manter o monitoramento dos riscos e dar continuidade a avaliações periódicas. Assim, é possível realizar ajustes rápidos. 

    Finalmente, a comunicação é um imprescindível. Isto é, todas as partes interessadas precisam estar bem informadas sobre os riscos identificados, as estratégias de mitigação e os resultados do programa. 

    Uma comunicação clara mantém todos os colaboradores alinhados e engajados no processo de gerenciamento de riscos, promovendo uma cultura de transparência e responsabilidade.

    O que é um inventário de riscos?

    Um inventário de riscos é uma ferramenta utilizada por empresas para identificar, avaliar e gerenciar os riscos aos quais estão expostas. Ele envolve a análise detalhada de todas as possíveis fontes de risco que podem afetar a organização. 

    O processo de elaboração de um inventário de riscos geralmente inclui identificação, avaliação, mitigação e monitoramento dos riscos. Isso tudo para ajudar no entendimento e gerenciamento dos perigos potenciais e para proteger seus interesses. 

    Vantagens do Programa de Gerenciamento de Riscos 

    O PGR bem implementado traz muitas vantagens para sua empresa. Veja as principais!

    Redução de perdas financeiras

    Menos riscos desagradáveis significam menos custos inesperados.

    Melhoria da reputação

    Empresas que gerenciam riscos são vistas como mais confiáveis.

    Resposta rápida

    A preparação para lidar com imprevistos aumenta a capacidade de recuperação.

    Identificação de oportunidades

    O PGR também ajuda a identificar áreas de melhoria e inovação.

    Conformidade

    Com o programa instalado na empresa, é possível mitigar riscos que colocam sua conformidade em ameaça.

    Desafios comuns sobre o PGR 

    Mesmo com um bom PGR, as empresas podem enfrentar desafios. Alguns dos mais comuns incluem,  muitas vezes, resistência dos colaboradores em adotar novos processos e falta de recursos. 

    Para solucioná-los, é importante que a liderança entenda que esse programa não é um gasto, mas um investimento que pode prevenir que sua empresa sofra prejuízos irreversíveis. Além disso, hoje existem tecnologias de gestão de riscos que ajudam com muitos processos do PGR. 

    Esse é o caso do background check, por exemplo, que de maneira automatizada identifica riscos relacionados a terceiros e ativos. Assim, você consegue tomar decisões mais informadas e proteger sua empresa contra vulnerabilidades. 

    Quer saber mais sobre? Conheça nossas soluções!

  • Riscos cibernéticos: Entenda o são e como proteger sua empresa

    Riscos cibernéticos: Entenda o são e como proteger sua empresa

    O que são riscos cibernéticos

    Riscos cibernéticos são ameaças digitais que podem afetar significativamente os sistemas de sua empresa. Eles representam qualquer tipo de ameaça que possa comprometer a segurança, integridade ou disponibilidade de dados e sistemas online.

    Essas ameaças podem incluir uma variedade de ataques, como malware, phishing, negação de serviço (DoS), violações de dados e outras formas de exploração de vulnerabilidades em sistemas e infraestruturas digitais. 

    Riscos cibernéticos

    Principais tipos de ataques cibernéticos

    Existem diferentes formas e tipos de ataques cibernéticos. Vamos conferir os principais:

    Malware

    O malware refere-se ao termo “software malicioso” e explica qualquer tipo de programa de computador projetado para infiltrar-se em sistemas e causar danos, coletar informações confidenciais ou ganhar acesso não autorizado a recursos de computador. Existem vários tipos de malware, incluindo:

    Vírus

    Projetados para causar danos ao sistema ou roubar informações.

    Worms

    Se espalham de um computador para outro através de redes, explorando vulnerabilidades de segurança

    Cavalos de Tróia (Trojans)

    Enganam os usuários para que os instalem, geralmente através de downloads de fontes não confiáveis, e podem ser usados para roubar informações, controlar o sistema ou abrir uma porta para outros malwares.

    Ransomware

    Criptografa os arquivos do sistema e exige um resgate em troca da chave de descriptografia. 

    Spyware

    Coletar informações sobre os hábitos de navegação do usuário, histórico de busca, senhas e outras informações pessoais. Esses dados são então enviados para terceiros sem o conhecimento ou consentimento do usuário.

    Adware

    Exibe anúncios indesejados e intrusivos no sistema do usuário. 

    Phishing

    Técnica usada por cibercriminosos para enganar as pessoas e obter informações confidenciais, como senhas, números de cartão de crédito e informações bancárias. Geralmente, os ataques de phishing são realizados por e-mail, mensagem de texto ou através de sites falsos que se passam por legítimos.

    Ataque DoS e DDoS

    Ataque DoS e DDOs são  ataques que podem causar interrupções significativas nos serviços online, afetando empresas, organizações e até mesmo infraestruturas críticas, como serviços bancários, sites de comércio eletrônico, hospedagem na web e muito mais. 

    Leia também: Fraudes imobiliárias: Veja como se proteger

    Como proteger sua empresa contra riscos cibernéticos? 

    Para proteger sua empresa contra esses riscos é importante tomar algumas ações. Veja as principais! 

    Atualize regularmente seus sistemas 

    Mantenha seus sistemas operacionais, aplicativos e software de segurança atualizados com as últimas correções e patches de segurança. Isso ajudará a proteger os dados da sua empresa contra vulnerabilidades conhecidas e exploits.

    Capacite seus colaboradores e parceiros sobre segurança cibernética

    Invista em treinamento de conscientização em segurança cibernética para seus parceiros. Assim, eles conhecem riscos de phishing, práticas de segurança de senha, uso adequado da Internet e como relatar incidentes de segurança.

    Implemente uma política de segurança de dados

    Desenvolva e implemente uma política de segurança de dados que inclua procedimentos para proteger informações confidenciais, backup regular de dados, criptografia de dados sensíveis e restrição de acesso apenas a funcionários autorizados.

    Invista em soluções de segurança cibernética

    Instale e mantenha atualizados firewalls, antivírus, anti-malware e outras soluções de segurança cibernética para proteger seus sistemas contra ameaças conhecidas e emergentes.

    Identifique riscos

    Identifique e corrija vulnerabilidades em sua infraestrutura de TI, como servidores, redes, aplicativos e dispositivos, para evitar que sejam exploradas por hackers.

    Veja mais dicas em: 3 dicas essenciais para a segurança da sua empresa com Thiago do Prado

    Riscos cibernéticos e compliance

    A relação entre os riscos cibernéticos e a compliance é cada vez mais presente no cenário empresarial. Com a digitalização das operações e a crescente sofisticação dos ataques cibernéticos, as empresas enfrentam uma multiplicidade de ameaças que podem comprometer a segurança dos seus dados e a continuidade dos seus negócios.

    Sob esse viés o compliance surge como um conjunto de práticas que te ajudam a garantir que as organizações estejam alinhadas com as leis, regulamentos e normas de segurança, protegendo assim suas informações e a privacidade de seus clientes.

    Confira também: Veja como funciona a LGPD no mercado financeiro

    Ou seja, algo essencial para o trabalho contra os riscos cibernéticos. Além disso, normas internacionais como a ISO 27001 definem os requisitos para um sistema de gestão de segurança da informação, enquanto padrões específicos como o PCI-DSS são essenciais para empresas que lidam com pagamentos por cartão, assegurando que as transações sejam protegidas contra fraudes.

    A integração entre segurança cibernética e compliance se torna essencial para realizar avaliações de risco regulares , identificando vulnerabilidades de segurança da informação. Monitorar continuamente as atividades e responder rapidamente a incidentes de segurança é importante para minimizar danos e assegurar a conformidade.  

    Proteger sua empresa contra ataques cibernéticos é uma responsabilidade contínua que exige monitoramento, treinamento e  investimento em soluções de segurança cibernética. Com isso,  você pode reduzir significativamente os riscos e manter sua empresa protegida contra ameaças online.

    Quer saber mais dicas de como proteger sua empresa contra riscos? Visite nosso site!

  • Inteligência analítica para redução de riscos e custos operacionais

    Inteligência analítica para redução de riscos e custos operacionais

    A inteligência analítica é o processo de coletar, processar, analisar e interpretar dados para extrair informações valiosas que podem ajudar na tomada de decisões informadas e estratégicas.

    A busca pela eficiência operacional é uma prioridade constante no mercado hoje. Empresas estão procurando maneiras de otimizar processos, reduzir custos e tomar decisões mais informadas. 

    Sob essa visão, segundo Robert Sternberg, existem três tipos de inteligência: A inteligência criativa, prática e inteligência analítica. Essa última sendo imprescindível para te ajudar a entender melhor como reduzir riscos e custos. Continue o artigo e veja mais sobre!

    O que é a inteligência analítica?

    A inteligência analítica é o processo de coleta, processamento, análise e interpretação de dados para obter informações valiosas. De modo simplificado, é a capacidade de usar dados para tomar decisões informadas e estratégicas.

    Outro ponto importante é entender que a inteligência analítica não é o mesmo que inteligência artificial. A Inteligência analítica se concentra na análise e interpretação de dados, enquanto a Inteligência artificial visa desenvolver sistemas capazes de realizar tarefas que normalmente requerem inteligência humana

    Inteligência analítica aplicada em processos empresariais

    Como Funciona a Inteligência Analítica?

    A Inteligência Analítica funciona através de um processo iterativo que envolve coleta, limpeza, análise e interpretação de dados. Para isso, é importante utilizar técnicas avançadas de análise estatística e machine learning para extrair informações significativas dos dados.

    A importância da inteligência analítica para sua empresa 

    Com o volume cada vez maior de dados disponíveis, a capacidade de transformar esses dados em insights torna-se essencial para as suas tomadas de decisões estratégicas e o sucesso empresarial. Veja algumas das principais razões pelas quais a inteligência analítica é fundamental para sua empresa!

    Tomada de decisões informadas

    A inteligência analítica permite que você tome decisões mais informadas e baseadas em evidências, ao invés de depender apenas de intuição ou suposições. Ao analisar dados objetivos, você pode entender melhor o desempenho atual da sua empresa, identificando  oportunidades ou desafios futuros.

    Veja também: Entenda o que é Know Your Partner (KYP)  e como ele pode ajudar sua empresa

    Otimização de processos

    Ao analisar dados operacionais, você consegue identificar áreas de ineficiência e implementar melhorias para otimizar processos. Isso pode resultar em economia de tempo e recursos, aumento da produtividade e redução de custos operacionais.

    Previsão de tendências e comportamentos

    Ao analisar dados históricos e padrões de comportamento, a inteligência analítica pode ajudá-lo a prever tendências futuras e antecipar as necessidades dos seus clientes. Isso permite que você se adapte rapidamente às mudanças do mercado e permaneça à frente da concorrência.

    Detecção de oportunidades e riscos

    A inteligência analítica ajuda a  identificar oportunidades de negócios e mitigar riscos em potencial. 

    Inteligência Analítica: Resultados

    O que forma a inteligência analítica?

    A inteligência analítica envolve uma variedade de técnicas e ferramentas, incluindo, análise estatística, machine learning e visualização de dados. Isso para transformar esses dados em inteligência acionável, ou seja, em resultados.

    Onde podemos aplicar a inteligência analítica?

    A Inteligência Analítica pode ser aplicada em diversas áreas de sua empresa, como marketing, vendas, operações, finanças e recursos humanos. Com a análise dos dados, você consegue aplicar melhores estratégias para sua área, direcionando recursos de modo eficiente e alcançando resultados positivos. 

    Leia também: M&A: Entenda fusões e aquisições e como realizá-las com segurança 

    Vantagens da inteligência analítica em sua empresa

    Tomada de decisões informadas: Esse tipo de inteligência te ajuda na tomada de decisões estratégicas com base em dados concretos.

    Otimização de processos: Ao analisar os dados, é possível identificar as  áreas de melhoria e eficiência dentro da organização.

    Personalização: Permite oferecer produtos e serviços personalizados com base nas preferências do cliente.

    Previsão de tendências: Capacita seus membros a antecipar tendências e ajudar a sua empresa a se adaptar às mudanças do mercado.

    Redução de custos: Identifica oportunidades de economia e otimização de recursos.

    Como adotar a Inteligência Analítica nos negócios?

    Para adotar a inteligência analítica nos seus negócios, sua empresa precisa investir em tecnologias e ferramentas de análise de dados. Assim, ela consegue desenvolver uma cultura orientada por dados e capacitar os funcionários com habilidades analíticas.

    Para redução de riscos, por exemplo, soluções de background check te ajudam a identificar informações valiosas que somam a sua tomada de decisão mais embasamento em relação a parceiros, clientes, colaboradores e, também, te ajudam com questões de conformidade. 

    Quer conhecer outras soluções relacionadas à inteligência analítica? Visite nosso site e fique por dentro!

  • OCR: Entenda o que é e qual é sua importância para prevenir fraudes

    OCR: Entenda o que é e qual é sua importância para prevenir fraudes

    Desde a digitalização de arquivos históricos até a automação de processos em empresas, o OCR é ferramenta essencial na era digital. 

    Essa tecnologia permite a conversão de diferentes tipos de documentos, como arquivos em papel digitalizados, PDFs ou imagens capturadas por uma câmera digital, em dados editáveis e pesquisáveis.

    Ele não apenas facilita a conversão de documentos físicos em textos digitais editáveis, mas também melhora a eficiência, reduz custos operacionais e abre novas possibilidades para a análise de dados. Continue a leitura e saiba mais! 

    O que é OCR?

    OCR ou Reconhecimento Óptico de Caracteres (Optical Character Recognition) é uma ferramenta capaz de identificar caracteres em arquivos de imagem e convertê-los em formatos de textos editáveis.

    Nesse sentido, podemos dizer que o OCR possibilita a verificação de informações de forma prática e eficiente. Isso ajuda no entendimento das informações, algo essencial para autenticação de documentos e combate à fraude.

    OCR

    Para que serve o OCR?

    O Reconhecimento Óptico de Caracteres funciona para transformar textos de documentos em arquivos digitais com o fim de validá-los, criar categorias ou enviar a terceiros. 

    Você pode muito bem escanear os arquivos em impressoras e convertê-los em PDFs ou JPGs, mas você não conseguirá pesquisar informações disponíveis nos documentos por palavras-chave ou mesmo editar informações importantes, caso seja necessário.

    Com o  OCR, você pode coletar todas essas informações em textos pesquisáveis e editáveis de maneira automatizada. Assim, você evita ações repetitivas e agiliza consideravelmente o processo que, manualmente, exigiria um grande esforço.

    Além disso, com essa tecnologia, você reduz as vulnerabilidades. Isto é, consegue minimizar os riscos de fraudes e golpes em documentos. 

    Qual é a importância de utilizar o OCR?

    Como vimos, o OCR é importante para agilizar processos e também para o combate à fraudes. Isso porque ele ajuda na autenticação de documentos, evitando que informações falsas passem despercebidas.

    Ou seja, é muito importante para a segurança e conformidade em várias áreas. Entre essas, especialmente, no contexto de documentos sensíveis e regulamentados

    Leia também: Conformidade Regulamentar: Melhores práticas

    OCR e compliance

    Justamente por ser uma ferramenta útil na detecção de fraudes em diversos tipos de documentos, o Reconhecimento Óptico de Caracteres desempenha um papel importante na conformidade de empresas com as leis, regulamentos e padrões éticos.

    Ao garantir uma fácil acessibilidade aos documentos por meio da conversão de textos físicos em digitais, o OCR permite que as organizações cumpram os requisitos de auditorias internas e externas, auxiliando na comprovação de conformidade com requisitos regulatórios.

    Como funciona o OCR?

    As principais fases de funcionamento do OCR são:

    Digitalização

    Consiste na etapa em que, por meio de escaneamento, documentos físicos são digitalizados e convertidos em imagens;

    Pré-processamento

    Antes da análise OCR, são aplicadas técnicas de processamento para melhorar a qualidade da imagem escaneada, como remoção de ruído, ajuste de contraste e desinclinação;

    Segmentação

    Ou seja, a imagem é dividida em áreas individuais onde contém cada caractere e são identificadas as linhas do texto. 

    Reconhecimento de caracteres

    Utilizando um banco de dados de modelos previamente estabelecidos, o OCR reconhece padrões visuais e identifica os caracteres na imagem.

    Pós-processamento

    Após a etapa de reconhecimento de caracteres, são utilizadas técnicas para correção de erros ortográficos e contextuais;

    Saída de texto

    A última etapa consiste na apresentação do texto identificado, que pode ser editado e convertido para os formatos que o usuário preferir.

    OCR e autenticação de documentos

    A autenticação de documentos consiste no processo de verificação da veracidade de um registro, a fim de evitar adulterações. Nesse sentido, podemos apontar o OCR como uma peça fundamental para isso. 

    Isso porque a inteligência do OCR permite que os documentos em análise sejam comparados com documentos originais, identificando suspeitas de adulteração e reconhecendo falsificações.

    Leia também: Face Match: como aplicá-lo ao seu processo de onboarding

    Onde o OCR pode ser utilizado?

    A conversão por OCR pode ser utilizada de diversas maneiras. Algumas delas são:

    Digitalização e transcrição de documentos: O uso do OCR neste processo possibilita que os documentos se tornem pesquisáveis utilizando palavras-chave, facilitando o processo de indexação e otimizando cautelas de segurança.

    Reconhecimento de placas de veículos: Esta medida beneficia os sistemas de segurança e de vigilância no monitoramento de veículos suspeitos e ainda auxilia empresas que têm a necessidade de gerenciar frotas de automóveis.

    Reconhecimento de escrita à mão: A tecnologia de OCR possibilita também a conversão de textos manuscritos em textos digitais, ajudando, por exemplo, na digitalização de documentos antigos.

    Leitura para deficientes visuais: Os softwares de leitura de tela para pessoas cegas utilizam o OCR para interpretar textos em aplicativos, páginas da web e outros conteúdos visuais, logo esta tecnologia se mostra importante também na acessibilidade.

    Importante: Para que o OCR funcione adequadamente é preciso seguir boas práticas de uso. Veja abaixo as principais!

    Boas práticas de uso de OCR

    OCR no onboarding digital de parceiros 

    Durante o processo de onboarding, é comum que empresas precisem coletar e verificar uma grande quantidade de documentos, como contratos, certificados e comprovantes de identidade. Tradicionalmente, essa tarefa era realizada manualmente.

    Todavia, com a  implementação do OCR, essa realidade mudou. A tecnologia automatiza a extração de informações desses documentos, transformando-os em dados estruturados que podem ser facilmente processados e armazenados nos sistemas da empresa.

    Além de agilizar o processo, o OCR melhora a precisão das informações coletadas. Ao eliminar a necessidade de digitação manual, reduz-se significativamente o risco de erros de transcrição.

    Outro benefício significativo do OCR no onboarding digital é a melhoria na experiência do parceiro. O processo se torna muito mais rápido e eficiente, permitindo que os parceiros comecem a operar ou colaborar com a empresa em menos tempo.

    Quer saber mais sobre nossa solução de onboarding? Visite nosso site!

  • Autenticação multifator (MFA): Guia completo para proteger dados

    Autenticação multifator (MFA): Guia completo para proteger dados

    Com o aumento dos ataques cibernéticos, a Autenticação ,ultifator (MFA) tornou-se essencial para a proteção de dados pessoais e corporativos. Desse modo, umas das formas de trabalhar a segurança e proteção dos dados é o MFA. Continue a leitura e vamos entender do que se trata! 

    O que é a Autenticação multifator (MFA)?

    MFA, abreviação para Autenticação multifator, é um método de verificação de identidade que requer mais de uma forma de autenticação e validação para conceder acesso a uma conta ou sistema. Ou seja, em vez de depender apenas de uma senha, a MFA exige múltiplos fatores de autenticação, o que aumenta significativamente a segurança.

    Autenticação multifator (MFA)

    O que significa MFA?

    De modo simplificado, a Autenticação Multifator significa adicionar diferentes métodos de segurança ao processo de login. Assim, para acessar uma plataforma, por exemplo, o usuário precisa fornecer múltiplos fatores de autenticação, como senha, dispositivo e biometria. 

    O que é o código MFA?

    O Código MFA, ou Código de Autenticação Multifator, é um código temporário gerado por um aplicativo de autenticação ou enviado por mensagem de texto para o usuário. Ele funciona como parte do processo de verificação e, geralmente, é composto de seis dígitos.

    Como Usar o MFA?

    O uso da Autenticação Multifator é simples e acessível. Na maioria dos casos, os serviços online oferecem a opção de habilitar o MFA nas configurações de segurança da conta. Assim, uma vez ativado, o usuário precisará seguir as instruções específicas do serviço para configurar e utilizar o MFA.

    Sugestão de leitura: Reconhecimento facial: o que é, como funciona e onde aplicá-lo

    O que torna a autenticação multifator necessária?

    Com o aumento dos números de ataques, golpes e fraudes contra empresas e pessoas, o MFA surge como uma maneira eficiente de proteção. Desse modo, ele ajuda a minimizar os riscos e vulnerabilidades que permitem que sua organização sofra prejuízos.

    Benefícios da autenticação multifator (MFA)

    Como um mecanismo de proteção e segurança, o MFA promove diversos benefícios para sua empresa. Veja os principais!  

    1. Maior segurança

    O principal benefício da Autenticação Multifator é o processo adicional de segurança que torna as contas menos vulneráveis a ataques cibernéticos.

    2. Proteção contra senhas fracas

    Ao adicionar outros fatores de autenticação além das senhas, o MFA reduz a dependência de senhas fracas ou comprometidas.

    3. Conformidade com regulamentações

    Em muitos setores, o MFA é uma exigência regulatória para proteger dados sensíveis e informações confidenciais.

    Veja também: 5 cursos de compliance gratuitos e online para você fazer

    4. Segurança do usuário

    Saber que suas contas estão protegidas por um mecanismo extra de segurança proporciona tranquilidade aos usuários.

    Como o MFA funciona?

    A autenticação multifator funciona adicionando uma ou mais etapas adicionais ao processo de login padrão. Essas etapas podem incluir a inserção de um código enviado por SMS, a verificação de uma impressão digital ou o uso de um token de segurança físico.

    Se liga na Dica do Time: Nosso CTO compartilha 3 dicas sobre segurança de dados com você.

    O que é a autenticação multifator adaptativa?

    A Autenticação multifator Adaptativa é uma forma avançada de MFA que analisa o comportamento do usuário e outros parâmetros de contexto para determinar o nível apropriado de autenticação. Isso permite uma abordagem mais personalizada e adaptável à segurança, ajustando o processo de autenticação com base no risco percebido.

    Sugestão de leitura: O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    Como a inteligência artificial pode melhorar a Autenticação multifator?

    Ao analisar padrões de comportamento do usuário e identificar atividades suspeitas em tempo real, a inteligência artificial (IA) pode melhorar a autenticação multifator. Isso porque ela permite uma resposta rápida a possíveis ameaças e uma adaptação contínua das medidas de segurança com base nas informações coletadas.

    Exemplos de autenticação multifator

    Autenticação por SMS

    Envio de um código de verificação por mensagem de texto para o celular do usuário.

    Aplicativos de autenticação

    Uso de aplicativos móveis, como Google Authenticator ou Microsoft Authenticator, para gerar códigos de autenticação.

    Biometria

    Verificação da identidade do usuário por meio de impressões digitais ou reconhecimento facial. 

    Tokens de segurança

    Utilização de dispositivos físicos, como tokens USB ou cartões inteligentes, para gerar códigos de autenticação.

    Reconhecimento de localização

    Verificação da localização do usuário por meio de GPS ou endereço IP.

    Exemplos de autenticação multifator

    Quais os métodos de autenticação multifator?

    Existem diversos tipos de autenticação multifator. Conheça os principais deles!

    Autenticação por Dois Fatores (2FA): Requer dois fatores de autenticação para verificar a identidade do usuário.

    Autenticação por Três Fatores (3FA): Exige três fatores de autenticação para conceder acesso à conta.

    Autenticação por N Fatores: Pode incluir qualquer número de fatores de autenticação, dependendo dos requisitos de segurança e conformidade.

    Quais as práticas recomendadas para a configuração da autenticação multifator?

    É essencial ativar a Autenticação Multifator (MFA) em todas as contas online, especialmente aquelas que armazenam informações sensíveis. Ao optar por diferentes métodos de MFA para cada conta, aumentamos a segurança, tornando mais difícil para os invasores acessarem nossas informações. 

    Além disso, é crucial manter nossos dispositivos de autenticação, como smartphones e tokens de segurança, protegidos contra acesso não autorizado e educar os usuários sobre como configurar e usar a MFA corretamente, assegurando eficiência na proteção de contas online.

    Perguntas frequentes sobre autenticação multifator (MFA)

    1. Como configurar a Autenticação Multifator em uma conta online?

    Para configurar a Autenticação Multifator em uma conta online, geralmente é necessário acessar as configurações de segurança da conta e seguir as instruções fornecidas pelo serviço específico.

    2. A Autenticação Multifator é segura?

    Sim, a Autenticação Multifator é uma medida de segurança altamente eficaz que adiciona uma camada adicional de proteção às contas online, tornando-as menos vulneráveis a ataques cibernéticos.

    3. Quais são os melhores métodos de Autenticação Multifator?

    Os melhores métodos de Autenticação Multifator são aqueles que combinam diferentes fatores de autenticação, como códigos de verificação, biometria e tokens de segurança físicos, para proporcionar uma segurança máxima.

    4. É necessário usar Autenticação Multifator em todas as contas online?

    Embora não seja obrigatório, é altamente recomendável habilitar a Autenticação Multifator em todas as contas online, especialmente aquelas que contêm informações sensíveis ou financeiras.

    5. Posso desativar a Autenticação Multifator se achar que é muito complicado?

    Embora seja possível desativar a Autenticação Multifator em algumas contas, é importante considerar os riscos de segurança associados a essa ação. É sempre recomendável manter a MFA ativada para proteger suas contas contra acessos não autorizados.

    Quer conhecer outros métodos para proteger sua empresa contra golpes? Visite nosso site e veja nossas soluções de gestão de riscos.