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  • Demissão sem justa causa: entenda como reduzir essa situação

    Demissão sem justa causa: entenda como reduzir essa situação

    A demissão sem justa causa é uma prática comum nas relações trabalhistas no Brasil, ocorrendo quando o empregador encerra o contrato de trabalho sem que o empregado tenha cometido falta grave.

    Essa modalidade de desligamento é regida pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e exige o cumprimento de direitos específicos previstos na legislação trabalhista, tanto para o trabalhador quanto para a empresa.

    A demissão sem justa causa geram custos significativos para as empresas, como o pagamento das verbas rescisórias, a multa de 40% sobre o FGTS e a necessidade de cumprir o aviso prévio. Além disso, o turnover elevado pode comprometer a produtividade e o clima organizacional.

    Para os empregadores, evitar demissões desnecessárias e reduzir o turnover é um desafio constante. Uma estratégia eficaz para minimizar esses impactos é investir em processos seletivos mais assertivos.

    Neste artigo, você vai entender o que caracteriza a demissão sem justa causa, quais são os direitos e deveres de empregadores e empregados, e como aplicar práticas que podem reduzir essa situação no seu negócio. 

    mulher carrrregando sua caixa de pertences após a sua demissão.
    Demissão sem justa causa: entenda como reduzir essa situação.

    O que é demissão sem justa causa?

    A demissão sem justa causa ocorre quando o empregador decide encerrar o contrato de trabalho sem que o empregado tenha cometido uma falta grave. Essa modalidade de desligamento é prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e garante ao trabalhador uma série de direitos rescisórios.

    Diferença entre demissão sem justa causa e com justa causa

    • Demissão sem justa causa: ocorre por iniciativa do empregador, sem necessidade de justificativa específica. O trabalhador tem direito a verbas rescisórias completas, incluindo aviso prévio, saldo de salário, férias proporcionais acrescidas de um terço, 13º salário proporcional, saque do FGTS com multa de 40% e habilitação ao seguro-desemprego;
    • Demissão com justa causa: resulta de uma falta grave cometida pelo empregado, como ato de improbidade, incontinência de conduta ou mau procedimento. Nesses casos, o trabalhador perde direitos como aviso prévio, 13º salário proporcional, férias proporcionais e saque do FGTS, além de não ter direito ao seguro-desemprego.

    Obrigações legais na demissão sem justa causa

    Para cumprir a legislação trabalhista, o empregador deve:

    1. Conceder aviso prévio: comunicar o empregado com antecedência mínima de 30 dias ou indenizar o período correspondente;
    2. Pagar verbas rescisórias: quitar saldo de salário, férias vencidas e proporcionais com adicional de um terço, e 13º salário proporcional;
    3. Depositar multa do FGTS: efetuar o pagamento de 40% sobre o saldo do fundo de garantia por tempo de serviço acumulado;
    4. Fornecer documentação para seguro-desemprego: entregar as guias necessárias para que o trabalhador possa solicitar o benefício, caso atenda aos requisitos legais.

    Dados do Ministério do Trabalho e Emprego indicam que, em 2023, aproximadamente 47% dos desligamentos no Brasil foram por demissão sem justa causa, refletindo uma redução em relação aos 56% registrados em 2020.

    Essa tendência pode estar associada a estratégias empresariais focadas na retenção de talentos e na melhoria do clima organizacional.

    A demissão sem justa causa é um direito do empregador, desde que sejam respeitadas as obrigações legais e garantidos os direitos do trabalhador. Adotar práticas preventivas e manter uma comunicação transparente são passos essenciais para promover um ambiente de trabalho saudável e produtivo.

    Direitos do trabalhador na demissão sem justa causa

    A legislação trabalhista brasileira assegura ao trabalhador uma série de direitos que visam proporcionar suporte financeiro durante a transição para uma nova oportunidade profissional.

    Principais direitos do trabalhador na demissão sem justa causa:

    1. Aviso prévio: o empregado tem direito a um aviso prévio de, no mínimo, 30 dias. caso o empregador opte pela dispensa imediata, deverá pagar o valor correspondente a esse período;
    2. Saldo de salário: corresponde aos dias trabalhados no mês da demissão que ainda não foram pagos;
    3. Férias vencidas e proporcionais: inclui o pagamento das férias não gozadas referentes a períodos aquisitivos completos, acrescidas de um terço, além das férias proporcionais ao período trabalhado no último ano;
    4. 13º salário proporcional: pagamento referente aos meses trabalhados no ano da demissão, calculado proporcionalmente;
    5. Fundo de garantia do tempo de serviço (FGTS): o trabalhador tem direito ao saque do saldo total do FGTS acumulado durante o contrato de trabalho. Além disso, o empregador deve pagar uma multa rescisória de 40% sobre o valor total dos depósitos realizados no fundo;
    6. Seguro-desemprego: o empregado dispensado sem justa causa pode ter direito ao seguro-desemprego, desde que atenda aos requisitos estabelecidos, como tempo mínimo de trabalho e número de solicitações anteriores.

    Atualizações recentes e informações complementares:

    Em outubro de 2024, circularam informações sobre mudanças na multa do FGTS e no seguro-desemprego, porém o Governo Federal esclareceu que não haverá alterações nesses direitos, mantendo a multa de 40% sobre o FGTS e as regras atuais do seguro-desemprego. 

    Além disso, em agosto de 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou um decreto presidencial que desobriga o Brasil de cumprir uma norma internacional que proibia a demissão sem justa causa.

    Com essa decisão, mantém-se a possibilidade de desligamento por iniciativa do empregador, desde que sejam respeitados os direitos trabalhistas previstos na legislação brasileira. 

    É fundamental que os trabalhadores estejam atentos aos seus direitos em casos de demissão sem justa causa. Em caso de dúvidas ou se perceberem irregularidades no processo de desligamento, recomenda-se buscar orientação junto a órgãos de defesa do trabalhador ou profissionais especializados em direito trabalhista. 

    Como evitar e reduzir turnover em sua empresa

    O turnover, também conhecido como índice de rotatividade, é uma métrica que mede a taxa de entrada e saída de colaboradores em uma empresa durante um determinado período. Esse indicador reflete a estabilidade ou a fluidez da equipe e é calculado com base no número de demissões e contratações realizadas.

    Reduzir o turnover, ou a rotatividade de funcionários, é um desafio significativo para empresas brasileiras.

    Um estudo apresentado pela CRS São Paulo mostra que o Brasil tem a maior taxa global de rotatividade de colaboradores, atingindo 56%. Esse alto índice pode gerar custos elevados, reduzir a produtividade e prejudicar o clima organizacional.

    Então, como reduzir o Turnover?

    1. Background Check

    A chave para reduzir o turnover está na contratação assertiva e no alinhamento cultural. Para isso, o background check surge como uma ferramenta valiosa, permitindo uma análise detalhada do histórico do candidato e verificando se ele compartilha os valores e a visão da empresa.

    A implementação do background check é fundamental nesse processo, pois auxilia na tomada de decisões mais assertivas durante processos de contratação, visando a redução do turnover. 

    1. Fit cultural e benefícios:

    Além disso, um processo seletivo eficiente deve avaliar tanto as competências técnicas quanto o fit cultural.

    Essa abordagem contribui para aumentar a retenção de talentos e reduzir a necessidade de demissões sem justa causa.

    Além de salários atrativos, benefícios como flexibilidade de horário, trabalho remoto ou híbrido, reskilling e upskilling e programas de bem-estar podem elevar a satisfação e o engajamento dos colaboradores.

    Implementar essas práticas integradas ajuda a criar um ambiente de trabalho mais atrativo, reter profissionais qualificados e promover uma cultura organizacional sólida e engajada.

    Passo a passo do processo de rescisão 

    Para garantir uma transição tranquila tanto para a empresa quanto para o colaborador, é essencial seguir um processo estruturado e transparente. Além de assegurar o cumprimento das obrigações legais, um procedimento claro contribui para manter a boa reputação da empresa e reforça uma cultura organizacional baseada no respeito e na transparência. 

    Vamos explorar o passo a passo ideal para realizar uma rescisão sem justa causa de forma ética e eficaz.

    1. Comunicação ao empregado:

    A comunicação da demissão deve ser clara e direta, preferencialmente realizada pessoalmente pelo gestor direto ou pelo setor de recursos humanos. Manter uma abordagem respeitosa e objetiva minimiza o impacto negativo da notícia e reforça o compromisso da empresa com a transparência.

    2. Cálculo das verbas rescisórias:

    É fundamental calcular corretamente todas as verbas rescisórias, incluindo saldo de salário, férias proporcionais, 13º salário proporcional, aviso prévio e a multa de 40% sobre o FGTS. O pagamento deve ser feito dentro do prazo legal para evitar multas e ações trabalhistas.

    3. Documentação necessária:

    A empresa deve fornecer ao empregado todos os documentos exigidos por lei, como o Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho (TRCT), guias para saque do FGTS e solicitação do seguro-desemprego, além do comprovante de pagamento das verbas rescisórias.

    4. Homologação (quando aplicável):

    Para contratos com mais de um ano de duração, a homologação da rescisão deve ser realizada no sindicato da categoria ou no Ministério do Trabalho, garantindo que todos os direitos do trabalhador sejam respeitados.

    5. Apoio ao empregado:

    Oferecer orientação sobre como acessar o seguro-desemprego, realizar o saque do FGTS e fornecer cartas de recomendação (quando aplicável) ajuda o colaborador a se recolocar no mercado de trabalho mais rapidamente, reforçando a imagem positiva da empresa.

    Seguir esses passos garante que o processo de rescisão seja conduzido de forma profissional, respeitando os direitos do trabalhador e evitando possíveis complicações jurídicas para a empresa.

    Dicas para Empregadores e Trabalhadores 

    Tanto para empregadores quanto para trabalhadores, lidar com uma demissão sem justa causa exige cuidados específicos para garantir que o processo ocorra de forma justa e transparente. 

    Adotar boas práticas ajuda a evitar conflitos e a promover um ambiente profissional mais saudável e equilibrado. Confira:

    Para empregadores: conduza o processo com transparência

    Empresas que seguem um processo de rescisão estruturado e claro reduzem o risco de problemas trabalhistas. Manter uma comunicação aberta e direta com o colaborador durante o processo de demissão é essencial. 

    Explique os motivos da decisão, esclareça os direitos do trabalhador e forneça todo o suporte necessário, desde o cálculo correto das verbas rescisórias até a orientação sobre o seguro-desemprego.

    Além disso, realizar um background check na fase de contratação ajuda a selecionar colaboradores mais alinhados à cultura da empresa, o que contribui para reduzir o turnover e evitar demissões desnecessárias. 

    Implementar políticas de feedback contínuo e promover treinamentos também são práticas que auxiliam na retenção de talentos.

    Para trabalhadores: conheça seus direitos e deveres

    Ao ser comunicado sobre uma demissão sem justa causa, o trabalhador deve solicitar todas as informações relacionadas às suas verbas rescisórias, prazo de pagamento e acesso ao seguro-desemprego. 

    Estar bem informado evita que direitos sejam negligenciados. Caso haja dúvidas ou desconfianças, buscar orientação junto ao sindicato ou a um advogado trabalhista pode ser uma medida importante.

    Manter uma postura profissional até o último dia de trabalho também é fundamental. Isso não apenas preserva as boas relações, mas pode garantir referências positivas para oportunidades futuras no mercado de trabalho.

    Conclusão 

    A demissão sem justa causa, embora seja uma prerrogativa do empregador, exige atenção redobrada para garantir que os direitos do trabalhador sejam integralmente respeitados. 

    Seguir os processos legais e adotar práticas de comunicação transparente são fundamentais para evitar complicações jurídicas e preservar a imagem da empresa.

    Para os trabalhadores, conhecer os direitos garantidos pela legislação é essencial para assegurar o recebimento adequado das verbas rescisórias e o acesso aos benefícios previstos, como o seguro-desemprego. 

    Já para as empresas, minimizar o turnover e evitar demissões desnecessárias exige uma abordagem estratégica, que inclua processos seletivos mais assertivos, o uso do background check e um forte foco no alinhamento cultural durante a contratação.

    A utilização do background check, destaca-se como uma ferramenta estratégica para identificar candidatos mais alinhados à cultura da organização, reduzindo o risco de contratações equivocadas e promovendo um ambiente de trabalho mais harmonioso.

  • Tempo de contratação: Saiba como reduzir e reter talentos

    Tempo de contratação: Saiba como reduzir e reter talentos

    O tempo de contratação é um fator crucial para a atração e retenção de talentos. Empresas que demoram demais para concluir seus processos seletivos correm o risco de perder candidatos altamente qualificados para concorrentes mais ágeis. 

    De acordo com um estudo da Society for human resource management (SHRM), o tempo médio de contratação varia entre 36 dias, mas processos mais longos podem resultar em custos adicionais e impactos negativos na imagem da empresa.

    A lentidão na contratação também pode afetar a experiência do candidato, impactando no engajamento e até gerando insegurança sobre a estabilidade oferecida pela empresa. 

    Processos demorados podem ainda aumentar a probabilidade de turnover precoce, pois candidatos desanimados com a demora podem entrar desmotivados e desconectados com os valores da organização. 

    Segundo a Forbes, processos seletivos ágeis tendem a atrair mais talentos. Os que duram menos de 20 dias chegam a 70% de aceites. Os que duram 30 dias ou mais têm 50% de recusa.

    Para otimizar o tempo de contratação sem comprometer a qualidade da seleção, é fundamental adotar estratégias eficientes, como a automação de processos e a utilização de background check

    Imagem demonstrativa do tempo de contratação.
    Tempo de contratação: como o tempo influencia na retenção de talentos

    Neste artigo, exploraremos o impacto do tempo de contratação na atração de talentos, os desafios enfrentados por empresas com processos demorados e como o background check pode ser aliado na otimização do recrutamento.

    O impacto de processos de contratação lentos na atração de talentos

    A eficiência no processo de recrutamento é um dos pilares para atrair e reter profissionais de alto desempenho.

    Processos de contratação prolongados podem levar à perda de candidatos qualificados, prejudicar a imagem da empresa e gerar custos adicionais evitáveis. 

    Vamos explorar como cada um desses aspectos afeta sua organização:

    Perda de candidatos qualificados

    Em um mercado de trabalho competitivo, profissionais talentosos frequentemente recebem múltiplas ofertas de emprego. A demora na tomada de decisão pode levar esses candidatos a aceitarem propostas de concorrentes mais ágeis. 

    Segundo o portal O Globo, o Brasil é o segundo país que pior contrata no mundo. 

    De acordo com o portal Recrutify, processos de contratação lentos podem fazer com que os melhores candidatos optem por outras oportunidades, deixando para a empresa apenas candidatos medianos.

    Imagem da empresa

    A experiência do candidato durante o processo seletivo influencia diretamente a percepção da marca empregadora. 

    Processos morosos e burocráticos podem transmitir uma imagem de desorganização e ineficiência. 

    O Think Work Lab destaca que a atração e seleção de pessoas são estratégias fundamentais no recrutamento, e uma experiência negativa pode afastar talentos e impactar a reputação da empresa no mercado. 

    Custos adicionais

    Processos de contratação prolongados não apenas afetam a eficiência operacional, mas também acarretam custos financeiros. 

    A necessidade de reabertura de vagas, investimentos em novas divulgações e o tempo despendido pela equipe de RH representam despesas adicionais. Além disso, contratações equivocadas resultantes de processos ineficazes podem gerar altos custos. 

    Um estudo mencionado pela coluna O Globo afirma que as 10 maiores economias do mundo têm experimentado grandes prejuízos associados à contratação de um empregado que não conseguiu se ajustar ao trabalho ou à empresa em si. Entre aqueles que admitiram ter feito más contratações, 27% dos empregadores americanos relatam que uma única contratação custou mais de US$50 mil à organização.

    Então, como resolver?

    Para mitigar esses desafios, é essencial que as empresas otimizem seus processos de recrutamento, tornando-os mais ágeis e eficientes. 

    A implementação de ferramentas tecnológicas, como sistemas de rastreamento de candidatos (ATS) e verificações de antecedentes automatizadas, pode acelerar o processo seletivo sem comprometer a qualidade. 

    Além disso, investir em treinamento corporativo para a equipe de RH e adotar práticas de Know Your Employee (KYE) e Know Your Partner (KYP) pode aprimorar a avaliação de candidatos e parceiros, reduzindo o turnover e fortalecendo a retenção de talentos.

    Em suma, a agilidade no processo de contratação é um diferencial competitivo. Empresas que reconhecem e atuam sobre a importância de um recrutamento eficiente posicionam-se melhor na atração de profissionais qualificados, fortalecem sua reputação no mercado e evitam custos desnecessários associados a processos morosos e ineficazes.

    Benefícios de um processo de contratação ágil

    A eficiência no processo de contratação é um diferencial competitivo significativo para as organizações que buscam atrair e reter os melhores talentos. 

    Um processo de recrutamento ágil acelera a ocupação de posições-chave, melhora a experiência do candidato e auxilia na otimização das operações do departamento de Recursos Humanos (RH). 

    A seguir, exploraremos os principais benefícios de um processo de contratação ágil, destacando como ele influencia positivamente a atração de talentos, a experiência do candidato e a eficiência operacional.

    Atração de talentos

    No mercado atual, candidatos qualificados frequentemente recebem múltiplas ofertas de emprego. Portanto, empresas com processos seletivos demorados correm o risco de perder esses talentos para concorrentes mais rápidos. 

    De acordo com o RH Portal, “A atração e seleção de talentos desempenham um papel fundamental no sucesso de uma empresa. A capacidade de atrair e recrutar os melhores profissionais fortalece a equipe e impulsiona a inovação, a produtividade e o crescimento organizacional”. 

    Além disso, processos ágeis demonstram que a empresa valoriza o tempo dos candidatos, refletindo uma cultura organizacional eficiente e respeitosa. Isso pode ser um fator decisivo para profissionais que buscam ambientes de trabalho dinâmicos e proativos.

    Experiência do candidato

    A experiência do candidato durante o processo seletivo é crucial para a reputação da empresa e para a decisão do profissional em aceitar uma oferta. 

    Processos de contratação ágeis contribuem para uma experiência mais positiva, reduzindo a ansiedade e a incerteza comuns em seleções prolongadas. 

    O portal Wellhub destaca que “Desenvolver um pacote competitivo de remuneração e benefícios corporativos para funcionários, buscando destacar as vantagens da cultura da empresa pode proporcionar uma experiência positiva para quem aceita participar das seletivas”.

    Uma experiência positiva pode resultar em candidatos mais engajados e propensos a aceitar a oferta de emprego. Além disso, mesmo aqueles que não são selecionados podem se tornar embaixadores da marca, compartilhando feedback positivo sobre o processo seletivo, o que fortalece a imagem da empresa no mercado.

    Eficiência operacional

    A implementação de um processo de contratação ágil também traz benefícios significativos para o desenvolvimento estratégico do departamento de Recursos Humanos (RH). 

    A adoção de metodologias ágeis permite que as equipes de recrutamento ajustem rapidamente suas estratégias às necessidades específicas das contratações, diminuindo tanto o tempo de preenchimento das vagas quanto os custos indiretos das posições em aberto.

    A adoção de metodologias ágeis permite que as equipes de recrutamento respondam rapidamente às necessidades de contratação, reduzindo o tempo de preenchimento de vagas e os custos associados a posições em aberto. 

    Conforme mencionado no blog da Gupy, “A metodologia ágil permite que times multidisciplinares, chamados de squads, sejam criados e que o projeto seja dividido em tarefas que são entregues a cada ciclo, as chamadas sprints, e costumam durar de duas a quatro semanas”.

    Além disso, processos ágeis facilitam a adaptação a mudanças nas demandas de contratação e permitem uma melhor alocação de recursos

    A utilização de ferramentas tecnológicas e a automação de etapas repetitivas liberam os profissionais de RH para ficarem em atividades estratégicas, como o desenvolvimento de programas de treinamento corporativo e iniciativas de retenção de talentos.

    O papel do Background Check na redução do tempo de contratação

    No cenário competitivo atual, a eficiência no processo de recrutamento é crucial para atrair e reter talentos de alto desempenho. A implementação de verificações de antecedentes automatizadas, conhecidas como background check, desempenha um papel fundamental na otimização do tempo de contratação.

    Veja o papel que essa ferramenta pode ter no seu processo seletivo.

    Automatização de processos

    A automatização das verificações de antecedentes transforma tarefas tradicionalmente manuais e demoradas em processos rápidos e eficientes. Ferramentas de background check automatizadas permitem a coleta e análise de dados em tempo real, reduzindo significativamente o tempo gasto na validação de informações dos candidatos. 

    Precisão e confiabilidade

    A tecnologia não apenas agiliza o processo, mas também aumenta a precisão e confiabilidade das informações obtidas. Sistemas automatizados minimizam erros humanos e garantem que os dados sejam atualizados e relevantes para a tomada de decisão.

    Integração com sistemas de recrutamento (ATS)

    A integração de ferramentas de background check com sistemas de rastreamento de candidatos (ATS) potencializa a eficiência do processo de recrutamento. 

    Um ATS é um software que organiza e agiliza as etapas do processo seletivo de forma digital e automatizada. 

    De acordo com a JobConvo, o ATS permite que a empresa crie e publique vagas em diversos canais, realize triagens automatizadas de currículos e gerencie entrevistas, tornando o recrutamento mais inteligente e preciso. 

    A integração dessas ferramentas assegura que as verificações de antecedentes sejam incorporadas de maneira fluida ao fluxo de trabalho, evitando atrasos e garantindo que apenas candidatos qualificados avancem nas etapas seletivas.

    Impacto na eficiência do departamento de RH

    A adoção do background check automatizado e sua integração com sistemas ATS resultam em um processo de contratação mais ágil e eficiente. 

    Isso permite que o departamento de RH concentre seus esforços em atividades estratégicas, como treinamento corporativo e desenvolvimento de políticas de retenção de talentos. 

    Ferramentas como essas integram se bem com práticas que reforçam a confiança na seleção, como Know Your Employee (KYE) e Know Your Partner (KYP), que ao serem bem explicadas e reforçadas visam evitar admissões que causem impacto negativo, reduzindo turnover e aumentando retenção com critérios sólidos.

    Implementando um Background Check eficiente

    A eficiência no processo de contratação é vital para as empresas que buscam atrair e reter talentos de qualidade. A implementação de verificações de antecedentes, ou background check, desempenha um papel crucial nesse contexto, garantindo a segurança e a conformidade nas admissões. 

    Para que esse processo seja eficaz, é fundamental considerar três aspectos principais: a escolha de ferramentas adequadas, o treinamento da equipe de Recursos Humanos (RH) e o monitoramento contínuo das práticas adotadas.

    Escolha de ferramentas adequadas

    A seleção de soluções de background check que atendam às necessidades específicas da empresa é o primeiro passo para uma implementação bem-sucedida. 

    Ferramentas automatizadas oferecem agilidade e precisão na coleta e análise de dados dos candidatos, reduzindo o tempo de contratação e minimizando erros humanos. 

    Ao avaliar diferentes ferramentas, é importante considerar:

    • Escalabilidade;
    • Conformidade legal;
    • Abrangência: cobertura dos principais aspectos a serem verificados, como antecedentes criminais, históricos profissionais e acadêmicos.

    A escolha assertiva da ferramenta impacta diretamente na eficiência do processo de recrutamento, tornando-o mais ágil e seguro.

    Treinamento da equipe de RH

    A implementação de novas ferramentas requer que a equipe de RH esteja devidamente capacitada para utilizá-las de forma eficaz. 

    O treinamento adequado assegura que os profissionais compreendam todas as funcionalidades da solução escolhida e saibam interpretá-las corretamente. Além disso, uma equipe bem treinada pode identificar inconsistências nos dados e tomar decisões informadas durante o processo seletivo.

    O treinamento deve abranger:

    • Uso da ferramenta: instruções detalhadas sobre como operar o sistema de background check;
    • Interpretação de dados: capacitação para analisar e compreender os relatórios gerados;
    • Atualizações regulatórias: informações sobre as leis e regulamentações relacionadas à privacidade e ao uso de dados pessoais.

    Monitoramento e melhoria contínua

    Após a implementação das ferramentas e o treinamento da equipe, é essencial estabelecer um sistema de monitoramento para avaliar a eficácia do processo de background check. 

    Através de métricas e indicadores de desempenho, a empresa pode identificar áreas que necessitam de aprimoramento e garantir a conformidade contínua com as políticas internas e regulamentações externas.

    O monitoramento eficaz envolve:

    • Definição de indicadores-chave de desempenho (KPIs): como o tempo médio de conclusão das verificações e a taxa de retenção de funcionários;
    • Auditorias regulares: revisões periódicas dos processos para assegurar a conformidade e identificar oportunidades de melhoria;
    • Feedback contínuo: coleta de opiniões da equipe de RH e dos candidatos para ajustar e aprimorar o processo.

    Conclusão

    No atual cenário corporativo, a eficiência no processo de recrutamento é fundamental para atrair e reter talentos de alto desempenho. 

    Um processo de contratação ágil melhora a experiência do candidato e fortalece a competitividade da empresa no mercado. No entanto, é crucial que essa agilidade não comprometa a qualidade da seleção. 

    Equilibrar velocidade e precisão na contratação garante que as organizações selecionem profissionais alinhados aos seus valores e objetivos, minimizando riscos e promovendo um ambiente de trabalho produtivo.

    A implementação de verificações de antecedentes desempenha um papel vital nesse equilíbrio. 

    Ferramentas automatizadas de background check agilizam a verificação de informações dos candidatos, reduzindo o tempo de contratação sem sacrificar a qualidade da seleção. 

    Além disso, essas ferramentas aumentam a precisão e a confiabilidade dos dados, auxiliando na tomada de decisões informadas e seguras. A integração dessas soluções com sistemas de rastreamento de candidatos (ATS) otimiza ainda mais o processo, tornando-o mais eficiente e coeso.

    Ao adotar essas práticas, as organizações podem equilibrar agilidade e qualidade na contratação, atraindo os melhores talentos e fortalecendo sua posição no mercado.

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  • 5 sinais de que sua empresa precisa investir em background check

    5 sinais de que sua empresa precisa investir em background check

    Os 5 sinais de que sua empresa precisa investir em background check são mais comuns do que se imagina. No mundo corporativo atual, a segurança e a confiabilidade dos processos institucionais são essenciais para evitar riscos e prejuízos.

    Muitas empresas ainda negligenciam a importância do background check, deixando de realizar uma verificação de histórico criteriosa antes de contratar novos funcionários ou fechar parcerias estratégicas. 

    Essa falha estrutural pode resultar em contratações equivocadas que aumentam o turnover e impactam diretamente os resultados da organização, riscos de fraudes internas, problemas com parceiros e fornecedores, riscos de não conformidade com normas e regulamentos e impacto reputacional negativo de acordo com avaliações de clientes insatisfeitos. 

    Mas afinal, o que é Background Check e por que realizar na minha empresa? 

    Background check é o nome dado ao processo de verificação de informações/histórico de pessoas, empresas, bens, imóveis ou até veículos. O termo, em português, significa “checagem de antecedentes” ou “verificação de antecedentes”.

    Com um mercado cada vez mais regulado e exigente, a verificação de histórico tornou-se uma ferramenta indispensável para empresas que desejam garantir maior segurança corporativa, evitar processos trabalhistas e mitigar riscos financeiros. 

    Implementar um processo estruturado de due diligence, verificação de antecedentes e avaliação de histórico profissional pode prevenir contratações inadequadas e proteger a reputação da empresa.

    Se sua organização tem enfrentado desafios como alta rotatividade, fraudes internas ou problemas com fornecedores, pode ser o momento de adotar o background check como uma prática padrão. 

    A seguir, apresentamos os cinco principais sinais que indicam que sua empresa precisa adotar essa prática o quanto antes, para garantir conformidade, eficiência e um ambiente corporativo mais seguro.

    Homem olhando notebook
    5 sinais de que sua empresa precisa investir em Background Check.

    Sinal 1: Turnover alto e custo excessivo com contratações

    Caso sua empresa esteja enfrentando dificuldades na retenção de talentos, isso pode indicar que o processo de contratação não está sendo realizado de maneira adequada.

    Uma avaliação minuciosa do histórico profissional e comportamental dos candidatos, garante que o candidato esteja alinhado à cultura e premissas da empresa. Com a ausência ou não detalhamento desses fatores, sua empresa fica suscetível a enfrentar frequentes desligamentos e contratações, o que eleva os custos operacionais. 

    Um alto índice de turnover afeta diretamente a produtividade e os gastos empresariais, ocasionando em despesas contínuas com recrutamento, treinamento e integração de novos colaboradores.

    Segundo um relatório da Gupy, uma má contratação pode gerar um custo de até R$250 mil para a empresa, levando em conta demissões precoces e a necessidade de novas seleções.

    Além dos impactos financeiros, a elevada rotatividade prejudica o ambiente de trabalho, provoca instabilidade nas equipes e diminui a eficiência operacional. Profissionais que entram e saem constantemente dificultam a formação de times coesos e comprometidos.

    Como o background check pode ajudar?

    Implementar um processo de verificação de histórico profissional e comportamental permite que o RH avalie melhor os candidatos antes da contratação, reduzindo os riscos de turnover. 

    Um processo eficaz de background check permite identificar se o candidato possui a experiência e o perfil adequados, reduzindo o índice de turnover e evitando contratações erradas.

    Esse processo inclui:

    • Checagem de experiências anteriores: confirma se o candidato realmente trabalhou nas empresas listadas e verifica sua reputação profissional;
    • Verificação de antecedentes criminais: identifica possíveis riscos relacionados a condutas inadequadas;
    • Avaliação de reputação online e redes sociais: analisa o comportamento digital do candidato, prevenindo problemas de imagem para a empresa.

    Sinal 2: Risco de fraudes internas e desvios financeiros

    A ausência de um processo minucioso de background check pode abrir as portas para a entrada de funcionários ou parceiros mal-intencionados, expondo sua empresa a riscos significativos de fraudes internas e desvios financeiros. 

    Sem uma verificação de histórico adequada, indivíduos com intenções fraudulentas podem se infiltrar na organização, aproveitando-se de falhas nos controles internos para cometer atos ilícitos que resultam em prejuízos financeiros e danos à reputação corporativa.

    De acordo com a pesquisa Vigilância contra fraudes no Brasil – Estruturas de combate e tratamento a incidências, realizada pela Deloitte, 69% das empresas identificaram ocorrências de fraude nos últimos quatro anos. 

    Esse número evidencia a vulnerabilidade das organizações diante de ameaças internas, muitas vezes perpetradas por colaboradores ou parceiros que não passaram por uma avaliação prévia adequada.

    Um exemplo emblemático ocorreu em fevereiro de 2025, quando a Polícia Federal afastou um funcionário dos Correios no Espírito Santo por envolvimento em um esquema de desvio de encomendas. 

    O servidor, em conluio com um ex-funcionário da instituição, fraudava o seguro de extravio, causando um prejuízo estimado em mais de R$1 milhão em dois anos.

    Casos como esse ressaltam a importância de processos rigorosos de verificação de histórico para prevenir a contratação de indivíduos com potencial de causar danos à organização.

    E como o Background Check pode ajudar?

    A implementação de um programa eficaz de background check atua como uma medida preventiva essencial, permitindo que o setor de RH identifique antecedentes criminais, históricos de comportamento antiético ou envolvimentos anteriores em fraudes. 

    Essa prática não apenas protege os ativos financeiros da empresa, mas também preserva sua integridade e reputação no mercado.

    Além disso, a verificação de histórico contribui para a conformidade com as regulamentações de compliance e segurança corporativa, garantindo que a empresa esteja alinhada às melhores práticas de prevenção de fraudes e due diligence

    Ao adotar uma abordagem proativa na avaliação de candidatos e parceiros, a organização minimiza os riscos associados a fraudes internas e estabelece uma cultura de transparência e confiança.

    Portanto, investir em processos de verificação de histórico é uma estratégia fundamental para identificar e mitigar riscos, assegurando a integridade e a sustentabilidade dos negócios.

    Sinal 3: Problemas com fornecedores e parceiros

    A falta de um processo seguro de background check e due diligence pode expor sua empresa a riscos graves ao se associar a fornecedores e parceiros com histórico de irregularidades. 

    Sem uma verificação prévia, os negócios podem firmar contratos com empresas envolvidas em fraudes, corrupção ou práticas antiéticas, comprometendo a segurança financeira e a reputação da organização.

    A due diligence é essencial para mitigar riscos e garantir que fornecedores e parceiros operem de forma transparente e em conformidade com as normas do mercado. Empresas que negligenciam essa análise podem se tornar cúmplices indiretas de práticas ilícitas, sujeitas a penalidades e até perda de credibilidade.

    Um exemplo real foi apontado em um relatório recente sobre a Shein, publicado publicado pelo Diário do Comércio. A investigação revelou que fornecedores da empresa mantinham funcionários em jornadas exaustivas de até 75 horas semanais, violando direitos trabalhistas. 

    Esse tipo de associação pode gerar repercussões negativas para qualquer empresa envolvida, afetando sua reputação e credibilidade no mercado.

    E onde entra o Background Check?

    Além de evitar parcerias prejudiciais, o background check auxilia na análise financeira e jurídica de fornecedores. 

    Empresas podem verificar processos trabalhistas, registros fiscais e antecedentes criminais para assegurar que estão lidando com parceiros confiáveis. Esse processo reduz riscos operacionais e fortalece o compliance da organização.

    A reputação corporativa é um dos ativos mais valiosos de qualquer empresa. Qualquer associação com parceiros duvidosos pode gerar danos irreparáveis à imagem da marca, afastar clientes e dificultar novas oportunidades de negócios. 

    Para evitar problemas com fornecedores e parceiros, as empresas devem implementar processos estruturados de verificação. Utilizar soluções especializadas em background check garante maior segurança e confiabilidade nas relações comerciais.

    Sinal 4: Risco de não conformidade com normas e regulamentos

    Se a sua empresa enfrenta ou já enfrentou dificuldades para se manter em conformidade com as regulamentações do setor, este é um sinal claro de que você precisa adotar a prática de background check

    Esse sinal é especialmente importante para empresas que atuam em setores como o financeiro, onde a conformidade com as regras é crucial. Instituições financeiras, por exemplo, precisam ser ainda mais rigorosas ao realizar a verificação de históricos de candidatos e parceiros de negócios. A ausência dessa prática pode resultar em penalidades severas e, o pior, danos irreparáveis à imagem da empresa.

    Ao adotar essa abordagem, sua empresa demonstra comprometimento com a ética, a legalidade e, principalmente, com a segurança no ambiente de trabalho, prevenindo problemas futuros relacionados a infrações e penalidades.

    Por que é importante?

    • A verificação de antecedentes criminais ajuda a identificar se candidatos ou parceiros possuem histórico de atividades ilícitas que possam comprometer a reputação da sua empresa;
    • E a análise de processos trabalhistas também não pode ser deixada de lado: um histórico recorrente de ações trabalhistas pode ser um sinal de problemas que podem afetar a conformidade legal do seu negócio.

    A implementação de background check é uma forma de proteger sua empresa contra riscos legais e regulatórios, promovendo um ambiente ético e em total conformidade com as leis. 

    Se você quer garantir a segurança e o sucesso contínuo da sua organização, esse é um sinal que não pode ser ignorado!

    Sinal 5: Reclamações de clientes e impacto na reputação da empresa

    Você já pensou no impacto que a contratação de um funcionário sem a devida verificação de antecedentes pode ter na reputação da sua empresa? Se não, é hora de prestar atenção a esse sinal claro de que você precisa de background check

    A falta dessa verificação pode resultar em um atendimento ao cliente deficiente, que acaba gerando um ciclo de reclamações públicas e danos significativos à imagem da sua organização.

    Funcionários despreparados ou com histórico de comportamentos inadequados podem comprometer a qualidade do serviço prestado, criando desconfiança entre os clientes. 

    Imagine um cenário em que um colaborador, sem ética e profissionalismo, trata mal um cliente:

    Esse tipo de situação pode rapidamente se espalhar pelas redes sociais e plataformas de avaliação como o Reclame Aqui, onde a reputação das empresas é moldada pelas opiniões dos consumidores. 

    Com o acúmulo de avaliações negativas, sua empresa pode perder a confiança de potenciais clientes e até mesmo de parceiros de negócios.

    Além disso, a falta de verificação pode abrir portas para fraudes. Uma pesquisa global realizada pelo SAS revelou que 93,8% dos brasileiros têm medo de serem vítimas de fraude, e 97,8% acreditam que as empresas devem fazer mais para protegê-los.

    Ou seja, não se trata apenas de melhorar a qualidade do atendimento, mas também de proteger a sua empresa contra riscos que podem prejudicar ainda mais sua credibilidade.

    Por que escolher o background check para evitar situações como essa?

    Ao adotar um processo bem estruturado de background check, você pode evitar que indivíduos com intenções maliciosas entrem para sua equipe. O resultado? Um atendimento ao cliente mais eficiente, que fortalece a confiança e a lealdade dos consumidores.

    Investir em verificação de antecedentes é um passo essencial para garantir a excelência no atendimento e, acima de tudo, proteger a reputação da sua empresa

    No mercado competitivo de hoje, onde a voz do consumidor tem um impacto enorme, garantir a integridade e competência da sua equipe é fundamental para o sucesso contínuo e a sustentabilidade do negócio. Não deixe que uma contratação errada comprometa o que você levou anos para construir.

    Conclusão

    Se sua empresa enfrenta qualquer um desses desafios, é hora de investir em um processo estruturado de background check. Essa prática não apenas protege sua organização contra riscos financeiros e jurídicos, mas também fortalece sua reputação no mercado.

    Implementar verificações de antecedentes é essencial para garantir a conformidade com normas e regulamentos, além de assegurar a integridade nas contratações e parcerias comerciais. Ao adotar processos de background check, sua empresa demonstra compromisso com a transparência e a ética, fatores fundamentais para o sucesso sustentável.

    Existem diversas soluções de verificação disponíveis que podem ser adaptadas às necessidades específicas do seu negócio. Essas ferramentas auxiliam na análise de históricos criminais, processos trabalhistas e outras questões legais, permitindo uma avaliação mais completa de candidatos e parceiros.

    Não arrisque a segurança da sua empresa! Entre em contato com nossos especialistas e descubra como implementar um background check eficiente para o seu negócio.

  • 5 dicas para otimizar suas novas contratações em 2025

    5 dicas para otimizar suas novas contratações em 2025

    O processo de contratação vem passando por transformações significativas nos últimos anos. Segundo o portal Mundo RH, a alta taxa de demissões voluntárias entre os profissionais da Geração Z tem gerado grande preocupação nas empresas, destacando a necessidade de processos mais eficazes e atrativos para conquistar e reter talentos qualificados.

    Além disso, a digitalização e a globalização aumentaram a concorrência por profissionais, ao mesmo tempo em que elevaram as exigências por segurança, conformidade e uma gestão de riscos eficiente. Esses fatores tornam o processo de recrutamento ainda mais desafiador, exigindo das organizações soluções que combinem inovação, agilidade e precisão.

    Pensando nesses desafios, é indispensável adotar abordagens estratégicas e ferramentas que ajudem a superar as barreiras do mercado atual.

    Uma dessas estratégias é o KYE (Know Your Employee), uma prática que fortalece a segurança nas contratações ao validar dados, referências e antecedentes dos candidatos.

    Embora essencial, o KYE é apenas parte da equação para melhorar os processos seletivos e atender às demandas do mercado moderno.

    Por isso, com base nos principais desafios para o RH em 2025, de acordo com a coluna VOCÊ RH, reunimos neste artigo 5 dicas práticas para otimizar suas contratações. Descubra como a tecnologia, o aprimoramento das habilidades dos colaboradores e estratégias baseadas em dados podem transformar seus resultados e preparar sua empresa para o futuro.

    Continue lendo e veja como transformar seus processos seletivos!

    Dicas de contratação

    Dica 1: Invista em KYE para conhecer melhor seus candidatos

    O Know Your Employee (KYE) é uma estratégia essencial para tornar os processos de contratação mais seguros e eficazes. Inspirado nos conceitos de Know Your Customer (KYC), amplamente utilizado no setor financeiro, o KYE adapta essas práticas para o ambiente corporativo, com foco na validação minuciosa de informações fornecidas pelos candidatos.

    No contexto do RH, o KYE envolve a documentoscopia, antecedentes criminais e referências profissionais. Essas etapas permitem identificar inconsistências, prevenir fraudes e reduzir significativamente os riscos associados a contratações equivocadas.

    Empresas que implementam o KYE se destacam por garantir que seus colaboradores atendam aos padrões éticos e legais exigidos no mercado atual.

    Ou seja, adotar o KYE no seu processo de recrutamento é uma medida de segurança, que assegura a qualidade e eficiência da sua equipe. Em um cenário onde a conformidade e a confiança são essenciais, o KYE se torna um diferencial no contexto empresarial.

    Entenda a Verificação de Antecedentes

    A verificação de antecedentes ajuda sua empresa a identificar possíveis riscos e assegurar que o candidato esteja alinhado aos valores organizacionais.

    Com esse tipo de verificação, você pode realiza um background check completo e consultar informações como:

    • Antecedentes criminais
    • Processos trabalhistas
    • Histórico financeiro
    • Listas restritivas
    • Histórico educacional

    Além disso, referências profissionais complementam esse processo, oferecendo uma visão mais ampla sobre a experiência e o comportamento do candidato em ambientes anteriores de trabalho.

    Plataformas como a da BGC Brasil, automatizam esses tipos de verificação, economizando tempo e também aumentando a precisão das análises.

    Dica 2: Invista em novas tecnologias

    A revolução tecnológica transformou o cenário de recrutamento, trazendo soluções que tornam os processos seletivos mais rápidos, precisos e eficazes.

    Uma das principais inovações são as ferramentas de automação, que otimizam etapas como triagem de currículos, verificação de dados e realização de testes de habilidades. Essas tecnologias são essenciais para lidar com o alto volume de candidaturas e garantir que apenas os melhores perfis avancem no processo.

    Plataformas que integram todas as etapas do recrutamento oferecem benefícios significativos. Por meio dessas soluções, é possível consolidar informações em um único sistema, realizar análises detalhadas e aplicar inteligência artificial para identificar padrões e prever o desempenho dos candidatos.

    Além disso, essas ferramentas permitem a personalização de testes e entrevistas, garantindo que as habilidades e competências mais relevantes sejam avaliadas com precisão.

    Ferramentas de automação para o RH

    De acordo com a Gartner, até 2027, 72% das funções de aquisição de talentos serão totalmente automatizadas.

    Esse dado reforça a importância de investir em tecnologia para se manter competitivo no mercado de trabalho. Além de economizar tempo e recursos, essas soluções proporcionam uma experiência mais fluida para os candidatos, contribuindo para a imagem positiva da empresa.

    Em 2025, o setor de Recursos Humanos será moldado por tecnologias que ampliam sua atuação estratégica e tornam os processos mais eficientes. Entre as principais tendências destacadas estão:

    1. People Analytics como diferencial estratégico: A análise de dados será essencial para o RH. Nesse sentido, ferramentas de People Analytics ajudarão a compreender padrões de comportamento, produtividade e engajamento dos colaboradores, permitindo decisões mais estratégicas e alinhadas aos objetivos organizacionais. Essa abordagem fortalece iniciativas de retenção de talentos e desenvolvimento de líderes.
    2. Automação de processos e IA: A pesquisa ressalta que a automação e a Inteligência Artificial transformarão o RH ao simplificar tarefas como triagem de currículos, atendimento a colaboradores via chatbots e gestão de documentos, reduzindo gasto com recursos desnecessários.

    Dica 3: Trabalhe requalificação e o aprimoramento das habilidades por meio do Reskilling e Upskilling

    No cenário corporativo atual, marcado por mudanças constantes, o sucesso das organizações depende diretamente da capacidade de seus colaboradores em se adaptarem às novas demandas.

    É nesse contexto que entram o reskilling e o upskilling, estratégias que visam a requalificação e aprimoramento de habilidades, garantindo a evolução contínua da equipe e o fortalecimento das lideranças.

    O que são Reskilling e Upskilling?

    Como indicado pela Iseazy, reskilling e upskilling são estratégias de desenvolvimento profissional que visam adaptar os colaboradores às constantes mudanças do mercado de trabalho, especialmente em um cenário de rápida evolução tecnológica.

    Enquanto reskilling refere-se à requalificação dos funcionários, permitindo que adquiram novas habilidades para desempenhar funções diferentes dentro da organização, upskilling, por sua vez, foca no aprimoramento das competências já existentes dos profissionais, preparando-os para os desafios futuros em suas funções atuais. 

    Por que avaliar competências comportamentais é essencial?

    Competências como adaptabilidade, comunicação e trabalho em equipe são diferenciais no ambiente de trabalho. Durante entrevistas e dinâmicas, é possível identificar essas soft skills ao observar como os candidatos lidam com desafios, interagem com outros participantes e respondem a situações inesperadas. Empresas que priorizam essas habilidades têm maior chance de construir equipes colaborativas e resilientes, preparadas para enfrentar os desafios do mercado.

    Como promover reskilling e upskilling dentro da organização?

    1. Mapeie lacunas de habilidades: Identifique quais competências são essenciais para as funções atuais e futuras. Realize avaliações periódicas para alinhar as necessidades da empresa com os talentos disponíveis.
    2. Invista em treinamentos personalizados: Ofereça programas de treinamento focados no desenvolvimento de novas habilidades. Soluções como cursos online, workshops e mentorias ajudam os colaboradores a adquirirem conhecimentos técnicos e comportamentais.
    3. Capacite as lideranças: Líderes desempenham um papel crucial na disseminação da cultura organizacional. Programas de liderança, com foco em habilidades como tomada de decisão e gestão de pessoas, fortalecem a base da organização.

    Se você tem interesse em cursos sobre RH, veja também nosso artigo com os melhores para você.

    Os benefícios do reskilling e upskilling para o RH: 

    Empresas que adotam essas práticas reduzem custos com turnover, aumentam a retenção de talentos e fortalecem sua marca empregadora. Além disso, promovem um ambiente de aprendizado contínuo, essencial para acompanhar as mudanças do mercado.

    Para uma gestão eficiente, considere integrar ferramentas de people analytics, que ajudam a medir o impacto dos treinamentos e identificar pontos de melhoria.

    Quer levar sua equipe ao próximo nível? Descubra como as soluções da BGC Brasil podem transformar o desenvolvimento dos seus colaboradores!

    Dica 4: Analise e invista em ações de bem-estar

    No mercado de trabalho atual, o bem-estar no ambiente corporativo tornou-se um fator indispensável para atrair e reter talentos. Um estudo recente da Gartner destaca que colaboradores estão cada vez mais conscientes sobre suas prioridades. Mais do que salários competitivos, eles buscam empresas que invistam em seu bem-estar físico, mental e financeiro.

    Por que investir em bem-estar é crucial?

    Funcionários satisfeitos são mais produtivos, engajados e têm menor probabilidade de deixarem a organização. Além disso, iniciativas voltadas para o bem-estar reduzem o turnover e fortalecem a marca empregadora da empresa.

    Com a crescente demanda por um equilíbrio saudável entre vida pessoal e profissional, empresas que ignoram essas necessidades podem enfrentar desafios para reter talentos e manter um ambiente de trabalho positivo.

    Ações práticas para promover o bem-estar:

    1. Flexibilidade no trabalho: Adote modelos híbridos ou horários flexíveis para proporcionar maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional;
    2. Apoio psicológico: Ofereça programas de saúde mental, como acesso a psicólogos ou treinamentos sobre resiliência emocional;
    3. Bem-estar financeiro: Inclua benefícios como consultoria financeira ou programas de educação financeira, ajudando colaboradores a gerirem melhor suas finanças pessoais;
    4. Plataformas especializadas: Invista em ferramentas que monitoram a saúde dos colaboradores e oferecem serviços personalizados. Soluções inovadoras garantem resultados mensuráveis e aumentam a satisfação da equipe.

    Investir em bem-estar corporativo é um diferencial estratégico que traz benefícios tanto para os colaboradores quanto para a empresa. Ao priorizar a saúde e o equilíbrio, sua organização se posiciona como um local desejado para trabalhar.

    Dica 5: Utilize dados para direcionar suas ações

    Em um mundo cada vez mais orientado por dados, empresas de diferentes setores têm usado informações estratégicas para otimizar suas decisões. No RH, isso não é diferente. A capacidade de coletar, analisar e interpretar dados pode transformar a gestão de pessoas, tornando-a mais eficiente e alinhada aos objetivos organizacionais.

    Por que os dados são importantes no RH?

    O uso de ferramentas de people analytics permite que os profissionais de RH tomem decisões baseadas em fatos, e não em suposições. Essas tecnologias analisam padrões de comportamento, desempenho e engajamento, ajudando as empresas a identificar desafios e oportunidades.

    Entre os benefícios, destacam-se:

    • Identificação de tendências que afetam a retenção de talentos;
    • Mapeamento de necessidades de treinamento e desenvolvimento;
    • Análise de perfis de candidatos para contratações mais assertivas;
    • Monitoramento do clima organizacional e da satisfação dos colaboradores.

    O people analytics não apenas melhora a tomada de decisão, mas também contribui para uma gestão mais estratégica, promovendo a retenção de talentos e reduzindo custos relacionados a altos índices de turnover.

    Você pode conferir melhor sobre people analytics no blog da BGC Brasil

    Como implementar uma cultura orientada por dados no RH?

    1. Escolha as ferramentas certas: Adote soluções tecnológicas que integram informações de diferentes fontes e forneçam percepções relevantes e acionáveis;
    2. Capacite sua equipe: Promova treinamentos para que os profissionais de RH saibam interpretar os dados e aplicá-los no dia a dia;
    3. Estabeleça metas claras: Utilize os dados para medir a eficácia de iniciativas, como programas de desenvolvimento ou ações de bem-estar.

    Adotar o uso de dados no RH é um passo essencial para empresas que desejam ser mais estratégicas e competitivas. O people analytics torna as decisões mais precisas e ajuda a construir uma força de trabalho alinhada às necessidades da organização.

    Otimize suas contratações em 2025

    Em 2025, otimizar o processo de contratação significa ir além das práticas tradicionais e adotar abordagens inovadoras que combinam segurança, tecnologia e foco no bem-estar dos colaboradores.

    Estratégias como o KYE, o uso de novas tecnologias nos processos, o investimento em reskilling e upskilling, bem-estar e o uso de dados são essenciais para enfrentar os desafios do mercado competitivo atual.

    Ao implementar essas dicas, sua empresa não apenas atrairá os melhores talentos, mas também construirá um ambiente organizacional mais eficiente, seguro e humano.

    Para começar, explore ferramentas especializadas como o Background Check da BGC Brasil, que pode transformar seus processos de RH, promovendo contratações mais assertivas e alinhadas aos valores da sua organização. Invista no futuro do seu time e garanta o sucesso da sua empresa no cenário dinâmico de 2025. 

  • LGPD: Entenda a Lei Geral de Proteção de Dados

    LGPD: Entenda a Lei Geral de Proteção de Dados

    A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) é a legislação brasileira que regula o tratamento de dados pessoais, estabelecendo diretrizes para a coleta, armazenamento, uso, compartilhamento e descarte dessas informações.

    Inspirada no GDPR europeu, a lei busca proteger os direitos fundamentais de liberdade, privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade do indivíduo e trouxe mudanças para o cenário empresarial brasileiro.

    A legislação estabelece diretrizes para o tratamento de dados pessoais, garantindo mais privacidade e segurança para os indivíduos.

    Nesse sentido, para profissionais de gestão de riscos, a LGPD representa um marco que exige não apenas adequação legal, mas uma reformulação estratégica na forma de gerir riscos relacionados à informação.

    É preciso garantir a conformidade não apenas para evitar sanções legais – que incluem multas de até 2% do faturamento da empresa, limitadas a R$ 50 milhões por infração – mas também para proteger a reputação organizacional.

    Por isso, preparamos esse conteúdo para você ficar por dentro de tudo sobre essa diretriz

    Entendendo o que é a LGPD

    A LGPD regula como empresas e organizações podem coletar, armazenar, usar e compartilhar dados pessoais.

    Mas o que são dados pessoais? Dados pessoais são quaisquer informações que possam identificar um indivíduo, como nome, CPF, e-mail ou até mesmo hábitos de consumo.

    Ou seja, a lei busca proteger esses dados contra acessos não autorizados e uso indevido.

    Teclado com uma tecla personalizada destacando a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), com o mapa do Brasil e a inscrição "General Data Protection Law", representando a regulamentação da proteção de dados pessoais no Brasil. Fundo com tom esverdeado, remetendo à identidade visual brasileira.
    LGPD

    Os pilares da LGPD na gestão de riscos

    A conformidade com a LGPD exige uma abordagem integrada. Veja os principais pontos que gestores de riscos precisam priorizar:

    • Mapeamento de dados: Saber quais dados são coletados, onde estão armazenados e como são utilizados é essencial para identificar possíveis vulnerabilidades.
    • Consentimento informado: A lei exige que os titulares dos dados autorizem, de forma clara, o uso de suas informações. Garantir que processos sejam adequados ao consentimento reduz riscos de penalizações.
    • Governança e segurança da informação: Implementar controles rígidos para proteger dados contra acessos não autorizados é uma das prioridades para mitigar riscos.
    • Gestão de terceiros: Empresas que compartilham dados com fornecedores ou parceiros devem assegurar que eles também estejam em conformidade com a LGPD.

    Para esse último ponto, é muito importante realizar uma avaliação de parceiros por meio do Know Your Partner (KYP).

    Por que a LGPD é uma questão estratégica para a gestão de riscos?

    A LGPD não se limita a cumprir regras. Ela oferece para as empresas uma oportunidade de fortalecerem sua reputação e diferenciarem-se no mercado.

    Veja, os consumidores estão cada vez mais atentos à privacidade e valorizam organizações que demonstram respeito e transparência no uso de dados.

    Assim, para a gestão de riscos, a LGPD amplia o escopo de atuação, exigindo uma visão cuidadora que inclua não apenas a segurança cibernética, mas também a comunicação com stakeholders e a criação de uma cultura organizacional voltada à proteção de dados.

    Como implementar a LGPD na gestão de riscos?

    1. Forme uma equipe: Contar com especialistas em privacidade e segurança da informação é crucial para garantir que as práticas estejam alinhadas à legislação.
    2. Realize auditorias regulares: Avaliar os processos de tratamento de dados ajuda a identificar e corrigir falhas antes que elas se tornem problemas críticos.
    3. Eduque os colaboradores: Treinamentos são indispensáveis para que todos na organização entendam a importância da LGPD e como aplicá-la no dia a dia.
    4. Invista em tecnologia: Ferramentas de monitoramento e segurança cibernética são aliadas para prevenir vazamentos e ataques que possam comprometer os dados.

    A LGPD trouxe uma nova era de proteção de dados no Brasil, e sua aplicação é especialmente relevante para profissionais de gestão de riscos.

    A conformidade com a lei não deve ser vista apenas como uma obrigação, mas como um elemento que ajuda na confiança dos clientes, reduzir vulnerabilidades e proteger a continuidade dos seus negócios.

    Estar preparado é mais do que uma necessidade: é um diferencial competitivo em um mercado cada vez mais atento à privacidade e segurança.

  • Por que preciso de gestão de riscos em minha empresa?

    Por que preciso de gestão de riscos em minha empresa?

    A gestão de riscos é o processo de identificar, avaliar e controlar possíveis ameaças ou oportunidades que possam impactar os objetivos de uma organização, garantindo decisões mais seguras e a proteção dos recursos.

    Tomar decisões faz parte da rotina de qualquer empresa, não é mesmo? Mas não dá pra fazer isso no “achismo”. É preciso analisar, estudar e entender tudo o que está em jogo.

    Só que, convenhamos, nem sempre é fácil. São tantos detalhes pra olhar que dá até um nó na cabeça. E é aí que a gestão de riscos entra em cena: ela organiza o processo, te ajuda a tomar decisões mais seguras e ainda minimiza as chances de erro.

    Pensa na gestão de riscos como um semáforo: ela te mostra se dá pra seguir em frente, se é melhor ficar de olho ou se chegou a hora de pegar outro caminho. Vamos entender melhor como funciona? Continua sua leitura com a gente!

    Qual a definição de gestão de riscos?

    No papel, a definição de gestão de riscos é o conjunto de ações voltado para identificar, analisar e controlar ameaças ou oportunidades que possam afetar os objetivos de uma organização, ajudando a tomar decisões mais assertivas e a proteger seus recursos.

    Mas o que isso significa na prática? Bom, na prática, isso significa mapear os possíveis problemas ou oportunidades antes que eles aconteçam, avaliar seu impacto.

    Parecido com a due diligence, certo? Esses conceitos estão relacionados.

    Além disso, a gestão de riscos te ajuda a definir estratégias para lidar com cada situação encontrada. Assim, a empresa se prepara melhor para evitar prejuízos, aproveitar oportunidades e tomar decisões mais embasadas no dia a dia.

    Mulher em um ambiente de trabalho formal, concentrada enquanto utiliza um notebook. Ao fundo, há um quadro branco com gráficos e uma planta decorativa, sugerindo um espaço corporativo
    Gestão de riscos na tomada de decisão

    Por que investir em gestão de riscos em sua empresa? 

    A resposta é simples: para evitar prejuízos que podem comprometer o funcionamento da sua empresa.

    Hoje, os riscos na cadeia de valor são diversos e vão desde questões regulatórias, relacionadas à conformidade e ao compliance, até riscos ligados à gestão de terceiros (colaboradores, clientes, fornecedores, novos parceiros).

    Por isso, é crucial identificar, avaliar e tratar cada risco de maneira adequada. Ignorá-los pode resultar em prejuízos financeiros, legais e danos à reputação da sua empresa no mercado.

    A gestão de riscos permite antecipar problemas, oferecendo tempo suficiente para evitá-los ou resolvê-los, o que reduz custos e protege sua organização.

    Tipos de riscos: Quais os riscos envolvidos na cadeia de valor?

    Como explicamos, existem muitos riscos na cadeia de valor que você deve se preocupar e lidar. Veja os principais!

    • Riscos em regulatórios: São as ocorrências relacionadas a conformidade. Isto é aquilo que pode ameaçar sua regularidade com normas e leis vigentes.
    • Riscos legais: Ao descumprir normas e regulamentações, você coloca em perigo sua empresa, podendo enfrentar questões legais como sanções administrativas.
    • Riscos cibernéticos: Na era digital, nada mais comum que ataques cibernéticos que implicam com questões de privacidade e golpes financeiros.
    • Riscos financeiros: Ao deixar outros riscos passarem ou a se relacionar com parceiros sem uma análise de crédito, você está vulnerável a riscos financeiros.
    • Riscos operacionais: Relacionados a falhas em processos internos, sistemas, pessoas ou eventos externos que podem impactar o funcionamento de uma organização.
    • Turnover: Ao perder muitos funcionários, seja por feat cultural ou por problemas com candidatos, sua empresa enfrentará prejuízos de um alto turnover.
    • Riscos em transportes: Esses são ameaças que podem pôr em perigo seu transporte de cargas e operações de logísticas.
    • Riscos de fraudes: Ao não identificar riscos previamente, você fica vulnerável a sofrer golpes e fraudes como lavagem de dinheiro.

    Gestão de riscos para avaliação de parcerias

    A gestão de riscos é essencial na hora de avaliar novas parcerias, sejam elas com colaboradores, fornecedores, parceiros comerciais ou clientes. Afinal, cada uma dessas relações pode trazer não apenas oportunidades, mas também riscos que impactam diretamente sua empresa.

    👉 Leia também Avaliação de candidatos: 5 fatores que você deve levar em consideração

    Para garantir escolhas estratégicas, é fundamental identificar, analisar e mitigar os possíveis riscos associados a essas parcerias. Isso inclui desde verificar antecedentes de fornecedores e parceiros comerciais até avaliar a conformidade com normas regulatórias e questões éticas.

    Além disso, é importante considerar fatores como a saúde financeira das empresas parceiras, seu histórico de atuação no mercado e a reputação que possuem. Qualquer falha nesses pontos pode resultar em prejuízos financeiros, legais e até mesmo em danos à imagem da sua organização.

    Com uma abordagem estruturada de gestão de riscos, sua empresa consegue estabelecer parcerias mais sólidas, minimizar vulnerabilidades e fortalecer a cadeia de valor. Afinal, parcerias seguras e alinhadas aos seus objetivos são peças-chave para o crescimento sustentável do negócio e para minimizar problemas.

    Como compliance pode atuar na gestão de riscos?

    A gestão de riscos e o compliance caminham lado a lado para o objetivo de evitar riscos regulatórios.

    Mas como o compliance pode contribuir diretamente para a gestão de riscos?

    Como já mencionado, os riscos vão muito além dos regulatórios. Ao se posicionar como um agente ativo na gestão de riscos, o compliance pode ultrapassar os limites da conformidade, atuando na identificação e resolução de problemas que podem comprometer o desempenho e a reputação da empresa.

    Essa abordagem proativa permite que o compliance ajude a mapear vulnerabilidades, implementar controles eficazes e promover uma cultura organizacional mais preparada para lidar com desafios, garantindo decisões mais seguras e estratégicas.

    Quero implementar um Programa de gestão de riscos (PGR)

    Para implementar um Programa de Gestão de Riscos (PGR), comece mapeando os riscos que podem impactar sua empresa, entendendo as ameaças e oportunidades em cada área. Depois, avalie esses riscos, analisando a probabilidade de acontecerem e o impacto que podem causar. Com essas informações, planeje como lidar com eles, seja reduzindo, evitando ou até assumindo alguns de forma estratégica.

    Não se esqueça de acompanhar tudo de perto, ajustando o programa sempre que necessário, e envolva sua equipe nesse processo. Criar uma cultura de gestão de riscos deixa a empresa mais preparada para enfrentar desafios e aproveitar oportunidades de forma segura e eficiente.

    Tecnologias para gestão de riscos

    Agora que entendemos o que é, como funciona e como implementar a gestão de riscos, aqui vai uma dica extra:

    Nossa tecnologia identifica possíveis ocorrências e apresenta tudo em um único relatório, incluindo a classificação dos riscos com base nas suas regras de negócio e os detalhes de cada caso.

    Isso permite que você analise os riscos com mais profundidade e tome decisões mais informadas, reduzindo problemas legais, financeiros e de reputação.

    Existem cursos de gestão de riscos?

    Sim, existem muitos cursos para quem deseja entrar na área. No artigo “Cursos de Gestão de Riscos: Conheça e melhore seu desempenho” separamos os principais.

    O que é gestão de riscos?

    A gestão de riscos é o processo de identificar, avaliar e mitigar potenciais ameaças que possam impactar os objetivos de uma organização. Ela ajuda a proteger ativos, garantir conformidade e melhorar a tomada de decisão estratégica.

    O que é um plano de resposta a riscos?

    É um documento que detalha como uma organização lidará com riscos específicos, incluindo ações preventivas, de mitigação e planos de contingência.

    Qual é o papel da cultura organizacional na gestão de riscos?

    Uma cultura organizacional que valoriza a identificação riscos promove a conscientização, a comunicação aberta sobre potenciais ameaças e a adoção de medidas preventivas em todos os níveis.

  • Certidões Criminais na avaliação de riscos: Saiba por que é preciso ir além

    Certidões Criminais na avaliação de riscos: Saiba por que é preciso ir além

    Certidões criminais são documentos oficiais emitidos por órgãos de justiça que mostram a existência ou ausência de registros criminais relacionados a uma pessoa. Elas são utilizadas para verificar antecedentes criminais, especialmente em processos de contratação, concessão de vistos, licitações e outras situações em que é necessário comprovar a idoneidade de uma pessoa.

    Um dos documentos comumente solicitados nesse processo são as certidões criminais, que oferecem um panorama básico sobre o histórico de antecedentes de um indivíduo. Mas esse é realmente a ferramenta mais valiosa para esse tipo de consulta?

    Muitas pessoas acreditam que ter a certidão criminal de um indivíduo é o suficiente para identificar possíveis ocorrências criminais e realizar a gestão de riscos. No entanto, esse documento pode não ser a melhor forma de verificar antecedentes criminais.

    Por isso, é importante entender o que é esse documento, o que ele oferece e por que ele pode não funcionar. Continue a leitura para conferir!

    O que são Certidões Criminais?

    As certidões criminais são documentos emitidos por órgãos públicos que registram a existência (ou ausência) de processos e condenações criminais associadas a uma pessoa. De forma simplificada, esse documento indica se alguém tem processo criminal em seu histórico e pode ser utilizada tanto por indivíduos quanto por empresas que buscam verificar a idoneidade de colaboradores, parceiros ou fornecedores.

    👀 Como emitir certidão criminal? Para emitir uma certidão criminal, é necessário acessar o site do Tribunal de Justiça do estado onde a pessoa reside ou onde o processo foi iniciado, caso se trate de uma certidão estadual.

    Nesse sentido, cada tipo de certidão cobre uma área específica e oferece informações distintas, dependendo do âmbito de jurisdição (federal, estadual, etc.) e do tipo de processo criminal envolvido.

    Essas certidões, geralmente emitidas pelo Tribunal de Justiça ou por Delegacias, têm um papel importante no levantamento inicial de dados para a análise de riscos. No entanto, há um fator que deve ser levado em consideração: elas são limitadas em sua profundidade.

    Imagem de um par de algemas sobre um formulário com impressões digitais, simbolizando o contexto de investigações criminais e processos de verificação de antecedentes.
    Certidões criminais

    Quais as limitações das Certidões Criminais?

    Vimos que uma certidão criminal é um documento que indica a existência ou ausência de registros criminais associados a uma pessoa. Mas como obter detalhes sobre esses processos? Ela diz tudo sobre o indivído? Como avaliar o papel da pessoa envolvida em cada situação?

    É nesse momento que as limitações aparecem.

    Primeiramente, elas estão restritas a crimes que foram, de fato, denunciados e processados. Isso significa que casos sem denúncia ou processos arquivados podem não constar nos registros.

    Além disso, esses documentos não trazem informações sobre comportamentos suspeitos ou práticas ilícitas não processadas formalmente. Isso pode fazer com que sua due diligence não seja realizada de modo eficiente, gerando riscos ocultos para sua empresa.

    Outro ponto importante é a jurisdição. Certidões estaduais, por exemplo, não cobrem crimes que possam ter ocorrido em outros estados.

    Por fim, quando a certidão criminal é solicitada, sua empresa ainda torna-se alvo de fraudes que podem comprometer a autenticidade dos documentos.

    Certidões criminais e análise de riscos

    As empresas precisam de uma análise de risco que vá além de registros pontuais e limitados. Para isso, é essencial entender que as certidões criminais são apenas um passo inicial.

    👉 Veja também: Análise de riscos: o que é e em quais momentos utilizar

    Elas podem indicar possíveis problemas, mas não são suficientes para garantir que um candidato ou parceiro seja verdadeiramente confiável.

    Essa falta de abrangência é um dos motivos pelos quais muitas empresas adotam abordagens complementares para uma avaliação de risco completa.

    Como verificar antecedentes sem a certidão?

    Realizar uma verificação completa de antecedentes criminais é essencial, pois ela te ajuda a promover mais transparência e reduzir riscos em suas relações profissionais, sejam com colaboradores, fornecedores ou parceiros. Então como verificar antecedentes sem a certidão?

    É preciso conhecer outras maneiras de acessar e identificar riscos no histórico criminal de uma pessoa. Ou seja, realizar uma verificação completa que considera diversas fontes de dados e oferece uma análise mais precisa sobre a confiabilidade de uma pessoa.

    Conheça 2 formas de realizar a consulta criminal em nosso artigo!

    Background check: A nova forma de verificar antecedentes criminais

    Uma maneira nova e mais completa de consultar processos criminais é investir em tecnologias que realizem essa verificação de forma mais eficiente. Sob essa visão, ferramentas de background check, por exemplo, ajudam a identificar riscos associados a uma pessoa de maneira precisa e, o melhor, automatizada.

    Com esse tipo de checagem, você não apenas descobre se o indivíduo possui ou não processos, mas também consegue ir além. É possível acessar informações detalhadas sobre as ocorrências encontradas, permitindo uma avaliação mais precisa do nível de risco envolvido.

    Algumas informações que você consegue ver sobre o processo são:

    • Número e ano do processo
    • Tipo de processo
    • Classificação do risco encontrado
    • Evidências do risco encontrado

    Assim, você pode tomar decisões mais informadas e mitigar riscos de contratações ou parcerias mal sucedidas.

    Além disso, ao olhar para esses dados, você coloca-se em conformidade com legislações que orientam e exigem esse tipo de consulta. É o exemplo da Lei 14.811/2024 que exige a consulta de processos criminais para instituições que lidam com crianças e adolescentes.

    O que é uma certidão de antecedentes criminais?

    A certidão de antecedentes criminais é um documento oficial emitido por órgãos judiciais que atesta a existência ou a ausência de registros criminais relacionados a uma pessoa.

    Como posso emitir uma certidão de antecedentes criminais?

    Você pode solicitar a certidão de antecedentes criminais online, através do site do Tribunal de Justiça do seu estado ou da Polícia Federal, dependendo do tipo de certidão. Também é possível fazer o pedido presencialmente nos fóruns ou unidades da Polícia Federal.

    A certidão de antecedentes criminais é gratuita?

    Em muitos estados, a certidão de antecedentes criminais é gratuita quando solicitada online. No entanto, alguns tribunais e unidades podem cobrar uma taxa para a emissão do documento, especialmente para solicitações presenciais.

    Quais informações constam em uma certidão de antecedentes criminais?

    A certidão de antecedentes criminais contém informações sobre processos judiciais em que a pessoa tenha sido envolvida, como condenações, processos pendentes e outras ocorrências relevantes. Ela não fornece informações sobre investigações não concluídas ou processos em segredo de justiça.

    A certidão de antecedentes criminais é válida para todo o território nacional?

    Não. A certidão criminal emitida em um estado ou pela Polícia Federal se aplica àquela jurisdição específica. Se você precisar de informações de outros estados, será necessário solicitar certidões criminais estaduais adicionais.

    Quais são as alternativas para uma verificação de antecedentes mais completa?

    Para uma análise mais detalhada, além da certidão criminal, você pode recorrer a ferramentas de background check, que analisam informações mais amplas, como processos em andamento, processos trabalhistas, registros financeiros e histórico profissional.

  • O que é Compliance? Entenda, veja os tipos e como aplicá-lo

    O que é Compliance? Entenda, veja os tipos e como aplicá-lo

    Compliance é o conjunto de práticas e boas práticas adotadas por uma organização para garantir que suas operações, políticas e comportamentos estejam em conformidade com a regulamentação vigente. 

    Nos últimos anos, o termo compliance tem ganhado destaque no ambiente corporativo, sendo reconhecido como um fator essencial para o sucesso sustentável das organizações.

    Afinal, em um cenário globalizado, onde regras e exigências mudam rapidamente, estar em conformidade é crucial para evitar problemas legais e éticos.

    Mais do que isso, novos riscos que vão além da simples conformidade se tornam cada vez mais evidentes, e o compliance pode atuar como um agente essencial na gestão desses riscos.

    Mas, então, o que realmente significa compliance, e por que ele é tão importante para as empresas?

    Continue a leitura e tenha uma visão completa sobre o compliance, sua importância e como ele pode ser o alicerce de uma cultura organizacional íntegra e de uma gestão de riscos eficaz.

    Imagem de uma reunião em um ambiente de trabalho, com cinco profissionais em torno de uma mesa discutindo. No centro, uma mulher gesticula e fala enquanto os outros escutam atentamente. Um ícone digital de cadeado com círculos ao redor, simbolizando segurança e proteção de dados, está sobreposto à imagem.
    Compliance Team

    O que é compliance

    O termo “compliance” vem do verbo em inglês “to comply”, que significa “cumprir” ou “estar em conformidade”.

    Mas o que é o compliance no contexto empresarial?

    O compliance refere-se à conformidade com normas e regulamentos aplicáveis à atividade de uma empresa, seja no âmbito interno (como políticas e códigos de conduta) ou externo (como leis e regulamentações governamentais).

    Em outras palavras, compliance é o compromisso de agir corretamente e dentro dos parâmetros legais e éticos estabelecidos.

    Nesse sentido, é possível imaginar o compliance como uma espécie de “guardião” , responsável por garantir que todos os processos estejam em ordem e que seus públicos sigam padrões éticos e legais.

    Qual a importância e papel do compliance

    Entendemos o papel do compliance. Mas por que ele é importante para sua empresa?

    Existem três razões principais. Vamos conferir:

    Redução de Penalidades

    Em primeiro lugar, ao garantir a integridade da organização, o compliance evita que sua empresa sofra penalidades que podem comprometer tanto sua reputação quanto sua continuidade no mercado.

    📖 Leia também: Sanções administrativas: o que são e quais os tipos

    Diferencial Competitivo

    Em um mundo globalizado, a conformidade não é apenas uma questão de cumprir regras; é também um diferencial. Empresas que seguem padrões éticos ganham mais credibilidade e conquistam a confiança do público e do mercado, reduzindo riscos reputacionais.

    Prevenção de Fraudes e Golpes

    Por último, o compliance exige constante vigilância sobre possíveis vulnerabilidades que possam comprometer a integridade da organização. Dessa forma, o time de conformidade ajuda a prevenir fraudes, práticas corruptas e outros problemas que podem surgir na operação.

    Quais são os tipos de compliance?

    Como vimos, o compliance não se resume apenas ao cumprimento de regras e regulamentos. Ele abrange diversas áreas, cada uma com foco específico para garantir que a empresa opere de forma ética, segura e em conformidade com leis e padrões de mercado e gerencie riscos da maneira correta. Então, vamos conferir alguns dos principais tipos de compliance?


    Compliance focado em conformidade regulatória

    Como o próprio nome diz, é o compliance que busca assegurar que está em conformidade com todas as leis e normas aplicáveis ao seu setor.

    Compliance trabalhista 

    Se concentra em garantir que uma empresa esteja em conformidade com normas e regulamentações relacionadas aos direitos dos trabalhadores e às relações de trabalho.

    👉 Veja também: Compliance trabalhista: o que é e como implementar na sua empresa

    Compliance consumerista

    É a área de compliance focada em regulamentações de proteção ao consumidor. Nesse sentido, coloca a organização para respeitar os direitos do consumidor, promover transparência nas informações, assegurar a qualidade e segurança dos produtos e, acima de tudo, tratar o cliente com ética e respeito.

    Compliance em compras 

    Cuida da adoção de práticas e controles que garantem que os processos de compras e aquisições dentro de uma organização.

    Compliance concorrencial

    Esse tipo de compliance tem como objetivo evitar práticas anticoncorrenciais, como formação de cartel, abuso de posição dominante e outras condutas que possam prejudicar o mercado e os consumidores.

    ➡️ Você pode saber mais em Compliance concorrencial: o que é e quais seus benefícios

    Compliance em hotelaria

    Assegura que um hotel opere dentro dos padrões legais e regulatórios, ao mesmo tempo em que protege seus hóspedes.

    Principais legislações e compliance

    No campo do compliance, conhecer e estar atualizado sobre as principais legislações é essencial para que empresas e profissionais sigam diretrizes legais e éticas em suas operações. Por isso, separamos as principais legislações para você conhecer!

    Lei Anticorrupção

    A Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013) é uma das legislações mais significativas. Ela estabelece a responsabilidade objetiva das empresas envolvidas em atos de corrupção contra a administração pública, nacional ou estrangeira.

    Lei Geral de Proteção de Dados

    A LGPD é uma legislação recente que regula o tratamento de dados pessoais no Brasil. Ela exige que empresas adotem práticas de proteção e privacidade de dados, incluindo o consentimento do titular dos dados e medidas de segurança contra vazamentos e acessos indevidos.

    Confira mais sobre Veja como funciona a LGPD no mercado financeiro

    Código de Defesa do Consumidor

    O Código de Defesa do Consumidor (CDC I Lei nº 8.078/1990) é uma legislação para as práticas de compliance nas relações de consumo. Ele exige que empresas tratem os consumidores com transparência, ética e respeito.

    Lei das Sociedades por Ações

    A Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/1976) regula as empresas de capital aberto e define diretrizes para a governança corporativa, transparência e responsabilidade dos administradores.

     Compliance e governança corporativa

    Compliance e governança corporativa são pilares fundamentais para a sustentabilidade e reputação das organizações. Juntas, essas áreas garantem que as empresas operem em conformidade com leis, regulamentações e princípios éticos, alinhando seus objetivos com o interesse de stakeholders e a proteção do mercado.

    Governança corporativa: A governança corporativa estabelece a estrutura de liderança e os mecanismos de controle que guiam as decisões empresariais, visando transparência, responsabilidade e equidade. 

    Compliance: Já o compliance atua como um sistema de controle interno, assegurando que todas as práticas organizacionais estejam em conformidade com as legislações vigentes e regulamentos específicos do setor. 

    Nesse sentido, uma governança corporativa eficiente facilita a aplicação das políticas de compliance, pois cria uma cultura organizacional pautada pela ética e pela responsabilidade. 

    Ou seja, juntas, elas aprimoram a confiança de investidores e clientes, além de reduzir riscos legais e operacionais.

    Compliance e ESG 

    Outra área que se relaciona com o Compliance é a parte responsável pelas práticas ESG (Environmental, Social, and Governance) que fortalece o compromisso das empresas com práticas éticas e sustentáveis..

    Essa relação acontece porque, juntos, o compliance e ESG alinham a organização com as demandas de um mercado consciente. Desse modo, ao se integrarem, a empresa consegue mitigar riscos, fortalecer a ética organizacional e agregar valor à marca.

    Quer entender mais sobre? Leia em ESG e Compliance: Entenda a relação e benefícios para sua empresa.

    Os Know Yours de compliance 

    Os “Know Yours” de compliance são práticas fundamentais que ajudam a mitigar riscos e promover integridade nos negócios.

    Esses Know Yours englobam processos como Know Your Customer (KYC), Know Your Supplier (KYS), Know Your Employee (KYE), Know Your Partner (KYP) e Know Your Business (KYB), cada um voltado para um grupo específico de stakeholders.

    • Know Your Customer (KYC): Focado na verificação de identidade dos clientes, o KYC combate fraudes e lavagem de dinheiro, garantindo conformidade com leis anticorrupção e de segurança financeira.
    • Know Your Supplier (KYS): Avalia fornecedores para evitar associações com práticas ilegais ou antiéticas, incluindo a verificação de antecedentes, certificações e práticas de sustentabilidade e compliance.
    • Know Your Employee (KYE): Previne conflitos de interesse e assegura conformidade interna ao identificar e monitorar potenciais riscos com colaboradores, desde a contratação até o acompanhamento contínuo.
    • Know Your Partner (KYP): Avalia e monitora parceiros de negócios, garantindo que estejam alinhados com os padrões éticos e legais da empresa, minimizando o risco de associação com práticas corruptas ou inidôneas.
    • Know Your Business (KYB): Focado em verificar e entender as entidades empresariais com as quais a organização se relaciona, o KYB visa confirmar a legitimidade e regularidade dessas entidades, especialmente em contextos de fusões, aquisições e investimentos.

    Compliance como protagonista na gestão de riscos

    Apesar do compliance atuar focado em manter a conformidade, ele é uma peça fundamental para o gerenciamento de riscos e pode ajudar a empresa a mitigar vulnerabilidades que vão além da conformidade. 

    Veja bem, hoje, com a dinamicidade do mercado, as vulnerabilidades que podem afetar as empresas são diversas. Nesse sentido, é necessário estar preparado para trabalhar com todos os tipos de riscos envolvidos na cadeia de valor. 

    Por isso, o compliance deve atuar como agente protagonista na gestão de riscos, ajudando a identificar e mitigar ocorrências que possam prejudicar a empresa. 

    ➡️ Quer saber como? Fale com um de nossos especialistas.

    Indicadores de compliance

    Além de exercer o papel de garantir conformidade, o compliance deve mensurar e avaliar esse trabalho. Mas como fazer isso? Por meio dos indicadores de compliance.

    Os indicadores de compliance são métricas essenciais para avaliar a eficiência das práticas de conformidade nas organizações, ajudando a identificar áreas de melhoria e a garantir alinhamento com regulamentações e normas éticas. 

    Como os principais indicadores, temos taxas de grau de risco de integridade, conformidade em treinamentos, número de denúncias e eficácia das políticas de prevenção à fraude. 

    Esses dados não apenas monitoram o cumprimento de compromissos legais, mas também facilitam a comunicação com stakeholders sobre governança e responsabilidade social.

    Vamos conferir mais sobre? Visite nosso artigo 5 Indicadores de Compliance para Avaliar a Efetividade do seu Programa

    Como implementar programa de compliance 

    Para criar um programa de compliance eficaz, comece com uma avaliação de riscos para identificar áreas vulneráveis da organização.

    Desenvolva um código de conduta claro e implemente treinamentos regulares para garantir que todos compreendam as políticas. Estabeleça canais de comunicação seguros, como linhas de denúncia, para relatar preocupações.

    Além disso, crie um sistema de monitoramento e auditoria para avaliar a eficácia do programa, promovendo ajustes conforme necessário e assegurando um compromisso contínuo com a conformidade e a ética.

    Vantagens do Compliance para Sua Empresa

    Implementar um bom compliance em sua empresa pode trazer para ela diversos benefícios. Veja os principais!

    • Mitigação de riscos: Reduz riscos legais e financeiros.
    • Cultura de conformidade: Promove integridade e ética organizacional.
    • Fortalecimento da reputação: Melhora a imagem da empresa no mercado.
    • Redução de custos : Reduz os riscos e por consequência custos.
    • Conformidade: Garante adesão a regulamentações e normas.
    • Benefícios competitivos: Facilita o acesso a novos mercados.
    • Ambiente seguro: Contribui para um ambiente de trabalho mais seguro e engajado.

    Gostaria de se especializar nessa área? Conheça alguns cursos de compliance!

    O que um analista de compliance faz?

    Um analista de compliance é responsável por garantir que uma empresa esteja em conformidade com leis, regulamentações e normas internas. Ele atua monitorando, analisando e implementando políticas e procedimentos que asseguram que todas as operações estejam dentro dos padrões exigidos.

    Qual a lei do compliance?

    No Brasil, a principal legislação que fundamenta o compliance é a Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013), que responsabiliza empresas por atos de corrupção contra a administração pública. Ela incentiva a implementação de programas de integridade para prevenir e detectar irregularidades. Além disso, o compliance também é apoiado por normas como a LGPD e regulamentações específicas de setores.

    Quais são as 3 fases do compliance?

    As três fases do compliance são prevenção, detecção e resposta.

    Como somar o compliance à gestão de riscos?

    Para somar o compliance à gestão de riscos, é essencial integrar práticas de conformidade nas avaliações de riscos, garantindo que os requisitos legais e regulatórios sejam considerados nas análises. Além disso, utilizar ferramentas e processos que alinhem as duas áreas pode otimizar a eficácia das estratégias de gestão de riscos.

  • Como evitar roubo de carga durante seu processo de logística?

    Como evitar roubo de carga durante seu processo de logística?

    O roubo de carga é uma das principais preocupações nas atividades de transporte rodoviário no Brasil.

    Em 2023, um relatório da Overhaul mostrou que o aumento dos roubos aumentou em 4,8% de 2022 para 2023, e isso prova que as empresas precisam se preocupar cada vez mais com este tipo de risco para evitar prejuízos financeiros e logísticos.

    Neste post mostraremos de que maneira o compliance pode auxiliar na diminuição da recorrência deste problema.

    Entenda o panorama atual brasileiro

    Roubo de carga

    Para termos uma noção da gravidade do problema de roubos de carga no Brasil, podemos trazer dados: uma pesquisa do Fórum dos Gerenciadores de Risco aponta que em 2022, o prejuízo gerado por este tipo de crime gerou um prejuízo de mais de R$1,2 bilhões.

    Para as empresas, além dos gastos financeiros gerados por conta da perda de mercadorias, o preço logístico aumenta também pelo crescimento no valor do seguro, por exemplo. Isto afeta o preço final do produto, que chega aos clientes com um valor elevado graças ao gasto gerado pela alta frequência dos crimes.

    Entre os produtos mais roubados por criminosos, estão: cigarros, farmacêuticos, peças automobilísticas e alimentos. Ou seja, produtos de consumo imediato.

    Problemas gerados pelos roubos

    Entre os diversos problemas causados pelo roubo de carga, podemos mencionar:

    Perdas financeiras

    Como já mencionamos, as perdas financeiras causadas pelos roubos de carga podem estar relacionadas à diversos fatores, como o aumento no custo de seguros, gastos na substituição de mercadorias e aumentos relacionados à prevenção de futuros desvios.

    Interrupções na cadeia de suprimentos

    Com a perda das suas mercadorias, sua empresa pode atrasar significativamente as entregas e ter que lidar com penalidades contratuais.

    Problemas reputacionais

    Quanto mais o seu negócio for vítima deste tipo de crime, mais risco sua empresa corre de perder a confiança dos clientes, gerando a perda de consumidores e afetando a percepção pública da sua organização.

    Desafios na mitigação de riscos

    A necessidade de implementar medidas de prevenção pode exigir soluções de gestão de riscos mais complexas.

    Veja também: “Cursos de Gestão de Riscos: Conheça e melhore seu desempenho na área

    A importância do compliance na logística de transporte contra o roubo de carga

    Caso a frequência dos roubos aumente demasiadamente, pode ser que o problema esteja vindo de dentro da sua empresa. É importante não descartar a possibilidade de medidas fraudulentas e corruptas por parte de pessoas envolvidas com os processos internos do seu negócio.

    Com a adoção de medidas que garantam a conformidade com leis e regulamentos de todos os envolvidos na sua empresa, a chance de lidar com atitudes fraudulentas e riscos regulatórios diminui significativamente. 

    Medidas para evitar o roubo de carga

    Entre as medidas a serem adotadas para diminuir a decorrência dos roubos de carga, podemos mencionar:

    Planejamento e monitoramento de rotas

    Um planejamento logístico com o fim de encontrar rotas mais seguras e movimentadas pode garantir a segurança das suas mercadorias.

    Treinamento de motoristas

    Manter os motoristas cientes de medidas de detecção de perseguições, perigos de falsas blitz e rapidez no contato com policiais rodoviários pode diminuir a probabilidade de roubos de carga.

    Processos de esclarecimentos acerca das regras da empresa

    Ao utilizar processos que deixem claro para os colaboradores as punições relativas à concessão de informações confidenciais da sua organização para terceiros, sua empresa pode evitar que dados importantes fujam do controle do seu negócio.

    Adoção de soluções de checagem de terceiros

    A implementação do processo de background check oferecerá um panorama completo sobre os antecedentes criminais de possíveis colaboradores, clientes e parceiros, possibilitando, assim, um maior conhecimento acerca do histórico dos envolvidos com o seu negócio. Isso te dará o poder de escolher, com base em seus critérios, os riscos antes de consolidar vínculos.

    Clique aqui e saiba mais sobre soluções de Background Check.

  • Gestão de ativos: o que é e quais são as vantagens ao implementar na sua empresa?

    Gestão de ativos: o que é e quais são as vantagens ao implementar na sua empresa?

    Com a necessidade crescente da otimização de processos nas empresas, a gestão de ativos surge como um conjunto de práticas essenciais para garantir sustentabilidade e administrar gastos e riscos do seu negócio.

    Neste post vamos entender melhor a definição e importância deste processo.

    O que são ativos?

    Os ativos são todos os recursos, bens e direitos que uma empresa possui e controla. Independente do seu tipo, eles se caracterizam como posses que possuem valor econômico e que têm a capacidade de gerar benefícios financeiros.

    Essenciais no processo de crescimento de uma empresa, os ativos são uma representação de onde os recursos de uma organização foram aplicados ao longo do tempo.

    Alguns exemplos de ativos são: computadores, materiais de escritório, móveis, imóveis, recursos disponíveis em conta bancária, softwares, etc.

    O que é gestão de ativos?

    A gestão de ativos é todo o processo de desenvolvimento, operação, manutenção e descarte dos bens. Envolve, por exemplo, o trabalho de identificação de valores dos ativos, como custos de manutenção, possibilidades de venda e riscos.

    A principal função deste processo é maximizar o valor dos ativos e garantir que eles contribuam para o sucesso estratégico da empresa.

    Qual é a importância de gerir os ativos?

    A gestão de ativos, além de cumprir a função de mapear os bens de uma empresa, pode garantir que despesas operacionais sejam evitadas e ainda assegurar a operação dos ativos em boas condições.

    Com uma gestão eficiente, os bens de uma empresa podem ter sua vida útil prolongada e causar menos riscos associados ao mau funcionamento de equipamentos ou a problemas de conformidade regulatória.

    Quais são as vantagens na gestão de ativos?

    Entre as vantagens adquiridas ao implementar o processo de gestão de ativos em uma empresa, podemos mencionar:

    Aumento da eficiência operacional

    Com a implementação de um bom processo de gestão de ativos, sua empresa pode acelerar consideravelmente os métodos de trabalho, facilitando o acesso e controle dos estoques de produtos, por exemplo. Desta maneira, processos manuais ganham agilidade e eficiência.

    Melhora no retorno financeiro dos ativos

    Aderindo ao processo de gestão de ativos, as empresas podem encontrar maneiras de se certificar que o investimento nos bens traga o retorno esperado. Além disso, o procedimento possibilita que os ativos mantenham ou aumentem seus valores.

    Responsabilidade ambiental

    Práticas de descarte responsável e reciclagem de materiais que perderam a utilidade para a sua empresa se tornam possíveis graças à implementação da gestão de ativos.

    Garantia de segurança dos ativos

    O mapeamento de todos os ativos da empresa possibilita um monitoramento mais eficaz dos bens materiais, por exemplo. Desta forma sua empresa pode evitar furtos.

    Leia também: Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR): O que é e como implementá-lo em sua empresa

    Tipos de ativos

    Existem diversas maneiras de classificar os ativos, porém a classificação mais comum é a seguinte:

    Ativos circulantes

    Este tipo de ativo costuma ser classificado como um bem de alta liquidez, ou seja, possuem uma alta taxa de conversão em dinheiro. Isto significa que eles podem ser convertidos em menos de um ano. Podemos citar como exemplo bens imobiliários destinados à venda, investimentos a curto prazo, matérias-primas, reservas financeiras, etc.

    Ativos não circulantes

    A principal característica dos ativos não circulantes é o grande prazo — aproximadamente um ano — para a conversão em bens financeiros. Isso significa que eles possuem menor liquidez e costumam permanecer em posse das empresas durante um longo tempo. Alguns exemplos são imóveis com fins de uso para as organizações, máquinas operacionais, veículos, móveis, direitos autorais, softwares, etc.

    Estratégias para a gestão dos ativos

    Adotar o processo de gestão de ativos na sua empresa trará grandes benefícios, mas exigirá um planejamento bem definido para garantir eficácia. Algumas dicas indicadas para garantir o funcionamento do procedimento são:

    Monitoramento constante

    Para que a gestão dos ativos seja bem sucedida, sua empresa deve supervisionar constantemente a situação dos ativos, identificando os momentos em que uma manutenção ou venda se faz necessária. Dessa maneira, você evitará perdas financeiras e desvalorização dos bens da sua organização.

    Seguro de ativos

    Para cobrir riscos de perdas e danos inesperados aos seus bens, considere que seus ativos estejam devidamente segurados.

    Busque colaboradores qualificados

    A contratação de profissionais que possuam prática e conhecimentos teóricos em gestão de ativos é indispensável para que o processo de implementação seja bem-sucedido.

    Para conhecer maneiras de facilitar o processo de contratação de colaboradores qualificados, acesse nosso site e conheça nossa solução de Background Check.

    Dificuldades na implementação deste processo

    Antes de iniciar a gestão dos seus ativos, é importante compreender as dificuldades que sua empresa pode encontrar neste processo. Isso possibilitará que sua organização se planeje, evitando surpresas desagradáveis. Algumas das dificuldades que você pode encontrar são:

    Panorama limitado

    A dificuldade de mapear e atualizar todos os seus ativos pode causar problemas no gerenciamento dos seus bens. Procure manter as suas informações concentradas em apenas um software ou planilha, por exemplo, e separe-as em subcategorias que facilitem o acesso.

    Monitoramento e manutenção

    Manter a constância das supervisões e a manutenção constante dos seus ativos pode ser um processo complexo e caro. Certifique-se de possuir uma estrutura adequada para dar conta de realizar estes procedimentos.

    Garantia de capacitação da equipe

    Para evitar que seu time não tenha preparo para lidar com a gestão dos ativos, busque maneiras de treinar seus colaboradores para manter o processo em pleno funcionamento.

    Quer saber mais sobre maneiras de gerir os riscos da sua empresa? Conheça nossas soluções!