Category: KYP

  • Como calcular e reduzir o custo de uma contratação

    Como calcular e reduzir o custo de uma contratação

    Contratar um novo colaborador parece simples, mas você já calculou o impacto real do custo de uma contratação no orçamento da empresa? 

    O custo de contratação inclui despesas como anúncios de vagas, horas dedicadas pelo RH e gestores no processo seletivo, testes e dinâmicas, além de possíveis honorários de consultorias de recrutamento. Esses gastos, somados aos custos de integração e treinamento, tornam a contratação um investimento considerável para qualquer empresa.

    Cada etapa, desde a divulgação da vaga até a integração do profissional, representa um investimento significativo. Além disso, uma contratação errada pode custar até 15 vezes o salário do colaborador!

    Quantas contratações equivocadas sua empresa já fez? E quanto isso já custou em:

    • Repetição de processos seletivos?
    • Turnover nas alturas?
    • Treinamentos desperdiçados?
    • Produtividade em queda?
    • Rescisões inesperadas?

    Agora, pare e reflita: quanto dessas perdas poderiam ser evitadas se você tivesse informações mais precisas antes de contratar?

    Aqui entra o KYE (Know Your Employee), um método essencial para avaliar o histórico, as competências e a idoneidade dos candidatos, reduzindo contratações erradas. 

    E se sua empresa trabalha com fornecedores terceirizados ou consultorias de recrutamento, o KYP (Know Your Partner) também é fundamental para garantir parcerias confiáveis e alinhadas às suas políticas.

    Leia também: Due Diligence: Entenda o que é e como implementar

    O custo de contratação pode ser um grande vilão ou um investimento inteligente. A diferença está na forma como você conduz esse processo. 

    Este artigo funciona como um guia prático para calcular e reduzir o custo de uma contratação

    Se você quer recrutar melhor e gastar menos, continue lendo.

    Por que calcular o custo do funcionário é essencial?

    Quando você entende os custos reais de um funcionário, ganha clareza para tomar decisões mais inteligentes e eficientes. Esse cálculo é a base para otimizar o orçamento do RH, evitar desperdícios e direcionar recursos para onde realmente importa.

    Mulher calculando custos de um funcionário.
    Como calcular e reduzir custos de uma contratação.

    Um dos principais benefícios de calcular o custo do funcionário é a evidenciação de que uma contratação certa é valiosa porque gera impactos positivos em toda a organização. Um profissional bem escolhido não apenas entrega resultados, mas também contribui para o clima organizacional, reduz conflitos e inspira outros colaboradores. 

    Ao investir em uma avaliação de candidatos mais precisa, utilizando o KYE (Know Your Employee), você aumenta as chances de acertar na escolha, retendo talentos que se alinham à cultura e aos objetivos da empresa.

    Em conjunto com isso, a capacidade de reduzir o turnover é evidenciada. 

    Turnover é uma métrica utilizada para medir a taxa de entrada e saída de colaboradores em uma empresa em um determinado período. Ele é calculado com base no número de demissões e contratações, refletindo a estabilidade ou a fluidez da equipe.

    Outro benefício é a melhoria no planejamento estratégico. Saber exatamente quanto um colaborador custa permite que a empresa avalie se tem condições de expandir seu quadro de forma sustentável. 

    Além do mais, facilita a definição de um orçamento realista para benefícios e treinamentos, garantindo que esses investimentos resultem em equipes mais engajadas e produtivas.

    Calcular o custo do funcionário é uma ferramenta essencial para transformar o RH em um setor estratégico, capaz de gerar economia, eficiência e valor para a empresa.

    Elementos do Cálculo do Custo do Funcionário

    Para entender o custo de contratação de um funcionário, é essencial detalhar todos os elementos que compõem esse valor. Cada um desses componentes impacta diretamente o orçamento do RH e a saúde financeira da empresa. 

    Vamos explorar cada item de forma específica:

    1. Salário Bruto:

    É o valor base pago ao colaborador, incluindo:  

    • Salário mensal;  
    • Horas extras;  
    • Bônus ou comissões (se aplicável).  

    Esse é o ponto de partida para calcular os demais custos.

    2. Encargos Sociais e Impostos:

    Esses custos são obrigatórios e podem representar até 40% do salário bruto. Incluem:  

    • INSS: Contribuição previdenciária (20% a 22,5% sobre a folha de pagamento);  
    • FGTS: 8% do salário mensal, depositado em uma conta vinculada ao funcionário;  
    • 13º Salário: Equivalente a um salário adicional por ano;  
    • Férias + 1/3 de férias: Valor correspondente a um mês de salário mais um terço desse valor;  
    • Multas rescisórias: Em caso de demissão sem justa causa, a empresa pode pagar até 40% do FGTS acumulado.  

    3. Benefícios:  

    Os benefícios são parte fundamental do pacote oferecido ao colaborador e variam conforme a política da empresa. Entre os mais comuns estão:  

    • Plano de saúde: Custo mensal por colaborador;  
    • Vale-alimentação ou refeição: Valor diário ou mensal;  
    • Vale-transporte: Custeio de até 6% do salário bruto;  
    • Seguro de vida: Prêmio anual ou mensal;  
    • Auxílio-creche: Para funcionários com filhos;  
    • Gympass ou academias: Benefícios de bem-estar;  
    • Outros benefícios: Como previdência privada, auxílio-educação, entre outros.  

    4. Custos com Treinamento e Desenvolvimento:  

    Investir em treinamento corporativo é essencial para o crescimento da equipe, mas também representa um custo significativo. Inclui:  

    • Cursos e capacitações;  
    • Programas de desenvolvimento de liderança;  
    • Certificações profissionais;  
    • Treinamentos técnicos ou de soft skills;  
    • Custos com materiais e instrutores.  

    5. Custos com Processo de Contratação: 

    Antes mesmo de o colaborador começar, a empresa tem alguns gastos com:  

    • Divulgação da vaga (anúncios em plataformas de recrutamento);  
    • Horas dedicadas pelo RH e gestores no processo seletivo;  
    • Testes, dinâmicas e entrevistas;  
    • Honorários de consultorias de recrutamento (se aplicável).  

    6. Custos Indiretos:  

    Esses são os gastos que muitas vezes passam despercebidos, mas somam ao custo total. Alguns dos mais conhecidos são:

    • Equipamentos: Computador, telefone, ferramentas de trabalho;  
    • Infraestrutura: Espaço físico, energia, internet, água;  
    • Uniforme ou EPIs: Quando necessário;  
    • Softwares e licenças: Ferramentas utilizadas no dia a dia;  
    • Custos administrativos: Despesas com folha de pagamento, gestão de benefícios, etc.  

    7. Custos com Turnover:

    Uma contratação errada pode gerar custos adicionais, como:  

    • Repetição do processo seletivo;  
    • Treinamentos desperdiçados;  
    • Perda de produtividade durante a transição;  
    • Custos com rescisão e novas contratações.  

    Por que Tudo Isso Importa?  

    Dominar esses elementos permite que o RH faça um cálculo preciso do custo de contratação, evitando surpresas no orçamento.

    O KYE (Know Your Employee) e o KYP (Know Your Partner) ajudam a avaliar candidatos e fornecedores de forma mais assertiva, reduzindo o risco de contratações erradas e otimizando os investimentos.  

    Ao entender e controlar esses elementos, você transforma o custo do funcionário em um investimento estratégico, garantindo mais eficiência e resultados para sua empresa.

    Como Calcular o Custo do Funcionário?

    Calcular o custo de um funcionário é essencial para uma gestão financeira eficiente. Veja um passo a passo detalhado para chegar ao valor total, incluindo benefícios, impostos e outros custos:

    1. Calcule o Salário Bruto:

    Some o salário mensal, horas extras e bônus (se aplicável).  

    Exemplo: Salário de R$5.000 + R$500 (horas extras) = R$5.500.

    2. Adicione os Encargos Sociais e Impostos: 

    Exemplo: 

    • INSS: 20% a 22,5% sobre a folha de pagamento (R$ 5.500 x 20% = R$ 1.100);  
    • FGTS: 8% do salário bruto (R$ 5.500 x 8% = R$ 440);  
    • 13º Salário: 1/12 do salário bruto por mês (R$ 5.500 ÷ 12 = R$ 458);  
    • Férias + 1/3 de férias: 1/12 do salário bruto + 1/3 desse valor (R$458 + R$153 = R$611).  

    Total de encargos: R$1.100 + R$440 + R$458 + R$611 = R$2.609.

    3. Inclua os Benefícios:  

    Some os valores mensais dos benefícios oferecidos.  

    Exemplo:  

    • Plano de saúde: R$300;  
    • Vale-alimentação: R$600;  
    • Vale-transporte: R$200.  

    Total de benefícios: R$1.100.

    4. Adicione Custos com Treinamento e Desenvolvimento:  

    Calcule o valor mensal investido em treinamento corporativo.  

    Exemplo: R$200 por mês.

    5. Some Custos Indiretos:   

    Inclua despesas como equipamentos, infraestrutura e softwares.  

    Exemplo: R$300 por mês.

    6. Calcule o Custo Total Mensal: 

    Some todos os valores:  

    • Salário bruto: R$ 5.500;  
    • Encargos: R$2.609;  
    • Benefícios: R$1.100;  
    • Treinamento: R$200;  
    • Custos indiretos: R$300.  

    Custo total: R$5.500 + R$2.609 + R$1.100 + R$200 + R$300 = R$9.709 por mês.

    Como reduzir esse custo?

    Reduzir o custo do funcionário desde a contratação é essencial para otimizar o orçamento do RH e garantir a sustentabilidade financeira da empresa. 

    Uma das formas mais eficientes de alcançar isso é por meio de uma avaliação de candidatos mais assertiva.

    Veja estratégias práticas para diminuir esses gastos:

    1. Invista em um Bom Processo de Seleção: 

    Um processo seletivo bem estruturado evita contratações equivocadas, que podem custar até 15 vezes o salário do funcionário. Utilize ferramentas como:  

    • Background Check: Verificação de antecedentes e histórico profissional;  
    • Testes de habilidades: Avaliações técnicas e comportamentais;  
    • Entrevistas estruturadas: Perguntas alinhadas ao perfil da vaga.  

    Essas práticas aumentam as chances de acertar na escolha, reduzindo custos com turnover e retrabalho.

    2. Use Tecnologia para Otimizar o Recrutamento:   

    Ferramentas como plataformas de recrutamento digital e People Analytics ajudam a prever se um candidato se encaixa no perfil desejado.

    3. Reduza o Turnover com Retenção de Talentos:

    Manter os colaboradores engajados é mais barato do que contratar novos. Para isso:  

    • Ofereça um ambiente de trabalho positivo;  
    • Crie planos de carreira claros;  
    • Invista em treinamento corporativo e desenvolvimento contínuo.  

    Essas ações aumentam a satisfação dos funcionários, reduzindo a rotatividade e os custos associados.

    4. Considere a Terceirização de Funções:  

    Para funções específicas ou projetos temporários, a terceirização pode ser mais vantajosa do que uma contratação fixa. Isso reduz custos com encargos trabalhistas, benefícios e treinamentos.

    Ao adotar essas estratégias, você não apenas reduz o custo de contratação, mas também transforma o processo em um investimento inteligente.

    Reduzir custos não significa cortar qualidade: significa contratar de forma mais eficiente e estratégica.

    A Importância de Avaliar Candidatos para Reduzir Custos: 

    Contratar um novo funcionário envolve diversos custos, mas é possível reduzi-los com estratégias inteligentes de seleção e retenção.

    Investir em uma avaliação de candidatos eficiente, utilizando ferramentas como: KYE (Know Your Employee) e KYP (Know Your Partner), ajuda a evitar turnover e garante contratações mais assertivas e práticas como Background Check e People Analytics minimizam riscos e otimizam o processo de recrutamento.  

    Essas abordagens não só reduzem o custo de contratação, mas também fortalecem a retenção de talentos e o planejamento de benefícios, tornando o RH um setor estratégico para o crescimento da empresa.  

    Quer otimizar os custos da sua equipe e melhorar o planejamento financeiro da sua empresa?

    Fale com nossos especialistas em gestão de riscos e descubra como podemos ajudar a transformar sua abordagem no RH!  

  • Auditoria interna: Entenda como implementar esse processo

    Auditoria interna: Entenda como implementar esse processo

    A auditoria interna é uma ferramenta essencial para garantir que uma empresa esteja operando de maneira eficiente, ética e em conformidade com as regulamentações. 

    Por isso, é preciso entender como funciona esse processo, seus benefícios e como implementá-la de forma eficiente na sua organização.

    Continue a leitura e veja como garantir que você tenha todas as informações necessárias para entender e aplicar essa prática.

    Entenda o que é uma Auditoria Interna 

    A auditoria interna é um processo independente, objetivo e sistemático de avaliação e consultoria, projetado para  melhorar as operações de uma organização. 

    Sob essa visão, é possível dizer que a principal função da auditoria interna é ajudar a organização a alcançar seus objetivos, por meio de uma abordagem estruturada para avaliar e melhorar a eficiência dos processos de gestão de riscos, controle e governança.

    Ou seja, um processo fundamental para assegurar que uma empresa esteja operando de maneira eficiente, ética e em conformidade com as regulamentações. 

    Auditoria Interna

    Os principais objetivos da Auditoria Interna

    Os principais objetivos da auditoria interna incluem:

    • Avaliar a eficácia dos controles internos: Isto é, garantir que os processos e procedimentos internos sejam seguidos corretamente.
    • Identificar riscos: Detectar potenciais ameaças as operações da empresa, isto é, entender e avaliar os riscos por meio do processo de KYP.
    • Garantir conformidade: Verificar se a empresa está em conformidade com as leis e regulamentações aplicáveis.
    • Melhorar processos: Ao receber os resultados, é importante implementar melhorias para aumentar a eficiência operacional.

    Leia também: Riscos Regulatórios: Entenda o que são e como evitá-los

    Qual a importância da Auditoria Interna?

    A auditoria interna é importante, pois é a responsável por apresentar e oferecer os instrumentos e recursos necessários para que sua empresa identifique e corrija problemas antes que se tornem críticos.

    Isto é, ela ajuda sua organização a cumprir com as regulamentações e normas e, também, contribui significativamente para a melhoria contínua dos processos internos. 

    Auditoria Interna e Compliance

    A auditoria interna desempenha um papel muito importante na manutenção da conformidade com as leis e regulamentações.

    Ela ajuda a identificar áreas de não conformidade e a implementar medidas corretivas, protegendo a empresa de penalidades legais e danos à reputação.

    Outro ponto, é que ela ajuda o Compliance a olhar para demais riscos, além da conformidade. Isto é, riscos associados a pessoas, empresas e ativos.

    Veja os tipos de Auditoria Interna

    Existem vários tipos de auditoria interna, cada um focado em diferentes aspectos da operação da empresa:

    • Auditoria financeira: Avalia a precisão e integridade das demonstrações financeiras.
    • Auditoria operacional: Examina a eficácia e eficiência dos processos operacionais.
    • Auditoria de conformidade: Verifica a aderência às leis, regulamentos e políticas internas.
    • Auditoria de TI: Avalia a segurança e eficácia dos sistemas de tecnologia da informação.

    Como realizar uma Auditoria Interna? 

    Para elaborar uma auditoria interna é preciso seguir algumas etapas que são bem definidas para avaliar e melhorar os processos internos. Confira as principais! 

    01. Planejamento da auditoria

    No planejamento, os auditores internos definem a estrutura da auditoria, identificam os processos a serem revisados e estabelecem um cronograma. Eles também se reúnem com os responsáveis da área para entender melhor os riscos e controles específicos.

    02. Execução da auditoria

    Durante a execução, os auditores coletam e analisam dados, realizam entrevistas e observam os processos em ação. Eles testam os controles internos para verificar sua eficácia e documentam suas descobertas.

    03. Relatório de auditoria

    Por fim, após a execução, os auditores elaboram um relatório detalhado. Este relatório inclui: os problemas identificados durante a auditoria, consequências em potencial e ainda realizam recomendações e indicam pontos de melhoria para serem trabalhados.

    04. Monitoramento contínuo

    Além dessas etapas, é preciso realizar um acompanhamento constante. Nele, os auditores devem verificar se as recomendações foram implementadas e se os problemas identificados foram resolvidos, garantindo que a auditoria tenha um impacto duradouro.

    Vantagens de realizar Auditorias Internas

    Os benefícios de uma auditoria interna bem conduzida são muitos:

    • Melhoria da governança corporativa: Fortalece a supervisão e a responsabilidade.
    • Identificação e mitigação de riscos: Ajuda a evitar perdas e danos.
    • Eficiência operacional: Identifica oportunidades para melhorar a eficiência e reduzir custos.
    • Conformidade: Garante que a empresa esteja cumprindo todas as leis e regulamentos aplicáveis.

    Ou seja, a auditoria interna é uma ferramenta indispensável para qualquer organização que deseja operar de maneira eficiente, ética e em conformidade. Implementá-la de forma eficaz pode parecer desafiador, mas os benefícios superam em muito os esforços.

    Com um processo bem estruturado e o uso de tecnologias modernas, a auditoria interna pode transformar a maneira como uma empresa gerencia seus riscos e oportunidades.

    Quer saber mais sobre? Visite nosso site e fique por dentro!

  • People Analytics: Entenda o que é e como  reduzir custos com ele

    People Analytics: Entenda o que é e como reduzir custos com ele

    People Analytics é uma abordagem baseada em dados para a gestão de pessoas e equipes dentro das organizações.

    Se você acredita que avanços como inteligência artificial e soluções tecnológicas se limitam apenas ao setor de tecnologia, é hora de repensar.

    No RH, a tecnologia chegou para revolucionar. Um exemplo disso é o People Analytics, um processo inovador que está transformando a forma como as empresas gerenciam seus colaboradores.

    Mas, afinal, o que é People Analytics e como ele pode beneficiar sua organização? Descubra tudo isso na leitura a seguir!

    Entenda o People Analytics

    People Analytics é um processo que consiste em utilizar dados dos colaboradores de uma organização para tomar decisões mais informadas e estratégicas.

    Mas o que isso significa na prática?

    Imagine o seguinte cenário: sua empresa de biscoitos está enfrentando um alto índice de rotatividade entre os profissionais da área de criação.

    Com o People Analytics, o RH pode, por exemplo, conduzir pesquisas de clima organizacional automatizadas e direcionadas para essa equipe. A partir dos dados coletados, é possível identificar as causas da insatisfação e implementar soluções eficazes para reter esses talentos.

    De forma ágil e proativa, você resolve desafios complexos, melhora resultados e eleva a eficiência da gestão de pessoas.

    People Analytics aplicado

    E como isso pode me ajudar?

    Ao utilizar dados para avaliar e tomar decisões sobre a gestão de pessoas em sua equipe, é possível aprimorar diversos processos organizacionais, tornando-os mais eficientes e estratégicos.

    Um exemplo claro disso está na tomada de decisões. Se anteriormente essas decisões eram baseadas em palpites, intuições ou hipóteses, a análise de dados proporciona uma base fundamentada em números reais e métricas específicas.

    Outro benefício direto é a melhora no desempenho do time. Como visto no exemplo da empresa de biscoitos, a identificação de padrões e de áreas que necessitam de ajustes possibilita a resolução de entraves e a formulação de planos de desenvolvimento mais eficazes.

    Esses planos não apenas aumentam a produtividade, mas também promovem o engajamento e a motivação dos colaboradores, criando um ambiente de trabalho mais harmonioso e colaborativo.

    Além disso, o uso estratégico de dados é fundamental para a retenção de talentos e a redução de índices elevados de turnover.

    Ao compreender as necessidades, os desafios e as aspirações dos colaboradores por meio de análises detalhadas, é possível implementar ações personalizadas que aumentam a satisfação no trabalho e fortalecem a relação entre os profissionais e a empresa.

    Confira também: Know Your Employee (KYE): qual a importância para o seu negócio

    Como implementar o People Analytics em minha empresa?

    People analytics funciona por meio da coleta de dados de várias fontes, como sistemas de RH, pesquisas de engajamento, avaliações de desempenho e até mesmo mídias sociais internas.

    Nesse sentido, para implementar o People Analytics em sua empresa, é essencial integrar dados à rotina diária e adotar ferramentas especializadas de análise.

    01. Defina os objetivos estratégicos: Identifique as principais perguntas ou desafios da sua organização em relação à gestão de pessoas. Por exemplo, você busca reduzir o turnover, aumentar o engajamento ou melhorar a performance do time?

    02. Escolha as fontes de dados: Determine quais informações são relevantes para responder a essas questões. Essas fontes podem incluir registros de sistemas de gestão de RH, feedbacks de colaboradores, dados de recrutamento e até métricas de produtividade.

    03. Adote ferramentas adequadas: Invista em tecnologias específicas para lidar com esses dados.

    People Analytics e mitigação de riscos

    Com dados em mãos, o People Analytics torna-se uma ferramenta poderosa para o RH na redução de diversos riscos organizacionais, como turnover elevado, conflitos internos e baixa produtividade.

    No entanto, como lidar com riscos associados a novas contratações?

    Nesse contexto, o People Analytics pode ser complementado por soluções como plataformas de background check. Essas ferramentas ajudam a garantir que as decisões de contratação sejam mais informadas e seguras.

    Por exemplo, com a nossa plataforma, você pode, a partir do nome ou CPF do candidato, acessar um histórico detalhado de informações relevantes, incluindo:

    • Antecedentes criminais;
    • Processos judiciais;
    • Análise de crédito;
    • Referências profissionais;
    • Licenças e certificações.

    A integração dessas soluções ao processo de análise de dados no RH não apenas reduz riscos, mas também fortalece a confiabilidade e a transparência nas decisões de contratação, contribuindo para uma equipe mais alinhada e eficiente.

    Quer conhecer mais? Visite nosso site e fique por dentro!

  • Parametrização de riscos: Por que classificar ocorrências em seu KYP

    Parametrização de riscos: Por que classificar ocorrências em seu KYP

    Já percebeu como um semáforo funciona? Quando ele está verde, você pode seguir e quando está vermelho, você precisa parar por alguns instantes e, além disso, quando está amarelo talvez você possa seguir mas com cuidado.

    Assim como no trânsito, a parametrização dos riscos permite que sua empresa identifique, avalie e classifique os riscos de maneira eficaz, garantindo uma gestão mais segura e eficiente.

    Continue a leitura e descubra como classificar riscos relacionados a colaboradores, fornecedores, parceiros e clientes, assegurando a integridade e o sucesso do seu negócio.

    Entenda a parametrização dos riscos

    A parametrização de riscos é uma etapa fundamental na gestão de riscos corporativos, permitindo que as organizações identifiquem, avaliem e classifiquem ameaças potenciais de maneira estruturada.

    Nesse sentido, podemos dizer que ela envolve a definição de critérios e parâmetros específicos para avaliar e categorizar os riscos que sua empresa pode enfrentar.

    É aí que entra a parametrização, que permite tomar decisões informadas, alinhadas aos critérios de risco estabelecidos pela organização.

    Parametrização de riscos

    Mas como implementar esses parâmetros?

    Veja o passo a passo para criar uma classificação eficiente.

    • Identificação dos riscos: Mapeie todas as possíveis ameaças que podem afetar a organização, considerando fatores internos e externos.
    • Definição de parâmetros: Estabeleça critérios claros para avaliar a probabilidade e o impacto de cada risco identificado.
    • Avaliação dos riscos: Aplique os parâmetros definidos para classificar os riscos, determinando quais requerem atenção prioritária.
    • Desenvolvimento de planos de mitigação: Crie estratégias para reduzir ou eliminar os riscos mais significativos, implementando controles adequados.
    • Monitoramento e revisão: Estabeleça um processo contínuo de monitoramento dos riscos e revise os parâmetros periodicamente para refletir mudanças no ambiente de negócios.

    Veja também: Avaliação de fornecedores: 5 critérios para analisar

    Qual a importância dessa classificação?

    Implementar uma parametrização de riscos eficaz oferece diversos benefícios para as organizações.

    Primeiramente, ela proporciona uma base sólida para a tomada de decisões informadas, garantindo que os riscos sejam considerados de forma consistente nas estratégias empresariais.

    Além disso, permite a alocação eficiente de recursos, direcionando-os para áreas com maior exposição ao risco e otimizando investimentos em controles e medidas de mitigação.

    Por fim, auxilia no cumprimento de requisitos legais e normativos, demonstrando uma abordagem proativa na gestão de riscos e assegurando a conformidade regulatória da empresa.

    Tecnologias que podem te ajudar nesse processo

    Para auxiliar nesse processo, existem diversas soluções especializadas que oferecem ferramentas e metodologias eficazes.

    Uma dessas soluções é uma plataforma de background check.

    A da BGC Brasil, por exemplo, realiza verificações abrangentes de antecedentes de pessoas e empresas, fornecendo informações detalhadas que permitem uma avaliação precisa dos riscos associados a colaboradores, fornecedores, parceiros e clientes.

    A solução automatizadas agilizam o processo de background check e classifica de modo automatizado as ocorrências encontradas, de acordo com sua regra de negócio, garantindo rapidez e precisão nas análises.

    Quer testar a plataforma? Fale com nosso time!