Category: KYC

  • Como calcular e reduzir o custo de uma contratação

    Como calcular e reduzir o custo de uma contratação

    Contratar um novo colaborador parece simples, mas você já calculou o impacto real do custo de uma contratação no orçamento da empresa? 

    O custo de contratação inclui despesas como anúncios de vagas, horas dedicadas pelo RH e gestores no processo seletivo, testes e dinâmicas, além de possíveis honorários de consultorias de recrutamento. Esses gastos, somados aos custos de integração e treinamento, tornam a contratação um investimento considerável para qualquer empresa.

    Cada etapa, desde a divulgação da vaga até a integração do profissional, representa um investimento significativo. Além disso, uma contratação errada pode custar até 15 vezes o salário do colaborador!

    Quantas contratações equivocadas sua empresa já fez? E quanto isso já custou em:

    • Repetição de processos seletivos?
    • Turnover nas alturas?
    • Treinamentos desperdiçados?
    • Produtividade em queda?
    • Rescisões inesperadas?

    Agora, pare e reflita: quanto dessas perdas poderiam ser evitadas se você tivesse informações mais precisas antes de contratar?

    Aqui entra o KYE (Know Your Employee), um método essencial para avaliar o histórico, as competências e a idoneidade dos candidatos, reduzindo contratações erradas. 

    E se sua empresa trabalha com fornecedores terceirizados ou consultorias de recrutamento, o KYP (Know Your Partner) também é fundamental para garantir parcerias confiáveis e alinhadas às suas políticas.

    Leia também: Due Diligence: Entenda o que é e como implementar

    O custo de contratação pode ser um grande vilão ou um investimento inteligente. A diferença está na forma como você conduz esse processo. 

    Este artigo funciona como um guia prático para calcular e reduzir o custo de uma contratação

    Se você quer recrutar melhor e gastar menos, continue lendo.

    Por que calcular o custo do funcionário é essencial?

    Quando você entende os custos reais de um funcionário, ganha clareza para tomar decisões mais inteligentes e eficientes. Esse cálculo é a base para otimizar o orçamento do RH, evitar desperdícios e direcionar recursos para onde realmente importa.

    Mulher calculando custos de um funcionário.
    Como calcular e reduzir custos de uma contratação.

    Um dos principais benefícios de calcular o custo do funcionário é a evidenciação de que uma contratação certa é valiosa porque gera impactos positivos em toda a organização. Um profissional bem escolhido não apenas entrega resultados, mas também contribui para o clima organizacional, reduz conflitos e inspira outros colaboradores. 

    Ao investir em uma avaliação de candidatos mais precisa, utilizando o KYE (Know Your Employee), você aumenta as chances de acertar na escolha, retendo talentos que se alinham à cultura e aos objetivos da empresa.

    Em conjunto com isso, a capacidade de reduzir o turnover é evidenciada. 

    Turnover é uma métrica utilizada para medir a taxa de entrada e saída de colaboradores em uma empresa em um determinado período. Ele é calculado com base no número de demissões e contratações, refletindo a estabilidade ou a fluidez da equipe.

    Outro benefício é a melhoria no planejamento estratégico. Saber exatamente quanto um colaborador custa permite que a empresa avalie se tem condições de expandir seu quadro de forma sustentável. 

    Além do mais, facilita a definição de um orçamento realista para benefícios e treinamentos, garantindo que esses investimentos resultem em equipes mais engajadas e produtivas.

    Calcular o custo do funcionário é uma ferramenta essencial para transformar o RH em um setor estratégico, capaz de gerar economia, eficiência e valor para a empresa.

    Elementos do Cálculo do Custo do Funcionário

    Para entender o custo de contratação de um funcionário, é essencial detalhar todos os elementos que compõem esse valor. Cada um desses componentes impacta diretamente o orçamento do RH e a saúde financeira da empresa. 

    Vamos explorar cada item de forma específica:

    1. Salário Bruto:

    É o valor base pago ao colaborador, incluindo:  

    • Salário mensal;  
    • Horas extras;  
    • Bônus ou comissões (se aplicável).  

    Esse é o ponto de partida para calcular os demais custos.

    2. Encargos Sociais e Impostos:

    Esses custos são obrigatórios e podem representar até 40% do salário bruto. Incluem:  

    • INSS: Contribuição previdenciária (20% a 22,5% sobre a folha de pagamento);  
    • FGTS: 8% do salário mensal, depositado em uma conta vinculada ao funcionário;  
    • 13º Salário: Equivalente a um salário adicional por ano;  
    • Férias + 1/3 de férias: Valor correspondente a um mês de salário mais um terço desse valor;  
    • Multas rescisórias: Em caso de demissão sem justa causa, a empresa pode pagar até 40% do FGTS acumulado.  

    3. Benefícios:  

    Os benefícios são parte fundamental do pacote oferecido ao colaborador e variam conforme a política da empresa. Entre os mais comuns estão:  

    • Plano de saúde: Custo mensal por colaborador;  
    • Vale-alimentação ou refeição: Valor diário ou mensal;  
    • Vale-transporte: Custeio de até 6% do salário bruto;  
    • Seguro de vida: Prêmio anual ou mensal;  
    • Auxílio-creche: Para funcionários com filhos;  
    • Gympass ou academias: Benefícios de bem-estar;  
    • Outros benefícios: Como previdência privada, auxílio-educação, entre outros.  

    4. Custos com Treinamento e Desenvolvimento:  

    Investir em treinamento corporativo é essencial para o crescimento da equipe, mas também representa um custo significativo. Inclui:  

    • Cursos e capacitações;  
    • Programas de desenvolvimento de liderança;  
    • Certificações profissionais;  
    • Treinamentos técnicos ou de soft skills;  
    • Custos com materiais e instrutores.  

    5. Custos com Processo de Contratação: 

    Antes mesmo de o colaborador começar, a empresa tem alguns gastos com:  

    • Divulgação da vaga (anúncios em plataformas de recrutamento);  
    • Horas dedicadas pelo RH e gestores no processo seletivo;  
    • Testes, dinâmicas e entrevistas;  
    • Honorários de consultorias de recrutamento (se aplicável).  

    6. Custos Indiretos:  

    Esses são os gastos que muitas vezes passam despercebidos, mas somam ao custo total. Alguns dos mais conhecidos são:

    • Equipamentos: Computador, telefone, ferramentas de trabalho;  
    • Infraestrutura: Espaço físico, energia, internet, água;  
    • Uniforme ou EPIs: Quando necessário;  
    • Softwares e licenças: Ferramentas utilizadas no dia a dia;  
    • Custos administrativos: Despesas com folha de pagamento, gestão de benefícios, etc.  

    7. Custos com Turnover:

    Uma contratação errada pode gerar custos adicionais, como:  

    • Repetição do processo seletivo;  
    • Treinamentos desperdiçados;  
    • Perda de produtividade durante a transição;  
    • Custos com rescisão e novas contratações.  

    Por que Tudo Isso Importa?  

    Dominar esses elementos permite que o RH faça um cálculo preciso do custo de contratação, evitando surpresas no orçamento.

    O KYE (Know Your Employee) e o KYP (Know Your Partner) ajudam a avaliar candidatos e fornecedores de forma mais assertiva, reduzindo o risco de contratações erradas e otimizando os investimentos.  

    Ao entender e controlar esses elementos, você transforma o custo do funcionário em um investimento estratégico, garantindo mais eficiência e resultados para sua empresa.

    Como Calcular o Custo do Funcionário?

    Calcular o custo de um funcionário é essencial para uma gestão financeira eficiente. Veja um passo a passo detalhado para chegar ao valor total, incluindo benefícios, impostos e outros custos:

    1. Calcule o Salário Bruto:

    Some o salário mensal, horas extras e bônus (se aplicável).  

    Exemplo: Salário de R$5.000 + R$500 (horas extras) = R$5.500.

    2. Adicione os Encargos Sociais e Impostos: 

    Exemplo: 

    • INSS: 20% a 22,5% sobre a folha de pagamento (R$ 5.500 x 20% = R$ 1.100);  
    • FGTS: 8% do salário bruto (R$ 5.500 x 8% = R$ 440);  
    • 13º Salário: 1/12 do salário bruto por mês (R$ 5.500 ÷ 12 = R$ 458);  
    • Férias + 1/3 de férias: 1/12 do salário bruto + 1/3 desse valor (R$458 + R$153 = R$611).  

    Total de encargos: R$1.100 + R$440 + R$458 + R$611 = R$2.609.

    3. Inclua os Benefícios:  

    Some os valores mensais dos benefícios oferecidos.  

    Exemplo:  

    • Plano de saúde: R$300;  
    • Vale-alimentação: R$600;  
    • Vale-transporte: R$200.  

    Total de benefícios: R$1.100.

    4. Adicione Custos com Treinamento e Desenvolvimento:  

    Calcule o valor mensal investido em treinamento corporativo.  

    Exemplo: R$200 por mês.

    5. Some Custos Indiretos:   

    Inclua despesas como equipamentos, infraestrutura e softwares.  

    Exemplo: R$300 por mês.

    6. Calcule o Custo Total Mensal: 

    Some todos os valores:  

    • Salário bruto: R$ 5.500;  
    • Encargos: R$2.609;  
    • Benefícios: R$1.100;  
    • Treinamento: R$200;  
    • Custos indiretos: R$300.  

    Custo total: R$5.500 + R$2.609 + R$1.100 + R$200 + R$300 = R$9.709 por mês.

    Como reduzir esse custo?

    Reduzir o custo do funcionário desde a contratação é essencial para otimizar o orçamento do RH e garantir a sustentabilidade financeira da empresa. 

    Uma das formas mais eficientes de alcançar isso é por meio de uma avaliação de candidatos mais assertiva.

    Veja estratégias práticas para diminuir esses gastos:

    1. Invista em um Bom Processo de Seleção: 

    Um processo seletivo bem estruturado evita contratações equivocadas, que podem custar até 15 vezes o salário do funcionário. Utilize ferramentas como:  

    • Background Check: Verificação de antecedentes e histórico profissional;  
    • Testes de habilidades: Avaliações técnicas e comportamentais;  
    • Entrevistas estruturadas: Perguntas alinhadas ao perfil da vaga.  

    Essas práticas aumentam as chances de acertar na escolha, reduzindo custos com turnover e retrabalho.

    2. Use Tecnologia para Otimizar o Recrutamento:   

    Ferramentas como plataformas de recrutamento digital e People Analytics ajudam a prever se um candidato se encaixa no perfil desejado.

    3. Reduza o Turnover com Retenção de Talentos:

    Manter os colaboradores engajados é mais barato do que contratar novos. Para isso:  

    • Ofereça um ambiente de trabalho positivo;  
    • Crie planos de carreira claros;  
    • Invista em treinamento corporativo e desenvolvimento contínuo.  

    Essas ações aumentam a satisfação dos funcionários, reduzindo a rotatividade e os custos associados.

    4. Considere a Terceirização de Funções:  

    Para funções específicas ou projetos temporários, a terceirização pode ser mais vantajosa do que uma contratação fixa. Isso reduz custos com encargos trabalhistas, benefícios e treinamentos.

    Ao adotar essas estratégias, você não apenas reduz o custo de contratação, mas também transforma o processo em um investimento inteligente.

    Reduzir custos não significa cortar qualidade: significa contratar de forma mais eficiente e estratégica.

    A Importância de Avaliar Candidatos para Reduzir Custos: 

    Contratar um novo funcionário envolve diversos custos, mas é possível reduzi-los com estratégias inteligentes de seleção e retenção.

    Investir em uma avaliação de candidatos eficiente, utilizando ferramentas como: KYE (Know Your Employee) e KYP (Know Your Partner), ajuda a evitar turnover e garante contratações mais assertivas e práticas como Background Check e People Analytics minimizam riscos e otimizam o processo de recrutamento.  

    Essas abordagens não só reduzem o custo de contratação, mas também fortalecem a retenção de talentos e o planejamento de benefícios, tornando o RH um setor estratégico para o crescimento da empresa.  

    Quer otimizar os custos da sua equipe e melhorar o planejamento financeiro da sua empresa?

    Fale com nossos especialistas em gestão de riscos e descubra como podemos ajudar a transformar sua abordagem no RH!  

  • Avaliação de Clientes: Como analisá-los para reduzir riscos

    Avaliação de Clientes: Como analisá-los para reduzir riscos

    A avaliação de clientes é uma ferramenta estratégica que vai muito além de coletar opiniões sobre produtos ou serviços.

    Com o aumento de 12,4% no número de consumidores incapazes de quitar suas dívidas, torna-se essencial que as empresas tenham cuidado e entendam com quem estão se relacionando comercialmente. Esse cuidado não deve se restringir apenas a parceiros e fornecedores, mas também deve incluir os clientes.

    Esse tipo de due diligence deve ser aplicado de forma abrangente, incluindo a análise de quem consome seus produtos ou serviços.

    Pode parecer estranho à primeira vista. Afinal, é necessário verificar os clientes? O cliente não tem sempre razão?

    A resposta é clara: sim, os clientes podem e devem ser verificados.

    Esse é um passo essencial para garantir a segurança do negócio, o cumprimento de normas e regulamentos e o sucesso sustentável a longo prazo. Vamos explorar mais sobre como esse processo funciona e por que ele é tão importante!

    O que de fato é a Avaliação de Clientes?

    Quando falamos sobre avaliação de clientes, logo pensamos naquelas pesquisas de opinião e satisfação que podem ser utilizadas para melhorar a experiência do consumidor em relação a um produto ou serviço.

    No entanto, no contexto em que estamos trabalhando, a avaliação de clientes significa verificar e analisar de forma proativa informações sobre pessoas ou empresas clientes, como antecedentes, histórico de crédito e processos.

    Ou seja, trata-se de realizar a análise de informações que ajudem você a entender o risco que aquele cliente pode representar para o seu negócio.

    Leia também: O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    Três pessoas, um vendedor e dois clientes, em um ambiente corporativo discutindo.
    Avaliação de clientes

    Mas meu cliente pode representar algum risco?

    Assim como qualquer outra parceria, os clientes também podem apresentar riscos para a sua organização.

    Imagine que você gerencie um hotel nas Bahamas, e um novo hóspede roube itens valiosos do saguão ou cause conflitos com outros hóspedes.

    Uma situação como essa não só traria prejuízos financeiros diretos, mas também poderia prejudicar seriamente a reputação do seu hotel.

    Avaliações negativas de outros clientes se espalhariam rapidamente, impactando diretamente a confiança e o interesse de novos hóspedes no seu negócio.

    Veja também: Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los 

    Ao realizar uma avaliação preventiva do cliente, você consegue identificar possíveis riscos e tomar decisões mais seguras, protegendo sua empresa de problemas futuros.

    E como realizar esse tipo de análise?

    Atualmente, a forma mais eficaz de adotar uma abordagem baseada em riscos é utilizando soluções e tecnologias avançadas.

    Com o auxílio de uma plataforma de background check, por exemplo, é possível, a partir de informações simples como o nome ou CPF, acessar dados valiosos, como:

    • Antecedentes criminais
    • Histórico de processos judiciais
    • Histórico de crédito
    • Outras informações relevantes que ajudam a avaliar a probabilidade de uma pessoa ou empresa representar algum tipo de ameaça para sua organização.

    Essas ferramentas proporcionam uma análise detalhada e objetiva, permitindo que decisões sejam tomadas com mais segurança e embasamento.

    Vantagens de realizar a Avaliação de Clientes

    • Prevenção de riscos: A análise antecipada ajuda sua empresa a evitar problemas futuros.
    • Conformidade legal: Ao consultar informações você ajuda o compliance da sua organização a garantir que aquele novo negócio esteja dentro das diretrizes legais vigentes.
    • Fortalecimento da confiança: Clientes percebem o esforço da empresa em conhecê-los e protegê-los, criando um vínculo mais forte.

    A avaliação de clientes é mais do que uma ferramenta para melhorar a experiência do consumidor; ela é um componente estratégico essencial para mitigar riscos e garantir conformidade em um mercado competitivo.

    Quando combinada com práticas como KYC e due diligence, oferece uma abordagem robusta que equilibra segurança, eficiência e satisfação do cliente.

    Empresas que ignoram essa conexão correm o risco de perder competitividade, enquanto aquelas que investem em avaliação integrada ganham em reputação, confiança e resultados.

    Quer conhecer mais formas de realizar essa avaliação? Visite nosso site e fique por dentro!

  • Autenticação multifator (MFA): Guia completo para proteger dados

    Autenticação multifator (MFA): Guia completo para proteger dados

    Com o aumento dos ataques cibernéticos, a Autenticação ,ultifator (MFA) tornou-se essencial para a proteção de dados pessoais e corporativos. Desse modo, umas das formas de trabalhar a segurança e proteção dos dados é o MFA. Continue a leitura e vamos entender do que se trata! 

    O que é a Autenticação multifator (MFA)?

    MFA, abreviação para Autenticação multifator, é um método de verificação de identidade que requer mais de uma forma de autenticação e validação para conceder acesso a uma conta ou sistema. Ou seja, em vez de depender apenas de uma senha, a MFA exige múltiplos fatores de autenticação, o que aumenta significativamente a segurança.

    Autenticação multifator (MFA)

    O que significa MFA?

    De modo simplificado, a Autenticação Multifator significa adicionar diferentes métodos de segurança ao processo de login. Assim, para acessar uma plataforma, por exemplo, o usuário precisa fornecer múltiplos fatores de autenticação, como senha, dispositivo e biometria. 

    O que é o código MFA?

    O Código MFA, ou Código de Autenticação Multifator, é um código temporário gerado por um aplicativo de autenticação ou enviado por mensagem de texto para o usuário. Ele funciona como parte do processo de verificação e, geralmente, é composto de seis dígitos.

    Como Usar o MFA?

    O uso da Autenticação Multifator é simples e acessível. Na maioria dos casos, os serviços online oferecem a opção de habilitar o MFA nas configurações de segurança da conta. Assim, uma vez ativado, o usuário precisará seguir as instruções específicas do serviço para configurar e utilizar o MFA.

    Sugestão de leitura: Reconhecimento facial: o que é, como funciona e onde aplicá-lo

    O que torna a autenticação multifator necessária?

    Com o aumento dos números de ataques, golpes e fraudes contra empresas e pessoas, o MFA surge como uma maneira eficiente de proteção. Desse modo, ele ajuda a minimizar os riscos e vulnerabilidades que permitem que sua organização sofra prejuízos.

    Benefícios da autenticação multifator (MFA)

    Como um mecanismo de proteção e segurança, o MFA promove diversos benefícios para sua empresa. Veja os principais!  

    1. Maior segurança

    O principal benefício da Autenticação Multifator é o processo adicional de segurança que torna as contas menos vulneráveis a ataques cibernéticos.

    2. Proteção contra senhas fracas

    Ao adicionar outros fatores de autenticação além das senhas, o MFA reduz a dependência de senhas fracas ou comprometidas.

    3. Conformidade com regulamentações

    Em muitos setores, o MFA é uma exigência regulatória para proteger dados sensíveis e informações confidenciais.

    Veja também: 5 cursos de compliance gratuitos e online para você fazer

    4. Segurança do usuário

    Saber que suas contas estão protegidas por um mecanismo extra de segurança proporciona tranquilidade aos usuários.

    Como o MFA funciona?

    A autenticação multifator funciona adicionando uma ou mais etapas adicionais ao processo de login padrão. Essas etapas podem incluir a inserção de um código enviado por SMS, a verificação de uma impressão digital ou o uso de um token de segurança físico.

    Se liga na Dica do Time: Nosso CTO compartilha 3 dicas sobre segurança de dados com você.

    O que é a autenticação multifator adaptativa?

    A Autenticação multifator Adaptativa é uma forma avançada de MFA que analisa o comportamento do usuário e outros parâmetros de contexto para determinar o nível apropriado de autenticação. Isso permite uma abordagem mais personalizada e adaptável à segurança, ajustando o processo de autenticação com base no risco percebido.

    Sugestão de leitura: O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    Como a inteligência artificial pode melhorar a Autenticação multifator?

    Ao analisar padrões de comportamento do usuário e identificar atividades suspeitas em tempo real, a inteligência artificial (IA) pode melhorar a autenticação multifator. Isso porque ela permite uma resposta rápida a possíveis ameaças e uma adaptação contínua das medidas de segurança com base nas informações coletadas.

    Exemplos de autenticação multifator

    Autenticação por SMS

    Envio de um código de verificação por mensagem de texto para o celular do usuário.

    Aplicativos de autenticação

    Uso de aplicativos móveis, como Google Authenticator ou Microsoft Authenticator, para gerar códigos de autenticação.

    Biometria

    Verificação da identidade do usuário por meio de impressões digitais ou reconhecimento facial. 

    Tokens de segurança

    Utilização de dispositivos físicos, como tokens USB ou cartões inteligentes, para gerar códigos de autenticação.

    Reconhecimento de localização

    Verificação da localização do usuário por meio de GPS ou endereço IP.

    Exemplos de autenticação multifator

    Quais os métodos de autenticação multifator?

    Existem diversos tipos de autenticação multifator. Conheça os principais deles!

    Autenticação por Dois Fatores (2FA): Requer dois fatores de autenticação para verificar a identidade do usuário.

    Autenticação por Três Fatores (3FA): Exige três fatores de autenticação para conceder acesso à conta.

    Autenticação por N Fatores: Pode incluir qualquer número de fatores de autenticação, dependendo dos requisitos de segurança e conformidade.

    Quais as práticas recomendadas para a configuração da autenticação multifator?

    É essencial ativar a Autenticação Multifator (MFA) em todas as contas online, especialmente aquelas que armazenam informações sensíveis. Ao optar por diferentes métodos de MFA para cada conta, aumentamos a segurança, tornando mais difícil para os invasores acessarem nossas informações. 

    Além disso, é crucial manter nossos dispositivos de autenticação, como smartphones e tokens de segurança, protegidos contra acesso não autorizado e educar os usuários sobre como configurar e usar a MFA corretamente, assegurando eficiência na proteção de contas online.

    Perguntas frequentes sobre autenticação multifator (MFA)

    1. Como configurar a Autenticação Multifator em uma conta online?

    Para configurar a Autenticação Multifator em uma conta online, geralmente é necessário acessar as configurações de segurança da conta e seguir as instruções fornecidas pelo serviço específico.

    2. A Autenticação Multifator é segura?

    Sim, a Autenticação Multifator é uma medida de segurança altamente eficaz que adiciona uma camada adicional de proteção às contas online, tornando-as menos vulneráveis a ataques cibernéticos.

    3. Quais são os melhores métodos de Autenticação Multifator?

    Os melhores métodos de Autenticação Multifator são aqueles que combinam diferentes fatores de autenticação, como códigos de verificação, biometria e tokens de segurança físicos, para proporcionar uma segurança máxima.

    4. É necessário usar Autenticação Multifator em todas as contas online?

    Embora não seja obrigatório, é altamente recomendável habilitar a Autenticação Multifator em todas as contas online, especialmente aquelas que contêm informações sensíveis ou financeiras.

    5. Posso desativar a Autenticação Multifator se achar que é muito complicado?

    Embora seja possível desativar a Autenticação Multifator em algumas contas, é importante considerar os riscos de segurança associados a essa ação. É sempre recomendável manter a MFA ativada para proteger suas contas contra acessos não autorizados.

    Quer conhecer outros métodos para proteger sua empresa contra golpes? Visite nosso site e veja nossas soluções de gestão de riscos.

  • Devida Diligência sobre o Cliente (DDC): Veja como se manter em conformidade

    Devida Diligência sobre o Cliente (DDC): Veja como se manter em conformidade

    A Due Diligence sobre o Cliente (DDC) é um processo de investigação e avaliação que as empresas realizam para conhecer melhor os seus clientes, especialmente em termos de risco e conformidade.

    Devida Diligência sobre o Cliente (DDC) : Entenda e veja como se manter em conformidade

    A importância da Devida Diligência sobre o Cliente é indiscutível atualmente. Isso acontece porque,  para qualquer empresa que deseje manter sua integridade e reputação, essa prática também conhecida como DCC é essencial. 

    Por isso, para você e sua empresa é importante entender o que exatamente é a DDC e, desse modo, garantir que sua instituição atue e tenha seus processos em conformidade, de acordo com as regulamentações. Continue a leitura e entenda mais sobre! 

    Entenda o que é a Devida Diligência sobre o Cliente (DDC)

    A Devida Diligência sobre o Cliente ou DDC é um processo fundamental para as empresas regulamentadas. Isso visto que ela envolve a verificação e análise da identidade e histórico de um cliente, assim como a avaliação de possíveis riscos associados a essa relação de negócios.

    Nesse sentido, a  DDC é uma parte fundamental no processo de combate à lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo e outras atividades criminosas. Ou seja, é um processo que ajuda a garantir a integridade e a transparência das operações, reduzindo a possibilidade de uso indevido de serviços financeiros para atividades ilícitas. Nesse sentido, podemos dizer que a Devida Diligência sobre clientes inclui elementos como:

    1 – Identificação do Cliente

    Isto é, a coleta de informações pessoais, como nome, endereço, data de nascimento e número de identificação. Para que, dessa maneira, você consiga estabelecer a identidade do cliente.

    2 – Verificação da Identidade

    Autenticar a identidade do cliente por meio de documentos de identificação, como carteira de identidade, passaporte e outros dados.

    3 – Análise de Risco Avaliação 

    Isso consiste na avaliação dos riscos associados ao cliente e à natureza de suas transações, considerando fatores como histórico financeiro, local de residência, atividades comerciais, entre outros.

    4 – Monitoramento Contínuo 

    Ou seja, acompanhar as atividades do cliente ao longo do relacionamento comercial. Isso com o objetivo de identificar transações suspeitas ou alterações significativas em seu perfil de risco.

    Em resumo, a  DDC funciona como um processo crítico para garantir a conformidade com as regulamentações e legislação vigentes. Ela ajuda a criar uma base sólida para relacionamentos de negócios transparentes e confiáveis.

    Pessoa realizando o processo de DCC

    Qual a importância da DCC

    Com o  objetivo de determinar se esses clientes estão envolvidos em atividades ilegais, a DCC é muito importante para proteger sua empresa de riscos financeiros e legais. Afinal, a identificação de clientes que possam estar envolvidos em atividades ilegais pode evitar que sua empresa sofra uma série de consequências legais.

    Além disso, a Devida Diligência sobre o Cliente também ajuda a manter a integridade e, por consequência, a reputação de sua empresa. Isso porque as pessoas esperam que as empresas atuem de maneira ética e estejam comprometidas com a prevenção de atividades ilegais. Sob essa ótica, a conformidade com a DDC demonstra que sua empresa leva a sério essas responsabilidades.

    Veja também: Gestão de riscos e compliance: entenda as diferenças

    Como implementar a devida Diligência sobre o Cliente em sua empresa

    Agora que já sabemos sobre a importância dessa prática é preciso entender como aplicá-la em sua empresa. Para isso, inicialmente, é preciso construir uma Política de DCC clara que estabeleça os procedimentos e as diretrizes para sua organização. Essa política deve estar de acordo com as regulamentações locais e internacionais aplicáveis à sua organização. 

    Em seguida, é necessário realizar a identificação do seu cliente. Isso significa que, ao estabelecer um relacionamento com um novo cliente, você deve coletar informações precisas sobre ele. Algumas dessas informações podem ser nome, endereço, data de nascimento, número de identificação e outros dados relevantes.

    Uma vez feito isso, é ideal aplicar o processo de Know Your Customer (KYC). Tal prática te ajuda a realizar uma análise de risco, responsável por determinar o nível de diligência necessário para cada cliente. Assim, você pode direcionar recursos de forma proporcional ao risco representado pelo cliente.  

    Clientes de alto risco, por exemplo, exigem um cuidado mais rigoroso.

    Depois desse tipo de verificação, é importante autenticar seu cliente. Isto é, você deve validar as informações e documentos coletados acerca do seu cliente. Com isso, você consegue identificar fraudes e possíveis golpes. As mesmas práticas devem ser feitas de forma contínua com o objetivo de monitorar novas atividades do cliente e proteger sua instituição. 

    Além disso, para que todo esse processo seja eficaz, é importante oferecer treinamentos e capacitações para sua equipe. Dessa forma, seus colaboradores vão estar prontos para identificar possíveis falhas e riscos que possam vir a prejudicar a conformidade de sua empresa. 

    Soluções de Devida Diligência sobre o Cliente 

    Como forma de otimizar o processo de Devida Diligência sobre o Cliente e garantir resultados precisos, você pode investir em soluções de gestão de riscos. O Background Check, por exemplo, é uma verificação que pode te ajudar a checar informações sobre seu cliente de maneira ágil e com maior precisão. 

    Assim, em poucos segundos você consegue consultar informações como análise de crédito, listas restritivas, antecedentes criminais e outros dados que te ajudam a tomar decisões mais embasadas sobre essa relação comercial. Além disso, com a validação de dados, você pode autenticar documentos e identificar clientes, reduzindo erros e evitando fraudes e golpes. 

    Com isso, você promove mais integridade e segurança para sua empresa e mitiga riscos que podem prejudicar sua reputação no mercado. 

    Quer saber mais sobre isso? Visite nosso site e conheça nossas soluções!

  • Parametrização de riscos: Por que classificar ocorrências em seu KYP

    Parametrização de riscos: Por que classificar ocorrências em seu KYP

    Já percebeu como um semáforo funciona? Quando ele está verde, você pode seguir e quando está vermelho, você precisa parar por alguns instantes e, além disso, quando está amarelo talvez você possa seguir mas com cuidado.

    Assim como no trânsito, a parametrização dos riscos permite que sua empresa identifique, avalie e classifique os riscos de maneira eficaz, garantindo uma gestão mais segura e eficiente.

    Continue a leitura e descubra como classificar riscos relacionados a colaboradores, fornecedores, parceiros e clientes, assegurando a integridade e o sucesso do seu negócio.

    Entenda a parametrização dos riscos

    A parametrização de riscos é uma etapa fundamental na gestão de riscos corporativos, permitindo que as organizações identifiquem, avaliem e classifiquem ameaças potenciais de maneira estruturada.

    Nesse sentido, podemos dizer que ela envolve a definição de critérios e parâmetros específicos para avaliar e categorizar os riscos que sua empresa pode enfrentar.

    É aí que entra a parametrização, que permite tomar decisões informadas, alinhadas aos critérios de risco estabelecidos pela organização.

    Parametrização de riscos

    Mas como implementar esses parâmetros?

    Veja o passo a passo para criar uma classificação eficiente.

    • Identificação dos riscos: Mapeie todas as possíveis ameaças que podem afetar a organização, considerando fatores internos e externos.
    • Definição de parâmetros: Estabeleça critérios claros para avaliar a probabilidade e o impacto de cada risco identificado.
    • Avaliação dos riscos: Aplique os parâmetros definidos para classificar os riscos, determinando quais requerem atenção prioritária.
    • Desenvolvimento de planos de mitigação: Crie estratégias para reduzir ou eliminar os riscos mais significativos, implementando controles adequados.
    • Monitoramento e revisão: Estabeleça um processo contínuo de monitoramento dos riscos e revise os parâmetros periodicamente para refletir mudanças no ambiente de negócios.

    Veja também: Avaliação de fornecedores: 5 critérios para analisar

    Qual a importância dessa classificação?

    Implementar uma parametrização de riscos eficaz oferece diversos benefícios para as organizações.

    Primeiramente, ela proporciona uma base sólida para a tomada de decisões informadas, garantindo que os riscos sejam considerados de forma consistente nas estratégias empresariais.

    Além disso, permite a alocação eficiente de recursos, direcionando-os para áreas com maior exposição ao risco e otimizando investimentos em controles e medidas de mitigação.

    Por fim, auxilia no cumprimento de requisitos legais e normativos, demonstrando uma abordagem proativa na gestão de riscos e assegurando a conformidade regulatória da empresa.

    Tecnologias que podem te ajudar nesse processo

    Para auxiliar nesse processo, existem diversas soluções especializadas que oferecem ferramentas e metodologias eficazes.

    Uma dessas soluções é uma plataforma de background check.

    A da BGC Brasil, por exemplo, realiza verificações abrangentes de antecedentes de pessoas e empresas, fornecendo informações detalhadas que permitem uma avaliação precisa dos riscos associados a colaboradores, fornecedores, parceiros e clientes.

    A solução automatizadas agilizam o processo de background check e classifica de modo automatizado as ocorrências encontradas, de acordo com sua regra de negócio, garantindo rapidez e precisão nas análises.

    Quer testar a plataforma? Fale com nosso time!

  • O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    Know Your Customer (KYC) é um processo utilizado por empresas para verificar seus clientes, sejam eles indivíduos ou outras empresas e, assim, analisar se eles representam algum tipo de risco para a instituição como fraudes, lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo ou outras atividades ilícitas.  

    O Know Your Customer é um processo composto por um conjunto de normas e etapas. Ele tornou-se comum no meio empresarial, onde muitas instituições já entendem a importância de analisar e conhecer, de fato, quem são seus clientes a fim de garantir transparência e segurança para a relação. 

    Com este processo, as empresas facilitam seus meios de verificação e conseguem manter a integridade da relação e ausência de riscos. Continue a leitura e entenda tudo sobre o processo de Know Your Customer (KYC).  

    Entenda o que é Know Your Customer (KYC)

    Know Your Customer (KYC)

    O termo “Know Your Customer”, traduzido, significa “conheça seu cliente” e consiste em um processo que empresas ou indivíduos utilizam para verificar seus clientes e averiguar se estes representam algum risco à sua empresa. Ou seja, um método de garantir que nenhum risco atinja a instituição por descuidos desta relação. 

    O processo ocorre desde o momento de cadastro até a conclusão de todas as análises que podem ser feitas. Essas análises são diversas e, em geral, são informações sobre renda, investimentos de um cliente, análise de crédito e identificação de Pessoas Politicamente Expostas (PEPs). 

    Além disso, o Know Your Customer (KYC)  auxilia as empresas a garantir o cumprimento perante as leis vigentes. Isto visto que a verificação permite a empresa saber se o cliente pode estar envolvido em algum esquema de ato ilícito como lavagem de dinheiro ou financiamento ao terrorismo, por exemplo.   

    Veja também: Análise de risco de crédito: quais critérios avaliar?

    Principais objetivos do Know Your Customer (KYC)

    Como explicamos brevemente, o Know Your Customer (KYC) é um processo que pode ajudar tanto no combate a possíveis riscos assim como na conformidade com as leis atuais. De forma geral, o KYC torna-se estratégico para que as empresas possam:

    Se prevenir contra possíveis riscos 

    Empresas que utilizam o Know Your Customer (KYC) conseguem minimizar e, muitas vezes, erradicar os riscos aos quais estão vulneráveis e, portanto, aumentar sua proteção. Riscos estes que poderiam prejudicar a empresa financeira, suas operações e, consequentemente, sua reputação nas mídias. 

    Identificar e conhecer o perfil do seu cliente

    O processo de KYC ajuda no mapeamento do cliente, isto é, entender qual o perfil e as características do cliente da empresa. Tal mapeamento é super importante para questões que vão além da segurança, assim como para a elaboração de táticas de vendas.  

    Estabelece um Compliance eficiente

    Realizar o processo de Know Your Customer (KYC) é essencial para a construção de um bom Programa de Compliance. Isto já que ao analisar seu cliente e prevenir riscos, você está promovendo transparência e segurança para sua instituição e, também, se adequando a normas e diretrizes da áreas. 

    Minimizar prejuízos

    Ao não conhecer o cliente a fundo, além de estar vulnerável aos prejuízos de golpes e fraudes, estar associado a atos ilícitos e, portanto, em desconformidade com as leis, sua empresa pode sofrer graves penalidades que custarão muito dinheiro. Nesse sentido, o Know Your Customer (KYC) pode ajudar a prevenir estes prejuízos e colaborar com o desenvolvimento financeiro da sua empresa. 

    Importância do Know Your Customer (KYC)

    A importância do Know Your Customer (KYC) se deve a diversos fatores, incluindo a prevenção de crimes financeiros, a proteção contra a lavagem de dinheiro e a garantia de conformidade com as leis e regulamentações aplicáveis. Todavia, esse processo também é muito necessário para ajudar na construção de um relacionamento de confiança entre as empresas e seus clientes.

    Em uma primeira análise, ao realizar uma verificação completa por meio do Know Your Customer (KYC), as empresas podem obter informações cruciais sobre seus clientes, como sua identidade, endereço, fonte de renda e histórico de crédito. Tais informações ajudam a garantir que as transações financeiras sejam legítimas e que os clientes sejam quem dizem ser. 

    Em uma segunda análise, além disso, o contrário também é possível e muito importante. Isto é, um indivíduo –cliente –  pode verificar dados acerca de uma empresa e entender se esta representa uma instituição adequada à lei e que de fato cumpre suas funções de maneira correta.  

    Tal fato ocorre porque o Know Your Customer (KYC) faz com que o cliente se sinta mais seguro em relação ao negócio e as transações financeiras. Desta maneira, eles entendem que aquela relação é segura e tornam-se mais propensos a continuar fazendo negócios com a empresa a longo prazo.

    Veja também: Boas práticas de compliance em compras e contratos

    Know Your Customer (KYC) e nossas soluções

    Para dar praticidade ao Know Your Customer (KYC) é importante buscar uma solução que otimize esse processo. Nosso Background Check, por exemplo, possibilita escalabilidade para seus processos e verifica de forma 100% automatizada pessoas ou empresas, auxiliando no KYC.

    Isso porque, utilizando mais de 200 fontes de dados nacionais e internacionais, realizamos uma varredura que permite ter acesso a informações e dados acerca de seu cliente. Isto é, é possível analisar seu histórico de crédito, histórico trabalhista, investigar possíveis fraudes, golpes e envolvimento em atos ilícitos, assim como identificar Pessoas Politicamente Expostas (PEPs) e entre outros. 

    Após realizar essa pesquisa, nossa ferramenta gera resultados completos e detalhados com toda a descrição acerca das informações apresentadas. Além disso, geramos para você uma análise que indica o nível de risco da relação como baixo, médio ou alto.

    Com base nesses resultados, você consegue verificar se seu cliente é realmente quem diz ser e garantir que a relação comercial seja segura, transparente e não ofereça nenhum risco para o compliance de sua empresa ou para a reputação dela. Ademais, é possível minimizar riscos e garantir a integridade financeira de sua empresa. 

    Se interessou e quer saber mais? Conheça nossas soluções em nosso site!

  • Análise de risco de crédito: quais critérios avaliar?

    Análise de risco de crédito: quais critérios avaliar?

    Análise de risco de crédito é o processo pelo qual uma instituição avalia de forma cuidadosa as informações financeiras de uma pessoa ou instituição, como histórico de crédito, renda, emprego, histórico de pagamento de dívidas anteriores, patrimônio líquido e outros fatores relevantes.

    Em uma empresa, cuidar do setor e área financeira é indispensável. Afinal, sem a organização correta dessa área não há instituição.

    Nesse sentido, quando falamos sobre parceiros e novos negócios, é preciso avaliar quais riscos esses interessados podem apresentar para este setor, isto é, analisar os riscos de inadimplência e prejuízos financeiros para a instituição.

    Por esse motivo, é importantíssimo realizar a análise de risco de crédito, utilizando alguns critérios, para garantir que sua empresa não sofra nenhum tipo de prejuízo. Veja nosso artigo e descubra a melhor maneira de realizar a avaliação de créditos! 

    O que é análise de risco de crédito

    Análise de risco de crédito
    Análise de Crédito

    De forma prática, é possível explicar a análise de risco de crédito como o processo de verificação sobre a  capacidade de um indivíduo ou empresa de cumprir com suas obrigações financeiras, tais como o pagamento de empréstimos ou financiamentos.

    Sob esta visão, a análise de risco de crédito é essencial para minimizar os riscos de inadimplência e prejuízos financeiros para a instituição.

    Isso porque é possível analisar, por meio dela, todo o histórico financeiro e de crédito da pessoa ou empresa que possivelmente fechar negócio com a sua instituição.

    Durante a avaliação de crédito, é possível coletar informações sobre o pesquisado, incluindo histórico de crédito, renda, emprego, histórico de pagamento de dívidas anteriores, entendendo como esta lida com dinheiro.

    Veja também: Boas práticas de compliance em compras e contratos

    Qual a importância e vantagens da análise de risco de crédito

    O principal objetivo de realizar a análise de risco de crédito é garantir que a pessoa ou empresa esteja em uma posição financeira que não represente possíveis riscos de inadimplência, fraudes ou roubos contra sua instituição.

    Isto é, evitando que sua instituição sofra algum prejuízo financeiro que possa prejudicar sua reputação, segurança e existência. 

    Isso ocorre pois a avaliação ajuda a garantir que eles possam pagar a dívida, realizar pagamentos e acordar uma nova parceira sem sobrecarregar sua capacidade financeira e demonstrando sua preocupação com a segurança dos processos. 

    Redução do risco de inadimplência

    Por meio dessa avaliação, a empresa pode reduzir o risco de conceder crédito a clientes que não têm condições financeiras para pagar as suas dívidas e garantir que novas parcerias tenham trocas financeiras adequadas.

    Proteção do caixa da empresa

    Realizando a avaliação por meio dos critérios é possível se proteger contra possíveis prejuízos financeiros.

    Melhoria do relacionamento com os clientes

    Ao realizar a avaliação de créditos com cautela,  a sua instituição estabelece um relacionamento de confiança com os clientes. Isso porque, ao garantir que o cliente tenha condições de pagar suas dívidas, a empresa mostra que se preocupa com o bem-estar financeiro do cliente e valoriza a relação comercial com ele, promovendo segurança para ambos. 

    Aumento da eficiência dos processos

    Se sua análise de crédito for feita de maneira automatizada é possível garantir processos mais eficientes e ágeis. Isso ajuda a reduzir custos e aumentar a produtividade da equipe responsável.

    Como realizar a avaliação de crédito 

    A avaliação de crédito pode ser realizada de diversas maneiras, isto depende do tipo de empresa e dos critérios indispensáveis, utilizados para analisar a capacidade financeira do cliente.

    De maneira geral, o processo ocorre pela coleta de informações seguida da análise do histórico de crédito, análise da saúde financeira, avaliação dos riscos e tomada de decisão. 

    A coleta de informações consiste na junção de informações básicas sobre a figura. Estas informações podem ser diversas como nome, CPF/CNPJ, endereço, telefone, e-mail, entre outros dados que sejam atualizados, visando garantir a eficácia do processo de análise de crédito. 

    Em seguida, inicia-se de fato a avaliação de crédito da pessoa física ou empresa a partir do seu histórico de crédito. Assim, esta etapa consiste em avaliar a capacidade de pagamento do parceiro ou cliente com base em suas experiências anteriores com outras instituições.

    A próxima etapa, a etapa de análise financeira, envolve a avaliação sobre a renda, patrimônio, despesas e outras informações financeiras relevantes.

    Por fim, com as informações coletadas e as análises realizadas de maneira eficiente, é possível gerar alguns resultados. Estes serão os responsáveis por indicar os possíveis riscos que devem ser avaliados pelos interessados assim como funcionar de embasamento para a etapa final, a tomada de decisão. 

    Quais critérios utilizar para a avaliação de crédito

    Como visto, o processo de avaliação de crédito deve ser realizado com muita cautela e atenção. Por esse motivo, utilizar critérios de avaliação é essencial para evitar erros e garantir que toda a análise seja feita de maneira eficiente. Confira os principais critérios!

    Histórico de crédito

    O critério de histórico de crédito do cliente é um dos mais importantes para serem considerados. Isso porque as instituições, por meio dele, conseguem verificar todo histórico de pagamentos anteriores e se houve inadimplência em alguma transação.

    Renda e fluxo de caixa

    Outros dois critérios que devem ser averiguados são a renda e o fluxo de caixa da pessoa ou empresa. Isto visto que ao ter acesso a estas informações é possível avaliar a capacidade do provável parceiro de gerar receita suficiente para cumprir com suas obrigações financeiras, acordadas com sua empresa. 

    Histórico trabalhista 

    No caso da avaliação de crédito de pessoas, é necessário checar seu histórico trabalhista. Tal checagem pode informar qual a condição da pessoa, se é de instabilidade ou não, verificando a segurança financeira também do empregador.

    Ativos e garantias

    É importante que sua empresa utilize como critério os ativos e garantias da pessoa ou instituição. Isto significa checar garantias oferecidas para assegurar o pagamento como imóveis, veículos ou outros bens. 

    Score de crédito

    O score de crédito é um critério essencial por ser um indicador de risco de crédito. Esta pontuação pode e deve ser utilizada para avaliar a capacidade do cliente de cumprir suas obrigações financeiras.

    Nosso Background Check e a análise de créditos

    Um dos tipos de background Check é o Background Check Financeiro que tem como principal feito a análise de créditos de uma pessoa ou empresa. Com ele é possível avaliar a credibilidade e a confiabilidade financeira do indivíduo em questão.

    Além disso, muitas empresas realizam verificação de antecedentes financeiros em candidatos a empregos que envolvem responsabilidades financeiras significativas, como gerentes financeiros e contadores. 

    Dessa forma, você consegue não apenas tomar uma decisão em relação à pessoa ou empresa de maneira mais rápida, mas também de modo mais seguro, em conformidade com a legislação vigente e promovendo transparência e segurança para sua instituição.

    Se interessou e quer saber mais? Fale com um de nossos especialistas e conheça nossas soluções