Category: Anti-fraude

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  • 5 sinais de que sua empresa precisa investir em background check

    5 sinais de que sua empresa precisa investir em background check

    Os 5 sinais de que sua empresa precisa investir em background check são mais comuns do que se imagina. No mundo corporativo atual, a segurança e a confiabilidade dos processos institucionais são essenciais para evitar riscos e prejuízos.

    Muitas empresas ainda negligenciam a importância do background check, deixando de realizar uma verificação de histórico criteriosa antes de contratar novos funcionários ou fechar parcerias estratégicas. 

    Essa falha estrutural pode resultar em contratações equivocadas que aumentam o turnover e impactam diretamente os resultados da organização, riscos de fraudes internas, problemas com parceiros e fornecedores, riscos de não conformidade com normas e regulamentos e impacto reputacional negativo de acordo com avaliações de clientes insatisfeitos. 

    Mas afinal, o que é Background Check e por que realizar na minha empresa? 

    Background check é o nome dado ao processo de verificação de informações/histórico de pessoas, empresas, bens, imóveis ou até veículos. O termo, em português, significa “checagem de antecedentes” ou “verificação de antecedentes”.

    Com um mercado cada vez mais regulado e exigente, a verificação de histórico tornou-se uma ferramenta indispensável para empresas que desejam garantir maior segurança corporativa, evitar processos trabalhistas e mitigar riscos financeiros. 

    Implementar um processo estruturado de due diligence, verificação de antecedentes e avaliação de histórico profissional pode prevenir contratações inadequadas e proteger a reputação da empresa.

    Se sua organização tem enfrentado desafios como alta rotatividade, fraudes internas ou problemas com fornecedores, pode ser o momento de adotar o background check como uma prática padrão. 

    A seguir, apresentamos os cinco principais sinais que indicam que sua empresa precisa adotar essa prática o quanto antes, para garantir conformidade, eficiência e um ambiente corporativo mais seguro.

    Homem olhando notebook
    5 sinais de que sua empresa precisa investir em Background Check.

    Sinal 1: Turnover alto e custo excessivo com contratações

    Caso sua empresa esteja enfrentando dificuldades na retenção de talentos, isso pode indicar que o processo de contratação não está sendo realizado de maneira adequada.

    Uma avaliação minuciosa do histórico profissional e comportamental dos candidatos, garante que o candidato esteja alinhado à cultura e premissas da empresa. Com a ausência ou não detalhamento desses fatores, sua empresa fica suscetível a enfrentar frequentes desligamentos e contratações, o que eleva os custos operacionais. 

    Um alto índice de turnover afeta diretamente a produtividade e os gastos empresariais, ocasionando em despesas contínuas com recrutamento, treinamento e integração de novos colaboradores.

    Segundo um relatório da Gupy, uma má contratação pode gerar um custo de até R$250 mil para a empresa, levando em conta demissões precoces e a necessidade de novas seleções.

    Além dos impactos financeiros, a elevada rotatividade prejudica o ambiente de trabalho, provoca instabilidade nas equipes e diminui a eficiência operacional. Profissionais que entram e saem constantemente dificultam a formação de times coesos e comprometidos.

    Como o background check pode ajudar?

    Implementar um processo de verificação de histórico profissional e comportamental permite que o RH avalie melhor os candidatos antes da contratação, reduzindo os riscos de turnover. 

    Um processo eficaz de background check permite identificar se o candidato possui a experiência e o perfil adequados, reduzindo o índice de turnover e evitando contratações erradas.

    Esse processo inclui:

    • Checagem de experiências anteriores: confirma se o candidato realmente trabalhou nas empresas listadas e verifica sua reputação profissional;
    • Verificação de antecedentes criminais: identifica possíveis riscos relacionados a condutas inadequadas;
    • Avaliação de reputação online e redes sociais: analisa o comportamento digital do candidato, prevenindo problemas de imagem para a empresa.

    Sinal 2: Risco de fraudes internas e desvios financeiros

    A ausência de um processo minucioso de background check pode abrir as portas para a entrada de funcionários ou parceiros mal-intencionados, expondo sua empresa a riscos significativos de fraudes internas e desvios financeiros. 

    Sem uma verificação de histórico adequada, indivíduos com intenções fraudulentas podem se infiltrar na organização, aproveitando-se de falhas nos controles internos para cometer atos ilícitos que resultam em prejuízos financeiros e danos à reputação corporativa.

    De acordo com a pesquisa Vigilância contra fraudes no Brasil – Estruturas de combate e tratamento a incidências, realizada pela Deloitte, 69% das empresas identificaram ocorrências de fraude nos últimos quatro anos. 

    Esse número evidencia a vulnerabilidade das organizações diante de ameaças internas, muitas vezes perpetradas por colaboradores ou parceiros que não passaram por uma avaliação prévia adequada.

    Um exemplo emblemático ocorreu em fevereiro de 2025, quando a Polícia Federal afastou um funcionário dos Correios no Espírito Santo por envolvimento em um esquema de desvio de encomendas. 

    O servidor, em conluio com um ex-funcionário da instituição, fraudava o seguro de extravio, causando um prejuízo estimado em mais de R$1 milhão em dois anos.

    Casos como esse ressaltam a importância de processos rigorosos de verificação de histórico para prevenir a contratação de indivíduos com potencial de causar danos à organização.

    E como o Background Check pode ajudar?

    A implementação de um programa eficaz de background check atua como uma medida preventiva essencial, permitindo que o setor de RH identifique antecedentes criminais, históricos de comportamento antiético ou envolvimentos anteriores em fraudes. 

    Essa prática não apenas protege os ativos financeiros da empresa, mas também preserva sua integridade e reputação no mercado.

    Além disso, a verificação de histórico contribui para a conformidade com as regulamentações de compliance e segurança corporativa, garantindo que a empresa esteja alinhada às melhores práticas de prevenção de fraudes e due diligence

    Ao adotar uma abordagem proativa na avaliação de candidatos e parceiros, a organização minimiza os riscos associados a fraudes internas e estabelece uma cultura de transparência e confiança.

    Portanto, investir em processos de verificação de histórico é uma estratégia fundamental para identificar e mitigar riscos, assegurando a integridade e a sustentabilidade dos negócios.

    Sinal 3: Problemas com fornecedores e parceiros

    A falta de um processo seguro de background check e due diligence pode expor sua empresa a riscos graves ao se associar a fornecedores e parceiros com histórico de irregularidades. 

    Sem uma verificação prévia, os negócios podem firmar contratos com empresas envolvidas em fraudes, corrupção ou práticas antiéticas, comprometendo a segurança financeira e a reputação da organização.

    A due diligence é essencial para mitigar riscos e garantir que fornecedores e parceiros operem de forma transparente e em conformidade com as normas do mercado. Empresas que negligenciam essa análise podem se tornar cúmplices indiretas de práticas ilícitas, sujeitas a penalidades e até perda de credibilidade.

    Um exemplo real foi apontado em um relatório recente sobre a Shein, publicado publicado pelo Diário do Comércio. A investigação revelou que fornecedores da empresa mantinham funcionários em jornadas exaustivas de até 75 horas semanais, violando direitos trabalhistas. 

    Esse tipo de associação pode gerar repercussões negativas para qualquer empresa envolvida, afetando sua reputação e credibilidade no mercado.

    E onde entra o Background Check?

    Além de evitar parcerias prejudiciais, o background check auxilia na análise financeira e jurídica de fornecedores. 

    Empresas podem verificar processos trabalhistas, registros fiscais e antecedentes criminais para assegurar que estão lidando com parceiros confiáveis. Esse processo reduz riscos operacionais e fortalece o compliance da organização.

    A reputação corporativa é um dos ativos mais valiosos de qualquer empresa. Qualquer associação com parceiros duvidosos pode gerar danos irreparáveis à imagem da marca, afastar clientes e dificultar novas oportunidades de negócios. 

    Para evitar problemas com fornecedores e parceiros, as empresas devem implementar processos estruturados de verificação. Utilizar soluções especializadas em background check garante maior segurança e confiabilidade nas relações comerciais.

    Sinal 4: Risco de não conformidade com normas e regulamentos

    Se a sua empresa enfrenta ou já enfrentou dificuldades para se manter em conformidade com as regulamentações do setor, este é um sinal claro de que você precisa adotar a prática de background check

    Esse sinal é especialmente importante para empresas que atuam em setores como o financeiro, onde a conformidade com as regras é crucial. Instituições financeiras, por exemplo, precisam ser ainda mais rigorosas ao realizar a verificação de históricos de candidatos e parceiros de negócios. A ausência dessa prática pode resultar em penalidades severas e, o pior, danos irreparáveis à imagem da empresa.

    Ao adotar essa abordagem, sua empresa demonstra comprometimento com a ética, a legalidade e, principalmente, com a segurança no ambiente de trabalho, prevenindo problemas futuros relacionados a infrações e penalidades.

    Por que é importante?

    • A verificação de antecedentes criminais ajuda a identificar se candidatos ou parceiros possuem histórico de atividades ilícitas que possam comprometer a reputação da sua empresa;
    • E a análise de processos trabalhistas também não pode ser deixada de lado: um histórico recorrente de ações trabalhistas pode ser um sinal de problemas que podem afetar a conformidade legal do seu negócio.

    A implementação de background check é uma forma de proteger sua empresa contra riscos legais e regulatórios, promovendo um ambiente ético e em total conformidade com as leis. 

    Se você quer garantir a segurança e o sucesso contínuo da sua organização, esse é um sinal que não pode ser ignorado!

    Sinal 5: Reclamações de clientes e impacto na reputação da empresa

    Você já pensou no impacto que a contratação de um funcionário sem a devida verificação de antecedentes pode ter na reputação da sua empresa? Se não, é hora de prestar atenção a esse sinal claro de que você precisa de background check

    A falta dessa verificação pode resultar em um atendimento ao cliente deficiente, que acaba gerando um ciclo de reclamações públicas e danos significativos à imagem da sua organização.

    Funcionários despreparados ou com histórico de comportamentos inadequados podem comprometer a qualidade do serviço prestado, criando desconfiança entre os clientes. 

    Imagine um cenário em que um colaborador, sem ética e profissionalismo, trata mal um cliente:

    Esse tipo de situação pode rapidamente se espalhar pelas redes sociais e plataformas de avaliação como o Reclame Aqui, onde a reputação das empresas é moldada pelas opiniões dos consumidores. 

    Com o acúmulo de avaliações negativas, sua empresa pode perder a confiança de potenciais clientes e até mesmo de parceiros de negócios.

    Além disso, a falta de verificação pode abrir portas para fraudes. Uma pesquisa global realizada pelo SAS revelou que 93,8% dos brasileiros têm medo de serem vítimas de fraude, e 97,8% acreditam que as empresas devem fazer mais para protegê-los.

    Ou seja, não se trata apenas de melhorar a qualidade do atendimento, mas também de proteger a sua empresa contra riscos que podem prejudicar ainda mais sua credibilidade.

    Por que escolher o background check para evitar situações como essa?

    Ao adotar um processo bem estruturado de background check, você pode evitar que indivíduos com intenções maliciosas entrem para sua equipe. O resultado? Um atendimento ao cliente mais eficiente, que fortalece a confiança e a lealdade dos consumidores.

    Investir em verificação de antecedentes é um passo essencial para garantir a excelência no atendimento e, acima de tudo, proteger a reputação da sua empresa

    No mercado competitivo de hoje, onde a voz do consumidor tem um impacto enorme, garantir a integridade e competência da sua equipe é fundamental para o sucesso contínuo e a sustentabilidade do negócio. Não deixe que uma contratação errada comprometa o que você levou anos para construir.

    Conclusão

    Se sua empresa enfrenta qualquer um desses desafios, é hora de investir em um processo estruturado de background check. Essa prática não apenas protege sua organização contra riscos financeiros e jurídicos, mas também fortalece sua reputação no mercado.

    Implementar verificações de antecedentes é essencial para garantir a conformidade com normas e regulamentos, além de assegurar a integridade nas contratações e parcerias comerciais. Ao adotar processos de background check, sua empresa demonstra compromisso com a transparência e a ética, fatores fundamentais para o sucesso sustentável.

    Existem diversas soluções de verificação disponíveis que podem ser adaptadas às necessidades específicas do seu negócio. Essas ferramentas auxiliam na análise de históricos criminais, processos trabalhistas e outras questões legais, permitindo uma avaliação mais completa de candidatos e parceiros.

    Não arrisque a segurança da sua empresa! Entre em contato com nossos especialistas e descubra como implementar um background check eficiente para o seu negócio.

  • Combate a fraude: Como minimizar riscos em sua empresa

    Combate a fraude: Como minimizar riscos em sua empresa

    Combate a fraudes é o conjunto de práticas e tecnologias utilizadas para identificar, prevenir e mitigar atividades fraudulentas em uma organização.

    Você sabia que 48% das empresas no Brasil perdem entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões por ano por conta de fraudes?

    Esse dado alarmante foi levantado pela Adyen, uma plataforma de tecnologia de pagamentos, e mostra que para 34% das empresas entrevistadas, as fraudes chegam a gerar um prejuízo de R$ 5 milhões.

    Agora, imagine o impacto que isso tem no caixa e nos planos de crescimento das empresas.

    É por isso que o combate a fraudes não é apenas proteger o as finanças de sua empresa; é também garantir segurança, confiança e sustentabilidade para os negócios, minimizando diferentes riscos.

    Continue a leitura e acompanhe as principais estratégias de combate para você aplicar na sua organização!

    O que são fraudes

    Antes de entendermos a melhores estratégias, precisamos compreender o que são as fraudes:

    Fraude é um ato intencional de enganar ou manipular informações com o objetivo de obter vantagem financeira, benefício pessoal ou prejudicar outra pessoa ou empresa.

    Nesse sentido, é possível dizer que elas podem ocorrer de diferentes formas, como falsificação de documentos, uso indevido de informações, criação de identidades falsas, roubo de dados e manipulação de transações.

    👉 Veja também: Conheça 5 métodos de Prevenção à Lavagem de Dinheiro

    Imagem de uma pessoa segurando uma lupa, simbolizando a investigação minuciosa de fraudes. A lupa amplia alguns detalhes, representando o foco e a atenção aos mínimos indícios que podem revelar atividades fraudulentas. A postura investigativa da pessoa sugere cautela e análise cuidadosa, elementos essenciais no combate e prevenção de fraudes.
    Combate a fraude

    Principais tipos de fraude

    Veja os principais e mais comuns tipos de fraudes:

    • Fraude de identidade: Uso indevido de informações de outra pessoa para realizar transações ou obter vantagens de forma ilegal.
    • Fraude financeira: Manipulação de transações financeiras ou informações para obter ganhos financeiros de maneira ilícita.
    • Fraude de Lavagem de Dinheiro: Prática de disfarçar a origem de fundos obtidos de atividades ilegais para fazê-los parecer legítimos.
    • Fraude imobiliária: Engano ou manipulação em transações imobiliárias, como venda de imóveis inexistentes ou uso de documentos falsificados.
    • Fraude em transporte: Manipulação de registros, uso indevido de veículos ou falsificação de documentos relacionados ao transporte para obter vantagens ou burlar regras.
    • Fraude processual: Alteração ou falsificação de informações em processos judiciais para manipular resultados em benefício próprio.

    Como implementar o combate a fraudes

    A melhor resposta é a prevenção. Para evitar fraudes, é essencial que a empresa adote uma série de práticas que minimizem os riscos e fortaleçam a segurança de suas operações.

    Conhecer procedimentos sensíveis

    Isto é, entender quais processos são mais suscetíveis a fraudes. Em setores como financeiro, compras e recursos humanos, por exemplo, o risco é maior. Assim, ao identificar esses pontos críticos, a empresa consegue adotar medidas específicas de controle e monitoramento.

    Montar equipe de confiança

    Montar uma equipe de colaboradores confiáveis é importante para reduzir o risco de fraudes internas. Além disso, é importante conhecer bem os parceiros de negócio, como fornecedores e prestadores de serviços, assegurando que eles também estejam alinhados com os valores da empresa.

    Para isso, é importante realizar o Know Your Partner (KYP) para garantir que as relações comerciais estejam protegidas contra fraudes externas.

    Acompanhar relatórios

    Ao acompanhar relatórios, você pode monitorar as finanças e identificar comportamentos suspeitos. Ou seja, consegue monitorar entradas e saídas de recursos, analisar discrepâncias e entender padrões ajuda a detectar e evitar fraudes rapidamente, minimizando o impacto no negócio.

    Realizar auditorias

    Auditorias periódicas, internas ou externas, são ferramentas importantes para verificar a integridade dos processos e garantir que os procedimentos estão sendo seguidos corretamente. Com isso, elas ajudam a identificar vulnerabilidades que podem ser exploradas para fraudes.

    📖 Leia mais em Auditoria interna: Entenda o processo e sua importância.

    Implementar tecnologias

    Existem, hoje, algumas tecnologias, como softwares de monitoramento e inteligência artificial que facilitam o acompanhamento e a análise de dados em tempo real. Essas ferramentas identificam padrões e comportamentos suspeitos, ajudando a empresa a reagir rapidamente a potenciais ameaças.

    Criar políticas de segurança

    Desenvolver políticas de segurança bem definidas e comunicadas a todos os colaboradores são essenciais para proteger a empresa contra fraudes. Isso inclui instruções sobre como reportar atividades suspeitas, restrições de acesso a dados sensíveis, e treinamentos sobre segurança da informação.

    Know Your Partner e combate a fraudes

    Ao conhecer seu parceiro de forma aprofundada, você pode assegurar que aquela relação comercial não representa nenhum tipo de risco que facilite fraudes contra sua empresa.

    Além disso, ao avaliar seu histórico, você pode evitar envolvimento com parceiros que possam estar envolvidos em atividades fraudulentas ou ilegais, como lavagem de dinheiro, corrupção ou financiamento de terrorismo.

    Para realizar esse processo, você pode investir em soluções de background check. Com a nossa, por exemplo, você minimiza riscos associados a pessoas, empresas ou ativos.

    Utilizando mais de 200 fontes, realizamos a leitura do histórico de antecedentes, identificamos e classificamos os potenciais riscos.

    Quer saber mais? Visite nosso site e teste a solução!

  • Fraude processual: Entenda o que é e como prevenir

    Fraude processual: Entenda o que é e como prevenir

    Fraude processual é a ação de modificar dados de processos judiciais de maneira intencional com o fim de enganar e induzir profissionais de justiça ao erro.

    Diante de diversos outros graves problemas ao sistema judiciário brasileiro, as fraudes processuais têm a capacidade de congestionar o andamento de processos e aumentar os custos processuais, já que, graças a elas, se torna necessária a execução de investigações adicionais, perícias ou até mesmo novos julgamentos.

    Para compreender profundamente detalhes acerca das fraudes processuais e descobrir maneiras de evitá-las, leia este artigo até o final.

    O que é fraude processual?

    Fraudes processual sendo avaliada

    O crime de fraude processual, tipificado no artigo 347 do Código Penal, descreve este delito como a prática de modificar de maneira intencional dados de processos com a intenção de fazer com que juízes e peritos cometam falhas.

    O Código Penal prevê punição para quem “inovar artificiosamente, no curso de processo civil ou administrativo, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, com o fim de induzir a erro o juiz ou perito”.

    Nesse sentido, o principal objetivo da pessoa ou empresa que comete uma fraude processual é alterar o resultado de um processo em favor de uma das partes, colocando em xeque o funcionamento do sistema judiciário e a aplicação das leis.

    Isso é feito por meio de manipulação de provas, apresentação de falsos testemunhos, falsificação de documentos, ocultação de informações relevantes e outros, este ato ilícito deturpa os fatos a favor de um lado envolvido no processo judicial.

    Como prosseguir em caso de fraude processual?

    Caso a sua empresa seja alvo de um ato ilegal de fraude processual, é ideal agir de maneira ágil para perder o mínimo de tempo possível e garantir a mitigação dos riscos.

    Primeiramente, você deve notificar o departamento jurídico da sua organização para, a partir disso, tomar decisões para combater a fraude. Nesse tipo de caso, ainda, é recomendado realizar a contratação de advogados especializados para determinar uma estratégia adequada.

    Além disso, é imprescindível notificar as autoridades para que, caso seja necessário, seja aberta uma investigação criminal oficial. Isso tudo para solucionar os prejuízos causados.

    Consequências das fraudes processuais

    As fraudes processuais possuem a capacidade de causar uma série de danos, afetando as partes envolvidas no processo e o sistema judiciário no geral. Entre os principais danos, estão:

    • Decisões judiciais injustas: As fraudes processuais podem levar a decisões judiciais manipuladas ou baseadas em falsas informações. Isso pode causar condenações injustas ou até mesmo absolvição de pessoas culpadas, comprometendo a garantia de justiça.
    • Aumento de custos processuais: Em caso de detecção de fraudes processuais, os custos para garantir a correção delas exige o aumento de gastos financeiros, tanto para as partes envolvidas, quanto para o Estado.
    • Atrasos processuais: Todo o processo de investigação e correção de fraudes ocasiona um atraso que aumenta o tempo de resolução de processos, postergando o sistema judiciário e impedindo o acesso por parte dos cidadãos a uma justiça célere.
    • Perdas financeiras: Este crime tem a capacidade de gerar perdas financeiras a civis envolvidos em processos ou até mesmo causar a perda de bens, compensações financeiras e propriedades que eram suas por direito.

    Como evitar fraudes processuais em sua empresa

    Para evitar fraudes processuais em sua empresa, é importante detectar e antecipar riscos antes que eles se tornem grandes prejuízos. Nesse sentido, é importante:

    Realizar auditorias

    A incorporação de auditorias periódicas em casos onde há suspeita de fraudes pode garantir a integridade dos seus processos.

    Promover uma cultura de integridade

    É também papel das instituições judiciais promover o compromisso com a integridade. Isso pode ser feito por meio da implementação de um programa de gestão de riscos.

    Realizar o KYC e os “Know Your”

    Como prinipal forma de antecipar riscos e evitar esse problema, é importante realizar processos de KYC, KYP, KYE e KYB. Assim, antes de concretizar uma nova parceria, você consegue realizar uma due diligence efetiva.

    Leia também: Avaliação de fornecedores: 5 critérios para analisar

    Tecnologia e combate a fraude processual

    Na atualidade, existem diversas tecnologias que aprimoram e otimizam processos. No caso do combate as fraudes isso não é diferente.

    Muitas tecnologias são essenciais para evitar esse problema. É o caso do background check, por exemplo.

    Com esse recurso, você consegue otimizar a avaliação de terceiros e identificar de forma prévia riscos que esse novo negócio pode representar, inclusive os riscos de fraudes.

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    Quais são as consequências para quem comete fraudes processuais?

    A pena para quem comete o crime de fraude processual no Brasil prevê de 3 meses a 2 anos de detenção — onde não é admitido o início do cumprimento da pena em regime fechado, podendo ser cumprido em regime aberto ou semiaberto — e ainda o pagamento de multa.

    Quais são os exemplos de fraude processual?

    Exemplos de fraude processual incluem a apresentação de documentos falsos, suborno de testemunhas, ocultação de provas ou qualquer ação que tenha a intenção de enganar o juiz ou influenciar o veredito.

    Como a fraude processual pode ser identificada?

    A fraude processual pode ser identificada por meio de investigações detalhadas, auditorias de documentos, cruzamento de informações e testemunhos, além do uso de perícias técnicas que comprovem a autenticidade de provas.

  • O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992) é uma legislação brasileira que visa punir atos de desonestidade e corrupção no setor público. Ela estabelece as condutas que configuram improbidade administrativa, os sujeitos passivos e ativos da lei, e as penalidades aplicáveis.

    A lei foi criada para proteger o patrimônio público e assegurar a moralidade na administração pública, combatendo práticas que prejudicam o cenário social.

    O que diz a Lei da Improbidade Administrativa?

    A Lei da Improbidade Administrativa define os atos de improbidade em três categorias principais: enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e violação dos princípios da administração pública. 

    Veja também: Fraudes imobiliárias: Veja como se proteger

    Desse modo, ela estabelece que qualquer agente público, bem como terceiros que se beneficiem dos atos ilícitos, pode ser responsabilizado. Como formas de penalidades podem citar perda de bens e valores, ressarcimento ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e multa civil.

    Lei da Improbidade Administrativa

    Quando se aplica a Lei de Improbidade Administrativa?

    A Lei de Improbidade Administrativa se aplica sempre que houver indícios de que um agente público cometeu algum ato ilícito que se enquadre nas categorias estabelecidas pela lei. 

    Isso pode ocorrer em diversas situações, como contratos públicos fraudulentos, uso indevido de recursos públicos, nepotismo, entre outros. Nesse sentido, a aplicação da lei não depende de condenação criminal, ou seja, o processo pode ocorrer simultaneamente ou independentemente de processos penais.

    Quem está sujeito à Lei de Improbidade Administrativa?

    Estão sujeitos à Lei de Improbidade Administrativa todos os agentes públicos, incluindo servidores efetivos, temporários, comissionados, militares, e até mesmo aqueles que exercem função pública sem vínculo empregatício formal. 

    Além disso, pessoas físicas e jurídicas que, de alguma forma, se beneficiem dos atos de improbidade, também podem ser responsabilizadas. Isto é, empresários, fornecedores e qualquer outra parte envolvida podem ser enquadrados na lei.

    O que é considerado ato de improbidade?

    A Lei de Improbidade Administrativa considera atos de improbidade aqueles que envolvem enriquecimento ilícito, causam prejuízo ao erário ou violam os princípios da administração pública. 

    Leia também: Pessoa Politicamente Exposta (PEP/PPE): Entenda o conceito

    Quais são os atos de improbidade administrativa?

    Enriquecimento ilícito

    Enriquecimento ilícito ocorre quando o agente público se apropria de bens ou valores sem justificativa legal. Isso pode incluir o recebimento de propinas, presentes valiosos ou qualquer vantagem econômica que não seja compatível com sua renda oficial.

    Prejuízo ao erário

    Prejuízo ao erário abrange ações que resultam em perda financeira para o poder público. 

    Violação dos princípios da administração pública

    Violação dos princípios da administração pública refere-se a atos que desrespeitam os princípios básicos da administração pública, como nepotismo, favorecimento de terceiros, falta de transparência e omissão de informações obrigatórias.

    O que mudou na nova Lei de Improbidade Administrativa?

    A nova Lei de Improbidade Administrativa trouxe algumas mudanças importantes. Entre as alterações, destaca-se a exigência de dolo para a caracterização de atos de improbidade.  Isso significa que, para ser responsabilizado, o agente deve ter a intenção deliberada de cometer o ato ilícito.

    Quais são as consequências da improbidade administrativa?

    Entre as principais penalidades estão a perda de bens e valores obtidos ilicitamente, ressarcimento integral ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por até 14 anos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais. Além disso, a reputação do agente e da instituição envolvida pode ser seriamente prejudicada, afetando a confiança da sociedade.

    Leia mais em Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los

    Sob essa visão, conhecer a Lei e seus aspectos é essencial para garantir a integridade e a eficiência da administração pública. Isso porque, ao promover a transparência e a responsabilidade, a lei não apenas protege o patrimônio público, mas também melhora a confiança da sociedade nas instituições. 

    Quer conhecer outras leis para manter sua conformidade? Acompanhe nossos conteúdos por aqui!

  • Lei Anticorrupção: Entenda o que é e como estar em conformidade

    Lei Anticorrupção: Entenda o que é e como estar em conformidade

    A Lei Anticorrupção, oficialmente denominada Lei nº 12.846/2013, é uma legislação brasileira sancionada em 1º de agosto de 2013, com o objetivo de responsabilizar empresas e outras entidades por práticas de corrupção cometidas em seu benefício.

    A Lei Anticorrupção é um marco importante para empresas que buscam operar de maneira ética e transparente. Mas você sabe no que essa lei realmente implica? Como ela surgiu e quais são suas principais disposições? Continue a leitura e vamos entender os pontos essenciais sobre a Lei Anticorrupção!

    O que é a Lei Anticorrupção?

    A Lei Anticorrupção brasileira, sancionada em 2013, é uma legislação que visa responsabilizar empresas por atos de corrupção cometidos em seu benefício. Diferente de outras leis, que focam principalmente em punir indivíduos, a Lei Anticorrupção coloca as empresas no centro da responsabilidade, impondo penalidades severas para práticas corruptas.

    Lei Anticorrupção

    Como surgiu a Lei Anticorrupção?

    A criação da Lei Anticorrupção foi motivada por uma série de situações de corrupção que impactaram o Brasil nos últimos anos. Antes de sua implementação, o Brasil enfrentava dificuldades para punir adequadamente empresas envolvidas em atos corruptos. 

    Sob essa dificuldade, o governo se baseou em legislações internacionais, como o Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) dos Estados Unidos e o UK Bribery Act do Reino Unido, criando a Lei Anticorrupção que reforça a integridade no setor corporativo brasileiro.

    Quais condutas são puníveis na Lei Anticorrupção?

    A Lei Anticorrupção prevê punições para diversas condutas ilícitas, incluindo:

    Suborno: Oferecer ou prometer vantagem indevida a agentes públicos.

    Fraude em licitações: Manipular o processo de licitação pública.

    Manipulação de contas: Falsificar documentos ou registros para encobrir atos corruptos.

    Obstrução de investigações: Dificultar ou impedir a investigação de atos corruptos.

    Isso porque essas práticas não apenas implicam na ética da empresa, mas também colocam em risco a confiança pública nas instituições.

    Veja também: Entenda o que é Know Your Partner (KYP)  e como ele pode ajudar sua empresa

    O que é o Decreto 11.129/22

    O Decreto 11.129/22 é um regulamento que detalha a aplicação da Lei Anticorrupção, especificando os passos para a investigação e sanção de empresas envolvidas em práticas corruptas. Nesse sentido, este decreto cumpre um papel crucial para garantir que a lei seja aplicada de maneira adequada, proporcionando objetividade sobre os processos e responsabilidades envolvidos.

    Leia também: LGPD no mercado financeiro

    Quais são as sanções previstas pela Lei Anticorrupção?

    As sanções previstas pela Lei Anticorrupção são bem severas e desenhadas para desincentivar práticas corruptas e promover um ambiente de negócios mais íntegro. Veja as principais!

    Multas pesadas

    Podem chegar a até 20% do faturamento bruto anual da empresa.

    Publicação da decisão

    Isto é, tornar pública a decisão condenatória, causando riscos reputacionais. 

    Proibição de contratar com o poder público

    Isso significa que as empresas condenadas podem ser proibidas de participar de licitações públicas por um determinado período.

    Qual é a relação da Lei Anticorrupção com os programas de compliance?

    A Lei Anticorrupção está ligada aos programas de compliance. Isso porque o programa de compliance pode ajudar a prevenir atos corruptos, identificar violações e mitigar riscos.

    Sob essa visão, empresas com compliance eficientes podem ter suas penalidades reduzidas em caso de infrações, desde que demonstrem cooperação e interesse para corrigir práticas ilícitas.

    Além disso, um programa de compliance estruturado é capaz de prever riscos de vulnerabilidade à legislação. Assim, antes que ocorra algum acontecimento grave, os responsáveis podem identificar e solucionar os problemas de corrupção encontrados. 

    O que quer dizer Acordo de Leniência?

    O Acordo de Leniência é uma ferramenta que permite a redução de penalidades para empresas que colaborarem com as investigações. Para se qualificar para um acordo de leniência, a empresa deve admitir sua participação em atos corruptos e fornecer informações que ajudem a identificar outros envolvidos.

    Ou seja, funciona como um “acordo de delação” para empresas. Isso incentiva a cooperação em troca de sanções mais leves.

    Confira também: Sanções Internacionais: O que você precisa saber

    Qual o impacto da Lei Anticorrupção nas empresas?

    O impacto da Lei Anticorrupção nas empresas é significativo. As organizações precisam adotar medidas preventivas rigorosas, como programas de compliance, para evitar práticas corruptas. Além disso, a lei trouxe uma maior conscientização sobre a importância da ética nos negócios, incentivando empresas a manterem altos padrões de integridade.

    Agentes envolvidos e responsabilidades

    Vários agentes estão envolvidos na aplicação e cumprimento da Lei Anticorrupção. Confira os principais agentes: 

    Empresas

    Devem implementar programas de compliance e garantir a conformidade com a lei.

    Agentes públicos

    Responsáveis por investigar e sancionar práticas corruptas.

    Auditores e Compliance

    Ajudam as empresas a identificar riscos e desenvolver medidas preventivas.

    Agentes envolvidos e responsabilidades

    Procedimentos de investigação

    Os procedimentos de investigação sob a Lei Anticorrupção incluem várias etapas importantes. Primeiramente, há a coleta de evidências, que envolve a reunião de documentos, testemunhos e outros materiais relevantes para a investigação. 

    Além disso, são realizadas auditorias internas, que podem ser conduzidas tanto pelas próprias empresas quanto por auditores externos contratados para garantir imparcialidade e rigor.

    Outro aspecto fundamental é a colaboração com as autoridades, onde as empresas são incentivadas a cooperar plenamente com as investigações em andamento, o que pode resultar na mitigação de penalidades caso a colaboração seja considerada significativa.

    Esses procedimentos são essenciais para garantir que a investigação seja minuciosa e justa, estabelecendo uma base sólida para a aplicação eficaz da lei.

    Comparação com legislações internacionais

    Comparada a outras legislações internacionais, a Lei Anticorrupção brasileira tem semelhanças com o FCPA dos Estados Unidos e o UK Bribery Act. Todas essas leis buscam responsabilizar empresas por práticas corruptas, mas há diferenças nas sanções e nos mecanismos de aplicação. 

    Por exemplo, enquanto o FCPA foca em subornos a autoridades estrangeiras, a Lei Anticorrupção brasileira abrange uma gama mais ampla de condutas ilícitas.

    A Lei Anticorrupção representa um avanço significativo na luta contra a corrupção no Brasil. Sua aplicação rigorosa e a exigência de programas de compliance robustos mostram que o país está comprometido em promover a integridade e a transparência nos negócios. 

    Assim, fica claro que, para as empresas, a conformidade não é apenas uma obrigação legal, mas uma oportunidade de construir uma reputação melhor e aumentar a confiança do mercado.

    Quer conhecer outras legislações como essa e manter a conformidade? Acompanhe nossos conteúdos e visite nosso site!

  • Riscos cibernéticos: Entenda o são e como proteger sua empresa

    Riscos cibernéticos: Entenda o são e como proteger sua empresa

    O que são riscos cibernéticos

    Riscos cibernéticos são ameaças digitais que podem afetar significativamente os sistemas de sua empresa. Eles representam qualquer tipo de ameaça que possa comprometer a segurança, integridade ou disponibilidade de dados e sistemas online.

    Essas ameaças podem incluir uma variedade de ataques, como malware, phishing, negação de serviço (DoS), violações de dados e outras formas de exploração de vulnerabilidades em sistemas e infraestruturas digitais. 

    Riscos cibernéticos

    Principais tipos de ataques cibernéticos

    Existem diferentes formas e tipos de ataques cibernéticos. Vamos conferir os principais:

    Malware

    O malware refere-se ao termo “software malicioso” e explica qualquer tipo de programa de computador projetado para infiltrar-se em sistemas e causar danos, coletar informações confidenciais ou ganhar acesso não autorizado a recursos de computador. Existem vários tipos de malware, incluindo:

    Vírus

    Projetados para causar danos ao sistema ou roubar informações.

    Worms

    Se espalham de um computador para outro através de redes, explorando vulnerabilidades de segurança

    Cavalos de Tróia (Trojans)

    Enganam os usuários para que os instalem, geralmente através de downloads de fontes não confiáveis, e podem ser usados para roubar informações, controlar o sistema ou abrir uma porta para outros malwares.

    Ransomware

    Criptografa os arquivos do sistema e exige um resgate em troca da chave de descriptografia. 

    Spyware

    Coletar informações sobre os hábitos de navegação do usuário, histórico de busca, senhas e outras informações pessoais. Esses dados são então enviados para terceiros sem o conhecimento ou consentimento do usuário.

    Adware

    Exibe anúncios indesejados e intrusivos no sistema do usuário. 

    Phishing

    Técnica usada por cibercriminosos para enganar as pessoas e obter informações confidenciais, como senhas, números de cartão de crédito e informações bancárias. Geralmente, os ataques de phishing são realizados por e-mail, mensagem de texto ou através de sites falsos que se passam por legítimos.

    Ataque DoS e DDoS

    Ataque DoS e DDOs são  ataques que podem causar interrupções significativas nos serviços online, afetando empresas, organizações e até mesmo infraestruturas críticas, como serviços bancários, sites de comércio eletrônico, hospedagem na web e muito mais. 

    Leia também: Fraudes imobiliárias: Veja como se proteger

    Como proteger sua empresa contra riscos cibernéticos? 

    Para proteger sua empresa contra esses riscos é importante tomar algumas ações. Veja as principais! 

    Atualize regularmente seus sistemas 

    Mantenha seus sistemas operacionais, aplicativos e software de segurança atualizados com as últimas correções e patches de segurança. Isso ajudará a proteger os dados da sua empresa contra vulnerabilidades conhecidas e exploits.

    Capacite seus colaboradores e parceiros sobre segurança cibernética

    Invista em treinamento de conscientização em segurança cibernética para seus parceiros. Assim, eles conhecem riscos de phishing, práticas de segurança de senha, uso adequado da Internet e como relatar incidentes de segurança.

    Implemente uma política de segurança de dados

    Desenvolva e implemente uma política de segurança de dados que inclua procedimentos para proteger informações confidenciais, backup regular de dados, criptografia de dados sensíveis e restrição de acesso apenas a funcionários autorizados.

    Invista em soluções de segurança cibernética

    Instale e mantenha atualizados firewalls, antivírus, anti-malware e outras soluções de segurança cibernética para proteger seus sistemas contra ameaças conhecidas e emergentes.

    Identifique riscos

    Identifique e corrija vulnerabilidades em sua infraestrutura de TI, como servidores, redes, aplicativos e dispositivos, para evitar que sejam exploradas por hackers.

    Veja mais dicas em: 3 dicas essenciais para a segurança da sua empresa com Thiago do Prado

    Riscos cibernéticos e compliance

    A relação entre os riscos cibernéticos e a compliance é cada vez mais presente no cenário empresarial. Com a digitalização das operações e a crescente sofisticação dos ataques cibernéticos, as empresas enfrentam uma multiplicidade de ameaças que podem comprometer a segurança dos seus dados e a continuidade dos seus negócios.

    Sob esse viés o compliance surge como um conjunto de práticas que te ajudam a garantir que as organizações estejam alinhadas com as leis, regulamentos e normas de segurança, protegendo assim suas informações e a privacidade de seus clientes.

    Confira também: Veja como funciona a LGPD no mercado financeiro

    Ou seja, algo essencial para o trabalho contra os riscos cibernéticos. Além disso, normas internacionais como a ISO 27001 definem os requisitos para um sistema de gestão de segurança da informação, enquanto padrões específicos como o PCI-DSS são essenciais para empresas que lidam com pagamentos por cartão, assegurando que as transações sejam protegidas contra fraudes.

    A integração entre segurança cibernética e compliance se torna essencial para realizar avaliações de risco regulares , identificando vulnerabilidades de segurança da informação. Monitorar continuamente as atividades e responder rapidamente a incidentes de segurança é importante para minimizar danos e assegurar a conformidade.  

    Proteger sua empresa contra ataques cibernéticos é uma responsabilidade contínua que exige monitoramento, treinamento e  investimento em soluções de segurança cibernética. Com isso,  você pode reduzir significativamente os riscos e manter sua empresa protegida contra ameaças online.

    Quer saber mais dicas de como proteger sua empresa contra riscos? Visite nosso site!

  • OCR: Entenda o que é e qual é sua importância para prevenir fraudes

    OCR: Entenda o que é e qual é sua importância para prevenir fraudes

    Desde a digitalização de arquivos históricos até a automação de processos em empresas, o OCR é ferramenta essencial na era digital. 

    Essa tecnologia permite a conversão de diferentes tipos de documentos, como arquivos em papel digitalizados, PDFs ou imagens capturadas por uma câmera digital, em dados editáveis e pesquisáveis.

    Ele não apenas facilita a conversão de documentos físicos em textos digitais editáveis, mas também melhora a eficiência, reduz custos operacionais e abre novas possibilidades para a análise de dados. Continue a leitura e saiba mais! 

    O que é OCR?

    OCR ou Reconhecimento Óptico de Caracteres (Optical Character Recognition) é uma ferramenta capaz de identificar caracteres em arquivos de imagem e convertê-los em formatos de textos editáveis.

    Nesse sentido, podemos dizer que o OCR possibilita a verificação de informações de forma prática e eficiente. Isso ajuda no entendimento das informações, algo essencial para autenticação de documentos e combate à fraude.

    OCR

    Para que serve o OCR?

    O Reconhecimento Óptico de Caracteres funciona para transformar textos de documentos em arquivos digitais com o fim de validá-los, criar categorias ou enviar a terceiros. 

    Você pode muito bem escanear os arquivos em impressoras e convertê-los em PDFs ou JPGs, mas você não conseguirá pesquisar informações disponíveis nos documentos por palavras-chave ou mesmo editar informações importantes, caso seja necessário.

    Com o  OCR, você pode coletar todas essas informações em textos pesquisáveis e editáveis de maneira automatizada. Assim, você evita ações repetitivas e agiliza consideravelmente o processo que, manualmente, exigiria um grande esforço.

    Além disso, com essa tecnologia, você reduz as vulnerabilidades. Isto é, consegue minimizar os riscos de fraudes e golpes em documentos. 

    Qual é a importância de utilizar o OCR?

    Como vimos, o OCR é importante para agilizar processos e também para o combate à fraudes. Isso porque ele ajuda na autenticação de documentos, evitando que informações falsas passem despercebidas.

    Ou seja, é muito importante para a segurança e conformidade em várias áreas. Entre essas, especialmente, no contexto de documentos sensíveis e regulamentados

    Leia também: Conformidade Regulamentar: Melhores práticas

    OCR e compliance

    Justamente por ser uma ferramenta útil na detecção de fraudes em diversos tipos de documentos, o Reconhecimento Óptico de Caracteres desempenha um papel importante na conformidade de empresas com as leis, regulamentos e padrões éticos.

    Ao garantir uma fácil acessibilidade aos documentos por meio da conversão de textos físicos em digitais, o OCR permite que as organizações cumpram os requisitos de auditorias internas e externas, auxiliando na comprovação de conformidade com requisitos regulatórios.

    Como funciona o OCR?

    As principais fases de funcionamento do OCR são:

    Digitalização

    Consiste na etapa em que, por meio de escaneamento, documentos físicos são digitalizados e convertidos em imagens;

    Pré-processamento

    Antes da análise OCR, são aplicadas técnicas de processamento para melhorar a qualidade da imagem escaneada, como remoção de ruído, ajuste de contraste e desinclinação;

    Segmentação

    Ou seja, a imagem é dividida em áreas individuais onde contém cada caractere e são identificadas as linhas do texto. 

    Reconhecimento de caracteres

    Utilizando um banco de dados de modelos previamente estabelecidos, o OCR reconhece padrões visuais e identifica os caracteres na imagem.

    Pós-processamento

    Após a etapa de reconhecimento de caracteres, são utilizadas técnicas para correção de erros ortográficos e contextuais;

    Saída de texto

    A última etapa consiste na apresentação do texto identificado, que pode ser editado e convertido para os formatos que o usuário preferir.

    OCR e autenticação de documentos

    A autenticação de documentos consiste no processo de verificação da veracidade de um registro, a fim de evitar adulterações. Nesse sentido, podemos apontar o OCR como uma peça fundamental para isso. 

    Isso porque a inteligência do OCR permite que os documentos em análise sejam comparados com documentos originais, identificando suspeitas de adulteração e reconhecendo falsificações.

    Leia também: Face Match: como aplicá-lo ao seu processo de onboarding

    Onde o OCR pode ser utilizado?

    A conversão por OCR pode ser utilizada de diversas maneiras. Algumas delas são:

    Digitalização e transcrição de documentos: O uso do OCR neste processo possibilita que os documentos se tornem pesquisáveis utilizando palavras-chave, facilitando o processo de indexação e otimizando cautelas de segurança.

    Reconhecimento de placas de veículos: Esta medida beneficia os sistemas de segurança e de vigilância no monitoramento de veículos suspeitos e ainda auxilia empresas que têm a necessidade de gerenciar frotas de automóveis.

    Reconhecimento de escrita à mão: A tecnologia de OCR possibilita também a conversão de textos manuscritos em textos digitais, ajudando, por exemplo, na digitalização de documentos antigos.

    Leitura para deficientes visuais: Os softwares de leitura de tela para pessoas cegas utilizam o OCR para interpretar textos em aplicativos, páginas da web e outros conteúdos visuais, logo esta tecnologia se mostra importante também na acessibilidade.

    Importante: Para que o OCR funcione adequadamente é preciso seguir boas práticas de uso. Veja abaixo as principais!

    Boas práticas de uso de OCR

    OCR no onboarding digital de parceiros 

    Durante o processo de onboarding, é comum que empresas precisem coletar e verificar uma grande quantidade de documentos, como contratos, certificados e comprovantes de identidade. Tradicionalmente, essa tarefa era realizada manualmente.

    Todavia, com a  implementação do OCR, essa realidade mudou. A tecnologia automatiza a extração de informações desses documentos, transformando-os em dados estruturados que podem ser facilmente processados e armazenados nos sistemas da empresa.

    Além de agilizar o processo, o OCR melhora a precisão das informações coletadas. Ao eliminar a necessidade de digitação manual, reduz-se significativamente o risco de erros de transcrição.

    Outro benefício significativo do OCR no onboarding digital é a melhoria na experiência do parceiro. O processo se torna muito mais rápido e eficiente, permitindo que os parceiros comecem a operar ou colaborar com a empresa em menos tempo.

    Quer saber mais sobre nossa solução de onboarding? Visite nosso site!

  • Autenticação multifator (MFA): Guia completo para proteger dados

    Autenticação multifator (MFA): Guia completo para proteger dados

    Com o aumento dos ataques cibernéticos, a Autenticação ,ultifator (MFA) tornou-se essencial para a proteção de dados pessoais e corporativos. Desse modo, umas das formas de trabalhar a segurança e proteção dos dados é o MFA. Continue a leitura e vamos entender do que se trata! 

    O que é a Autenticação multifator (MFA)?

    MFA, abreviação para Autenticação multifator, é um método de verificação de identidade que requer mais de uma forma de autenticação e validação para conceder acesso a uma conta ou sistema. Ou seja, em vez de depender apenas de uma senha, a MFA exige múltiplos fatores de autenticação, o que aumenta significativamente a segurança.

    Autenticação multifator (MFA)

    O que significa MFA?

    De modo simplificado, a Autenticação Multifator significa adicionar diferentes métodos de segurança ao processo de login. Assim, para acessar uma plataforma, por exemplo, o usuário precisa fornecer múltiplos fatores de autenticação, como senha, dispositivo e biometria. 

    O que é o código MFA?

    O Código MFA, ou Código de Autenticação Multifator, é um código temporário gerado por um aplicativo de autenticação ou enviado por mensagem de texto para o usuário. Ele funciona como parte do processo de verificação e, geralmente, é composto de seis dígitos.

    Como Usar o MFA?

    O uso da Autenticação Multifator é simples e acessível. Na maioria dos casos, os serviços online oferecem a opção de habilitar o MFA nas configurações de segurança da conta. Assim, uma vez ativado, o usuário precisará seguir as instruções específicas do serviço para configurar e utilizar o MFA.

    Sugestão de leitura: Reconhecimento facial: o que é, como funciona e onde aplicá-lo

    O que torna a autenticação multifator necessária?

    Com o aumento dos números de ataques, golpes e fraudes contra empresas e pessoas, o MFA surge como uma maneira eficiente de proteção. Desse modo, ele ajuda a minimizar os riscos e vulnerabilidades que permitem que sua organização sofra prejuízos.

    Benefícios da autenticação multifator (MFA)

    Como um mecanismo de proteção e segurança, o MFA promove diversos benefícios para sua empresa. Veja os principais!  

    1. Maior segurança

    O principal benefício da Autenticação Multifator é o processo adicional de segurança que torna as contas menos vulneráveis a ataques cibernéticos.

    2. Proteção contra senhas fracas

    Ao adicionar outros fatores de autenticação além das senhas, o MFA reduz a dependência de senhas fracas ou comprometidas.

    3. Conformidade com regulamentações

    Em muitos setores, o MFA é uma exigência regulatória para proteger dados sensíveis e informações confidenciais.

    Veja também: 5 cursos de compliance gratuitos e online para você fazer

    4. Segurança do usuário

    Saber que suas contas estão protegidas por um mecanismo extra de segurança proporciona tranquilidade aos usuários.

    Como o MFA funciona?

    A autenticação multifator funciona adicionando uma ou mais etapas adicionais ao processo de login padrão. Essas etapas podem incluir a inserção de um código enviado por SMS, a verificação de uma impressão digital ou o uso de um token de segurança físico.

    Se liga na Dica do Time: Nosso CTO compartilha 3 dicas sobre segurança de dados com você.

    O que é a autenticação multifator adaptativa?

    A Autenticação multifator Adaptativa é uma forma avançada de MFA que analisa o comportamento do usuário e outros parâmetros de contexto para determinar o nível apropriado de autenticação. Isso permite uma abordagem mais personalizada e adaptável à segurança, ajustando o processo de autenticação com base no risco percebido.

    Sugestão de leitura: O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    Como a inteligência artificial pode melhorar a Autenticação multifator?

    Ao analisar padrões de comportamento do usuário e identificar atividades suspeitas em tempo real, a inteligência artificial (IA) pode melhorar a autenticação multifator. Isso porque ela permite uma resposta rápida a possíveis ameaças e uma adaptação contínua das medidas de segurança com base nas informações coletadas.

    Exemplos de autenticação multifator

    Autenticação por SMS

    Envio de um código de verificação por mensagem de texto para o celular do usuário.

    Aplicativos de autenticação

    Uso de aplicativos móveis, como Google Authenticator ou Microsoft Authenticator, para gerar códigos de autenticação.

    Biometria

    Verificação da identidade do usuário por meio de impressões digitais ou reconhecimento facial. 

    Tokens de segurança

    Utilização de dispositivos físicos, como tokens USB ou cartões inteligentes, para gerar códigos de autenticação.

    Reconhecimento de localização

    Verificação da localização do usuário por meio de GPS ou endereço IP.

    Exemplos de autenticação multifator

    Quais os métodos de autenticação multifator?

    Existem diversos tipos de autenticação multifator. Conheça os principais deles!

    Autenticação por Dois Fatores (2FA): Requer dois fatores de autenticação para verificar a identidade do usuário.

    Autenticação por Três Fatores (3FA): Exige três fatores de autenticação para conceder acesso à conta.

    Autenticação por N Fatores: Pode incluir qualquer número de fatores de autenticação, dependendo dos requisitos de segurança e conformidade.

    Quais as práticas recomendadas para a configuração da autenticação multifator?

    É essencial ativar a Autenticação Multifator (MFA) em todas as contas online, especialmente aquelas que armazenam informações sensíveis. Ao optar por diferentes métodos de MFA para cada conta, aumentamos a segurança, tornando mais difícil para os invasores acessarem nossas informações. 

    Além disso, é crucial manter nossos dispositivos de autenticação, como smartphones e tokens de segurança, protegidos contra acesso não autorizado e educar os usuários sobre como configurar e usar a MFA corretamente, assegurando eficiência na proteção de contas online.

    Perguntas frequentes sobre autenticação multifator (MFA)

    1. Como configurar a Autenticação Multifator em uma conta online?

    Para configurar a Autenticação Multifator em uma conta online, geralmente é necessário acessar as configurações de segurança da conta e seguir as instruções fornecidas pelo serviço específico.

    2. A Autenticação Multifator é segura?

    Sim, a Autenticação Multifator é uma medida de segurança altamente eficaz que adiciona uma camada adicional de proteção às contas online, tornando-as menos vulneráveis a ataques cibernéticos.

    3. Quais são os melhores métodos de Autenticação Multifator?

    Os melhores métodos de Autenticação Multifator são aqueles que combinam diferentes fatores de autenticação, como códigos de verificação, biometria e tokens de segurança físicos, para proporcionar uma segurança máxima.

    4. É necessário usar Autenticação Multifator em todas as contas online?

    Embora não seja obrigatório, é altamente recomendável habilitar a Autenticação Multifator em todas as contas online, especialmente aquelas que contêm informações sensíveis ou financeiras.

    5. Posso desativar a Autenticação Multifator se achar que é muito complicado?

    Embora seja possível desativar a Autenticação Multifator em algumas contas, é importante considerar os riscos de segurança associados a essa ação. É sempre recomendável manter a MFA ativada para proteger suas contas contra acessos não autorizados.

    Quer conhecer outros métodos para proteger sua empresa contra golpes? Visite nosso site e veja nossas soluções de gestão de riscos.