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  • Governança e compliance: conceito, diferenças e desafios

    Governança e compliance: conceito, diferenças e desafios

    Governança corporativa e compliance são duas práticas que precisam andar de mãos dadas quando uma empresa busca garantir um futuro sólido e responsável. Apesar de possuírem focos diferentes, ambos se complementam, promovendo integridade e equilíbrio dentro dos negócios.

    Com o avanço tecnológico contínuo e com o aumento gradativo da importância da sustentabilidade e da responsabilidade social, as empresas precisam ter uma estratégia bem definida tanto para compliance, quanto para governança corporativa.

    Neste artigo iremos discutir sobre o que são os dois conceitos, suas diferenças e os desafios nas suas implementações.

    O que é governança corporativa?

    Governança e compliance

    Governança corporativa é o conjunto de práticas, políticas e processos pelos quais uma empresa é dirigida e controlada. Por meio do estabelecimento de estruturas e regras que conduzem as decisões e ações dos executivos e diretores, a governança atua com o fim de otimizar os processos administrativos de uma organização, pensando sempre em soluções estratégicas para tornar os processos internos mais eficazes.

    Algumas das funções da governança corporativa são:

    Definição de estrutura e responsabilidades

    Estabelecimento de uma estrutura para a definição de responsabilidades e hierarquias dentro de uma empresa.

    Tomada de decisões estratégicas

    Definição e revisão frequente das estratégias empresariais, incluindo objetivos a longo prazo e definição de planos de ação a longo, médio e curto prazo.

    Supervisão e monitoramento

    Supervisionar a atuação dos executivos para manter as operações alinhadas com os objetivos e princípios da empresa.

    O que é compliance?

    Compliance, derivado do verbo inglês “to comply”, diz respeito ao conjunto de disciplinas e práticas que garantem que uma organização esteja em conformidade com leis, regulamentos, normas e políticas internas. Esta prática tem o objetivo de prevenir, detectar e responder às condutas inapropriadas, diminuindo riscos jurídicos e reputacionais.

    Um programa de compliance funcional geralmente possui:

    Código de ética e conduta

    Diretrizes claras sobre comportamentos esperados e aceitáveis.

    Políticas e regras internas

    Normas que regulam as atividades e processos da empresa.

    Treinamento e educação contínua

    Programas de capacitação para garantir que os colaboradores sigam as normas de conformidade.

    Qual é a diferença entre governança corporativa e compliance?

    Apesar de serem práticas que se relacionam, governança corporativa e compliance possuem diferenças que você precisa entender:

    A governança corporativa está ligada à estrutura de uma empresa e nos processos de tomada de decisão dentro de uma organização. É ela quem irá estabelecer as diretrizes para a gestão com o fim de criar um valor sustentável e proteger os interesses dos acionistas e outros stakeholders.

    Já o compliance, como mencionamos acima, tem um foco na conformidade com leis, regulamentos e normas. Os seus objetivos são claros e diretos: assegurar que a empresa e seus funcionários sigam as regras e prevenir condutas inadequadas, evitando assim possíveis riscos regulatórios.

    De que forma os dois conceitos se relacionam?

    Mesmo sendo conceitos distintos, as duas práticas são altamente complementares. Se colocadas em prática da maneira correta, elas ajudam a garantir que uma organização funcione de maneira ética e em conformidade com as leis e regulamentos vigentes.

    Algumas das situações em que a governança corporativa e o compliance podem atuar de maneira conjunta são:

    Cultura organizacional

    A governança corporativa é responsável por promover uma cultura de ética e integridade dentro da organização, enquanto o compliance pode ter a função de promover programas de treinamento para garantir que todos os colaboradores sigam os princípios éticos estabelecidos pela governança.

    Auditoria e monitoramento

    Enquanto a governança corporativa implementa os processos de auditoria para avaliar a eficácia dos processos da empresa, o compliance trabalha ao lado da auditoria para identificar áreas de risco e desenvolver estratégias de correção, garantindo assim que as decisões da governança sejam respeitadas.

    Gestão de riscos

    O papel da governança, neste caso, é identificar, avaliar e gerenciar os riscos que uma empresa corre, sejam eles financeiros, jurídicos ou reputacionais. Já a área de compliance focará diretamente nos riscos legais e regulatórios, trabalhando para garantir que a empresa não viole normas e regulamentos.

    O uso de ferramentas automatizadas no processo de gestão de riscos pode diminuir consideravelmente o tempo gasto na checagem de possíveis ameaças. Para conhecer nossas soluções, acesse o nosso site.

    Medidas para fortalecer a governança corporativa e compliance

    Algumas das ferramentas que as empresas podem adotar para ajudar no fortalecimento das práticas de governança corporativa e compliance são:

    Softwares de gestão de riscos

    Com a automatização na verificação de pessoas e empresas, as organizações podem adquirir mais agilidade, segurança e transparência na hora de contratar, escolher seus parceiros e seguir as regulamentações de mercado

    Auditorias internas

    Os processos de auditoria auxiliam a melhorar a eficácia de práticas de governança por meio do monitoramento e tratamento de possíveis ameaças.

    Consultoria externa

    A contratação de consultorias com profissionais experientes pode ajudar na implementação e no aprimoramento das práticas de governança corporativa e compliance.

    Tendências atuais em governança corporativa e compliance

    Acompanhando as constantes evoluções tecnológicas, as práticas de governança e compliance estão em adaptação contínua. Algumas das tendências atuais para essas áreas são:

    Sustentabilidade e ESG (Ambiental, Social e Governança)

    Com um foco cada vez maior em práticas de sustentabilidade e responsabilidade social corporativa, as empresas têm sido cada vez mais avaliadas de acordo com seu desempenho em critérios de ESG.

    Regulamentações rigorosas

    Com leis e regulamentações cada vez mais rígidas, tem crescido a necessidade de que as empresas adotem práticas mais sólidas de governança e compliance, com o fim de evitar riscos regulatórios e problemas de conformidade.

    Adoção de ferramentas automatizadas

    O uso de inteligência artificial nos programas que substituem o trabalho manual repetitivo tem se tornado uma forte tendência nestas áreas. Um exemplo claro são as soluções de background check, que realizam checagens de antecedentes de possíveis parceiros de forma instantânea, deixando os usuários cientes de possíveis riscos.

    Para conhecer e testar as nossas soluções, entre em contato com um dos nossos especialistas e agende um teste na nossa plataforma.

  • Gestão de ativos: o que é e quais são as vantagens ao implementar na sua empresa?

    Gestão de ativos: o que é e quais são as vantagens ao implementar na sua empresa?

    Com a necessidade crescente da otimização de processos nas empresas, a gestão de ativos surge como um conjunto de práticas essenciais para garantir sustentabilidade e administrar gastos e riscos do seu negócio.

    Neste post vamos entender melhor a definição e importância deste processo.

    O que são ativos?

    Os ativos são todos os recursos, bens e direitos que uma empresa possui e controla. Independente do seu tipo, eles se caracterizam como posses que possuem valor econômico e que têm a capacidade de gerar benefícios financeiros.

    Essenciais no processo de crescimento de uma empresa, os ativos são uma representação de onde os recursos de uma organização foram aplicados ao longo do tempo.

    Alguns exemplos de ativos são: computadores, materiais de escritório, móveis, imóveis, recursos disponíveis em conta bancária, softwares, etc.

    O que é gestão de ativos?

    A gestão de ativos é todo o processo de desenvolvimento, operação, manutenção e descarte dos bens. Envolve, por exemplo, o trabalho de identificação de valores dos ativos, como custos de manutenção, possibilidades de venda e riscos.

    A principal função deste processo é maximizar o valor dos ativos e garantir que eles contribuam para o sucesso estratégico da empresa.

    Qual é a importância de gerir os ativos?

    A gestão de ativos, além de cumprir a função de mapear os bens de uma empresa, pode garantir que despesas operacionais sejam evitadas e ainda assegurar a operação dos ativos em boas condições.

    Com uma gestão eficiente, os bens de uma empresa podem ter sua vida útil prolongada e causar menos riscos associados ao mau funcionamento de equipamentos ou a problemas de conformidade regulatória.

    Quais são as vantagens na gestão de ativos?

    Entre as vantagens adquiridas ao implementar o processo de gestão de ativos em uma empresa, podemos mencionar:

    Aumento da eficiência operacional

    Com a implementação de um bom processo de gestão de ativos, sua empresa pode acelerar consideravelmente os métodos de trabalho, facilitando o acesso e controle dos estoques de produtos, por exemplo. Desta maneira, processos manuais ganham agilidade e eficiência.

    Melhora no retorno financeiro dos ativos

    Aderindo ao processo de gestão de ativos, as empresas podem encontrar maneiras de se certificar que o investimento nos bens traga o retorno esperado. Além disso, o procedimento possibilita que os ativos mantenham ou aumentem seus valores.

    Responsabilidade ambiental

    Práticas de descarte responsável e reciclagem de materiais que perderam a utilidade para a sua empresa se tornam possíveis graças à implementação da gestão de ativos.

    Garantia de segurança dos ativos

    O mapeamento de todos os ativos da empresa possibilita um monitoramento mais eficaz dos bens materiais, por exemplo. Desta forma sua empresa pode evitar furtos.

    Leia também: Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR): O que é e como implementá-lo em sua empresa

    Tipos de ativos

    Existem diversas maneiras de classificar os ativos, porém a classificação mais comum é a seguinte:

    Ativos circulantes

    Este tipo de ativo costuma ser classificado como um bem de alta liquidez, ou seja, possuem uma alta taxa de conversão em dinheiro. Isto significa que eles podem ser convertidos em menos de um ano. Podemos citar como exemplo bens imobiliários destinados à venda, investimentos a curto prazo, matérias-primas, reservas financeiras, etc.

    Ativos não circulantes

    A principal característica dos ativos não circulantes é o grande prazo — aproximadamente um ano — para a conversão em bens financeiros. Isso significa que eles possuem menor liquidez e costumam permanecer em posse das empresas durante um longo tempo. Alguns exemplos são imóveis com fins de uso para as organizações, máquinas operacionais, veículos, móveis, direitos autorais, softwares, etc.

    Estratégias para a gestão dos ativos

    Adotar o processo de gestão de ativos na sua empresa trará grandes benefícios, mas exigirá um planejamento bem definido para garantir eficácia. Algumas dicas indicadas para garantir o funcionamento do procedimento são:

    Monitoramento constante

    Para que a gestão dos ativos seja bem sucedida, sua empresa deve supervisionar constantemente a situação dos ativos, identificando os momentos em que uma manutenção ou venda se faz necessária. Dessa maneira, você evitará perdas financeiras e desvalorização dos bens da sua organização.

    Seguro de ativos

    Para cobrir riscos de perdas e danos inesperados aos seus bens, considere que seus ativos estejam devidamente segurados.

    Busque colaboradores qualificados

    A contratação de profissionais que possuam prática e conhecimentos teóricos em gestão de ativos é indispensável para que o processo de implementação seja bem-sucedido.

    Para conhecer maneiras de facilitar o processo de contratação de colaboradores qualificados, acesse nosso site e conheça nossa solução de Background Check.

    Dificuldades na implementação deste processo

    Antes de iniciar a gestão dos seus ativos, é importante compreender as dificuldades que sua empresa pode encontrar neste processo. Isso possibilitará que sua organização se planeje, evitando surpresas desagradáveis. Algumas das dificuldades que você pode encontrar são:

    Panorama limitado

    A dificuldade de mapear e atualizar todos os seus ativos pode causar problemas no gerenciamento dos seus bens. Procure manter as suas informações concentradas em apenas um software ou planilha, por exemplo, e separe-as em subcategorias que facilitem o acesso.

    Monitoramento e manutenção

    Manter a constância das supervisões e a manutenção constante dos seus ativos pode ser um processo complexo e caro. Certifique-se de possuir uma estrutura adequada para dar conta de realizar estes procedimentos.

    Garantia de capacitação da equipe

    Para evitar que seu time não tenha preparo para lidar com a gestão dos ativos, busque maneiras de treinar seus colaboradores para manter o processo em pleno funcionamento.

    Quer saber mais sobre maneiras de gerir os riscos da sua empresa? Conheça nossas soluções!

  • Compliance trabalhista: o que é e como implementar na sua empresa

    Compliance trabalhista: o que é e como implementar na sua empresa

    O que é compliance trabalhista?

    O compliance trabalhista diz respeito a um conjunto de práticas, políticas e procedimentos que uma organização adota para garantir a conformidade com todas as leis, regulamentos e normas trabalhistas vigentes. Isto se aplica desde o processo de contratação e demissão de colaboradores até a garantia de condições seguras de trabalho.

    A implementação do compliance trabalhista visa prevenir violações de leis e inibe os riscos legais associados às regulações laborais, com o fim de promover um ambiente de trabalho ético e garantir a legalidade jurídica das empresas.

    Compliance Trabalhista

    Quais são as principais leis que regem o compliance trabalhista?

    No Brasil existem diversas leis que norteiam o compliance trabalhista. Algumas delas são:

    Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)

    Aprovada em 1943, a CLT é o marco legal que define as regras para as relações de trabalho individual e coletivo no Brasil. Alguns dos aspectos abrangidos por esta lei são jornada de trabalho, férias, remuneração, entre outros.

    Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

    Mesmo não sendo estritamente trabalhista, a LGDP define normas para a gestão de dados pessoais dos colaboradores de uma empresa, protegendo os direitos fundamentais de todos os cidadãos.

    Lei do Estágio

    Regula as condições de contratação de estagiários, garantindo direitos como bolsa-auxílio, auxílio transporte, férias e jornada de trabalho reduzida.

    Lei da Terceirização

    Esta lei tem a função de definir normas sobre o trabalhador terceirizado, isentando-o de vínculos trabalhistas e exigindo que os contratadores ofereçam condições justas de higiene, segurança e atendimento médico emergencial.

    Quais são as vantagens do compliance trabalhista?

    Um programa de compliance trabalhista bem estruturado garante diversos benefícios. Alguns deles são:

    Redução de riscos regulatórios

    As práticas de compliance trabalhista garantem que sua empresa se mantenha adepta às leis e regulamentos laborais vigentes, reduzindo assim diversos riscos regulatórios.

    Melhorias na reputação corporativa

    Ao contar com um programa bem estruturado de compliance trabalhista, as empresas tendem a melhorar a sua imagem com os clientes, colaboradores, acionistas e todos os stakeholders, elevando, assim, o seu valor de mercado. Isto é, evitando riscos reputacionais.

    Diminuição dos índices de acidentes de trabalho

    Ao seguir as normas trabalhistas, a sua empresa garante que o número de acidentes ocorridos no ambiente de trabalho diminua significativamente, protegendo a saúde dos colaboradores, evitando gastos financeiros relacionados a estes incidentes e prevenindo riscos legais.

    Melhoria do ambiente de trabalho

    Ao cumprir as leis trabalhistas, as empresas promovem um ambiente seguro, positivo e produtivo para os colaboradores, melhorando o bem-estar e garantindo a satisfação dos funcionários.

    Quais profissionais podem ficar responsáveis pela implementação de um programa de compliance trabalhista?

    A atuação de profissionais em um programa de compliance trabalhista não está restrita a uma área de formação profissional específica. Pelo contrário, para ter sucesso, o programa de compliance laboral precisa ser acompanhado por pessoas capacitadas em diversas profissões.

    Os dois profissionais mais demandados para atuar nesta função são advogados e especialistas na área de Recursos Humanos.

    Quais são as responsabilidades da área de Recursos Humanos no compliance trabalhista?

    O profissional de RH desempenha um papel essencial na implementação do programa de compliance trabalhista nas empresas, já que é ele quem pode desenvolver e implementar procedimentos internos que garantem a conformidade com as leis trabalhistas durante os processos de contratação, demissão e regulação das jornadas de trabalho.

    Além disso, o setor de RH também pode ficar responsável pelo desenvolvimento de:

    Treinamentos para os colaboradores

    O planejamento e a condução de treinamentos regulares com o fim de manter os funcionários cientes das políticas de compliance trabalhista deve passar pelo crivo dos profissionais de RH. Estes treinamentos ajudam a garantir que os funcionários estejam cientes das normas e saibam como agir em conformidade com elas.

    Monitoramento e auditorias

    O monitoramento contínuo das práticas de trabalho da empresa para garantir a conformidade com as leis trabalhistas também está nas mãos do departamento de Recursos Humanos. As auditorias internas cumprem o papel de corrigir as falhas antes que se tornem problemas legais.

    Gestão de denúncias e conflitos

    O estabelecimento de canais de denúncia confidenciais é uma das principais responsabilidades do RH. Isso garantirá que os colaboradores relatem violações de políticas internas e leis trabalhistas por parte de colegas ou superiores sem medo de eventuais retaliações.

    Verificações de antecedentes de parceiros e colaboradores

    Ao contratar novos profissionais e fechar parcerias, é responsabilidade do setor de RH checar os antecedentes e garantir que os futuros contratados/parceiros estejam em conformidade com as leis e não causem riscos à integridade legal da sua empresa. Uma das maneiras de checar é realizando o processo de background check.

    Conheça nossa solução automatizada de background check e economize tempo e dinheiro ao verificar os antecedentes de futuros parceiros e colaboradores.

    O que fazer para implementar um programa bem-sucedido de compliance trabalhista?

    Para implementar um programa eficaz de compliance trabalhista, é essencial que sua empresa cumpra as seguintes etapas:

    Diagnóstico inicial

    Se trata da realização de uma análise detalhada das práticas atuais da empresa para identificar áreas de risco e não conformidade.

    Desenvolvimento de políticas e procedimentos preventivos

    Criação de políticas claras e procedimentos específicos que atendam às exigências legais, promovam boas práticas de trabalho e definam novas maneiras de lidar com os riscos.

    Treinamento e educação dos contratados

    Oferecer treinamento contínuo para todos os funcionários, garantindo que compreendam as políticas de compliance e saibam como aplicá-las.

    Monitoramento e auditoria

    Estabelecimento de mecanismos para monitorar a conformidade e realizar auditorias regulares com o fim de identificar e corrigir desvios.

    Canais de comunicação

    Criação de canais confidenciais para que os funcionários possam relatar preocupações ou violações das políticas de compliance sem medo de retaliação.

    Revisão e atualização contínua

    Manutenção do programa de compliance atualizado em relação a mudanças nas leis e regulamentações e melhores práticas do setor.

    Ferramentas que podem ajudar na implementação do compliance trabalhista

    A eficácia do programa de compliance trabalhista, além de depender da qualificação dos profissionais, pode ser facilitada por ferramentas que auxiliam na administração, no monitoramento e na verificação de pessoas.

    Levando isso em consideração, algumas das ferramentas que podem ajudar no estabelecimento de um programa eficaz de compliance são:

    Plataformas de treinamento online

    As plataformas de treinamento online são essenciais para facilitar o oferecimento de medidas educativas para os colaboradores acerca das políticas, direitos e responsabilidades trabalhistas. Ao acompanhar o progresso das atividades, você garante que seus funcionários estejam sempre atualizados.

    Sistemas de gerenciamento de documentos

    Estas ferramentas permitem que a empresa organize o armazenamento de dados de forma segura e eficiente. Dentre os documentos podem estar documentos de trabalho, políticas de compliance e o registro do andamento das auditorias realizadas.

    Softwares de auditoria e monitoramento

    Ferramentas desse tipo permitem a digitalização dos processos de identificação e correção das não conformidades antes que elas se tornem problemas graves e causem perdas financeiras, por exemplo.

    Ferramentas de verificação de antecedentes

    Ferramentas automatizadas de background check ajudam a garantir que os novos contratados não representem um risco legal ou de segurança às empresas. Esta análise ocorre por meio da checagem de histórico criminal, qualificações profissionais e outras informações relevantes.

    Para conhecer e testar nossa solução de background check, acesse nosso site e solicite uma demonstração.

  • Auditoria interna: Entenda como implementar esse processo

    Auditoria interna: Entenda como implementar esse processo

    A auditoria interna é uma ferramenta essencial para garantir que uma empresa esteja operando de maneira eficiente, ética e em conformidade com as regulamentações. 

    Por isso, é preciso entender como funciona esse processo, seus benefícios e como implementá-la de forma eficiente na sua organização.

    Continue a leitura e veja como garantir que você tenha todas as informações necessárias para entender e aplicar essa prática.

    Entenda o que é uma Auditoria Interna 

    A auditoria interna é um processo independente, objetivo e sistemático de avaliação e consultoria, projetado para  melhorar as operações de uma organização. 

    Sob essa visão, é possível dizer que a principal função da auditoria interna é ajudar a organização a alcançar seus objetivos, por meio de uma abordagem estruturada para avaliar e melhorar a eficiência dos processos de gestão de riscos, controle e governança.

    Ou seja, um processo fundamental para assegurar que uma empresa esteja operando de maneira eficiente, ética e em conformidade com as regulamentações. 

    Auditoria Interna

    Os principais objetivos da Auditoria Interna

    Os principais objetivos da auditoria interna incluem:

    • Avaliar a eficácia dos controles internos: Isto é, garantir que os processos e procedimentos internos sejam seguidos corretamente.
    • Identificar riscos: Detectar potenciais ameaças as operações da empresa, isto é, entender e avaliar os riscos por meio do processo de KYP.
    • Garantir conformidade: Verificar se a empresa está em conformidade com as leis e regulamentações aplicáveis.
    • Melhorar processos: Ao receber os resultados, é importante implementar melhorias para aumentar a eficiência operacional.

    Leia também: Riscos Regulatórios: Entenda o que são e como evitá-los

    Qual a importância da Auditoria Interna?

    A auditoria interna é importante, pois é a responsável por apresentar e oferecer os instrumentos e recursos necessários para que sua empresa identifique e corrija problemas antes que se tornem críticos.

    Isto é, ela ajuda sua organização a cumprir com as regulamentações e normas e, também, contribui significativamente para a melhoria contínua dos processos internos. 

    Auditoria Interna e Compliance

    A auditoria interna desempenha um papel muito importante na manutenção da conformidade com as leis e regulamentações.

    Ela ajuda a identificar áreas de não conformidade e a implementar medidas corretivas, protegendo a empresa de penalidades legais e danos à reputação.

    Outro ponto, é que ela ajuda o Compliance a olhar para demais riscos, além da conformidade. Isto é, riscos associados a pessoas, empresas e ativos.

    Veja os tipos de Auditoria Interna

    Existem vários tipos de auditoria interna, cada um focado em diferentes aspectos da operação da empresa:

    • Auditoria financeira: Avalia a precisão e integridade das demonstrações financeiras.
    • Auditoria operacional: Examina a eficácia e eficiência dos processos operacionais.
    • Auditoria de conformidade: Verifica a aderência às leis, regulamentos e políticas internas.
    • Auditoria de TI: Avalia a segurança e eficácia dos sistemas de tecnologia da informação.

    Como realizar uma Auditoria Interna? 

    Para elaborar uma auditoria interna é preciso seguir algumas etapas que são bem definidas para avaliar e melhorar os processos internos. Confira as principais! 

    01. Planejamento da auditoria

    No planejamento, os auditores internos definem a estrutura da auditoria, identificam os processos a serem revisados e estabelecem um cronograma. Eles também se reúnem com os responsáveis da área para entender melhor os riscos e controles específicos.

    02. Execução da auditoria

    Durante a execução, os auditores coletam e analisam dados, realizam entrevistas e observam os processos em ação. Eles testam os controles internos para verificar sua eficácia e documentam suas descobertas.

    03. Relatório de auditoria

    Por fim, após a execução, os auditores elaboram um relatório detalhado. Este relatório inclui: os problemas identificados durante a auditoria, consequências em potencial e ainda realizam recomendações e indicam pontos de melhoria para serem trabalhados.

    04. Monitoramento contínuo

    Além dessas etapas, é preciso realizar um acompanhamento constante. Nele, os auditores devem verificar se as recomendações foram implementadas e se os problemas identificados foram resolvidos, garantindo que a auditoria tenha um impacto duradouro.

    Vantagens de realizar Auditorias Internas

    Os benefícios de uma auditoria interna bem conduzida são muitos:

    • Melhoria da governança corporativa: Fortalece a supervisão e a responsabilidade.
    • Identificação e mitigação de riscos: Ajuda a evitar perdas e danos.
    • Eficiência operacional: Identifica oportunidades para melhorar a eficiência e reduzir custos.
    • Conformidade: Garante que a empresa esteja cumprindo todas as leis e regulamentos aplicáveis.

    Ou seja, a auditoria interna é uma ferramenta indispensável para qualquer organização que deseja operar de maneira eficiente, ética e em conformidade. Implementá-la de forma eficaz pode parecer desafiador, mas os benefícios superam em muito os esforços.

    Com um processo bem estruturado e o uso de tecnologias modernas, a auditoria interna pode transformar a maneira como uma empresa gerencia seus riscos e oportunidades.

    Quer saber mais sobre? Visite nosso site e fique por dentro!

  • Compliance no setor hoteleiro: Boas práticas para minimizar riscos em seu hotel

    Compliance no setor hoteleiro: Boas práticas para minimizar riscos em seu hotel

    Compliance no setor hoteleiro: Conheça as principais práticas de compliance que podem ajudar a reduzir riscos associados a pessoas e parceiros no mercado de hotéis e hospedagens.

    Você deve estar se perguntando: O que compliance tem a ver com a hotelaria?

    Mas aposto que você já se deparou com uma notícia dessa: “Assaltantes alugam apartamento por temporada e fazem reféns em prédio em Copacabana”.

    Pois é, essa é a questão que vamos explorar neste artigo. Afinal, o setor hoteleiro e de hospedagens se destaca por lidar constantemente com riscos associados a pessoas.

    Sejam novos hóspedes ou colaboradores, os hotéis precisam estar preparados para identificar e realizar a devida diligência em relação a seus parceiros, garantindo assim que nenhuma ameaça comprometa sua conformidade.

    Mas quais práticas podem trazer mais segurança e minimizar riscos para esse setor?

    Neste artigo, vamos detalhar como o compliance pode transformar a gestão hoteleira, garantindo não apenas a conformidade com leis e regulamentos, mas também promovendo uma operação mais eficiente e segura.

    Como o compliance se aplica ao setor hoteleiro?

    No setor hoteleiro, o compliance vai além da simples garantia de que todas as operações e atividades estejam alinhadas com padrões éticos. Ele se configura como uma ferramenta estratégica para implementar iniciativas que minimizem os riscos associados a todos os parceiros do hotel.

    Ao adotar práticas de compliance adequadas, é possível identificar e mitigar ameaças e riscos ocultos relacionados a hóspedes, inquilinos e colaboradores. Esses riscos podem comprometer a conformidade da empresa com as legislações vigentes.

    Compliance no setor hoteleiro

    A importância do compliance para o setor

    A importância do compliance no setor hoteleiro não pode ser negligenciada. Além de evitar multas e penalidades legais, trabalhar o compliance nesse setor ajuda a construir uma reputação de confiança e segurança, essencial para atrair e reter clientes. Isso, especialmente em um mundo onde a transparência e a responsabilidade são cada vez mais valorizadas.

    Nesse sentido, é possível dizer que os hotéis que investem em compliance estão um passo à frente dos demais. Ou seja, já conseguem reduzir riscos e custos desnecessários e, ainda, atrair melhores clientes para sua organização. 

    Mas quais são as melhores práticas de compliance para esse setor?

    Algumas das principais boas práticas incluem a implementação de programas de treinamento para colaboradores, a realização de auditorias internas regulares, a adoção de políticas e procedimentos claros e transparentes, a gestão de riscos eficaz, a proteção de dados pessoais, a prevenção de fraudes e corrupção, e a promoção de uma cultura de ética e integridade.

    Todavia, além disso, existem 3 principais práticas que vão ajudar muito no sucesso das ações. Veja a seguir!

    1 – Garantir a segurança e a privacidade dos hóspedes

    Para essa primeira prática, o primeiro passo é garantir que a verificação do hóspede (Know Your Customer – KYC) seja realizada por meio de um fornecedor de confiança que respeite as leis e diretrizes vigentes. Além disso, o tratamento dos dados dos hóspedes deve seguir rigorosamente a LGPD.

    2 – Realizar due diligence em fornecedores e parceiros?

    Por falar em fornecedores confiáveis, um hotel tem diferentes tipos de fornecedores que devem passar por um processo rigoroso de due diligence. Essa avaliação abrangente visa identificar e mitigar quaisquer riscos que possam comprometer a segurança da empresa e seus públicos, além de assegurar que todas as operações estejam em conformidade com os padrões de qualidade estabelecidos.

    3 – Identificar as principais fraudes no setor hoteleiro e estudar como combatê-las

    Realize uma análise aprofundada do mercado e identifique as principais ameaças e vulnerabilidades que podem afetar seu hotel. Com base nessa análise, desenvolva planos de ação específicos para mitigar riscos e prevenir fraudes e golpes.

    Leia também: Combate a fraude: Como minimizar riscos em sua empresa

    Principais vantagens do Compliance para hotéis

    Os benefícios do compliance para hotéis são diversos. Primeiro, desenvolver um programa de compliance no hotel, ajuda a evitar problemas legais e financeiros, como multas e processos judiciais. 

    Outro ponto, é o melhor aproveitamento e eficiência operacional. Isso acontece porque, ao padronizar procedimentos e minimizar erros, o compliance consegue reduzir riscos reputacionais, aumentando a confiança dos clientes, que se sentem mais seguros ao saber que o hotel segue rigorosamente todas as normas e regulamentações.

    Redução de riscos

    Um dos principais benefícios do compliance é a redução de riscos. Ao seguir regulamentações de segurança e implementar políticas rigorosas, os hotéis conseguem prevenir incidentes e problemas que podem afetar a segurança dos hóspedes. Além disso, o compliance ajuda a proteger os dados dos clientes, garantindo que informações pessoais e financeiras estejam seguras.

    Confira também: O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    Diminuição de custos operacionais

    Ao evitar multas e penalidades, reduzir a ocorrência de erros e fraudes, e melhorar a eficiência dos processos, os hotéis podem economizar significativamente. Ademais, um ambiente de conformidade que promova uma cultura de segurança e de responsabilidade pode levar a práticas mais econômicas e sustentáveis.

    Como implementar o compliance no meu hotel?

    Para implementar o compliance no setor hoteleiro é necessário seguir algumas etapas. Comece com uma avaliação completa das áreas de risco e das regulamentações aplicáveis e, em cima disso, desenvolva políticas claras e procedimentos específicos para cada área.

    Além disso, nenhuma estratégia de compliance é eficaz sem o envolvimento e a capacitação dos funcionários. Por essa razão, é importante investir nos treinamentos regulares para garantir que todos entendam a importância do compliance e saibam como aplicar as políticas no dia a dia.

    Outro ponto essencial, é investir em tecnologias e soluções que aprimorem os resultados dos objetivos de conformidade. Nesse sentido, soluções de gestão de riscos são excelentes para identificar vulnerabilidades sobre pessoas, empresas e fornecedores previamente. Assim, seu hotel consegue garantir que nenhum desses públicos coloque em risco sua conformidade.

    Por fim, o compliance não é uma tarefa única, mas um processo contínuo. Sob essa visão, é importante realizar auditorias regulares com o objetivo de assegurar que todas as políticas e procedimentos estejam sendo seguidos corretamente. Para isso, estabeleça um cronograma de auditorias internas e use os resultados para fazer melhorias contínuas.

    Conclusão

    A implementação de compliance no setor hoteleiro é uma estratégia essencial para garantir a segurança, eficiência e conformidade nas operações. Além de proteger contra riscos legais e financeiros, o compliance melhora a confiança dos clientes e promove um ambiente de trabalho mais seguro e eficiente.

    Investir em compliance é, sem dúvida, uma decisão inteligente que traz benefícios significativos a longo prazo. Quer saber mais sobre? Visite nosso site e conheça nossas soluções!

  • Granularidade de dados: entenda o que é e porque você deve dar importância

    Granularidade de dados: entenda o que é e porque você deve dar importância

    A granularidade de dados é um conceito fundamental no estudo de tratamento e gestão de dados e desempenha um papel importante na rotina de profissionais que precisam obter ideias relevantes e tomar suas decisões baseadas em informações concretas.

    Ainda não sabe exatamente de que maneira ela pode impactar nos seus negócios? Então vamos entender.

    Granularidade de dados

    O que é granularidade de dados?

    A granularidade de dados é responsável por definir o nível de especificidade das informações em um agrupamento de dados. Para simplificar, podemos dizer que este conceito refere-se ao nível de detalhamento destes dados.

    Ou seja, quanto maior a granularidade, mais minuciosos são os dados, e quanto menor a granularidade, menos aprofundados.

    Alta granularidade

    Dados profundamente detalhados; alta especificidade; essencial para análises mais precisas e compreensão de padrões específicos.

    Baixa granularidade

    Dados resumidos; informações agregadas de maneira comprimida; importante para a compreensão de tendências gerais e análises rápidas.

    Para que serve a granularidade de dados?

    A granularidade desempenha um papel fundamental no trabalho de análise de informações, já que é ela que vai definir o quão minuciosos serão os dados disponíveis para averiguação em situações específicas.

    Imagine que sua empresa tem um site e você precisa analisar o tráfego do seu domínio:

    Quanto maior for a granularidade das informações sobre as visitas feitas à sua página, mais detalhes — como dia e horário da visita, tempo de permanência no website, cliques em links, etc — você terá à disposição no balanço sobre seu trabalho.

    Agora, se a granularidade for baixa, você terá informações menos carregadas, como o balanço de visitas por mês ou ano, ao invés de um levantamento diário, por exemplo.

    Então sempre devo optar por uma alta granularidade de dados?

    Se as informações à sua disposição forem exageradamente detalhadas, você poderá encontrar dificuldades para utilizar objetivamente os seus dados e a velocidade de consulta diminuirá significativamente. Sendo assim, é essencial escolher o nível de granularidade levando em conta as suas necessidades.

    Como escolher o nível de granularidade dos meus dados?

    Antes de definir o nível de granularidade dos dados que você tem à sua disposição, é necessário levar em consideração alguns fatores:

    Defina os seus objetivos

    Compreenda o tipo de análise que você planeja executar, busque compreender quais tipos de demanda você quer responder com os dados, que decisões serão influenciadas pelos dados e entenda se você precisa de uma análise geral ou profunda.

    Entenda em que contexto você irá utilizar os dados

    A circunstância de utilização das informações que você tem à disposição pode exigir diferentes níveis de granularidade.

    Por exemplo: se você deseja verificar o histórico de emprego de um possível colaborador, incluindo detalhes específicos, como cargos ocupados, data de início e término, é provável que você precise de um nível alto de granularidade.

    Caso você queira informações mais gerais, como uma lista com os períodos dos empregos, talvez seja melhor optar por uma baixa granularidade.

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    Avalie os custos

    Antes de tomar uma decisão, pense na capacidade de armazenamento que você possui à disposição, considerando que, quanto maior a granularidade de um conjunto de dados, mais espaço ele ocupará na nuvem, exigindo um plano de armazenamento mais caro.

    Entenda qual é a importância da granularidade de dados

    Dominar as formas adequadas na utilização do conceito de granularidade de dados irá aumentar a precisão das suas análises e, consequentemente, melhorar a sua eficiência na utilização das suas ferramentas, na detecção de padrões em suas investigações e possibilitará a personalização de experiências em áreas como o RH, por exemplo.

    Desta maneira você terá propriedade para recrutar de forma mais adequada e gerenciar seus recursos com um domínio analítico mais elevado.

    Qual é a relevância da granularidade de dados na segurança da informação?

    A mitigação dos riscos de segurança depende consideravelmente dos conhecimentos acerca da granularidade. Existe, por exemplo, um conceito fundamental na segurança da informação chamado “granularidade de acesso”, que consiste na capacidade de controlar o grau de permissões de usuários com base nas informações dispostas sobre os indivíduos, permitindo a restrição ou a liberação de acesso baseada em informações disponíveis acerca dos utilizadores.

    Isso permite a proteção de informações confidenciais, diminui o risco de vazamento de dados e aumenta o nível de proteção dos dados da sua empresa, ajudando a sua empresa a manter a conformidade e diminuindo a vulnerabilidade das suas informações.

    De que maneira este conhecimento pode auxiliar no compliance da sua empresa?

    A relação entre granularidade e compliance pode ser próxima se levarmos em consideração que, em processos importantes na garantia de conformidade do seu negócio — como auditorias e correção de pequenos ou grandes incidentes —, a granularidade pode balancear a necessidade de detalhes com as capacidades tecnológicas da sua empresa e o custo envolvido no processo.

    Podemos pensar também que em requisitos regulatórios que exigem registros detalhados e auditorias mais precisas, você precisará de uma alta granularidade de dados. Agora, para cumprir exigências básicas e menos exigentes, uma granularidade baixa já daria conta.

    Sendo assim, ao ajustar a granularidade dos seus dados de maneira correta, a sua empresa pode ter mais facilidade em realizar auditorias internas, detectando e respondendo os incidentes de maneira eficaz e mantendo-se, assim, em conformidade com as leis e normas vigentes.

    Leia também: “O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    Qual é a relação da granularidade de dados com o processo de gestão de riscos?

    O sucesso do programa de gestão de riscos da sua empresa também dependerá significativamente da granularidade dos seus dados, já que será ela quem vai determinar a precisão, a profundidade e a utilidade das análises de risco. Pense em algumas etapas da gestão de riscos:

    Identificação de riscos

    Com uma alta granularidade, você poderá identificar riscos mais específicos e sutis; com uma granularidade baixa será possível identificar riscos mais gerais.

    Avaliação e monitoramento de riscos

    A alta granularidade dos dados nesta etapa permitirá o monitoramento contínuo e detalhado; dados menos granulares permitirão o acompanhamento de tendências gerais.

    Mitigação de riscos

    Nesta etapa, uma alta granularidade auxiliará na elaboração de estratégias de mitigação mais direcionadas e eficazes; já uma baixa granularidade oferecerá uma visão menos específica, pouco direcionada para abordagens específicas.

    De que maneira a granularidade pode influenciar nas suas decisões?

    Por estar ligada diretamente aos dados coletados dispostos em relatórios e outros processos analíticos, o nível de granularidade das informações que sua empresa tem à disposição pode ter um impacto profundo em decisões organizacionais.

    Os insights, que influenciam em decisões estratégicas e operacionais, estão ligados diretamente à maneira com que seus dados estão dispostos.

    Ou seja, podemos dizer que todas as escolhas baseadas em análises de dados, serão influenciadas pelo nível de granularidade das suas informações.

    Quer saber de que forma este conceito se aplica em soluções de gestão de riscos? Visite o nosso site e conheça nossas soluções.

    Leia também: “Riscos cibernéticos: Entenda o são e como proteger sua empresa

  • Governança, risco e compliance (GRC): o que é e como colocar em prática

    Governança, risco e compliance (GRC): o que é e como colocar em prática

    O que é GRC?

    Governança, risco e compliance (GRC) são três noções fundamentais na área de gestão empresarial. A união dos três conceitos tem o objetivo de auxiliar as organizações a alcançarem seus objetivos de forma eficaz, ética e em conformidade com as leis e regulamentos aplicáveis à sua realidade.

    A metodologia de GRC desempenha um papel fundamental ao garantir que sua organização tenha uma visão direcionada para atingir objetivos específicos, promovendo a harmonia dos valores empresariais e prezando pelo interesse de todas as partes envolvidas no negócio (stakeholders).

    Qual é a função do GRC?

    O GRC permite que sua empresa opere de maneira eficiente e ética, dentro dos padrões de conformidade e exercendo um papel de responsabilidade social e sustentabilidade.

    Além disso, ela tem uma série de outras funções. Algumas delas são:

    Aprimorar a tomada de decisões

    Com um sistema de GRC bem estabelecido, sua empresa pode tomar decisões de forma mais embasada e estratégica.

    Reduzir riscos

    Um bom programa de GRC auxilia na diminuição de riscos e prepara as organizações para lidar com possíveis adversidades.

    Proteção da reputação

    Com uma governança bem estabelecida, baseada no compliance com leis e regulamentações, sua empresa pode evitar escândalos relacionados à falta de conformidade, preservando a imagem da sua organização.

    Qual é a importância da governança corporativa no GRC?

    A governança serve como uma bússola das condutas de trabalho de uma organização, definindo com transparência os padrões de comportamentos empresariais.

    Ou seja, é a parte responsável por otimizar a tomada de decisões de forma estratégica, tornando os processos internos mais eficientes, com o fim de adquirir confiança de todas as partes que possuem interesse no seu negócio, como acionistas, colaboradores, clientes, gestores, etc.

    Uma boa governança garante que sua empresa se mantenha em conformidade com as leis e normas aplicáveis ao seu negócio e ainda possibilita o estabelecimento de um processo de gestão de riscos. Assim, ela consegue evitar situações que coloquem em risco a reputação do seu negócio e até mesmo perdas financeiras.

    Leia também: “Lei Anticorrupção: Entenda o que é e como estar em conformidade

    Relação entre GRC e gestão de riscos

    Dentro do panorama de GRC, a gestão de riscos atua na antecipação de diversos tipos de ameaça que a sua empresa pode estar sujeita, sejam elas financeiras, jurídicas ou de segurança. Isso porque o processo de gestão de riscos permite a identificação, avaliação e, posteriormente, a mitigação dos riscos de forma prévia, antes que eles se tornem problemas incontornáveis.

    Isso é feito por meio da utilização de diversas ferramentas e soluções que podem ajudar sua organização a responder de maneira veloz e eficaz a possíveis ameaças. Um exemplo dessas soluções, é o background check, que te ajuda a acessar informações sobre seus parceiros, identificando possíveis riscos.

    O papel do GRC no compliance de sua empresa

    Por meio de uma estrutura altamente integrada, o GRC tem todos os atributos para garantir que sua empresa se mantenha em conformidade.

    Algumas das práticas que garantirão o compliance são:

    Implementação de controles internos

    O estabelecimento de práticas de controle com o objetivo de detectar rapidamente violações é uma das garantias de que o GRC será efetivo na garantia da conformidade da sua empresa.

    Programas de treinamento

    O oferecimento de treinamentos com o fim de educar os colaboradores e outras pessoas envolvidas na rotina empresarial garante que todos tenham ciência das suas funções e responsabilidades.

    Auditorias frequentes

    A condução de auditorias de maneira regular auxilia na verificação da adesão às políticas de compliance e na identificação de possíveis melhorias processuais.

    Por que devo investir em GRC?

    A metodologia GRC, quando aplicada de maneira correta, pode gerar uma ampla gama de benefícios que auxiliarão a sua empresa a atuar de maneira sustentável, ética e eficaz.

    Alguns dos benefícios são:

    Melhoria da governança corporativa da sua empresa

    Proporcionando uma unidade integrada para gerenciar os aspectos políticos e processuais de uma organização, o GRC pode garantir melhorias na governança de sua empresa.

    Redução da exposição a potenciais riscos

    Por meio de procedimentos de controle interno e mitigação de riscos identificados, o GRC pode garantir um mapeamento eficaz de todos os seus riscos, reduzindo a exposição da sua empresa a ameaças.

    Criação de valor de mercado para acionistas e investidores

    Ao fortalecer a reputação da sua empresa e garantir a conformidade com regulamentações, o GRC tem a capacidade de aumentar o valor de mercado da sua empresa.

    Leia também: “O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    Quais dificuldades vou encontrar na implementação do GRC?

    Estabelecer um projeto efetivo de GRC é um processo árduo, visto que a metodologia é complexa e abrange diversas áreas do conhecimento. 

    Por isso, você pode encontrar algumas dificuldades como falta de orçamento e recursos, a necessidade de manutenção contínua do processo, ou até mesmo a resistência no engajamento dos colaboradores.

    Todavia, lembre-se que, apesar de exigir um orçamento em primeira análise alto, o GRC funciona como um investimento. Ou seja, a longo prazo, te ajuda a economizar e a evitar riscos desnecessários que te custariam um alto valor financeiro.

    Como implementar o GRC na minha empresa?

    Para colocar a metodologia GRC em prática você precisa, antes de tudo, mudar a sua ótica acerca da abordagem do seu negócio. Para isso, em primeiro, identifique e analise os pontos inconsistentes dos processos internos da sua empresa a fim de tirar conclusões sobre o que precisa fazer para alcançar seus objetivos.

    Após avaliar as necessidades da sua organização, trabalhe para alinhar o pensamento dos colaboradores aos seus objetivos, seja a curto, médio ou longo prazo. Esse será o primeiro passo na realização prática e concreta da implementação do GRC no seu negócio.

    Por fim, será necessário que você monitore os processos de maneira contínua, extraindo conclusões acerca das medidas adotadas e ajustando-as. Desta maneira você encontrará formas de encontrar os pontos fracos e fortes no processo de implementação, otimizando sua atividade.

    Quer conhecer ferramentas que ajudem a implementar o GRC na sua empresa? Visite nosso site e conheça nossas soluções de gestão de riscos.

  • O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    O que é a Lei de Improbidade Administrativa?

    A Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992) é uma legislação brasileira que visa punir atos de desonestidade e corrupção no setor público. Ela estabelece as condutas que configuram improbidade administrativa, os sujeitos passivos e ativos da lei, e as penalidades aplicáveis.

    A lei foi criada para proteger o patrimônio público e assegurar a moralidade na administração pública, combatendo práticas que prejudicam o cenário social.

    O que diz a Lei da Improbidade Administrativa?

    A Lei da Improbidade Administrativa define os atos de improbidade em três categorias principais: enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário e violação dos princípios da administração pública. 

    Veja também: Fraudes imobiliárias: Veja como se proteger

    Desse modo, ela estabelece que qualquer agente público, bem como terceiros que se beneficiem dos atos ilícitos, pode ser responsabilizado. Como formas de penalidades podem citar perda de bens e valores, ressarcimento ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos e multa civil.

    Lei da Improbidade Administrativa

    Quando se aplica a Lei de Improbidade Administrativa?

    A Lei de Improbidade Administrativa se aplica sempre que houver indícios de que um agente público cometeu algum ato ilícito que se enquadre nas categorias estabelecidas pela lei. 

    Isso pode ocorrer em diversas situações, como contratos públicos fraudulentos, uso indevido de recursos públicos, nepotismo, entre outros. Nesse sentido, a aplicação da lei não depende de condenação criminal, ou seja, o processo pode ocorrer simultaneamente ou independentemente de processos penais.

    Quem está sujeito à Lei de Improbidade Administrativa?

    Estão sujeitos à Lei de Improbidade Administrativa todos os agentes públicos, incluindo servidores efetivos, temporários, comissionados, militares, e até mesmo aqueles que exercem função pública sem vínculo empregatício formal. 

    Além disso, pessoas físicas e jurídicas que, de alguma forma, se beneficiem dos atos de improbidade, também podem ser responsabilizadas. Isto é, empresários, fornecedores e qualquer outra parte envolvida podem ser enquadrados na lei.

    O que é considerado ato de improbidade?

    A Lei de Improbidade Administrativa considera atos de improbidade aqueles que envolvem enriquecimento ilícito, causam prejuízo ao erário ou violam os princípios da administração pública. 

    Leia também: Pessoa Politicamente Exposta (PEP/PPE): Entenda o conceito

    Quais são os atos de improbidade administrativa?

    Enriquecimento ilícito

    Enriquecimento ilícito ocorre quando o agente público se apropria de bens ou valores sem justificativa legal. Isso pode incluir o recebimento de propinas, presentes valiosos ou qualquer vantagem econômica que não seja compatível com sua renda oficial.

    Prejuízo ao erário

    Prejuízo ao erário abrange ações que resultam em perda financeira para o poder público. 

    Violação dos princípios da administração pública

    Violação dos princípios da administração pública refere-se a atos que desrespeitam os princípios básicos da administração pública, como nepotismo, favorecimento de terceiros, falta de transparência e omissão de informações obrigatórias.

    O que mudou na nova Lei de Improbidade Administrativa?

    A nova Lei de Improbidade Administrativa trouxe algumas mudanças importantes. Entre as alterações, destaca-se a exigência de dolo para a caracterização de atos de improbidade.  Isso significa que, para ser responsabilizado, o agente deve ter a intenção deliberada de cometer o ato ilícito.

    Quais são as consequências da improbidade administrativa?

    Entre as principais penalidades estão a perda de bens e valores obtidos ilicitamente, ressarcimento integral ao erário, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos por até 14 anos, pagamento de multa civil e proibição de contratar com o poder público ou receber incentivos fiscais. Além disso, a reputação do agente e da instituição envolvida pode ser seriamente prejudicada, afetando a confiança da sociedade.

    Leia mais em Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los

    Sob essa visão, conhecer a Lei e seus aspectos é essencial para garantir a integridade e a eficiência da administração pública. Isso porque, ao promover a transparência e a responsabilidade, a lei não apenas protege o patrimônio público, mas também melhora a confiança da sociedade nas instituições. 

    Quer conhecer outras leis para manter sua conformidade? Acompanhe nossos conteúdos por aqui!

  • Acurácia: Qual a relevância para sua tomada de decisão e como aplicar em sua empresa

    Acurácia: Qual a relevância para sua tomada de decisão e como aplicar em sua empresa

    Acurácia é uma medida de desempenho que indica a proximidade dos resultados obtidos em uma análise ou experimento com os valores reais ou verdadeiros.

    Você sabe o que realmente significa acurácia? Esse é um conceito muito importante para você aplicar em sua empresa e que pode te ajudar a minimizar riscos. Continue a leitura e saiba mais sobre!

    O que significa acurácia?

    Acurácia refere-se à proximidade dos resultados de medições ou previsões em relação aos valores reais ou esperados. De modo simplificado, é uma medida que avalia o quão corretos são os dados ou resultados produzidos por um sistema ou processo.

    Nesse sentido, podemos dizer que a alta acurácia indica que os dados estão muito próximos da realidade, enquanto a baixa acurácia sugere que há uma grande discrepância.

    Acurácia no trabalho

    Como calcular o valor da acurácia

    Calcular a acurácia é simples, esse cálculo envolve a comparação entre os resultados obtidos e os resultados reais. Veja a forma utilizada para calcular a acurácia!

    Acurácia = Nº de revisões corretas/ Nº previsões totais X 100

    Então, por exemplo, se uma empresa fez 100 previsões e 85 delas estavam corretas, a acurácia seria de 85%. 

    Este cálculo é essencial para entender a eficácia de processos e sistemas.

    Importância da acurácia para sua empresa

    A acurácia é importante, porque determina a confiabilidade dos dados e das informações que sustentam as decisões empresariais. Ou seja, garantir a alta acurácia dos dados é essencial para o sucesso e a competitividade das empresas, visto que decisões baseadas em dados imprecisos podem levar a estratégias ineficazes.

    A acurácia nas previsões financeiras, por exemplo, pode afetar diretamente as decisões de investimento e a saúde financeira da empresa. Da mesma forma, a acurácia nas análises de mercado ajuda as empresas a identificar corretamente as demandas dos consumidores e a ajustar suas estratégias de marketing.

    Confira também: Enriquecimento de Dados: Entenda a importância 

    Qual a diferença entre acurácia e precisão dos dados?

    Embora usados como sinônimos, acurácia e precisão são conceitos diferentes. Enquanto a  acurácia fala sobre os resultados em relação ao valor verdadeiro, a precisão mede a consistência e repetibilidade dos resultados. 

    Para ficar mais simples, imagine um alvo de dardos. Ao acertar próximo do centro várias vezes você obteve alta precisão, enquanto acertar o centro exato significa sua alta acurácia.

    Acurácia e precisão

    Quais são os níveis de acurácia?

    A acurácia pode ser categorizada em diferentes níveis, dependendo do contexto e das necessidades da empresa. Entender esses níveis ajuda sua empresa a definir padrões apropriados para suas operações e a implementar processos que garantam a acurácia necessária. Conheça os níveis mais comuns são:

    Alta acurácia

    Necessária em setores onde erros podem ter consequências graves.

    Média acurácia

    Adequada para setores onde a precisão moderada é aceitável.

    Baixa acurácia

    Pode ser tolerada em setores com menor impacto direto dos dados.

    Como aplicar a acurácia em sua empresa 

    Aplicar a acurácia em sua empresa envolve a implementação de práticas e processos que garantam a precisão e a confiabilidade dos dados e operações. Para isso, em primeiro, é essencial promover o treinamento e desenvolvimento dos funcionários. Isto é, capacitar a equipe para entender a importância da acurácia e adotar práticas precisas é o primeiro passo. 

    Outro ponto importante é o uso de tecnologia. Isso porque ao investir em softwares avançados de análise de dados e ferramentas de automação é possível reduzir a ocorrência de erros.

    Sistemas de gerenciamento de riscos, plataformas de business intelligence e ferramentas de monitoramento em tempo real são exemplos de tecnologias que auxiliam na manutenção de dados precisos e confiáveis.

    Além disso, é preciso realizar auditorias e revisões periódicas. Essas ações ajudam a identificar inconsistências e desvios, permitindo que a empresa corrija problemas antes que eles causem danos significativos.

    Por fim, é necessário garantir que todas as partes interessadas entendam a importância da precisão e sejam informadas sobre os procedimentos e padrões estabelecidos. 

    FAQs sobre Acurácia

    O que é acurácia?

    Acurácia é a medida de quão próximos os resultados estão dos valores reais ou esperados.

    Como calcular a acurácia?

    A acurácia é calculada dividindo o número de previsões corretas pelo número total de previsões e multiplicando por 100.

    Qual a diferença entre acurácia e precisão?

    Acurácia refere-se à proximidade dos resultados ao valor verdadeiro, enquanto precisão mede a consistência dos resultados.

    Por que a acurácia é importante para as empresas?

    A acurácia é crucial para a tomada de decisões informadas, eficiência operacional e competitividade no mercado.

    Como as empresas podem melhorar a acurácia?

    Empresas podem melhorar a acurácia treinando funcionários, utilizando tecnologia avançada, realizando auditorias periódicas e estabelecendo feedback contínuo.

    Quer conhecer mais conceitos como esse? Acompanhe nossos conteúdos e veja mais em nosso site!

  • People Analytics: Entenda o que é e como  reduzir custos com ele

    People Analytics: Entenda o que é e como reduzir custos com ele

    People Analytics é uma abordagem baseada em dados para a gestão de pessoas e equipes dentro das organizações.

    Se você acredita que avanços como inteligência artificial e soluções tecnológicas se limitam apenas ao setor de tecnologia, é hora de repensar.

    No RH, a tecnologia chegou para revolucionar. Um exemplo disso é o People Analytics, um processo inovador que está transformando a forma como as empresas gerenciam seus colaboradores.

    Mas, afinal, o que é People Analytics e como ele pode beneficiar sua organização? Descubra tudo isso na leitura a seguir!

    Entenda o People Analytics

    People Analytics é um processo que consiste em utilizar dados dos colaboradores de uma organização para tomar decisões mais informadas e estratégicas.

    Mas o que isso significa na prática?

    Imagine o seguinte cenário: sua empresa de biscoitos está enfrentando um alto índice de rotatividade entre os profissionais da área de criação.

    Com o People Analytics, o RH pode, por exemplo, conduzir pesquisas de clima organizacional automatizadas e direcionadas para essa equipe. A partir dos dados coletados, é possível identificar as causas da insatisfação e implementar soluções eficazes para reter esses talentos.

    De forma ágil e proativa, você resolve desafios complexos, melhora resultados e eleva a eficiência da gestão de pessoas.

    People Analytics aplicado

    E como isso pode me ajudar?

    Ao utilizar dados para avaliar e tomar decisões sobre a gestão de pessoas em sua equipe, é possível aprimorar diversos processos organizacionais, tornando-os mais eficientes e estratégicos.

    Um exemplo claro disso está na tomada de decisões. Se anteriormente essas decisões eram baseadas em palpites, intuições ou hipóteses, a análise de dados proporciona uma base fundamentada em números reais e métricas específicas.

    Outro benefício direto é a melhora no desempenho do time. Como visto no exemplo da empresa de biscoitos, a identificação de padrões e de áreas que necessitam de ajustes possibilita a resolução de entraves e a formulação de planos de desenvolvimento mais eficazes.

    Esses planos não apenas aumentam a produtividade, mas também promovem o engajamento e a motivação dos colaboradores, criando um ambiente de trabalho mais harmonioso e colaborativo.

    Além disso, o uso estratégico de dados é fundamental para a retenção de talentos e a redução de índices elevados de turnover.

    Ao compreender as necessidades, os desafios e as aspirações dos colaboradores por meio de análises detalhadas, é possível implementar ações personalizadas que aumentam a satisfação no trabalho e fortalecem a relação entre os profissionais e a empresa.

    Confira também: Know Your Employee (KYE): qual a importância para o seu negócio

    Como implementar o People Analytics em minha empresa?

    People analytics funciona por meio da coleta de dados de várias fontes, como sistemas de RH, pesquisas de engajamento, avaliações de desempenho e até mesmo mídias sociais internas.

    Nesse sentido, para implementar o People Analytics em sua empresa, é essencial integrar dados à rotina diária e adotar ferramentas especializadas de análise.

    01. Defina os objetivos estratégicos: Identifique as principais perguntas ou desafios da sua organização em relação à gestão de pessoas. Por exemplo, você busca reduzir o turnover, aumentar o engajamento ou melhorar a performance do time?

    02. Escolha as fontes de dados: Determine quais informações são relevantes para responder a essas questões. Essas fontes podem incluir registros de sistemas de gestão de RH, feedbacks de colaboradores, dados de recrutamento e até métricas de produtividade.

    03. Adote ferramentas adequadas: Invista em tecnologias específicas para lidar com esses dados.

    People Analytics e mitigação de riscos

    Com dados em mãos, o People Analytics torna-se uma ferramenta poderosa para o RH na redução de diversos riscos organizacionais, como turnover elevado, conflitos internos e baixa produtividade.

    No entanto, como lidar com riscos associados a novas contratações?

    Nesse contexto, o People Analytics pode ser complementado por soluções como plataformas de background check. Essas ferramentas ajudam a garantir que as decisões de contratação sejam mais informadas e seguras.

    Por exemplo, com a nossa plataforma, você pode, a partir do nome ou CPF do candidato, acessar um histórico detalhado de informações relevantes, incluindo:

    • Antecedentes criminais;
    • Processos judiciais;
    • Análise de crédito;
    • Referências profissionais;
    • Licenças e certificações.

    A integração dessas soluções ao processo de análise de dados no RH não apenas reduz riscos, mas também fortalece a confiabilidade e a transparência nas decisões de contratação, contribuindo para uma equipe mais alinhada e eficiente.

    Quer conhecer mais? Visite nosso site e fique por dentro!