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  • Autenticação de usuários: o que é e quais métodos utilizar

    Autenticação de usuários: o que é e quais métodos utilizar

    A autenticação de usuários é um processo que consiste em verificar a identidade de um usuário que está tentando acessar uma determinada área de um sistema ou aplicativo que envolva o acesso restrito a informações ou funcionalidades. 

    Numa era de diversas tecnologias que podem ser utilizadas de forma incorreta como o deepfake, spoofing e entre outras, é importante ter uma ferramenta de validação de usuário para o acesso de sistemas e sofwares. Isto porque, essas ferramentas ajudam a barrar possíveis fraudes e golpes, mantendo tal sistema seguro. 

    Nesse sentido, a autenticação de usuários é um método indispensável que pode ser feito de múltiplas maneiras. Continue lendo e conheça as melhores formas de realizar essa validação! 

    O que é autenticação de usuários?

    Pessoa digitando em um notebook com uma interface de login projetada na tela, mostrando campos de "username" e "password", destacando conceitos de segurança cibernética e privacidade online, voltados para a proteção de dados pessoais.
    Autenticação de usuários

    A autenticação de usuários é o processo de verificar a identidade de um usuário que está tentando acessar algum tipo de sistema, aplicativo ou plataforma online. Este processo pode ser feito de diferentes formas, mas sempre com base em um conjunto de credenciais ou informações sobre o usuário.

    O principal objetivo da autenticação de usuários é garantir que apenas usuários autorizados possam acessar um sistema. Isto é, apenas pessoas que forem validadas podem acessar a plataforma, mantendo portanto as informações em confidência e evitando possíveis acessos não autorizados ou fraudulentos.

    Para isso, existem diversas maneiras de realizar essa autenticação de usuários. Entre elas métodos de autenticação baseada em conhecimento, autenticação baseada em posse, autenticação baseada em biometria e autenticação baseada em contexto. 

    Principais métodos de autenticação de usuário 

    A autenticação de usuários pode ser feita de diferentes maneiras a depender do método escolhido. Veja as principais!

    Autenticação de usuário por nome e senha

    É um dos métodos de autenticação mais comum e exige que o usuário forneça um nome de usuário e uma senha/ chave de acesso. Assim, uma vez que essas credenciais sejam validadas, é permitido o acesso.

    Autenticação de usuário por dois fatores

    Esse tipo de autenticação combina duas ou mais formas de autenticação. Isto é, ele utiliza uma senha e um código que é enviado para o dispositivo móvel ou token físico do usuário. Dessa forma, o usuário deve preencher as lacunas com o código enviado correto para acessar as plataforma.  

    Autenticação de Usuário Multifator (MFA)

    É um método de verificação de identidade que requer mais de uma forma de autenticação e validação para conceder acesso a uma conta ou sistema. Ou seja, em vez de depender apenas de uma senha, a MFA exige múltiplos fatores de autenticação, o que aumenta significativamente a segurança.

    Veja mais em Autenticação multifator (MFA): Guia completo para proteger dados

    Autenticação por Certificados digitais

    A autenticação por certificados digitais utiliza certificados em formato digital emitidos por algum tipo de autoridade associada ao sistema. Com esse certificado, o usuário pode autenticar seus dados e ter acesso ao sistema. 

    Autenticação biométrica

    Esse tipo de autenticação de usuário utiliza características físicas ou comportamentais exclusivas do usuário. Estas características podem ser, por exemplo, impressões digitais, reconhecimento facial, reconhecimento de voz ou padrões de digitação. Assim, um desses processos será solicitado para o usuário como forma de acessar a plataforma. 

    Autenticação baseada em chave pública

    Essa forma de autenticação de usuário usa criptografia de chave pública para autenticar o usuário. Isto é, o usuário possui um par de chaves – uma chave privada e uma chave pública – e o sistema usa a chave pública para verificar a identidade do usuário.

    Apesar de diferentes, todas essas maneiras de autenticação de usuários podem ajudar a combater fraudes e ilegalidades. Dessa forma, autenticar seu usuário torna-se super necessário para melhorar o compliance e toda área de segurança de sua empresa.

    Qual método utilizar?

    Como vimos, existem muitos métodos de autenticação de usuários disponíveis, cada um com suas vantagens e desvantagens. A escolha do método de autenticação adequado dependerá dos requisitos específicos do seu sistema e dos riscos que você está disposto a assumir.

    Todavia, uma das formas mais adotadas recentemente, devido à sua precisão e minimização de riscos, é a autenticação do usuário por reconhecimento facial. Isto porque dentro desse processo, as etapas exigem movimentos do usuário que ajudam muito a minimizar os riscos de fraudes e golpes, fortalecendo a ferramenta.

    Essa série de etapas envolvendo movimentos é conhecida como Prova de vida. É por meio dela que o usuário é convidado a executar diversos movimentos faciais que combatem as fraudes, já que por ter a necessidade desses movimentos, um usuário não pode utilizar fotos, imagens ou vídeos prontos para acessar a plataforma. 

    Leia também: Face Match: como aplicá-lo ao seu processo de onboarding

    Autenticação de usuário via validação de dados

    A validação de dados desempenha um papel fundamental na autenticação de usuários, especialmente quando associada à verificação de documentos. Esse processo garante que as informações fornecidas por uma pessoa sejam precisas e autênticas, reduzindo o risco de fraudes e acessos não autorizados.

    Ao validar documentos oficiais, como RG, CPF ou passaporte, sistemas automatizados podem confirmar a identidade do usuário de forma confiável. Essa verificação, muitas vezes realizada por meio de tecnologias de reconhecimento de imagem como o OCR, acrescenta uma camada extra de segurança ao processo de autenticação, tornando-o mais robusto e eficiente.

    Além disso processo como a documentoscopia e grafoscopia ajudam a validar documentos, garantindo que o usuário seja de fato quem ele diz ser e evitando fraudes e golpes relacionados à identidade.

    Por que realizar a autenticação de usuários?

    Realizar a autenticação de usuários é fundamental para garantir que o usuário que está acessando o sistema ou o aplicativo é realmente quem ele afirma ser, e não uma pessoa não autorizada tentando obter acesso. Ou seja, a importância de realizar esse processo é garantir a segurança do usuário, empresa e, também, para a prevenção à fraudes e golpes. 

    Além disso, a autenticação do usuário assegura a conformidade com as leis vigentes e a maior confiabilidade do usuário com a empresa da plataforma, desenvolvendo para melhor sua credibilidade. Dessa forma, mantendo dados confidenciais e informações privadas em segurança para o usuário, sem o risco de que esse sofra com riscos que geram prejuízos. 

    Quer saber mais sobre? Acesse nosso site e confira nossas soluções!

  • Documentoscopia: o que é e qual a sua importância

    Documentoscopia: o que é e qual a sua importância

    A documentoscopia é um segmento da ciência que se dedica ao estudo e análise de documentos com a intenção de analisar e, assim, determinar sua autenticidade. Tal técnica, portanto, ajuda a descobrir se aquela documentação foi ou não fraudada.

    A documentoscopia é uma técnica imprescindível no combate às fraudes e falsificações de documentos, golpes muito comuns atualmente. Nesse sentido, ela é uma ferramenta capaz de verificar a autenticidade de um documento, indicando possíveis riscos. 

    Assim, essa técnica surge para auxiliar e agregar no Compliance de sua empresa. Veja mais sobre continuando a leitura e entenda tudo sobre o processo de Documentoscopia.  

    O que é Documentoscopia? 

    Documentoscopia

    Documentoscopia refere-se a uma área da ciência forense que se concentra na análise e autenticação de documentos. Ela tem como principal objetivo verificar e determinar a autenticidade, integridade e origem de documentos, como por exemplo, passaportes, certidões, diplomas, cartões de identificação, entre outros.

    Essa técnica é muito utilizada em investigações criminais e judiciais, assim como em transações comerciais e contratos legais. Todo o processo de documentoscopia consiste em um conjunto de técnicas de análise da escrita, da assinatura, do papel, da tinta, da impressão e de outros elementos presentes em um documento.

    Dessa maneira, com base na análise desses elementos, o responsável pela documentoscopia, pode confirmar se o documento é autêntico ou se foi falsificado, identificando as possíveis fraudes ou alterações. Nesse sentido, os principais documentos analisados através dessa técnica são: contratos, cheques, notas fiscais, cartas, documentos de identidade, passaportes, entre outros.

    Entenda qual a importância da  Documentoscopia 

    O processo de análise desses documentos é muito importante para garantir a segurança e a autenticidade de transações de caráter comercial, contratos de parcerias e outros, assim como qualquer outro tipo de atividade que dependa da veracidade de um documento.  

    Exatamente por isso, essa técnica é tão importante, já que ela consegue gerar resultados mais objetivos e com embasamento científico. Assim, essa análise 

    documentoscópica pode ajudar a estabelecer a autoria de um documento, verificar a data em que foi emitido, identificar alterações e até mesmo identificar o tipo de tinta ou papel utilizado, aspectos que podem ser cruciais em uma verificação.

    Além disso, a documentoscopia também é essencial para ajudar na  prevenção de fraudes e crimes relacionados aos documentos. Isso porque esse conjunto de técnicas utilizadas pelos documentoscopistas – profissionais do processo –  permitem detectar com precisão falsificações e adulterações em documentos, sinalizando o risco de um possível golpe ou não. Com isso, garante-se a autenticidade do documento e a ausência de riscos, o que ajuda a evitar prejuízos financeiros, riscos reputacionaise problemas de compliance. 

    Documentoscopia e Compliance: qual a relação? 

    A relação entre documentoscopia e compliance acontece no objetivo da técnica em combater fraudes e golpes por meio da validação de documentos. Isso porque, o time de compliance, ao garantir que fraudes e golpes não ocorram, também consegue alcançar sua principal meta que é manter a empresa em conformidade com as leis

    Nesse sentido, podemos dizer, então, que esse processo é indispensável para a realização das verificações pelo compliance de sua empresa. Isto, já que, uma vez que os documentos sejam reprovados, isto pode significar uma irregularidade para a empresa e portanto colocar o time de compliance em alerta. 

    Assim como o contrário, em que uma vez que os documentos verificados sejam aprovados, a área de compliance pode autorizar o seguimento de uma transação, novo contrato e entre outros. Isto por não existir nenhum risco que coloque a empresa em posição de inconformidade com as normas.  

    Além disso, para o Compliance, a documentoscopia é frequentemente usada no processo de due diligence. Isto é, a verificação da autenticidade de documentos financeiros e legais, como contratos, declarações fiscais, registros contábeis e outras informações relevantes para avaliar os riscos de uma transação comercial ou investimento de forma prévia, antes de qualquer negociação ser concluída. 

    Quem atua na área de documentoscopia ?  

    O profissional que atua na área de documentoscopia é o especialista em análise e autenticação de documentos. Esse profissional é treinado para examinar e verificar a autenticidade de diversos tipos de documentos. 

    O documento é avaliado quanto a sua autenticidade, a fim de identificar possíveis fraudes ou falsificações. Alguns dos métodos utilizados na análise de documentos incluem a observação visual, a comparação de marcas d’água, a utilização de luzes especiais e técnicas de análise química e física.

    Os profissionais de documentoscopia podem trabalhar em instituições financeiras, empresas de segurança, escritórios de advocacia, departamentos de polícia, instituições governamentais, entre outros.

    Para se tornar profissional dessa área, existem alguns cursos disponíveis. Separamos três deles para você conhecer. Veja!

    Documentoscopia e nossa soluções

    Por meio de nossas soluções de Background Check e Onboarding digital buscamos realizar verificações que evitem fraudes e outros golpes como por exemplo, a lavagem de dinheiro. Nesse sentido, por meio de nossas ferramentas conseguimos identificar dados e informações fornecidos erroneamente, de maneira intencional. 

    Para isso, verificamos a autenticidade dos documentos por meio de uma análise forense, que utiliza mais de 3 mil regras para atestar a veracidade do que foi enviado. Com isso, conseguimos detectar qualquer tipo de possível irregularidade no dado fornecido, promovendo proteção e transparência para a sua empresa.

    Quer saber mais sobre essas soluções? Visite nosso site!

  • O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    O que é Know Your Customer (KYC) e qual sua importância?

    Know Your Customer (KYC) é um processo utilizado por empresas para verificar seus clientes, sejam eles indivíduos ou outras empresas e, assim, analisar se eles representam algum tipo de risco para a instituição como fraudes, lavagem de dinheiro, financiamento do terrorismo ou outras atividades ilícitas.  

    O Know Your Customer é um processo composto por um conjunto de normas e etapas. Ele tornou-se comum no meio empresarial, onde muitas instituições já entendem a importância de analisar e conhecer, de fato, quem são seus clientes a fim de garantir transparência e segurança para a relação. 

    Com este processo, as empresas facilitam seus meios de verificação e conseguem manter a integridade da relação e ausência de riscos. Continue a leitura e entenda tudo sobre o processo de Know Your Customer (KYC).  

    Entenda o que é Know Your Customer (KYC)

    Know Your Customer (KYC)

    O termo “Know Your Customer”, traduzido, significa “conheça seu cliente” e consiste em um processo que empresas ou indivíduos utilizam para verificar seus clientes e averiguar se estes representam algum risco à sua empresa. Ou seja, um método de garantir que nenhum risco atinja a instituição por descuidos desta relação. 

    O processo ocorre desde o momento de cadastro até a conclusão de todas as análises que podem ser feitas. Essas análises são diversas e, em geral, são informações sobre renda, investimentos de um cliente, análise de crédito e identificação de Pessoas Politicamente Expostas (PEPs). 

    Além disso, o Know Your Customer (KYC)  auxilia as empresas a garantir o cumprimento perante as leis vigentes. Isto visto que a verificação permite a empresa saber se o cliente pode estar envolvido em algum esquema de ato ilícito como lavagem de dinheiro ou financiamento ao terrorismo, por exemplo.   

    Veja também: Análise de risco de crédito: quais critérios avaliar?

    Principais objetivos do Know Your Customer (KYC)

    Como explicamos brevemente, o Know Your Customer (KYC) é um processo que pode ajudar tanto no combate a possíveis riscos assim como na conformidade com as leis atuais. De forma geral, o KYC torna-se estratégico para que as empresas possam:

    Se prevenir contra possíveis riscos 

    Empresas que utilizam o Know Your Customer (KYC) conseguem minimizar e, muitas vezes, erradicar os riscos aos quais estão vulneráveis e, portanto, aumentar sua proteção. Riscos estes que poderiam prejudicar a empresa financeira, suas operações e, consequentemente, sua reputação nas mídias. 

    Identificar e conhecer o perfil do seu cliente

    O processo de KYC ajuda no mapeamento do cliente, isto é, entender qual o perfil e as características do cliente da empresa. Tal mapeamento é super importante para questões que vão além da segurança, assim como para a elaboração de táticas de vendas.  

    Estabelece um Compliance eficiente

    Realizar o processo de Know Your Customer (KYC) é essencial para a construção de um bom Programa de Compliance. Isto já que ao analisar seu cliente e prevenir riscos, você está promovendo transparência e segurança para sua instituição e, também, se adequando a normas e diretrizes da áreas. 

    Minimizar prejuízos

    Ao não conhecer o cliente a fundo, além de estar vulnerável aos prejuízos de golpes e fraudes, estar associado a atos ilícitos e, portanto, em desconformidade com as leis, sua empresa pode sofrer graves penalidades que custarão muito dinheiro. Nesse sentido, o Know Your Customer (KYC) pode ajudar a prevenir estes prejuízos e colaborar com o desenvolvimento financeiro da sua empresa. 

    Importância do Know Your Customer (KYC)

    A importância do Know Your Customer (KYC) se deve a diversos fatores, incluindo a prevenção de crimes financeiros, a proteção contra a lavagem de dinheiro e a garantia de conformidade com as leis e regulamentações aplicáveis. Todavia, esse processo também é muito necessário para ajudar na construção de um relacionamento de confiança entre as empresas e seus clientes.

    Em uma primeira análise, ao realizar uma verificação completa por meio do Know Your Customer (KYC), as empresas podem obter informações cruciais sobre seus clientes, como sua identidade, endereço, fonte de renda e histórico de crédito. Tais informações ajudam a garantir que as transações financeiras sejam legítimas e que os clientes sejam quem dizem ser. 

    Em uma segunda análise, além disso, o contrário também é possível e muito importante. Isto é, um indivíduo –cliente –  pode verificar dados acerca de uma empresa e entender se esta representa uma instituição adequada à lei e que de fato cumpre suas funções de maneira correta.  

    Tal fato ocorre porque o Know Your Customer (KYC) faz com que o cliente se sinta mais seguro em relação ao negócio e as transações financeiras. Desta maneira, eles entendem que aquela relação é segura e tornam-se mais propensos a continuar fazendo negócios com a empresa a longo prazo.

    Veja também: Boas práticas de compliance em compras e contratos

    Know Your Customer (KYC) e nossas soluções

    Para dar praticidade ao Know Your Customer (KYC) é importante buscar uma solução que otimize esse processo. Nosso Background Check, por exemplo, possibilita escalabilidade para seus processos e verifica de forma 100% automatizada pessoas ou empresas, auxiliando no KYC.

    Isso porque, utilizando mais de 200 fontes de dados nacionais e internacionais, realizamos uma varredura que permite ter acesso a informações e dados acerca de seu cliente. Isto é, é possível analisar seu histórico de crédito, histórico trabalhista, investigar possíveis fraudes, golpes e envolvimento em atos ilícitos, assim como identificar Pessoas Politicamente Expostas (PEPs) e entre outros. 

    Após realizar essa pesquisa, nossa ferramenta gera resultados completos e detalhados com toda a descrição acerca das informações apresentadas. Além disso, geramos para você uma análise que indica o nível de risco da relação como baixo, médio ou alto.

    Com base nesses resultados, você consegue verificar se seu cliente é realmente quem diz ser e garantir que a relação comercial seja segura, transparente e não ofereça nenhum risco para o compliance de sua empresa ou para a reputação dela. Ademais, é possível minimizar riscos e garantir a integridade financeira de sua empresa. 

    Se interessou e quer saber mais? Conheça nossas soluções em nosso site!

  • Análise de risco de crédito: quais critérios avaliar?

    Análise de risco de crédito: quais critérios avaliar?

    Análise de risco de crédito é o processo pelo qual uma instituição avalia de forma cuidadosa as informações financeiras de uma pessoa ou instituição, como histórico de crédito, renda, emprego, histórico de pagamento de dívidas anteriores, patrimônio líquido e outros fatores relevantes.

    Em uma empresa, cuidar do setor e área financeira é indispensável. Afinal, sem a organização correta dessa área não há instituição.

    Nesse sentido, quando falamos sobre parceiros e novos negócios, é preciso avaliar quais riscos esses interessados podem apresentar para este setor, isto é, analisar os riscos de inadimplência e prejuízos financeiros para a instituição.

    Por esse motivo, é importantíssimo realizar a análise de risco de crédito, utilizando alguns critérios, para garantir que sua empresa não sofra nenhum tipo de prejuízo. Veja nosso artigo e descubra a melhor maneira de realizar a avaliação de créditos! 

    O que é análise de risco de crédito

    Análise de risco de crédito
    Análise de Crédito

    De forma prática, é possível explicar a análise de risco de crédito como o processo de verificação sobre a  capacidade de um indivíduo ou empresa de cumprir com suas obrigações financeiras, tais como o pagamento de empréstimos ou financiamentos.

    Sob esta visão, a análise de risco de crédito é essencial para minimizar os riscos de inadimplência e prejuízos financeiros para a instituição.

    Isso porque é possível analisar, por meio dela, todo o histórico financeiro e de crédito da pessoa ou empresa que possivelmente fechar negócio com a sua instituição.

    Durante a avaliação de crédito, é possível coletar informações sobre o pesquisado, incluindo histórico de crédito, renda, emprego, histórico de pagamento de dívidas anteriores, entendendo como esta lida com dinheiro.

    Veja também: Boas práticas de compliance em compras e contratos

    Qual a importância e vantagens da análise de risco de crédito

    O principal objetivo de realizar a análise de risco de crédito é garantir que a pessoa ou empresa esteja em uma posição financeira que não represente possíveis riscos de inadimplência, fraudes ou roubos contra sua instituição.

    Isto é, evitando que sua instituição sofra algum prejuízo financeiro que possa prejudicar sua reputação, segurança e existência. 

    Isso ocorre pois a avaliação ajuda a garantir que eles possam pagar a dívida, realizar pagamentos e acordar uma nova parceira sem sobrecarregar sua capacidade financeira e demonstrando sua preocupação com a segurança dos processos. 

    Redução do risco de inadimplência

    Por meio dessa avaliação, a empresa pode reduzir o risco de conceder crédito a clientes que não têm condições financeiras para pagar as suas dívidas e garantir que novas parcerias tenham trocas financeiras adequadas.

    Proteção do caixa da empresa

    Realizando a avaliação por meio dos critérios é possível se proteger contra possíveis prejuízos financeiros.

    Melhoria do relacionamento com os clientes

    Ao realizar a avaliação de créditos com cautela,  a sua instituição estabelece um relacionamento de confiança com os clientes. Isso porque, ao garantir que o cliente tenha condições de pagar suas dívidas, a empresa mostra que se preocupa com o bem-estar financeiro do cliente e valoriza a relação comercial com ele, promovendo segurança para ambos. 

    Aumento da eficiência dos processos

    Se sua análise de crédito for feita de maneira automatizada é possível garantir processos mais eficientes e ágeis. Isso ajuda a reduzir custos e aumentar a produtividade da equipe responsável.

    Como realizar a avaliação de crédito 

    A avaliação de crédito pode ser realizada de diversas maneiras, isto depende do tipo de empresa e dos critérios indispensáveis, utilizados para analisar a capacidade financeira do cliente.

    De maneira geral, o processo ocorre pela coleta de informações seguida da análise do histórico de crédito, análise da saúde financeira, avaliação dos riscos e tomada de decisão. 

    A coleta de informações consiste na junção de informações básicas sobre a figura. Estas informações podem ser diversas como nome, CPF/CNPJ, endereço, telefone, e-mail, entre outros dados que sejam atualizados, visando garantir a eficácia do processo de análise de crédito. 

    Em seguida, inicia-se de fato a avaliação de crédito da pessoa física ou empresa a partir do seu histórico de crédito. Assim, esta etapa consiste em avaliar a capacidade de pagamento do parceiro ou cliente com base em suas experiências anteriores com outras instituições.

    A próxima etapa, a etapa de análise financeira, envolve a avaliação sobre a renda, patrimônio, despesas e outras informações financeiras relevantes.

    Por fim, com as informações coletadas e as análises realizadas de maneira eficiente, é possível gerar alguns resultados. Estes serão os responsáveis por indicar os possíveis riscos que devem ser avaliados pelos interessados assim como funcionar de embasamento para a etapa final, a tomada de decisão. 

    Quais critérios utilizar para a avaliação de crédito

    Como visto, o processo de avaliação de crédito deve ser realizado com muita cautela e atenção. Por esse motivo, utilizar critérios de avaliação é essencial para evitar erros e garantir que toda a análise seja feita de maneira eficiente. Confira os principais critérios!

    Histórico de crédito

    O critério de histórico de crédito do cliente é um dos mais importantes para serem considerados. Isso porque as instituições, por meio dele, conseguem verificar todo histórico de pagamentos anteriores e se houve inadimplência em alguma transação.

    Renda e fluxo de caixa

    Outros dois critérios que devem ser averiguados são a renda e o fluxo de caixa da pessoa ou empresa. Isto visto que ao ter acesso a estas informações é possível avaliar a capacidade do provável parceiro de gerar receita suficiente para cumprir com suas obrigações financeiras, acordadas com sua empresa. 

    Histórico trabalhista 

    No caso da avaliação de crédito de pessoas, é necessário checar seu histórico trabalhista. Tal checagem pode informar qual a condição da pessoa, se é de instabilidade ou não, verificando a segurança financeira também do empregador.

    Ativos e garantias

    É importante que sua empresa utilize como critério os ativos e garantias da pessoa ou instituição. Isto significa checar garantias oferecidas para assegurar o pagamento como imóveis, veículos ou outros bens. 

    Score de crédito

    O score de crédito é um critério essencial por ser um indicador de risco de crédito. Esta pontuação pode e deve ser utilizada para avaliar a capacidade do cliente de cumprir suas obrigações financeiras.

    Nosso Background Check e a análise de créditos

    Um dos tipos de background Check é o Background Check Financeiro que tem como principal feito a análise de créditos de uma pessoa ou empresa. Com ele é possível avaliar a credibilidade e a confiabilidade financeira do indivíduo em questão.

    Além disso, muitas empresas realizam verificação de antecedentes financeiros em candidatos a empregos que envolvem responsabilidades financeiras significativas, como gerentes financeiros e contadores. 

    Dessa forma, você consegue não apenas tomar uma decisão em relação à pessoa ou empresa de maneira mais rápida, mas também de modo mais seguro, em conformidade com a legislação vigente e promovendo transparência e segurança para sua instituição.

    Se interessou e quer saber mais? Fale com um de nossos especialistas e conheça nossas soluções

  • Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los 

    Riscos Reputacionais: saiba o que são e como evitá-los 

    O risco reputacional pode ser entendido como todos os problemas e prejuízos de imagem que uma empresa está vulnerável a sofrer. Mais evidente nos dias de hoje, esses riscos são uma preocupação latente nas organizações que buscam estratégias para evitá-los. 

    Estamos vivendo na era do cancelamento, isto é, a era onde qualquer tipo de descuido em sua empresa pode significar a destruição da reputação dela. Isto ocorre porque as tecnologias de informação, por meio das mídias sociais, conseguem repercutir informações de maneira mais rápida e também em maior proporção.

    Por essa razão, é necessário redobrar a atenção e as estratégias de transparência e imagem da sua organização. Confira nosso conteúdo e veja uma forma ágil e eficaz de cuidar disso!

    Entenda o que são riscos reputacionais 

    Riscos reputacionais
    Riscos Reputacionais

    A reputação de uma empresa é a percepção que o público tem dela e uma boa reputação é fundamental para o sucesso de qualquer organização. Por essa razão, os riscos reputacionais são uma das maiores preocupações das empresas atualmente, pois colocam essa reputação em uma situação de vulnerabilidade. 

    Esses riscos são, de forma simplificada, fatores que podem prejudicar a imagem de sua empresa, ou seja, sua reputação. Desse modo, colocando-a em uma posição negativa perante as mídias e seu público. 

    Além disso, os riscos reputacionais são os responsáveis por levar o nome de uma pessoa ou empresa para as chamadas mídias negativas. Elas são conteúdos, notícias ou informações que retratam uma pessoa ou organização de forma negativa, prejudicial ou desfavorável que prejudicam a credibilidade da organização. 

    Quais os riscos reputacionais mais comuns 

    Existem diversos tipos de risco que podem colocar sua empresa com problemas de reputação e credibilidade. Entretanto, o mais comum é o descuido com as pessoas e outras empresas as quais você pode estar se relacionando.

    Isso porque, ao fechar um contrato, realizar uma compra ou até mesmo por não ter um programa de Compliance ou área de segurança na empresa bem estabelecido você pode estar deixando fácil o acesso de pessoas e empresas que simbolizam riscos que prejudicam sua reputação. Tais riscos podem ser envolvimento com corrupção, fraudes e golpes que, uma vez descobertos, podem tornar sua empresa um alvo. 

    Além disso, não verificar todo histórico da pessoa ou empresa com quem você está fechando algum tipo de contrato é um erro latente que, ainda hoje, é cometido. Isto porque esse é o principal passo para identificar de forma prévia esse tipo de risco, ou seja, a melhor maneira de evitá-los. 

    Ainda é possível que ao fazer essa checagem de maneira manual, o responsável possa deixar passar algum erro. Acontece que, ao passar essa informação, você pode estar colocando dentro de sua empresa algum inadimplente ou até mesmo uma pessoa envolvida com crimes. 

    Os efeitos dos riscos reputacionais 

    Os riscos reputacionais podem prejudicar a credibilidade, confiança e percepção pública de um indivíduo ou instituição perante ao seu público. Afinal, ninguém gostaria de comprar ou fechar um negócio com uma instituição que tem mídias negativas e uma reputação ruim.

    Por essa razão, os efeitos dos riscos reputacionais são diversos. Conheça os principais!

    Perda de confiança dos clientes

    Isto porque, quando uma empresa é envolvida em escândalos ou práticas duvidosas, os clientes podem perder a confiança na marca e se afastar. Com isso, eles param de consumir os produtos ou soluções da empresa.

    Redução das vendas

    Com a perda dos clientes, o setor de vendas teve uma queda considerável. Isso já que os consumidores podem acabar optando por comprar de concorrentes mais confiáveis.

    Danos à reputação

    Os riscos reputacionais podem gerar  mídias negativas que mancham a reputação da empresa. Esta perda de credibilidade pode levar a consequências graves em termos de percepção do público como valor da marca e relações com investidores.

    Ação regulatória

    Em casos mais graves, onde as empresas podem acabar envolvidas em escândalos de corrupção e fraudes, é possível que ela tenha seus bens bloqueados. Além disso, podem ser aplicadas diversas ações como a cobrança de multas e sanções que podem ter efeitos financeiros significativos na empresa.

    Como evitar riscos reputacionais 

    Sabendo que se tratam de riscos, a melhor forma de evitar esses prejuízos de imagem é analisando todos os riscos previamente, ou seja, mitigá-los antes de finalizar um novo contrato. 

    Isso quer dizer que é preciso analisar e verificar o histórico de novas pessoas ou empresas que estarão envolvidas com sua instituição. Dessa forma, é possível identificar possíveis atos ilícitos ou créditos financeiros que podem indicar um futuro problema para sua empresa. 

    Além disso, ter uma política eficaz de prevenção à lavagem de dinheiro é essencial. Pois dessa forma, é possível promover uma cultura de segurança dentro da empresa, capaz de identificar situações não legais e inadequadas no ambiente interno.

    Por fim, é essencial ter um Programa de Compliance, ou de área similar, bem estruturado e preparado para solucionar possíveis riscos e sanar problemas. Isso porque esta é a principal área de atuação no combate à ilegalidade e inconformidade com a Lei, sendo, portanto, uma aliada no combate de riscos que possam colocar a segurança dos cidadãos em situação de vulnerabilidade. 

    Nossa solução e riscos reputacionais 

    Como uma forma eficaz e ágil de mitigar esses riscos, nossa solução de Background Check é essencial. Isso já que, de forma 100% automatizada, nosso software consegue realizar uma varredura em mais de 200 fontes de dados, públicas e privadas.

    Dentro dessas fontes, ainda, verificamos possíveis registros em Listas restritivas, identificamos Pessoas Politicamente Expostas (PEPs) e se há a existência de mídias negativas relacionadas aquela pessoa ou empresa. Além disso, consultamos também todo o possível histórico de antecedentes criminais da pessoa ou empresa pesquisada.

    Assim, é possível gerar resultados completos e com detalhamento descrito em uma única plataforma. Com isso, você consegue não apenas tomar uma decisão em relação à pessoa ou empresa de maneira mais rápida, mas também de modo mais seguro, em conformidade com a legislação vigente e também com a minimização de riscos. 

    Como resultado disso, ainda é possível utilizar nossa solução como uma ferramenta de credibilidade perante aos clientes. Dessa forma, demonstrando a preocupação de sua empresa com a transparência e segurança deles.

    Se interessou e quer saber mais? 

    Conheça nossa solução completa em nosso site! 

  • Reconhecimento facial: o que é, como funciona e onde aplicá-lo

    Reconhecimento facial: o que é, como funciona e onde aplicá-lo

    O reconhecimento facial é uma tecnologia que tem como principal objetivo a prevenção de golpes e fraudes por meio da identificação de pessoas pelos traços e suas características faciais que são reconhecidos por inteligência artificial (AI).

    Com a expansão de novas tecnologias no mercado, o reconhecimento facial surge como uma alternativa para combater golpes como, principalmente, a fraude de identidade . Isto visto que essa tecnologia permite validar a imagem do usuário, ou seja, verificar se a pessoa é realmente quem diz ser. 

    Sabendo da utilidade dessa ferramenta e como ela pode ajudar em seu negócio, nós preparamos um conteúdo completo sobre reconhecimento facial e como ela funciona. Confira a seguir! 

    O que é reconhecimento facial 

    Reconhecimento facial

    Ganhando cada vez mais destaque no mercado nos últimos anos, o reconhecimento facial é uma tecnologia que utiliza algoritmos de inteligência artificial para identificar, analisar e verificar a identidade de uma pessoa com base em suas características faciais. Algumas dessas características avaliadas podem ser, entre outras coisas, a forma do rosto, a posição dos olhos, o nariz e a boca, bem como outras características distintivas, como cicatrizes, sinais ou até mesmo tatuagens faciais.

    São esses traços que permitem a ferramenta de reconhecimento facial autenticar o usuário ou não. Ou seja, ao analisar os traços das pessoas com aqueles quais foram fornecidos no cadastro dela, é possível verificar se o usuário é realmente a pessoa que ele diz ser. 

    Por essa eficiência e praticidade, o reconhecimento facial é utilizado para diferentes áreas, desde segurança e vigilância até serviços bancários e de varejo, por exemplo. Outras empresas também usam o reconhecimento facial para permitir o acesso de funcionários a áreas restritas, para autenticação de transações financeiras ou ainda para personalizar anúncios e recomendações de produtos com base nas preferências dos usuários.

    Como funciona a tecnologia de Reconhecimento Facial?

    O funcionamento do reconhecimento facial é 100% inteligente e seguro. Ele começa com a captura de uma imagem do rosto da pessoa e, em seguida, essa imagem é analisada por um software que identifica padrões únicos, como o formato do rosto, a distância entre os olhos, o nariz e a boca, a textura da pele, entre outros. Esses padrões são convertidos em um conjunto de dados numéricos, que são armazenados em um banco de dados.

    Logo depois desse registro, ao usar a ferramenta, o usuário passa por uma avaliação dos dados. Assim, as características faciais capturadas pela inteligência artificial são comparadas com uma base de dados de imagens de rostos já previamente registrados. 

    Ao final, feito isso, se uma correspondência é encontrada, o sistema de reconhecimento facial identifica a pessoa na imagem como sendo a mesma pessoa na base de dados. Caso contrário, a pessoa tem seu acesso negado e não é validada pela ferramenta. 

    Veja também: Face Match: como aplicá-lo ao seu processo de onboarding

    Tipos de Reconhecimento Facial 

    Existem dois principais tipos de reconhecimento facial que são utilizados pelas empresas e pessoas. O primeiro é o reconhecimento facial baseado em características e o outro o reconhecimento facial baseado em Imagem. Veja a diferença a seguir!

    O reconhecimento facial baseado em características

    Esse tipo de reconhecimento facial consiste numa tecnologia que usa como referência de validação as características do rosto. Isto é, se concentra em características específicas do rosto como distância dos olhos, lábios, sinais faciais, entre outros. 

    O reconhecimento facial baseado em imagem

    Diferente do primeiro, o reconhecimento facial baseado em imagem tem como principal referência a imagem geral do rosto do usuário. Assim, esta tecnologia está programada para analisar todos os pontos do rosto de maneira mais ampla.

    É importante saber que, apesar de diferentes, ambos os tipos podem ser usados para identificar indivíduos,sendo assim utilizados em situações como segurança, controle de acesso e autenticação de identidade. 

    Onde aplicar o Reconhecimento Facial

    Tratando-se de uma tecnologia que visa a proteção de dados e segurança, o mercado como todo tem grande interesse no reconhecimento facial. Isto é, refletido no uso do reconhecimento facial por empresas de diversos setores com objetivos divergentes mas que têm em comum o interesse em promover segurança e transparência em seus ambientes. 

    Veja a seguir algumas das principais áreas que utilizam essa ferramenta: 

    Segurança Pública

    Na área de segurança pública, o reconhecimento facial tem sido utilizado pelos órgãos para identificar criminosos e terroristas. Com essa tecnologia, é possível capturar imagens de pessoas suspeitas em locais públicos, como aeroportos, estações de metrô e ruas movimentadas, e compará-las com os dados de criminosos e terroristas armazenados em bancos de dados.

    Controle de Acesso

    O reconhecimento facial também é utilizado para controle de acesso em edifícios públicos e privados, como empresas e condomínios. Sendo mais prático, barato e eficaz, o reconhecimento facial pode substituir as tradicionais catracas por sistemas de reconhecimento facial, tornando o acesso mais rápido e seguro.

    Identificação em Redes Sociais

    As empresas responsáveis por coordenar as redes sociais também estão utilizando o reconhecimento facial para identificar pessoas em fotos e vídeos postados pelos usuários. Com essa tecnologia, é possível identificar automaticamente os amigos de uma pessoa em uma foto e marcar suas respectivas contas ou manter os dados do usuário em segurança, evitando que outra pessoa consiga entrar em suas mídias e extrair dados pessoais.

    Pagamentos Eletrônicos e acesso a contas

    Bancos e instituições financeiras se beneficiam dessa tecnologia ao disponibilizarem a ferramenta de reconhecimento facial para seus usuários validarem seu acesso a aplicativos e realizarem automaticamente pagamentos de modo mais seguro. Desta forma, torna-se mais fácil evitar fraudes e golpes financeiros sofridos especialmente por esse setor. 

    O reconhecimento facial e nossa solução de Validação 

    Validação Biométrica Contínua

    Por meio de nossa solução de Validação biométrica Contínua avaliamos usuários da sua aplicação de forma contínua por meio de reconhecimento facial, com tecnologia anti-spoofing (antifraude). 

    Com nossa tecnologia, a partir do cadastro de um usuário feito de forma prévia, programamos uma verificação de reconhecimento facial periódica ou quando analisamos um um comportamento diferente do normal, indicando um possível risco. Assim, a ferramenta solicita ao usuário que está utilizando o serviço no momento, a captura de sua imagem.

    Feita em tempo real para evitar fraudes e o uso de imagens como fotos, utilizamos o processo de prova de vida  para o momento da captura. Esse processo consiste na solicitação de diferentes movimentos como sorrir, piscar olhos e balançar a cabeça para garantir que o usuário correto tenha acesso ao serviço. 

    Uma vez realizado a captura da face, nosso software de reconhecimento facial analisa toda a geometria e traços característicos do rosto para criar um modelo digital com seus dados faciais. Nas próximas verificações, para autenticar, a ferramenta de validação biométrica digitaliza seu rosto em tempo real e compara com a face oficial, armazenada no banco de dados.

    Vantagens do reconhecimento facial para sua empresa

    Existem diversas vantagens de utilizar o reconhecimento facial. Essas vantagens não beneficiam somente a empresa mas também o usuário de seus serviços e soluções. 

    Isto porque ao utilizar tal tecnologia, há um aumento da segurança, já que é possível identificar rapidamente pessoas suspeitas e monitorar a entrada e saída de pessoas nas dependências da empresa. Além disso, há também uma maior rapidez na identificação de funcionários e visitantes, o que pode ajudar a reduzir filas virtuais e físicas, ajudando a agilizar processos de acesso.

    Por consequência, ocorre uma  melhoria na experiência do cliente, o que é uma das principais vantagens. Isso pois, ao oferecer um sistema de acesso rápido e eficiente, a empresa pode melhorar a experiência do cliente e a satisfação do mesmo com os serviços oferecidos, fidelizando ele a sua empresa. 

    Assim, há também uma redução de custos, uma vez que os processos de acesso e controle foram automatizados e a empresa pode reduzir custos com pessoal de segurança e diminuir o tempo gasto com verificações manuais e não eficazes. 

    Por fim, o monitoramento em tempo real e a precisão na identificação beneficia a instituição. Essa que, utilizando o reconhecimento facial, tecnologia precisa e confiável e que garante uma identificação mais precisa, consegue em tempo real monitorar a presença de funcionários e visitantes na empresa, o que pode ajudar a identificar rapidamente possíveis problemas e tomar medidas preventivas, minimizando riscos. 

  • Conheça 5 métodos de Prevenção à Lavagem de Dinheiro

    Conheça 5 métodos de Prevenção à Lavagem de Dinheiro

    A Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD) é um conjunto de diferentes estratégias que podem ser utilizadas para prevenir e identificar possíveis atividades suspeitas em ambientes corporativos. 

    Você sabia que, segundo o Relatório Global de Fraude & Risco da Kroll, o Brasil é líder mundial em casos de lavagem de dinheiro?

    Apesar desse dado alarmante, a pesquisa revela que muitas empresas ainda não estão tomando as medidas necessárias para combater esse problema. Essa inação pode trazer sérias consequências, não apenas para a reputação da organização, mas também para seus resultados financeiros.

    Sabendo disso, preparamos algumas dicas sobre como implementar medidas de combate para evitar que sua empresa enfrente prejuízos. Veja tudo sobre o assunto a seguir! 

    O que é Lavagem de Dinheiro?

    Um homem vestindo um terno preto coloca discretamente uma nota de dinheiro no bolso do paletó, simbolizando corrupção, suborno ou práticas financeiras ilícitas.
    Lavagem de Dinheiro

    Considerado crimes em diversos países, a Lavagem de Dinheiro é uma atividade ilegal que consiste na tentativa de ocultar a origem de fundos ou ativos, proibidos pela lei, para que eles possam ser usados ​​sem levantar suspeitas sobre seu caráter criminoso. 

    Essa atividade ilícita é aplicada de diversas maneiras e que precisam ser identificadas para serem combatidas. Sua principal forma é através de uma série de transações financeiras complexas e enganosas que têm como intenção fazer com que os recursos não legais pareçam ter sido adquiridos de maneira legítima, ou seja, conforme às leis.

    Essa prática de lavagem de dinheiro ocorre em diferentes cenários, até mesmo no corporativo. Nesse sentido, é importante para a sua empresa, por exemplo, trabalhar para identificar e investigar atividades suspeitas de lavagem de dinheiro, a fim de protegê-la contra redes criminosas e manter a integridade do sistema financeiro.

    A segurança da sua empresa e a Lavagem de Dinheiro

    Como um dos principais alvos dos golpistas e redes criminosas, o ambiente empresarial é desafiado a trabalhar maneiras de cultivar e manter a proteção de seus setores. Por isso, ela deve conhecer métodos de prevenção à Lavagem de Dinheiro que colaborem com esse processo. 

    Esses métodos são alguns hábitos e boas práticas que devem ser adotados por todos os integrantes da empresa de diferentes setores, principalmente pela equipe de compliance ou área de segurança da sua organização.

    Ter integrantes preparados para identificar e combater golpes já é, inclusive, uma das partes da política de proteção contra golpes e fraudes que mantém sua empresa segura. 

    5 métodos de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD)

    Para alinhar as equipes de sua empresa e melhorar as práticas de compliance dentro dela, é necessário conhecer e aplicar 5 métodos de Prevenção à Lavagem de Dinheiro. Veja a seguir: 

    1.Conheça bem os seus clientes e parceiros 

    Um dos principais métodos de se prevenir contra lavagem de dinheiro e golpes é sabendo com quem de fato você cria relações comerciais. Ou seja, quem são os seus fornecedores e qual o perfil de seus clientes. 

    Esta prática faz com que suas expectativas e a desse público em relação à parceira estejam bem alinhadas. Além disso, elas podem ajudar na transparência dessa relação.

    Nesse segundo ponto, a verificação de parceiros e clientes é essencial. Por meio da avaliação de fornecedores e pelas práticas de Know Your Partner (KYP), é possível analisar cuidadosamente o histórico de seus parceiros, identificando se estes já realizaram algum tipo de golpe em uma relação anterior e, portanto, mensurando os possíveis riscos de uma nova. 

    2. Estabeleça uma política de segurança e crie um programa de compliance 

    Outro método eficaz de Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD) é estabelecer uma política completa e consistente com todas as diretrizes e normas sobre proteção e segurança dentro da empresa. Tal prática para oficializar e tornar universal o que deve ser feito ou não em caso de uma possível ameaça. 

    Além disso, uma vez que sua empresa já tenha uma Política de PLD, é importante que ela seja colocada em prática por meio de um Programa de Compliance ou de segurança. Esse programa esclarece e constrói procedimentos internos claros e rigorosos. 

    3. Realize a capacitação de colaboradores e parceiros

    Realizar a capacitação de colaboradores e parceiros é imprescindível. Essa etapa consiste em treinar os integrantes de seu time para identificar possíveis atos ilícitos internos e também prepará-los para esclarecer a política de prevenção à lavagem de dinheiro aos seus parceiros, antes de fechar contrato.

    Isto é, os colaboradores devem ser capacitados e orientados a realizar a identificação de ato ilícitos e reportá-los a um canal de denúncia. 

    Veja também: Governança Corporativa e Compliance: entenda as diferenças 

    4. Realize as práticas de Due Diligence 

    Due Diligence é um método que consiste em coletar informações sobre uma pessoa física ou jurídica para avaliar os riscos de se estabelecer uma relação comercial. Ele ocorre como forma de averiguar a saúde da relação antes de fechar e concluir um novo contrato – isto é, de forma prévia. 

    Ao realizá-la de forma prévia, é possível analisar cautelosamente o nível dos riscos existentes, se eles forem existentes. Por isso é importante realizar a devida diligência em todas as transações financeiras para evitar que a empresa se envolva em atividades suspeitas como a lavagem de dinheiro. 

    5. Mantenha-se atualizado sobre as regulamentações

    É importante estar atento às possíveis e comuns mudanças da legislação. Tal método é necessário porque as regulamentações relacionadas à prevenção à lavagem de dinheiro estão em constante evolução. 

    Assim, é importante que a empresa se mantenha atualizada sobre as regulamentações locais e internacionais e se adapte rapidamente às mudanças.

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    Tecnologia como método de Prevenção à Lavagem de Dinheiro

    Agora que você já conhece os 5 principais métodos de prevenção à lavagem de dinheiro, é o momento de aplicá-los – o que pode ser complicado para as empresas que já têm outros processos paralelos para se preocupar.

    Por isso, adotar tecnologias inteligentes que possam auxiliar e otimizar esses processos é um ótimo e perspicaz investimento.

    Isso porque, como visto, manter a transparência nas relações entre os times é essencial e, por meio da verificação de pessoas e empresas, é possível fazer isso de forma automatizada e com resultados muito melhores.

    Nosso background Check, por exemplo, é uma das soluções que podem otimizar o processo de avaliação de fornecedores e de conhecer os públicos da sua empresa.

    Por meio de uma varredura em mais de 200 fontes, a tecnologia consegue mensurar todo histórico, encontrar possíveis registros em listas restritivas e identificar Pessoas Politicamente Expostas (PEPs). 

    Além disso, nossa tecnologia também é capaz de realizar uma consulta de antecedentes criminais que pode indicar se algum dos interessados já esteve envolvido em lavagem de dinheiro indicando, portanto, uma ameaça a sua empresa que, analisada previamente, pode ser combatida.

    Assim, fica bem mais prático e eficaz a implementação de métodos de prevenção à lavagem de dinheiro em sua empresa.

    Se interessou? Conheça nossas soluções por meio do nosso site!

  • O que é Know Your Supplier (KYS) e qual a importância?

    O que é Know Your Supplier (KYS) e qual a importância?

    O Know Your Supplier (KYS) é uma prática que ajuda a garantir que as empresas mantenham relações comerciais saudáveis e seguras com seus fornecedores. Além disso, serve também para ajudar a minimizar riscos, garantindo a conformidade com regulamentos e leis aplicáveis.

    A fim de promover transparência e promover proteção para sua  empresa, o KYS pode ser uma ferramenta bastante positiva. Portanto, é necessário desenvolvê-la e torná-la um hábito em sua empresa. 

    Preparamos para você um artigo completo sobre do que se trata esse conceito e como aplicá-lo em sua empresa, colaborando com sua segurança. Confira a seguir! 

    O que é Know Your Supplier (KYS) 

    Know Your Supplier (KYS)

    Know Your Supplier (KYS), traduzido como  “Conheça seu fornecedor” é uma forma de verificar e avaliar as condições que um fornecedor possui, antes de estabelecer uma relação de negócios com ele. Assim, é um processo que tem como principal objetivo ajudar as empresas a conhecer melhor seus fornecedores e avaliar os riscos potenciais que eles podem representar.

    As principais informações verificadas pelo Know Your Supplier (KYS) são dados financeiros, informações sobre conformidade e de segurança da empresa fornecedora. Tais informações são meios de ter embasamento acerca da transparência dessa relação e, portanto, são verificados a fim de minimizar os riscos associados a este tipo de parceria.

    A importância do Know Your Supplier (KYS) 

    Know Your Supplier é essencial para as instituições, visto que ele é uma ferramenta que visa ajudar as empresas a tomarem melhores decisões sobre quem escolher como fornecedor e como gerenciar essa relação de forma eficaz.

    Com isso, o Know Your Supplier (KYS) torna-se primordial para o funcionamento de outros pontos, além da segurança na relação. Isso porque o KYS  auxilia, também, a mitigar riscos de fraude, corrupção, conformidade e segurança, assim como melhorar a qualidade dos produtos e serviços fornecidos e ajudar a garantir a conformidade com regulamentos e leis aplicáveis.

    Além disso, podemos ver os efeitos do Know Your Supplier (KYS) para:

    1.  Evitar riscos reputacionais 

    Ao conhecer seus fornecedores por meio da avaliação de riscos, você pode evitar trabalhar com fornecedores que não sejam eticamente ou legalmente responsáveis. Ou seja, fornecedores que, ao se relacionar, você pode acabar tendo problemas e prejudicar a imagem da sua marca.

    2. Qualidade dos produtos

    Realizando a avaliação de fornecedores e conhecendo bem o perfil dos fornecedores é possível compreender como será a qualidade dos produtos. Assim, avaliando se é compatível aos padrões da sua empresa. 

    3. Segurança dos produtos

    Ao checar seu fornecedor, é possível avaliar se eles produzem produtos seguros e seguem regulamentos de segurança relevantes. Desse modo, evitando que você tenha prejuízos significativos na empresa ou ainda que sofra riscos reputacionais.

    4. Prevenção de fraudes

    Ao verificar a segurança da relação com seu fornecedor, você pode identificar possíveis fraudes ou atividades ilegais. Isso porque, caso a verificação aponte algum ato ilícito e registro criminais, é mais prático tomar a decisão e proteger a sua empresa.

    Sabendo disso, podemos recomendar o Know Your Supplier como um processo de importância para todas as empresas. Isto, independentemente do tamanho ou setor, assim como também é, particularmente, indispensável para as empresas que trabalham com fornecedores internacionais, onde os riscos são ainda maiores.

    Como implementar o Know Your Supplier (KYS) em sua empresa 

    O primeiro passo para implantar o Know Your Supplier (KYS) em sua empresa é estabelecer políticas e procedimentos claros e rigorosos de segurança e proteção. Isso pode ser feito por meio de treinamentos e capacitações que promovam o conhecimento da equipe acerca dessas normas e, também, pela estruturação dos 10 pilares de um Programa de Compliance. 

    Uma vez feito isto, o próximo passo é avaliar e monitorar os fornecedores por meio de dados e informações. Assim, os interessados devem coletar essas informações precisas e atualizadas sobre a empresa fornecedora e avaliar como elas impactam em sua organização, se apresentam riscos ou não.  

    Caso algum risco seja apontado, cabe aos responsáveis identificá-lo e reportá-lo à equipe de compliance ou área de proteção e segurança da empresa. Assim, uma vez que de conhecimento geral, a empresa poderá tomar uma decisão e avaliar se esse risco encerra uma possível parceria ou não é tão preocupante e, portanto, é possível dar continuidade à relação. 

    Além disso, as empresas precisam comunicar claramente suas expectativas e exigências aos fornecedores, previamente, ou seja, antes de fechar a parceria por meio de um contrato. Tal ação permite e estabelece a colaboração com eles para garantir que todos os requisitos de conformidade e segurança sejam cumpridos.

    Veja também: Abordagem Baseada em Risco (ABR): o que é e como aplicar

    O processo de Know Your Supplier (KYS) e nossas soluções 

    Como vimos, o Know Your Supplier é um processo detalhado para verificar previamente todos os dados sobre seu possível fornecedor e, também, mitigar riscos, o que o torna algo bem trabalhoso e denso. Entretanto, nós temos soluções que otimizam todo esse processo e deixam essa verificação muito mais simples.

    Por exemplo, por meio de nosso Background Check e através de nossos produtos de listas restritivas e identificação de Pessoas Expostas Politicamente (PEPs), podemos verificar em mais de 200 fontes dados acerca de seu fornecedor. Assim, identificamos possíveis atos ilícitos ou atividades irregulares que ele já possa ter cometido em outras relações comerciais. 

    Com isso, conseguimos gerar resultados mais completos e detalhados sobre o histórico de seus fornecedores que funcionam como o embasamento para sua tomada de decisão. Isso tudo de maneira 100% automatizada e indicando o nível do risco, entre baixo e alto, se ele for existente.

    Dessa maneira, você pode proteger sua empresa de estar relacionada a parceiros e fornecedores que estão em condição inadequada às leis e, também, protegê-la de fraudes e golpes que ela está vulnerável. Assim, promovendo segurança, transparência e escalabilidade para sua instituição e equipes.   

    Conheça mais de nossas soluções e como elas podem otimizar seus processos de Know Your Supplier (KYS) em nosso site! 

  • Boas práticas de compliance em compras e contratos

    Boas práticas de compliance em compras e contratos

    As boas práticas de compliance em compras e contratos podem ser definidas como ações e atitudes que visam promover transparência e segurança previamente e de forma estratégica para os momentos de compra e negociação de contratos. Ou seja, visa garantir que a instituição não esteja correndo nenhum risco com esse novo serviço ou parceiro.

    Para garantir transparência e segurança em suas contratações e processos de compra, é necessário entender quais os pontos mais importantes a serem avaliados para tomada de decisão. Com isso, o compliance torna-se essencial, indicando quais normas devem ser cumpridas para adequar essas atividades à lei e, também, evitar riscos de fraudes e golpes.

    Nesse conteúdo, vamos conhecer as boas práticas de compliance em compras e contratos. Assim, conhecendo a fundo como funcionam essas práticas e como elas devem ser aplicadas em sua empresa para promover segurança e proteção. 

    O que é Compliance em Compras e contratos

    Ter conhecimento acerca dessas boas práticas de Compliance específicas para realizar o monitoramento de compras e fechar contratos é imprescindível. Isso já que, essas duas ações, se feitas de maneira incorreta e com pouca cautela, podem funcionar como a porta de entrada para golpes e fraudes.  

    Desse modo, é necessário cultivar esse conjunto de hábitos dentro da empresa e saber como identificar possíveis instabilidades e riscos na hora da negociação. 

    Normalmente, para realizar negociações e fechar contratos, a empresa possui um setor de compras responsável por isso. Sob este viés, quando falamos de compliance em compras e contratos, estamos justamente falando sobre o conjunto de normas e diretrizes que devem ser cumpridas por esse grupo.

    A gestão de contratos e a realização de compras deve ter, em seus processos, a avaliação prévia de risco, assim como o monitoramento de possíveis ameaças ao longo do tempo. Assim, para que isto ocorra, cada integrante desse setor precisa conhecer detalhadamente as regras e cuidados estratégicos de Compliance. 

    Boas práticas de Compliance em Compras e Contratos

    Tais cuidados estratégicos citados anteriormente, ou seja, o conjunto de diretrizes e normas da gestão de contratos e monitoramento de compras também são  parte de um conjunto de pilares que integram as boas práticas de Compliance. Assim, para essa área específica, o que precisa ser avaliado desde antes do processo de compra e contrato é não apenas os benefícios dessa transação comercial, mas também se a relação apresenta risco, quais são eles e como eles impactam na sua empresa. 

    Dessa maneira, é possível dizer que esse setor deve estar atento à criação de estratégias e instrumentos que tenham como principal objetivo aumentar a transparência desse processo. Além disso, os integrantes devem avaliar, por meio do Due Diligence, os riscos anteriores à conclusão do contrato e, também, realizar a avaliação de parceiros, investigando possíveis atos ilícitos que aquela instituição possa ter cometido anteriormente.

    Isto visto que, se a instituição tiver em seu histórico algum tipo de problema jurídico ou registro criminal, é mais provável que essa não seja uma boa relação para sua empresa. Ou seja, você estará minimizando os impactos desses riscos em sua instituição. 

    A importância de boas práticas de Compliance em Compras

    Criar ações para identificar, combater e minimizar riscos é totalmente necessário para o setor de compras. Isto porque, além de ser responsável por questões comerciais, prestação de serviço e contratações, é o setor que possui mais conexão com o segmento financeiro da empresa, super vulnerável a golpes. 

    Sendo assim, o segmento de compras precisa garantir duas coisas. A primeira é o cumprimento adequado das Leis por meio da instalação de diretrizes e normas e a segunda é assegurar que todas as estratégias e boas práticas de Compliance sejam realizadas de maneira correta e eficiente nos seus processos de trabalho.

    Isto visto que por meio dessas boas práticas de compliance, a empresa consegue garantir um controle muito mais eficiente e cauteloso sobre as relações. Assim, ela pode, por exemplo, elaborar critérios de avaliação de riscos, estabelecer que 100% das relações estejam de acordo com a legislação, proteger dados da empresa, prevenir perdas e prejuízos financeiros, assim como riscos reputacionais. 

    A importância de boas práticas de Compliance em contratos 

    Além de garantir tais cuidados com a gestão de compras, as boas práticas de compliance precisam estar presentes na negociação de contratos. Como explicado pela Lei de Anticorrupção, a falta de um código de ética e o descumprimento de normas, significa o descrédito com tal legislação e, portanto, um problema jurídico para a empresa.

    Nesse sentido, especialmente para contratos, as diretrizes de Compliance devem ser respeitadas de forma adequada visando, exatamente, estar em cumprimento com a Lei. Dessa maneira, é necessário que os responsáveis pela área estejam avaliando e controlando prazos, valores e, também, criar um contrato claro, onde todas as políticas de segurança estejam informadas.

    Ademais, eles devem oferecer todas as documentações de forma detalhada e, para minimizar riscos, realizar a avaliação dos envolvidos no contrato, garantindo, que todos estejam de acordo com a legislação e se comprometam com as cláusulas do documento. 

    Conheça as boas práticas de Compliance em Compras e Contratos

    Para realizar tais boas práticas, precisamos conhecê-las e estabelecermos elas dentro da cultura de segurança da empresa. Confira as principais práticas!

    1. Construir canais de denúncias seguros

    É importante para a realização de compras e contratos de forma segura que a empresa forneça canais de denúncia. Isto pois ao identificar algum tipo de ato ilícito ou descumprimento de norma na relação, as pessoas envolvidas tenham um espaço seguro e anônimo para realizar sua denúncia em relação à situações atípicas das compras, colaborando com a solução do problema. Além disso, é necessário que os interessados saibam quando e como reportar tais situações. Ou seja, que eles recebam as instruções necessárias para identificar problemas no processo de compras. 

    2. Realizar a avaliação de fornecedores

    Como um tipo de público envolvido nos contratos, torna-se interessante para a segurança e transparência da empresa. Nesse sentido, realizar a avaliação de fornecedores utilizando critérios e averiguando cuidadosamente os riscos, é uma forma de proteger sua empresa contra golpes e fraudes. 

    Alguns desses critérios a serem utilizados podem ser, por exemplo, verificar a saúde financeira do fornecedor, sua relação com o mercado e  analisar o valor do investimento. Dentro desses critérios, é interessante também avaliar como as boas práticas de compra e contratação funcionam dentro da empresa fornecedora e como ela impactam na sua cultura de boas práticas. 

    3. Monitorar continuamente o processo de compra e contratação 

    Para garantir que tanto a compra quanto o respeito às diretrizes do contrato funcionem, é importante realizar, continuamente, o monitoramento de todas as etapas. Desde antes da negociação, monitorar cada detalhe faz a diferença e assegura que sua empresa evite, principalmente, problemas jurídicos. 

    4. Estar atento às mudanças na legislação 

    A legislação que visa as empresas está sempre em constante mudança, sofrendo alterações. Por isso, os responsáveis pelos processos de compra e fechamento de contrato precisam estar cientes e acompanhando essas mudanças, garantindo a adequação dos envolvidos perante à Lei. 

    5. Automatizar processos 

    Como analisar e monitorar cada etapa exige muito tempo e muito trabalho, é interessante automatizar esses processos. Assim, optar por tecnologias que auxiliem na mitigação de riscos é uma excelente escolha para quem busca resultados mais rápidos e muito mais assertivos e completos. 

    Sob esta perspectiva, nossa solução de Background Check gera transparência, segurança e escalabilidade para suas compras e contratos. Isso tudo de maneira automatizada e produzindo resultados detalhados para o seu acompanhamento.

    Nossa solução nas boas práticas de Compras e Contratos 

    Nossa solução de Background Check  pode auxiliar em suas boas práticas de Compliance nas compras e contratos. Isso porque nossa checagem de pessoas e empresas é realizada em poucos minutos por meio de mais 200 fontes, gerando escalabilidade para tais processos.

    Além disso, devido à diversidade de fontes e graças a nossa tecnologia inteligente, nossos resultados sobre os riscos são completos, fornecendo para você detalhadamente o nível dos riscos. Assim, facilitando e dando praticidade a tomada de decisão e ao monitoramento de todo o processo, antes e depois da escolha. 

    Para saber e conhecer mais como essa ferramenta pode auxiliar você nisso, acesse nosso site e solicite uma demonstração gratuita! 

  • Due diligence e compliance: entenda qual é a relação 

    Due diligence e compliance: entenda qual é a relação 

    Due diligence ou Diligência Prévia refere-se ao objetivo de analisar previamente e realizar a avaliação de riscos de possíveis investimentos em parcerias e transações comerciais para assegurar a transparência e proteção nessas relações.  

    Como já falado, a diligência prévia tem o papel de avaliar possíveis riscos em transações ou parcerias. Portanto, é justamente neste processo que o Compliance conecta-se ao Due diligence, tornando-se um de seus principais pilares. Isto visto que esse processo visa proteger e assegurar que normas e diretrizes da empresa sejam cumpridas.

    Assim, é possível afirmar que esse processo é essencial para que sua empresa não fique vulnerável a riscos como golpes e fraudes de Lavagem de Dinheiro, por exemplo. Tais atos podem causar prejuízos significativos e irreversíveis, por isso, muitas empresas já vêm realizando o Due diligence como uma forma de investigar ameaças e prevenir riscos. 

    O que é Due diligence?

    Due diligence e compliance

    O termo Due Diligence, mais conhecido como Diligência Prévia em português, significa realizar um processo de investigação de uma oportunidade de parceria e relação comercial com outra empresa. No caso, a investigação aconteceria como uma maneira de avaliar e mensurar os possíveis riscos da relação. 

    Essa investigação garante que a empresa com a qual a sua se relaciona esteja adequada a normas e diretrizes de proteção e combate à fraudes da sua cultura de segurança e, ainda, que ela esteja adequada à Lei e regulamentações necessárias para a preservação da  organização. Garantindo isto, é possível minimizar ameaças ao resguardo e transparência de sua empresa. 

    Como Due diligence é realizado 

    O processo de investigação de Due diligence é feito a partir de uma análise de todo o perfil do possível parceiro. Nesse sentido, é dever avaliar todos os aspectos do parceiro de variáveis setores como contábeis, financeiros, previdenciários, trabalhistas, imobiliários, tecnológicos, criminais, compliance e jurídicos da empresa.

    Isto ocorre porque avaliando detalhadamente cada uma dessas áreas é possível verificar como a empresa negociante se comporta em cada uma delas, checando cada possível risco – se for existente. 

    Os tipos de Due diligence 

    Com todas as possíveis variáveis de investigação desse processo, surgem também diversos tipos de Due Diligence que são específicos de cada área investigada. Confira os principais tipos de Due Diligence!

    • Due diligence criminal;
    • Due diligence em fusões e aquisições;
    • Due diligence de compliance;
    • Due diligence de fornecedores;
    • Due diligence tributária;
    • Due diligence de terceiros.

    Due Diligence e Compliance: a relação que promove segurança

    Se estamos falando em investigação e minimização de riscos por meio do Due Diligence, é imprescindível relacionar tal processo ao Compliance. Isso já que, sendo o conjunto de disciplinas e normas que colocam a empresa de forma adequada à Lei, o Compliance adota e se apropria do Due Diligence como mais uma forma de prevenção a indícios de riscos e ameaças. 

    Veja, ao realizar o Due Diligence, analisando cuidadosamente a empresa possivelmente parceira, estamos colocando em prática os valores do Compliance. Ou seja, tal prática tem como principal consequência e objetivo fortalecer a transparência e segurança na empresa, tornando-se assim parte dos 10 pilares de um programa de Compliance.

    As vantagens do Due Diligence para o Compliance de sua empresa

    Além de garantir segurança e transparência e minimizar ameaças, o Due Diligence para o Compliance tem como principal vantagem assegurar que a empresa continue cumprindo de maneira adequada e correta a Lei. 

    Isso pois, há leis que exigem diversas obrigatoriedades para negociações e que também checam e impõem a adequação da empresa em normas e regras inflexíveis. Tais obrigatoriedades, uma vez não respeitadas, podem gerar prejuízos e até mesmo o fechamento de sua empresa. 

    Portanto, realizar o Due Diligence assegura o cumprimento do Compliance e, com isso, coloca sua instituição em uma posição segura. Isto é, sua empresa não estará vulnerável a nenhum prejuízo e desvio de normas e diretrizes, bem como, evitará que sua empresa tenha sua reputação lesada.

    Veja também: Governança corporativa e Compliance: entenda as diferenças 

    Due Diligence não é auditoria: entenda a diferença!

    Apesar de o Due Diligence se relacionar com o Compliance, o processo de investigação não é convergente com a auditoria. Na verdade, ambos são bem distintos e são utilizados com diferentes objetivos. 

    O processo de Due Diligence realiza todos os tipos de análises previamente, ou seja, antes mesmo de qualquer contrato ser fechado. Enquanto isso, a prática da auditoria tem seu papel após o fechamento desse negócio, tornando-se responsável por acompanhar o andamento das questões de caráter contábil. 

    Além disso, o Due Diligence tem um foco analítico em busca de resultados mais precisos e exatos. Isto é, ao contrário do foco e dos  deveres da auditoria, que só tem a intenção de gerar amostragens, resultados que não precisam ser exatos. 

    Due Diligence e nossas soluções: fortalecendo o Compliance da sua empresa

    Para nós, é altamente necessário e importante ajudar a promover transparência, segurança e escalabilidade para sua empresa. Por isso, valorizamos e recomendamos muito a prática de Due Diligence que pode ser otimizada e simplificada através de nossas tecnologias inteligentes.

    Por meio de nosso Background Check é possível analisar de forma mais detalhada os possíveis riscos de parcerias e negociações com parceiros. Isto porque, realizamos uma varredura em mais de 200 fontes de dados nacionais e internacionais como Listas restritivas, identificação de PEPs e mídias negativas. 

    Com essa pesquisa conseguimos, de maneira automatizada e em poucos minutos,  gerar resultados completos e detalhados que ajudam a minimizar os riscos de ameaças à sua empresa. Por fim, ao ter acesso a esse detalhamento sobre seus parceiros antes da negociação final, você consegue averiguar e ter embasamento para tomar uma decisão que seja qualificada para sua empresa e para todo o compliance dela. Ou seja, tomando uma decisão mais exata e adequada para a proteção e segurança da sua instituição. 

    Quer saber mais sobre como promover o Due Diligence de forma automatizada e mais eficaz? Acesse nosso site e confira nossas soluções!